quarta-feira, 29 de março de 2017

Para Mano Brown, pobres estão mais conservadores e com mentalidade elitista

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Líder do Racionais MC's, na Rádio Brasil Atual: "O cara que mora em uma comunidade e vota em um aristocrata, que nunca sofreu nada, se sente como o Doria'"
 
 
Em participação no programa Hora do Rango, da Rádio Brasil Atual, na terça-feira (28), o rapper e líder dos Racionais MC's, Mano Brown, criticou a reforma da Previdência proposta pelo governo de Michel Temer. Ele classificou a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 287 como uma "limpeza" da próxima população de idosos. "A intenção deles é que os velhinhos morram antes, fazer uma limpeza, porque eles não vão sobreviver sem aposentadoria. Não dá para viver até os 70 anos para se aposentar, já que com 45 anos você não arruma mais emprego. A grande maioria trabalha no informal, no subemprego, sem carteira assinada. Vai ter um exército de gente jogada na rua", disse .


Brown apontou que a população da periferia está mais conservadora e lembra da vitória do prefeito João Doria (PSDB) no seu bairro, o Capão Redondo. "Lá ele teve 48% dos votos." Mesmo com o aval da sua comunidade, o rapper disse que medidas de Doria, como apagar os grafites da cidade, são retrocessos, mas que não se surpreende, pois acredita que a sociedade brasileira tem uma "mentalidade elitista".


"Quem votou no Doria, pensa como ele. O cara que mora em uma comunidade e vota em um cara aristocrata, rico de raiz, que nunca sofreu nada, ele se sente como o Doria. No governo Lula, a pessoa comprou um carro, uma moto, um celular caro, agora ela quer trancar tudo com um cadeado e colocar a polícia na porta para defender. Eu converso com as pessoas nas ruas. Tem quem diga que não leva o filho no CEU (Centro Educacional Unificado) porque é onde estão as 'piores crianças'. É a mentalidade elitista do brasileiro."


Para o rapper, tal pensamento conservador da população faz com que policiais, religiosos radicais, homofóbicos e racistas sejam eleitos. "Você soma tudo e pergunta: quem tá elegendo? O Hitler? Não. É o brasileiro comum, mas que pensa como um alemão".


Ainda sobre política, Brown afirmou que a intolerância e os preconceitos presentes no Brasil foram alguns dos motivos do impeachment da ex-presidenta Dilma Rousseff, afirma Brown. "Se você analisar que você teve um presidente que veio do nordeste, metalúrgico e as pessoas falavam que ele era analfabeto e sem diploma. Depois entrou uma mulher, em um país machista. De uma hora para outra, tudo acabou e voltou a ser o que era antes. O povo é intolerante com essas pessoas."

 

Música



Sobre seu primeiro álbum solo, intitulado Boogie Naipe, lançado no final do ano passado, o cantor e compositor disse que, apesar de o disco seguir uma linha musical diferente do Racionais MC's, o novo trabalho também tem a sua cara. "Tem uma época da música, que vai de 1977 a 1982, quando eu era adolescente, que eu considero a melhor fase. A minha geração ouviu muita música americana e ouvimos muito funk, disco e alguma coisa de rock. O disco é inspirado nessa fase."


Ao falar sobre música, o artista voltou a criticar os preconceitos da sociedade sobre gêneros que fazem sucesso nas periferias, principalmente o funk. "Tem que tomar cuidado com os tipos de preconceito. O funk existe porque o povo aceita e elegeu como um estilo de música para ouvir. O funk não é a primeira música que fala sobre assuntos banais, a novela já fala sobre isso. Você vai ter preconceito com outro favelado? Com um moleque que podia estar no tráfico, mas está fazendo funk? Você está errado."
 
 
Mano Brown foi entrevistado   no programa Hora do Rango.
 
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Informações da Rede Brasil Atual

terça-feira, 28 de março de 2017

Pink Floyd: ouça a versão de 15 min de "Interstellar Overdrive"

 

Conforme publicamos anteriormente, o Pink Floyd vai lançar na Record Store Day deste ano um single trazendo uma versão inédita de "Interstellar Overdrive" gravada em 1966 com 15 minutos de duração. E parece que esta versão será a mesma que consta em um documentário antigo sobre a cidade de San Francisco feito por Anthony Storn, amigo pessoal de Syd Barrett. 
 Confira abaixo.



Pink Floyd está lançando uma versão de 1966 do 'Interstellar Overdrive' " correndo perto de 15 minutos de duração," de acordo com a gravação do legado de imprensa dia 20 de março. " a gravação original foi feito no estúdio thomson em hemel hempstead, hertfordshire, em 31 de novembro de 1966, antes da banda foram assinados com a emi," diz a declaração. Várias Fontes, no entanto chamar essa data em questão e sugiro que esta é a mesma gravação que melhores bandas sonoras Anthony Stern é 1968 documentário 'San Francisco,'" o que nos permite ouvir a plena 15 minuto jam antes do seu primeiro lançamento oficial na loja de discos Dia. Ouçam isso e muito mais (com muitos detalhes adicionais) em: https://thefutureheart.com/2017/03/27/stream

Gestores do Pink Floyd, na altura, Peter Jenner e Andrew King, recordar a thompson privado em estúdios de gravação sessão David Parker é livro " aleatório precisão: gravar a música de Syd Barrett 1965-1974."

Andrew King: " Lembro-me de ir ao estúdio desta pequena, que era uma espécie de no quarto dos fundos deste tipo é casa no tipo de high wycombe maneira. Buckinghamshire ou em algum lugar. E Ele acabou por ser bastante uma pessoa indecente, mas na hora foi muito emocionante. "

Peter Jenner: " foi muito primitivo, eu acho que era só estéreo, imagino que era 2-Track, e depois passou da faixa para rastrear se algo precisava ser devolvido. Não teria sido 4-Track, não era tão avançada. Poderia ter sido apenas mono com duas máquinas, não sei. Quero dizer para nós então foi muitos fios e cabos e microfones e coisas, era um "Estúdio" Sabes... basicamente era na frente de alguém quarto tipo de coisa. Não sei onde temos de segurar o cara, eu não consigo lembrar como a encontramos, ou onde, mas não havia muitos estúdios barato na época... acho que a coisa que era interessante era ' Interstellar Overdrive ', porque essa foi muito boa a versão de ' Interstellar Overdrive " porque era muito ' ao vivo '. Foi como eles tocaram ao vivo... todos da gravação, provavelmente, foi feito em um único caminho, viver no estúdio, com talvez um overdub vocal ou algo assim, indo de máquina para máquina."

Para esclarecer, não é possível ser dito com certeza absoluta, que esses textos são a mesma (assim o asterisco no presente artigo é manchete), mas tendo em conta as inúmeras semelhanças conhecidos detalhada no link acima é tão perto de confirmado Como pode ser neste momento.

Floyd fãs também vai querer estar atentos a " Londres 1966-1967 " fora como uma foto disco na loja dia e The Claypool Lennon Delirium é " Cal e límpido verde " 10 " abrange ep com sua versão de " Astronomy domine."



Informações do  whiplash.net


segunda-feira, 27 de março de 2017

Urbana Legion lança música com letra inédita de Renato Russo; ouça

Urbana Legion

“Apóstolo São João” ganha vida com um videoclipe registrado no antigo apartamento do vocalista do Legião Urbana. Renato Russo completaria hoje 57 anos.
 

A banda cover de Legião Urbana, Urbana Legion, publicou nesta segunda, 27, uma nova música, especialmente importante por uma razão: ela traz letras inéditas deixadas pelo lendário Renato Russo. A faixa ganha vida no dia em que o finado artista faria aniversário.


Segundo site Uol, o filho do eterno vocalista, principal compositor e líder do Legião Urbana cedeu cinco manuscritos do pai para o grupo, comandado por Egypcio (Tihuana) e Marcão (Charlie Brown Jr e Bula). “Apóstolo São João” é o primeiro deles a ganhar vida como música.


Cantada por Egypcio, “Apóstolo São João” é construída como uma balada dramática e conduzida por um riff dedilhado de violão. O vídeo traz o Urbana Legion interpretando a canção no apartamento de Renato Russo no Rio de Janeiro, localizado na Rua Nascimento Silva, 378.


As outras quatro faixas com letras inéditas de Renato Russo estão sendo produzidas pelo Urbana Legion, que deve lançar o material como singles – podendo render até um EP – ao longo dos meses. O quarteto, completado pela baixista Lena e pelo baterista PG (também do Tihuana), deve celebrar “Apóstolo São João” em turnê.


Assista ao clipe de “Apóstolo São João” abaixo.

Ontem, Hoje e Sempre
 
Informações: Uol/Rolling Stone Brasil/Instagram
 

Em show excelente em SP, Metallica lota autódromo e mescla boas músicas do novo álbum com clássicos da carreira

Metallica em SP no Autódromo de Interlagos - Foto: Divulgação Metallica

O Metallica se apresentou no sábado, dia 25 de março, em São Paulo, no Autódromo de Interlagos, e proporcionou um excelente show aos devotados fãs. Mesclando as boas músicas do ótimo novo álbum “Hardwired… to Self-Destruct” com clássicos da carreira, a banda norte-americana de thrash metal levou ao êxtase a plateia que lotou e quebrou recorde de público no festival realizado na capital paulista que nunca havia tido uma banda ligada ao heavy metal como headliner.

Cerca de 100 mil pessoas estiveram no sábado no evento, público jamais visto numa única noite naquele festival. Seguramente, de 70 mil a 80 mil pessoas estavam em volta do palco onde o Metallica fez seu ótimo show. Foi uma invasão histórica dos fãs da banda. Eles tingiram de preto o festival dos descolados de camisas coloridas e roupas modernas e mostraram, pela enésima vez, como os seguidores do heavy metal são fiéis.

Foi a primeira vez que o Metallica tocou num festival em São Paulo. Antes disso, a banda havia se apresentando na capital paulista apenas em turnês próprias: em 1989, 1993, 1999, 2010 e 2014. Fora de São Paulo, o grupo já havia se apresentado no Rock in Rio em três oportunidades: em 2011, 2013 e 2015.

O show de 2017 em Interlagos foi seguramente o melhor da banda desde a histórica apresentação no Rock in Rio em 2011. Depois de superar problemas com a chuva em 2014 em São Paulo e de superar problemas técnicos de som no festival da capital fluminense em 2015, o Metallica fez um show coeso, seguro e de acordo com o histórico matador da banda em apresentações ao vivo.

Visivelmente empolgados e felizes por trazerem as músicas do novo álbum na nova turnê, os músicos do Metallica também demonstraram estar perfeitamente descansados, diferente de uma ou outra apresentação que passou pelo Brasil no fim de algumas turnês, como a de 1993, quando o grupo veio a São Paulo pela divulgação do Black Album e quando foi visível o cansaço pela longa e estafante turnê.


Outro ponto importante que ajudou no andamento do show foi a ausência da famigerada Pista Vip. Sem a grade separando o público, foi possível um espaço mais democrático para todos os fãs chegarem mais perto do palco. A reportagem, como sempre, ficou bem próximo da grade e, desta vez em São Paulo, muitos fãs das antigas que não conseguem ficar perto da banda por causa da separação de Pista Vip e Pista Comum de outros shows puderam se  aproximar. Este detalhe deixou toda a pista de uma maneira homogênea e sem os pontos de frieza que a Pista Vip costuma proporcionar em várias apresentações de todas as bandas.



O show



Poucos minutos depois das 21 horas, o Metallica subiu ao palco. Logo após a tradicionalíssima introdução com a música gravada de “Ecstacy of Gold”, de Ennio Morricone, a banda de thrash metal veio com a dobradinha que inicia o novo álbum “Hardwired… to Self-Destruct”. Com a pegada forte de faixa “Hardwired”, que foi capaz de gerar rodas espalhadas de mosh por alguns cantos, e com a cadência e peso de “Atlas, Rise!”, o grupo já satisfez logo de cara quem estava louco para ver coisas do novo trabalho.


“São Paulo, você está muito bonita”, exclamou o vocalista e guitarrista James Hetfield, em inglês, logo após as duas canções. “Não me importa de onde são ou quem veio aqui para nos ver. Vocês agora são parte da família Metallica. Bem-vindos! Estamos felizes por vocês se juntarem a nós”, acrescentou o vocalista, levando a multidão impressionante ao delírio.


Este jornalista acompanha shows grandes desde o início dos Anos 90. Em Interlagos, desde a apresentação do KISS em 1999, passando por Iron Maiden em 2009 e por mais duas edições anteriores do festival em questão. Talvez, apenas no show do Iron Maiden, quando o público estimado foi de pouco menos de 70 mil pessoas, aquele pedaço do Autódromo de Interlagos esteve tão lotado.


Era gente para todos os lados e cantos, espalhada inclusive nas partes elevadas que ficam dos lados da pista. Só este detalhe já dava uma dimensão do show e, sem a menor dúvida, isto empolgou demais a banda.
 VEJA FOTOS:
Metallica em SP no Autódromo de Interlagos - Foto: Divulgação Metallica 

 Metallica em SP no Autódromo de Interlagos - Foto: Divulgação Metallica 

Depois da fala de Hetfield, o Metallica trouxe o primeiro ultraclássico da noite: “For Whom The Bell Tolls”. Com o início marcante de baixo imortalizada pelo saudoso Cliff Burton, o ótimo e atual baixista Robert Trujillo deu os primeiros acordes e o público recebeu a melodia imediatamente com uma empolgação imensa.


Na sequência, veio “The Memory Remains”, que não é de um álbum clássico do Metallica, mas se transformou em hit de uma geração mais nova que é fã da banda. Com participação gigantesca no refrão e surpreendendo a banda com o coral a plenos pulmões, o público fez sua parte de maneira belíssima.


No final da música, o guitarrista Kirk Hammett fez um pequeno solo e tocou acordes da música “Judas Kiss”, do disco “Death Magnetic”. Mas foi apenas uma pequena palhinha de algo do álbum anterior do Metallica que acabou sendo ignorado durante a apresentação. Quem acompanhou as vindas de 2010 a 2015 da banda, já havia presenciado uma overdose de “Death Magnetic” e, talvez, não tenha sentido grande falta de faixas do disco.


O momento era de desfile de clássicos e a primeira do Black Album logo deu as caras. “The Unforgiven”, com os belíssimos acordes de violão de Hetfield foi executada com maestria e emocionou muita gente que nunca havia ouvido a canção ao vivo e de perto. Vale destacar o trabalho bacana que o Metallica tem feito com as imagens de telão. Cada vez mais caprichadas, elas vem trazendo desenhos que lembram as músicas ou até mesmo trecho dos clipes históricos.


O telão em Interlagos, por sinal, não foi o da turnê atual da banda. Em vez dos atuais telões espelhados e em formato cortado, o grupo optou pelo tradicional das mais recentes turnês. Isso, de forma alguma, prejudicou o público, que pode conferir cada detalhe do show nas imagens bem definidas que eram exposta ao lado e ao fundo do palco.


Pausa de clássicos e volta a apresentação do disco novo. Com mais uma dobradinha, o Metallica tocou as ótimas “Now That We’re Dead” e “Moth Into Flame”, que estão entre as melhores do novo trabalho. Especialmente nestas canções, foi possível ver uma banda entrosada, envolvida e empolgada com o álbum recente. Com som perfeito e destaque para o baterista Lars Ulrich na primeira faixa, o público cantou e vibrou, sem deixar de contemplar fixamente a banda totalmente em forma.


Quem assistiu ao show pela TV pode não ter tido a mesma dimensão de quem estava em Interlagos. A bateria de Lars, muito bem equalizada, gerava aquelas porradas de som que chegam no peito do público. E, quem gosta de heavy metal, sabe que show bom já começa com este tipo de detalhe. Talvez, apenas com o tradicional som do Rock in Rio, o Metallica tivesse equalizado um som de maneira tão interessante quanto à vista no autódromo (pelo menos, no local onde estávamos).


Antes de “Moth Into Flame”, James Hetfield voltou a elogiar o público e agradeceu os fãs da “família Metallica”. Foi gratificante ver a banda executando perfeitamente a música, apagando a imagem da sacanagem que a organização do Grammy fez com o microfone do vocalista na premiação deste ano, quando o grupo tocou com a cantora pop Lady Gaga.


De volta às músicas antigas, o Metallica trouxe a primeira do grande disco “…And Justice for All”. “Harvester of Sorrow”, talvez seja, depois de “One”, a música mais executada deste álbum, mas não enjoa. Claro que poderia ter havido uma novidade com uma eventual apresentação de uma inédita ao vivo aqui no Brasil, como “The Shortest Straw” ou “Dyers Eve”, mas este jornalista ainda tem esperanças depois que viu “The Frayed Ends of Sanity” no Rock in Rio de 2015.


O show em Interlagos agradava demais. E o Metallica trouxe a última da noite do novo álbum. Com suas três partes distintas, “Halo On Fire” foi a música hipnotizante da noite, com o público contemplando a longa faixa do início ao fim. A voz de James chegou a dar umas pequenas falhadas, mas nada que comprometesse a apresentação.


Note que várias das músicas do “Hardwired… to Self-Destruct” tem tons que exigem demais da voz de Hetfield ao vivo. São tons diferentes, por exemplo, do “Death Magnetic” e ainda mais distantes das fases mais antigas do grupo. Ainda assim, com seus mais de 50 anos, o vocalista, eternamente perfeccionista, acaba se desdobrando para entregar algo decente para o público.

 Metallica em SP no Autódromo de Interlagos - Foto: Divulgação Metallica 

Metallica em SP no Autódromo de Interlagos - Foto: Divulgação Metallica 


Por falar em fases mais antigas do Metallica, eis que o baixista Robert Trujillo trouxe algo completamente inesperado no solo poderoso de baixo que fez logo após “Halo On Fire”. Ele trouxe inicialmente os acordes de “The End of the Line”, do Death Magnetic, e inicialmente, transformou o baixo quase que num instrumento de percussão. Mas a surpresa viria na sequência: nada menos que mais do que a metade da faixa  “Anesthesia (Pulling Teeth)”, do primeiro álbum, “Kill ‘Em All”.


Foi difícil não lembrar mais uma vez do saudoso Cliff Burton e não se emocionar. Trujillo é um excepcional músico e, a despeito de algumas correntes de fãs mais radicais do Metallica que ainda torcem o nariz para ele e qualquer baixista que assuma o lugar de Cliff, ele é um dos grandes responsáveis pelo ressurgimento do Metallica após a traumática saída de Jason Newsted.


A partir daquele momento do show, só clássicos apareceriam no show do Metallica. E, aproveitando a deixa do álbum “Kill ‘Em All”, a banda trouxe mais um petardo histórico: simplesmente “Whiplash”, que não era executada havia muito tempo pelo grupo em São Paulo, desde 1993. Obviamente, rodas de mosh novamente foram abertas, mesmo com isso sendo impossível em alguns locais da Pista que estavam completamente abarrotados de gente.


“Sad But True” foi a música seguinte. Antes dela, James Hetfield chegou a fazer a tradicional pergunta que tenta medir a quantidade de fãs novos e antigos da banda. Depois de questionar quem já havia visto o grupo antes ao vivo e quem estava ali pela primeira vez, ele chegou à conclusão de que a divisão estava em 50%, algo que só comprova a capacidade incrível do Metallica conseguir renovar seu público mesmo com mais de três décadas de existência.


As quatro músicas seguintes executadas são meio que figurinhas carimbadas em shows do grupo: “One”, “Master of Puppets”, “Fade to Black” e “Seek & Destroy”, talvez, estejam entre as mais executadas em toda a história da banda. As duas primeiras são as mais pedidas sempre. As outras duas são dois outros clássicos que servem para emocionar e levantar, respectivamente, o público.


Em “One”, o Metallica repetiu efeitos do Rock in Rio 2015 usados no telão central e lateral, com imagens de soldados indo para a guerra. Definitivamente, depois de tantos casos complexos envolvendo fogos de artifício, o grupo adotou o laser. Com isso, as simulações de bombas e tiros de “One” ficaram mesmo com os efeitos visuais do laser.


Em “Master of Puppets”, por sinal, foram interessantes as cordas de marionetes que apareceram no telão central ao fundo do palco. Em alguns momentos, dava a impressão que as cordas estavam ligadas a James Hetfield, como se ele fosse a marionete.


Antes de “Fade to Black”, Kirk Hammet voltou ao seu tradicional solo de guitarra. Chegou a tocar a introdução da injustamente pouco executada “Leper Messiah”, do disco “Master of Puppets”, esfregou a guitarra nos amplificadores e até chegou a tocar o instrumento com os pés.


Na sequência, a belíssima “Fade to Black” gerou mais um dos momento de contemplação coletiva do show, com muitos vendo pela primeira vez aquele grande momento. James Hetfield elogiou a cantoria do público e disse que era gratificante ter esse feedback dos fãs.


“Seek & Destroy”, depois de muito tempo em solo nacional, foi tocada antes do bis. Ela fechou a primeira parte do show e, como sempre, levou o público ao delírio. Rodas maiores de mosh foram observadas neste clássico metallico.


Na volta do bis, mais uma pancada sonora das antigas. “Battery” foi mais uma daquelas para fã antigo não reclamar. Forte e rápida, também gerou rodas de mosh em vários pontos da Pista.


Para fechar, o Metallica trouxe “Nothing Else Matters” e a sempre presente “Enter Sandman”. Sempre entre as campeãs de audiência, ambas as canções agradaram a todos e encerraram com chave de ouro a apresentação. Interessante que, depois de muito tempo, a banda não usou as já tradicionais bolas pretas de plástico que eram usadas em “Seek & Destroy” e que estavam aparecendo em “Enter Sandman” nos shows da atual turnê.


Ao final da apresentação, todos os componentes da banda agradeceram e elogiaram o público no microfone. Lars jogou várias baquetas para plateia. James, Kirk e Robert vieram com uma chuva de palhetas.


O saldo final foi dos mais positivos. O sentimento geral era de que aquela apresentação havia sido de qualidade e com o selo Metallica de grande show de heavy metal.



Ainda assim, como temos o Metallica entre as bandas favoritas do site e respeito enorme pelos nossos leitores, pagamos ingresso para ver o grande show. Mas decidimos ignorar o restante do festival, pois não teríamos condições de ir no segundo dia para cobrir, por exemplo, os Strokes. Com isso, foco central no grande Metallica, que, de maneira disparada, foi a maior atração do evento e já entrou para história de todas as edições.


Para celebrar a grande apresentação no Autódromo de Interlagos, deslocamos clipes no YouTube, alguns deles filmados pelo próprio site. A emissora que transmitiu o evento está meio que perseguindo e retirando os vídeos do YouTube. Com isso, fomos atrás de vídeos amadores. Se o canal parar com essa idiotice de apagar momentos históricos de shows, poderemos aproveitar e colocá-los aqui.


Fique inicialmente com a abertura do show e “Hardwired”. Na sequência, assista ao vídeos de “Atlas, Rise!”, “The Unforgiven” e “Now That We’re Dead”. Para fechar, fique com os de “One”, “Fade to Black” e “Seek & Destroy”. 








Set list

Hardwired
Atlas, Rise!
For Whom The Bell Tolls
The Memory Remains
The Unforgiven
Now That We’re Dead
Moth Into Flame
Harvester of Sorrow
Halo On Fire
Whiplash – com trecho de Anesthesia (Pulling Teeth) antes
Sad But True
One
Master of Puppets
Fade to Black
Seek & Destroy
Battery
Nothing Else Matters
Enter Sandman


Informações: Rock Reverso
Adaptação: Team G. Hammer

Anathema: novo álbum "The Optimist" será lançado em junho

 
O Anathema lançará seu novo álbum de estúdio, The Optimist, no dia 9 de junho via Kscope. O sucessor de Distant Satellites (2014) é o 11º trabalho de estúdio da banda britânica, liderada pelos irmãos Daniel e Vincent Cavanagh.


Confira abaixo a capa e o track listing de The Optimist; você pode ouvir um teaser do álbum aqui.

 
PLAYLIST ABAIXO
 

01. 32.63N 117.14W [01:18]
02. Leaving It Behind [04:27]
03. Endless Ways [05:49]
04. The Optimist [05:37]
05. San Francisco [04:59]
06. Springfield [05:49]
07. Ghosts [04:17]
08. Can't Let Go [05:00]
09. Close Your Eyes [03:39]
11. Wildfires [05:40]
12. Back To The Start [11:41]


Fonte: Kscope

 

quarta-feira, 22 de março de 2017

Assista a Eddie Vedder e Jack Irons apresentando “Shine On You Crazy Diamond”, do Pink Floyd

Eddie Vedder e Jack Irons

Antigos companheiros de Pearl Jam se uniram para uma performance da clássica faixa em show de abertura para o Red Hot Chili Peppers em Seattle, nos EUA 
 

Eddie Vedder promoveu uma reunião surpresa com um antigo baterista do Pearl Jam, Jack Irons, na Key Arena, em Seattle, Estados Unidos, para uma performance de “Shine On You Crazy Diamond”, clássica faixa do Pink Floyd. Irons fez o show de abertura para outra banda da qual ele foi integrante, o Red Hot Chili Peppers.


Vedder e Irons anteriormente colaboraram em uma versão acelerada e cheia de percussão da música de Wish You Were Here em agosto de 2016. Na ocasião, os antigos companheiros de Pearl Jam se reuniram no Ohana Festival, que aconteceu na Califórnia.


Assista à performance abaixo.

 Fonte: The Rolling Stone Brasil



 

terça-feira, 21 de março de 2017

Borknagar: contagem regressiva para show de estreia no Brasil

 

Sempre realizando importantes shows pela Europa e lançando elogiados álbuns, a banda norueguesa Borknagar é, sem sombra de dúvidas, um dos nomes mais respeitados da música extrema mundial.

Completando 21 anos de estrada, o grupo está prestes a desembarcar pela primeira vez na América Latina e os fãs brasileiros estão mais do que ansiosos para a apresentação de Pål Mathiesen (vocal), I.C.S. Vortex (baixo/vocal), Lars A. Nedland (teclado/vocal), Baard Kolstad (bateria), Øystein Garnes Brun (guitarra) e Jens F. Ryland (guitarra) em São Paulo (22/03 - Hangar 110), em São Paulo. Esta é mais uma realização da Overload.

Como esta é a primeira vez que o grupo vem ao Brasil, espera-se que o setlist seja repleto de clássicos da carreira, além de promover as principais composições do novo álbum “Winter Thirce”.

Os ingressos continuam à venda no site do Clube do Ingresso (http://www.clubedoingresso.com/borknagar-sp) e em diversos pontos espalhados pelas cidades de São Paulo, Santo André, Osasco, Rio de Janeiro, Curitiba e até São José do Rio Preto (http://www.clubedoingresso.com/ondecomprar).

Formado em 1995, na gélida e histórica cidade de Bergen, o Borknagar é um dos primeiros grupos a combinar a sonoridade extrema do black metal e do folk metal com elementos progressivos e melódicos. A temática é calcada pela filosofia, paganismo, a natureza e o cosmos.

Cansado dos aspectos brutais da banda Molested, Øystein Brun montou o Borknagar com o objetivo de explorar uma saída mais melódica de expressão, inspirada pelo crescimento do black metal norueguês estava experimentando e também já pensando em ultrapassar os limites do que era denominado a música "tradicional" extrema.

Com a ousadia de recrutar verdadeiras estrelas do black metal norueguês como Infernus (Gorgoroth), Grim (Immortal/Gorgoroth), Ivar Bjørnson (Enslaved), Garm (Ulver/Head Control System/ Arcturus), Øystein Brun fez do Borknagar uma máquina pronta para disseminar sua arte por toda Europa.

Em pouco tempo, excursionaram ao lado de In Flames, Cradle of Filth, Emperor, Peccatum, Morbid Angel, passaram por problemas na formação, mas sempre lançaram excelentes discos, principalmente com o apoio da gravadora Century Media.

Em 2010, a banda chegou a confirmar turnê na América do Sul, mas foi misteriosamente cancelada devido a problemas com a produtora responsável pelo agenciamento dos shows.

Porém, seis anos após este triste episódio, os brasileiros finalmente terão o privilegio em conferir a histórica primeira apresentação do Borknagar antes de todos os fãs da América Latina.


Links relacionados:
https://www.facebook.com/borknagarofficial
https://www.facebook.com/overload
https://www.facebook.com/UltimateMusicPR


SERVIÇO SÃO PAULO
Overload orgulhosamente apresenta Borknagar pela primeira vez em São Paulo
Data: 22 de março de 2017 (quarta-feira)
Local: Hangar 110
End: Rua Rodolfo Miranda, 110 - Bom Retiro (Metrô Armênia)
Hora: 19:30 | Showtime: 21h
Imprensa: press@theultimatemusic.com | 11 964.197.206
Classificação etária: 14 anos
Estacionamento: locais ao lado da casa (sem convênio)
Estrutura: ar-condicionado, acesso para deficientes, área para fumantes
Evento Fb: https://www.facebook.com/events/1794241490849520


SETORES/VALORES*:
- Pista: R$ 120,00 (promocional/antecipado com 1 KG de alimento)
- Camarote: R$ 170,00 (promocional/antecipado com 1 Kg de alimento)

* para não estudantes. Doe um kilo de alimento na entrada da casa no dia do evento e pague meia entrada.

# PONTO DE VENDA (sem taxa de serviço): Galeria do Rock (loja 255)
# COMPRA PELA INTERNET – http://www.clubedoingresso.com/borknagar-sp

*Consulte o ponto de venda mais próximo em http://www.clubedoingresso.com/ondecomprar

** Para a compra de ingressos para estudantes, aposentados e professores estaduais, os mesmos devem comparecer pessoalmente portando documento na bilheteria respectiva ao show ou nos pontos de venda. Esclarecemos que a venda de meia-entrada é direta, pessoal e intransferível e está condicionada ao comparecimento do titular da carteira estudantil no ato da compra e no dia do espetáculo, munido de documento que comprove condição prevista em lei;

*** A produção do evento NÃO se responsabiliza por ingressos comprados fora do site e pontos de venda oficiais;
**** É expressamente proibida a entrada com câmeras fotográficas e filmadoras profissionais ou semi-profissionais.



Fonte: The Ultimate Music - Press

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segunda-feira, 20 de março de 2017

Morre Chuck Berry aos 90 anos

Chuck Berry

O guitarrista, cantor e compositor foi encontrado na casa dele no ultimo sábado, 18 
 

Chuck Berry, um dos pioneiros do rock and roll, morreu no sábado, 18. O departamento de polícia do condado de St. Charles, do estado norte-americano do Missouri, confirmou a notícia no Facebook. Berry tinha 90 anos.


“A polícia do condado de St. Charles respondeu a um chamado de emergência na rua Buckner aproximadamente às 12h40 de hoje (sábado, 18 de março)”, diz a publicação no Facebook. “Dentro da casa, os policiais encontraram um homem inconsciente e imediatamente tentaram salvá-lo. Infelizmente, o homem de 90 anos não pôde ser reanimado e foi dado como morto às 13h26.” O texto ainda confirma que o homem era Chuck Berry e acrescenta que a família dele pede privacidade neste momento.


Desde o primeiro hit, “Maybellene”, em 1955, Berry compôs uma coleção de músicas que se tornaram partes essenciais dos primórdios do rock: “Roll Over, Beethoven”, “Rock & Roll Music” e especialmente “Johnny B. Goode” eram odes à nova forma de arte que surgia – músicas tão importantes que tinham que ser dominadas por qualquer banda ou guitarrista novatos que viessem depois de Berry. Na adolescência, Keith Richards e Mick Jagger se aproximaram graças à paixão em comum pela música de Berry, e nas últimas cinco décadas as canções dele foram reinterpretadas por uma impressionante quantidade de artistas: desde os Rolling Stones, Beach Boys, The Kinks, The Doors e Grateful Dead até James Taylor, Peter Tosh, Judas Priest, Dwight Yoakam, Phish e os Sex Pistols.


Misturando blues e country, Berry também inventou um próprio estilo de guitarra que foi imitado por bandas desde os Stones e os Beach Boys até os grupos de punk rock. As letras dele – a maioria sobre sexo, carros, músicas e problemas – introduziram um novo vocabulário à música popular dos anos 1950. Nas canções, Berry captava a nova prosperidade pós-guerra dos Estados Unidos – um mundo, como ele cantou em “Back in the U.S.A.”, no qual “hambúrgueres chiam em uma grelha aberta dia e noite”. “Eu fiz discos para as pessoas que os comprariam”, Berry disse uma vez. “Sem cor, sem etnia, sem política – eu não quero isso, nunca quis.”


Nos anos recentes, Berry recebeu o Lifetime Achievement Award (prêmio pelas conquistas de toda a carreira) no Grammy de 1986 e entrou para o Hall da Fama do Rock.


Nascido em St. Louis no dia 18 de outubro de 1926, Charles Edward Anderson Berry aprendeu a tocar blues na guitarra enquanto era adolescente e se apresentou pela primeira vez no show de talentos da escola. Música foi seu primeiro amor, mas não necessariamente a primeira escolha de carreira. Filho de um carpinteiro, Berry trabalhou na linha de produção da General Motors e estudou para ser cabeleireiro. Com o pianista Johnnie Johnson (presença constante da banda ele nos anos seguintes), Berry formou um grupo em 1952. Depois de conhecer a lenda do blues Muddy Waters, Berry foi apresentado ao fundador da Chess Records, Leonard Chess, em 1955. Ele levou com ele uma música baseada no som country “Ida Red”. Com um novo título e letra, a música foi transformada em “Maybellene”. Depois, quando voltou lá, Berry levou a gravação dele da música e assinou imediatamente com a gravadora. “[a Chess] não conseguia acreditar que um som de country podia ser escrito e cantado por um cara negro”, Berry escreveu mais tarde, em 1987, no livro de memórias Chuck Berry: The Autobiography.


“Maybellene” chegou ao topo das paradas em 1955 e firmou a carreira e som de Berry. No fim dos anos 1950, ele tinha outros sete grandes sucessos: "Roll Over Beethoven", "School Day", "Rock & Roll Music", "Sweet Little Sixteen", "Johnny B. Goode", "Carol" e "Back in the U.S.A." Cada música tinha as marcas registradas de Berry: aquela mistura de batida propulsora, charme pesaroso e guitarra vibrante.


Em 1966, Berry saiu da Chess, a gravadora de longa data dele, e foi para a Mercury, mas o resultado foi uma série de discos abaixo do padrão e regravações fracas dos hits dele (uma notável exceção é uma jam com a Steve Miller Band no disco de 1967 Live at the Fillmore Auditorium). Em 1969, ele retornou à Chess e voltou a criar canções mais impactantes, como “Tulane”. Em 1972, emplacou um sucesso novamente com “My Ding-a-Ling”. O último disco de inéditas dele, Rock It, foi lançado em 1979.


Até a morte, Berry (que deixa para trás a esposa Themetta “Toddy” Suggs, com quem ele se casou em 1948, e quatro filhos) continuou a se apresentar em boates e cassinos. Ele morava em St. Louis mas costumava passar algum tempo em Berry Park, uma propriedade nos arredores de Wentzville, no Missouri. Como ele disse à Rolling Stone EUA em 2010, ele até ainda cortava a grama de lá. Questionado pela RS EUA em 1969 sobre o papel do rock, Berry disse: “Como qualquer tipo de música, ela une todo mundo, porque se duas pessoas gostam da mesma música, elas podem ficar lado a lado balançando e vão acabar dançando, e é uma questão de comunicação… então eu digo que é um meio de comunicação, mais do que outros tipos de música, para os jovens”. 




Fonte: Rolling Stone Brasil

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sexta-feira, 17 de março de 2017

Weezer divulga música ‘Feels Like Summer’, que estará presente em novo álbum

Weezer - Foto: Divulgação 

Quem está com novidade na área é o Weezer. Nesta quinta-feira, 16 de março, o grupo norte-americano divulgou por meio de vídeo no YouTube a música “Feels Like Summer”.

É uma amostra do novo disco que a banda pretende lançar no verão norte-americano, que corresponde ao inverno no Hemisfério Sul.

A faixa estará disponível para audição nas principais plataformas, como o Spotify e Apple Music.
O vídeo conta com direção de Greg Yagolnitzer e Brendan Walter. A animação ficou por conta de Greg Yagolnitzer.

Quem ouve “Feels Like Summer” nota que o Weezer tende a trazer um som diferente do verificado no disco “Weezer”, que foi lançado em 2016 e trouxe uma sonoridade que lembrou muito a dos primeiros e elogiados álbuns da carreira.

 Confira a baixo o vídeo da nova música do Weezer.
 



Fonte: Roque Reverso


quarta-feira, 15 de março de 2017

Rock in Rio terá preço final de ingresso a R$ 455 e pré-venda entre os dias 17 de março e 5 de abril

Rock in Rio - Reprodução do logo oficial

Os organizadores do Rock in Rio definiram o valor final do ingresso para a edição de 2017. O preço definitivo para a entrada inteira será de R$ 455,00 (R$ 227,50 a meia), pouco maior do que os R$ 435,00 do período de venda do Rock in Rio Card em 2016, quando 120 mil ingressos foram vendidos em 1 hora e 58 minutos.

Clientes Itaú têm direito ao desconto de 15% (não cumulativo com a meia-entrada). O pagamento pode ser feito somente por cartão de crédito, com possibilidade de parcelamento em até 6 vezes sem juros. Pagamentos efetuados com os cartões de crédito Itaú e Itaucard poderão ser parcelados em até 8 vezes sem juros.

A venda oficial de ingressos para o Rock in Rio 2017 começará no dia 6 de abril, a partir das 19 horas, no site Ingresso.com, canal de vendas oficial do festival desde 2011. Mesmo sendo uma compra exclusivamente online, não há cobrança de taxa de conveniência.

Uma novidade importante sobre o Rock in Rio Card é que ele virou uma pulseira com chip que vai garantir o acesso do público a várias atrações na Cidade do Rock. O cliente poderá escolher entre receber a pulseira em casa ou retirar em local definido pela organização do festival.


A entrega em domicílio será feita no endereço indicado no momento da compra, a partir de maio, mediante pagamento da taxa da entrega. Para clientes que optarem pela retirada, a organização do festival adianta que o produto estará disponível a partir de julho de 2017, em local a ser definido, na cidade do Rio de Janeiro. Para estes clientes não será cobrada nenhuma taxa.


Pré-venda


Além de definir o preço final do ingresso, os organizadores informaram nesta terça-feira, 14 de março, um período de pré-venda para um grupo específico de fãs. A partir das 19 horas do dia 17 de março, até as 19 horas do dia 5 de abril, associados Rock in Rio Club, clientes Itaú Personnalité ou portadores de cartões de crédito Itaucard das categorias Platinum, Black e Infinite poderão comprar ingressos para o Rock in Rio 2017 antecipadamente.

Membros do clube de fidelidade do festival – o Rock in Rio Club – terão direito a uma pré-venda exclusiva e com a garantia de disponibilidade de ingressos para todas as noites do festival. O benefício é válido dentro do período estabelecido pela organização, após este período, durante a venda oficial de ingressos, o benefício já não haverá nenhuma prioridade.

Participantes da pré-venda Club que efetuarem o pagamento através de qualquer cartão Itaucard desfrutarão de 15% de desconto no valor do ingresso em tarifa inteira e terão a possibilidade de alargar o parcelamento em até 8 vezes sem juros. Os ingressos comprados com cartões que não sejam Itaucard poderão ser parcelados em até 6 vezes sem juros. A pré-venda é limitada a quatro ingressos por dia de evento.

A pré-venda para clientes Itaú também oferece 15% de desconto no valor de face do ingresso, assim como parcelamento em 8 vezes sem juros. Este benefício está sujeito ao estoque de ingressos disponível e é limitada a quatro ingressos por dia de evento ou até dez ingressos no total.

Atrações até o momento
O festival será realizado nos dias 15, 16, 17, 21, 22, 23 e 24 de setembro na capital fluminense. O anúncio recente mais bombástico do Rock in Rio foi realizado no dia 7 de março, quando foram confirmados na mesma noite do dia 23 de setembro o Guns N’ Roses e o The Who.
Por enquanto, o line-up do evento está assim:

*15 de setembro – 6ª feira
Palco Mundo: Lady Gaga (headliner) / 5 Seconds of Summer / Ivete Sangalo

*16 de setembro – sábado – Line Up Completo
Palco Mundo: Maroon 5 (headliner) / Fergie / Shawn Mendes / Skank
Palco Sunset: Blitz & Alice Caymmi & Davi Moraes

*17 de setembro – domingo
Palco Mundo: Justin Timberlake (headliner) / Frejat
Palco Sunset: Nile Rodgers &Chic

*21 de setembro – quinta-feira
Palco Mundo: Aerosmith (headliner) / Billy Idol
Palco Sunset: Alice Cooper + Arthur Brown

*22 de setembro – sexta-feira
Palco Mundo: Bon Jovi (headliner) / Alter Bridge
Palco Sunset: Ney Matogrosso + Nação Zumbi

*23 de setembro – sábado
Palco Mundo: Guns N’ Roses (headliner) / The Who
Palco Sunset: Ceelo Green

*24 de setembro – domingo
Palco Mundo: Red Hot Chili Peppers (headliner) / The Offspring
Palco Sunset: Sepultura / Doctor Pheabes + Supla

Local e espaço

A edição de 2017 acontecerá em um local diferente do que vinha acontecendo nos três últimos eventos. Conforme informação dos organizadores divulgada no dia 4 de novembro, o festival será realizado no Parque Olímpico, que recebeu as Olimpíadas e as Paralimpíadas de 2016 no Rio de Janeiro.

Também no dia 7 de fevereiro, os organizadores destacaram que a área nova, além de ser duas vezes mais ampla que o terreno anterior (agora possui cerca de 300 mil metros quadrados) possibilitará acesso por meio de transporte que foi testado com sucesso durante os Jogos Olímpicos 2016, utilizando o Metrô e BRT.

Outras novidades desta edição são a Gourmet Square e a Rock District. A primeira é uma área gastronômica inspirada no famoso Mercado da Ribeira, de Lisboa. O espaço será refrigerado e terá área de mil metros quadrados, com capacidade para 630 pessoas sentadas, além do público circulante, e 14 lojas focadas em gastronomia e na culinária de chefs renomados.

Já a Rock District será construída como um bairro, cheio de estilo, dentro da Cidade do Rock. Neste espaço, haverá a Famestreet e um novo palco onde artistas nacionais vão relembrar grandes sucessos que já passaram pelos palcos do Rock in Rio.

O Rock in Rio Boulevard será uma calçada da fama – como a de Los Angeles – que homenageará grandes artistas do mundo da música. E se o chão será de estrelas, o muro não ficará atrás: muitas celebridades vão deixar suas mãos gravadas no concreto do Rock in Rio Wall of Fame.

7ª edição
A edição de 2017 será a 7ª do Rock in Rio no Brasil. O festival foi realizado na capital fluminense em 1985, 1991, 2001, 2011, 2013 e 2015.

Aguardem mais informações. 


Informações do Roque Reverso

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terça-feira, 14 de março de 2017

Rock in Rio: festival reunirá Guns N'Roses e The Who na mesma noite

 

O sonho vai virar realidade. Depois de 53 anos, a banda The Who vai tocar pela primeira vez no Brasil, no dia 23 de setembro, no Rock in Rio. Esta será a primeira apresentação da banda na América do Sul. E, para arrematar a noite, o Guns N’Roses também se apresenta para reunir fãs de diferentes gerações. Cada um a seu modo, Guns e The Who são formações capazes de levar multidões por onde passam e vão ficar na memória dos que estiverem no Rock in Rio neste dia histórico.

Os fãs da banda americana, liderada por Axl Rose, pediram muito a participação da atração nesta edição do evento. Roberto Medina, presidente do Rock in Rio, foi para as redes sociais pela primeira vez e fez um convite aberto para a banda vir ao festival mais uma vez. Após uma grande campanha e de muito empenho do próprio Medina, o sonho de revê-los no Palco Mundo está prestes a acontecer, já que o convite foi feito e aceito. O Guns N’Roses traz dois integrantes da sua formação clássica: o guitarrista Slash e o baixista Duff McKagan, que retornaram para apresentações especiais desde o início de 2016, e se juntam a Axl, Dizzy Reed, Richard Fortus, Frank Ferer e Melissa Reese.

A carreira de sucesso do grupo começou em 1985, com o primeiro álbum lançado dois anos depois. Appetite For Destruction caiu como uma bomba nas paradas de sucesso e catapultou a banda para o estrelato como a estreia mais vendida dos Estados Unidos e com 30 milhões de cópias vendidas em todo o mundo. Em 1991, os álbuns Use You Illusion I e Use Your Illusion II ganharam sete vezes o disco de platina e ocuparam os dois primeiros lugares do Top 200 da Billboard. Foi neste mesmo ano que a banda se apresentou pela primeira vez no Rock in Rio, em um show histórico realizado no Maracanã.

Na última década, o Guns N'Roses fez shows e festivais mundialmente famosos após o lançamento de Chinese Democracy, disco aclamado pela crítica em 2008. A banda é considerada uma das mais importantes e influentes na história da música.

Falando em mito, nada poderia ser tão importante quanto a estreia de um grupo que define, para muitos, o que é rock. The Who, a furiosa e lendária banda inglesa, precursora das sonoridades punks, defensora e integrante do ideário mod, entre tantas outras façanhas, finalmente virá ao Brasil e tocará ao vivo no palco do Rock in Rio.

Formada em 1964, a banda extrapolou o R&B convencional, desafiou os padrões da música e redefiniu o que era possível no palco, nos estúdios de gravação e no vinil. I Cannot Explain foi o primeiro single do The Who e rapidamente alcançou o Top 10 britânico. Em 1965, My Generation, com seu refrão "I hope I die before I get old" tornou-se o grito de toda a geração.


Juntas, as quatro personalidades divergentes de The Who produziram um furacão. Cada um deles foi um pioneiro: o baterista Keith Moon e sua elegância caótica; o baixista John Entwistle com o virtuosismo melódico de um guitarrista solo; Pete Townshend pontuou a universalidade de suas canções em cordas de guitarra; e Roger Daltrey rugiu com uma arrogância viril.

Apesar da perda de Keith Moon, em 1978, e de John Entwistle, em 2002, o The Who continua sendo ativo no rock’n’roll e uma das mais importantes bandas do showbizz. O século 21 desencadeou um ressurgimento de criações entre Townshend e Daltrey: uma coletânea de sucessos em 2004, Then and Now, que apresentou duas novas músicas, Real Good Looking Boy e Old Red Wine e, em setembro de 2006, a banda lançou Endless Wire, seu primeiro álbum de estúdio desde 1982, It’s Hard, que precedeu uma turnê mundial de 100 shows e o lançamento do documentário Amazing Journey, indicado ao Grammy.

Em 2014, a banda comemorou seu 50º aniversário com The Who Hits 50!, álbum que virou uma grande turnê pelo Reino Unido, Europa e Estados Unidos, culminando em dois concertos no festival Desert Trip, no sul da Califórnia, ao lado de artistas como Rolling Stones, Bob Dylan, Paul McCartney, Neil Young e Roger Waters.


 



Fonte: Approach Comunicação

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Pearl Jam poderá participar da cerimônia da “Rock & Roll Hall of Fame” com cinco bateristas

A introdução do Pearl Jam à Rock and Roll Hall of Fame será cheia de controvérsia. Após um ex-membro reclamar de não ter sido convidado a participar da cerimônia, a banda decidiu convidar todos os ex-bateristas!



Entre os cinco músicos que já comandaram as baquetas da banda, apenas Dave Krusen e Matt Cameron foram formalmente convidados a participar da cerimônia de introdução juntamente com Eddie Vedder, Jeff Ament, Stone Gossard e Mike McCready.

Quem não gostou nada disso foi Dave Abbruzzese, que fez parte do Pearl Jam desde a turnê do “Ten”, em 1991, até a gravação de “Vitalogy”, em 1994.

“Eu desafio qualquer pessoa a justificar porquê não sou digno de ter um lugar na história do Pearl Jam. A razão oficial divulgada pela Rock and Roll Hall of Fame é uma merda. Isso faz com que meus anos de trabalho duro pareçam sem valor para o sucesso alcançado pelo Pearl Jam. Esse não é o caso! Os marcos e o sucesso obtido durante o meu período na banda… O Grammy, AMA, MTV Awards, mais de 20 mais milhões de álbuns vendidos. O desempenho do ‘MTV Unplugged’, duas apresentações no SNL, etc. Mais de 275 shows,” comentou Abbruzzese.

Agora, em carta aberta publicada através das redes sociais, o Pearl Jam deixou claro que gostaria de reunir não só Abbruzzese, mas também os outros ex-bateristas, Jack Irons e Matt Chamberlain, na cerimônia da Rock and Roll Hall of Fame:

“A gente se sente afortunado por ser reconhecido e ter a oportunidade de se reunir com todos que fizeram parte da banda. Especificamente os bateristas, que deixaram sua marca distintiva em nossa banda nos anos pré-Matt Cameron. Dave Krusen, Matt Chamberlin, Dave Abbruzzese e Jack Irons são individualmente grandes músicos, que deram tudo pelas primeiras gravações e shows ao vivo. Estamos ansiosos para vê-los,” diz trecho da carta.

A cerimônia da Rock and Roll Hall of Fame acontecerá no dia 7 de abril, em Nova York. No dia 29 do mesmo mês, o evento será transmitido pela HBO.

Leia abaixo a publicação na íntegra:
 


Fonte: Rock Line
 

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