segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

The Offspring e Alice Cooper confirmados no Rock in Rio

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Os californianos do The Offspring vão tocar no Palco Mundo na noite do dia 24 de setembro, mesmo dia do headliner Red Hot Chilli Peppers. A banda é um dos grandes nomes do punk americano com mais de 40 milhões de álbuns vendidos ao redor do mundo. Na mesma noite, os veteranos do rock nacional Supla e Doctor Phoebes vão promover um encontro inédito no Palco Sunset, que também vai contar com a ilustre presença do Sepultura. A maior banda de heavy metal do país promete trazer o novo disco Machine Messiah na íntegra para o show.


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Já no dia 21 de setembro quem dá as caras no festival é a lenda britânica Alice Cooper, acompanhado de seu mentor, o músico Arthur Brown (ex-Kingdom Come, ex-Hawkind). A dupla promete incendiar o Palco Sunset no mesmo dia em que Billy Idol e Aeromisth vão tocar no Palco Mundo.


O Rock in Rio vai acontecer entre os dias 15 e 24 de setembro e já confirmou os nomes de Bon Jovi e Alter Bridge para o dia 22. As próximas atrações vão ser anunciadas até abril, quando a venda de ingressos vai recomeçar.

Nomes confirmados até agora:


15 de setembro - 6ª feira
 
Palco Mundo: Lady Gaga (headliner) / 5 Seconds of Summer / Ivete Sangalo

16 de setembro - sábado - Line Up Completo
Palco Mundo: Maroon 5 (headliner) / Fergie / Shawn Mendes / Skank

17 de setembro - domingo
Palco Mundo: Justin Timberlake (headliner) / Frejat
Palco Sunset: Nile Rodgers &Chic

21 de setembro - quinta-feira
Palco Mundo: Aerosmith (headliner) / Billy Idol
Palco Sunset: Alice Cooper + Arthur Brown

22 de setembro - sexta-feira
Palco Mundo: Bon Jovi (headliner) / Alter Bridge
Palco Sunset: Ney Matogrosso + Nação Zumbi

23 de setembro - sábado
Palco Sunset: Ceelo Green

24 de setembro - domingo
Palco Mundo: Red Hot Chili Peppers / The Offspring
 
 
Palco Sunset: Sepultura / Doctor Pheabes + Supla 




Fonte: Rock Brigade

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

Habituado a grandes parcerias, Ringo Starr grava música com Paul McCartney

 Ringo Starr e Paul McCartney - Foto: Divulgação
Um encontro entre Paul McCartney e Ringo Starr ocorrido no domingo, dia 19 de fevereiro, movimentou o mundo da música. Os dois Beatles ainda vivos se reuniram no estúdio que o baterista mantém em sua casa para gravar uma nova canção juntos.

Outro músico convidado para a gravação do novo álbum de Ringo foi o ex-guitarrista de Eagles Joe Walsh, que ao lado de Don Felder produziu um dos mais cultuados duelos de guitarra da história do rock, na lendária “Hotel Califórnia”.

“Obrigado por ter vindo aqui e tocado um ótimo baixo. Eu te amo, cara, paz e amor”, escreveu Ringo no Twitter.


A última participação de Paul McCartney em um disco do amigo havia ocorrido no ano de 2010, no álbum “Y Not”. Na ocasião, o autor de “Let it Be” tocou baixo em “Peace Dream” e contribuiu nos vocais de “Walk With You”.


Parcerias


Contar com grandes músicos na gravação de seus discos não é novidade para Ringo Starr. Muitas vezes criticado por não estar à altura dos seus companheiros da banda inglesa, Ringo contou com Paul, George Harrison e John Lennon em alguns dos seus discos solo – tanto no campo das composições quanto nos vocais e instrumentação. Todos os integrantes da banda estiveram, por exemplo, na gravação de “Ringo”, de 1973, ainda sob o selo da Apple. O disco teve como destaque “Photograph”, parceria de Ringo com Harrison, e trazia ainda Billy Preston nos teclados.

A última reunião com os quatro Beatles em um álbum do baterista foi em “Ringo’s Rotogravure”, de 1976. John assinava e tocava piano na faixa “Cookin (in The Kitchen of Love)”. Paul contribuiu com “Pure Gold” e George trouxe “I ‘ll Still Love you”. Este disco tinha também a participação de nomes como Eric Clapton, Peter Frampton e Dr. John.

“Stop and Smell the Roses”, de 1981, tinha como ilustres convidados o Stone Ronnie Wood e Ray Cooper, além de George e Paul – John Lennon havia sido assassinado em Nova York um ano antes. George morreu em 2001, vítima de câncer.

Ainda que apresente um carreira solo que não empolga, Ringo – respeitado por outros bateristas e considerado pelos outros Fab Four como determinante para o sucesso da banda – traduziu no seu trabalho a frase cantada por ele na genial “With a Little Help From my Friends”, um retrato do movimento Flower Power. Na composição de Lennon/McCartney do álbum “Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band”, de 1967, Ringo canta: “I get by with a little help from my friends”, ou “Eu vou conseguir com uma pequena ajuda dos meus amigos”, em uma tradução livre.
*Roberto Carlos dos Santos é jornalista da Agência Estado e amante do bom e velho rock n’ roll
 
Fonte: Rock Reverso
 
NÃO FIQUE PARADO DIA 25 EM TERESINA QUE TERÁ O PRIMEIRO CARNAROCK CHÃO DE ESTRELAS 
 

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

“The Wall”: Muro de Trump na fronteira dos EUA e México poderá ser palco de show para Roger Waters

Roger Waters está considerando levar uma performance de “The Wall” até a fronteira dos Estados Unidos com o México, tudo isso em protesto contra Donald Trump e seu projeto de construção de um muro entre os dois países.
Roger Waters - Tour 2012

Se acontecer, essa não será a primeira apresentação de Waters com esse tom politizado. Em 1990, ele fez uma performance semelhante na capital da Alemanha, em comemoração a queda do Muro de Berlim, que aconteceu no ano anteiror.

“O álbum é muito relevante nesse momento [em que temos] o Sr. Trump e toda essa conversa sobre construção de muros e a criação da inimizado entre raças e religiões. [O álbum] é sobre o quão prejudicial a construção de muros pode ser, seja em níveis pessoais ou em outros níveis mais amplos.”

“Primeiro, é necessário um despertar contra essas políticas de extrema-direita. Homens gananciosos e poderosos estão enchendo os esgostos enquanto falo com você. A música é um lugar legítimo para expressar protestos, os músicos têm o direito absoluto, o dever, de abrir a boca para falar,” concluiu Waters.

Roger Waters tem falado abertamente contra a política de Donald Trump, inclusive tem usado vídeos em oposição ao presidente americano em seus shows. Uma das projeções inclui um grande porco voador com as palavras “Fuck Trump and his wall”. 



Fonte: Rock Line

DIA 25 TEM CARNAROCK EM TERESINA! 

Once Human: banda de ex-Machine Head lança novo videoclipe

 

Once Human acaba de disponibilizar o vídeo para a música ‘Dark Matter’ que faz parte do seu novo álbum de estúdio “Evolution”. Assista-o abaixo.

“Evolution” não é só o título do segundo álbum de ONCE HUMAN, senão também uma firme declaração. Inovando com o seu álbum de estreia de 2015, “The Life I Remember”, a banda tem progredido dramaticamente além do seu Death Metal Melódico de aquele álbum para algo mais complexo, emocional, distintivo e devastadoramente pesado.

“Como me foquei na gravação, produção e desenvolvimento de bandas, eu não tinha tocado na guitarra com paixão fazia doze anos, mas assim que comecei a compor com Lauren (Hart, vocal) eu me apaixonei pelo que estávamos fazendo e senti a necessidade de tocar na banda e voltar aos palcos”, afirma o guitarrista Logan Mader, cujo nome é familiar para os metalheads não só pelo fato de ter produzido e/ou mixado discos de artistas como Gojira e Fear Factory, senão também por ser o guitarrista original Machine Head e tocar durante um período a finais dos 90 no Soulfly.

Com a formação completada pelo baterista Dillon Trollope, o baixista Damien Rainaud e os guitarristas Skyler Howren e o recente recrutado Max Karon, tudo em “Evolution” deixa claro que se trata de uma banda empurrando para frente para entregar algo que realmente se destaque como os rugidos intensos da vocalista Hart e os riffs densos e contorcidos que pousam com a força de uma marreta na sua cabeça. No entanto, não se trata apenas de esmagar ao ouvinte até a submissão, a violência é muita muitas vezes justaposta com atmosferas misteriosas e melodias escuras para criar algo bem profundo.

“Evolution” será lançado no Brasil graças à parceria entre Shinigami Records e earMUSIC.

Assista também:

Eye Of Chaos: https://youtu.be/9VHA0H8peZ0
Gravity: https://youtu.be/KOvAP_Hd7xg


01. Flock Of Flesh
02. Eye Of Chaos
03. Mass Murder Frenzy
04. Gravity
05. Dark Matter
06. Paragon
07. Drain
08. Killers For Cure
09. Passenger




Fonte: Shinigami Records

VOCÊ TEM OPÇÃO PRA UM CARNAVAL DIFERENTE!

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Kurt Cobain é o músico mais superestimado do rock?

Críticos e músicos debatem se o líder do Nirvana merece estar entre os maiores

Kurt Cobain

“Não estão superestimados. 'Nevermind' encarna todo um momento cultural. 'Smells Like Teen Spirit" é um hino para uma geração." Michael Azerrad, jornalista, autor do livro ‘Come as You Are: A História do Nirvana’. Na imagem, Kurt Cobain no palco do Reading Music Festival, em 1991.

O mito nasceu na manhã de 5 de abril de 1994, depois que aquele cara de 27 anos, cabeleira loira e um sedutor olhar ausente deu um tiro na cabeça e seu cadáver foi encontrado por um eletricista. O suicídio de Kurt Cobain comoveu o mundo do rock, convertendo-se em um rápido e trágico epitáfio para a geração grunge, que, como assinalou no mesmo dia da morte o jornalista da Rolling Stone David Fricke, perdia “seu John Lennon”. Mais de duas décadas depois, o diretor Brett Morgen desmitifica o líder do Nirvana em Cobain: Montage of heck, o primeiro documentário autorizado pela família, que estreou nesta semana na Espanha. “Acredito que o filme põe em dúvida o que as pessoas pensam dele”, diz durante uma entrevista em um hotel da praça Santa Ana, em Madri.

O filme, que foi apresentado na última edição da Berlinale e do Festival Sundance, mostra como nunca antes a intimidade de Kurt Cobain, rastreando inclusive sua infância e adolescência. Tudo isso graças ao fato de que Courtney Love, viúva do cantor, deu a Morgen a chave de um cofre ciosamente fechado durante anos. Um cofre com um tesouro formado por dezenas de filmes super-8 e vídeos em VHS, mais de 4.000 páginas de escritos, ideias e passagens do diário do cantor e 200 horas de áudio de gravações pessoais, muitas delas inéditas. “Ao examinar todo o material, encontrei dois caras: o personagem público e a pessoa. E eu só estava interessado em conhecer a experiência de vida da pessoa”, explica Morgen, que tomou o título do documentário de uma fita cassete gravada por Cobain em 1988, na qual estão versões de canções de Frank Zappa, Black Fag, Beatles ou Cher. “Não há suposições, mas elementos de sua vida. Acredito que o filme está perto de encontrar o verdadeiro Kurt”, afirma.

Mas quem era o verdadeiro Kurt? Segundo Montage of heck, mais do que deus do grunge perturbado com a fama e rendido à espiral da heroína, havia muitíssimas arestas existenciais que mostravam, nas palavras de Morgen, um “homem terrivelmente complexo”. As primeiras imagens caseiras revelam um menino tímido, que faz desenhos alegres e não se separa de seu violão de brinquedo, mas que acaba se tornando um adolescente marcado pelo rechaço. Um garoto que sofre a separação dos pais e em seguida, ao acabar na casa do pai porque a mãe não se ocupava dele, não pode conviver com os meios-irmãos e vai viver com os avós durante uma longa temporada. Além disso, a mãe tentou frear sua hiperatividade com remédios e no dia em que ele lhe mostrou uma de suas canções ela o aconselhou a se dedicar a outra coisa porque não entendia sua música.

Tracey Marander, seu primeiro amor, explica que Cobain “odiava ser humilhado”. Com animações muito bem-feitas que retratam sua adolescência, tudo isso fica refletido em uma longa gravação do próprio Cobain em que fala de como quis perder a virgindade com “uma garota muito gorda” que frequentava cursos de educação especial. Seus amigos o humilharam quando ficaram sabendo. A mesma voz que cantava Smells like teen spirit conta o que sentiu: “Não podia suportar bancar o ridículo. Droguei-me, embriaguei-me e fui caminhando até a linha do trem, esperando ser destroçado”.

“Ele fazia música para sentir que não estava sozinho”, reconhece sua irmã Kim no documentário. Com sua impecável tensão elétrica e seus modos de inspiração punk, o Nirvana captou o desengano e a frustração existenciais de boa parte dos adolescentes dos anos noventa, perdidos entre a abundância e o consumo de drogas. Krist Novoselic, baixista do Nirvana e amigo de juventude, reconhece que “as drogas eram parte da equação”. E em um dado momento também foi Courtney Love, mais drogada do que ele e que aparece em várias gravações como num vídeo com os dois drogados em plena gravidez dela.

Morgen não a vê como a vilã do filme, embora tampouco a defenda. Simplesmente, como diz, “Cobain batalhava diariamente com a intenção de ser feliz”. E a própria Love reconhece que o músico se sentiu “terrivelmente traído” por ela quando confessou que queria ser infiel a ele. Foi sua primeira tentativa de suicido com uma overdose, em Roma, em março de 1994. Pouco depois, consumou-se em 5 de abril, quando surgiu o mito. E convém enfatizar: em 2006, Cobain chegou a liderar a lista de artistas mortos com mais rendimentos anuais feita pela revista Forbes, à frente inclusive de Elvis Presley, embora O Rei tenha voltado a dominar essa classificação nas edições seguintes, enquanto se fizeram outros documentários como o medonho Quem matou Kurt Cobain?, que lançava intrigas sobre sua morte.

Conta a história que aquele eletricista que encontrou o cadáver não sabia quem era Kurt Cobain. Possivelmente, no fundo, ninguém soubesse. Nem ele mesmo, que deixou os rastros de sua pessoa solitária e excessivamente frágil pulverizados em suas canções, mas também em sua vida, que Cobain: Montage of heck recolhe como nunca foi feito antes.

 

 

Fonte: El País 

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Pink Floyd: Waters e Mason topam se reunir em Glasonbury mas...

Roger Waters e Nick Mason disseram que estão dispostos a se reunir sob o nome Pink Floyd para uma performance no Glastonbury. Mas há um problema: David Gilmour, o outro membro sobrevivente, talvez não esteja a fim.

 Imagem

Durante a inauguração de uma exibição sobre o Pink Floyd em Londres, perguntaram ao baixista e baterista da lendária banda se eles considerariam a possibilidade de se reunir para uma única apresentação no Glastonbury britânico: "Seria interessante acrescentar isto a uma lista de coisas, nunca toquei em Glastonbury", disse Mason. "Seria divertido. Mas acho improvável que aconteça". Waters, por outro lado, acrescentou: "Toquei lá uma vez, estava muito frio, mas as pessoas estavam muito animadas e eu gostei bastante, sim, eu tocaria lá novamente".

O problema reside em Gilmour, que aparentemente não mantém uma relação exatamente cordial com Waters. "Pelo que ouvi, David se aposentou", disse Waters. "Ouvi que ele tinha parado, mas ele parece que deixou a aposentadoria" completou Mason (Gilmour excursionou no ano passado para promover seu álbum solo "Rattle That Lock").

A última vez que a banda se reuniu foi em 2005 no Live 8, quando o saudoso Richard Wright ainda era vivo. Em 2011, Gilmour e Mason subiram ao palco com Waters quando ele fazia um show no 02 Arena de Londres. Mas há dois anos, Gilmour disse ao The Telegraph: "Roger e eu particularmente não nos entendemos muito bem. Ainda nos falamos, está melhor do que já foi. Mas não funciona. As pessoas mudam. Roger e eu passamos um por cima do outro, e seria impossível trabalharmos juntos".





Fonte: Whiplash.Net

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Guns N' Roses são vaiados ao errarem nome de cidade antes de show na Austrália

Axl Rose confunde Melbourne com Sidney ao dar início ao espetáculo australiano. Assista!

 Axl Rose durante um show do Guns N Roses (Foto: Getty Images) 

Os membros do Guns N’ Roses foram vaiados de forma impiedosa após errarem o nome da cidade em que estavam tocando durante um show na Austrália. Durante a abertura do espetáculo em Melbourne, o técnico e apresentador da banca, McBob, foi ao palco pedir desculpas pelo atraso de uma hora do grupo e logo depois agradeceu à população da cidade de Sidney. Logo depois, ao entrar no palco, Axl Rose insistiu no erro do colega e deu boa noite também a Sidney. A confusão resultou em vaias pesadas.

 O pedido de desculpas do Guns N' Roses (Foto: Facebook)
Algumas horas após o espetáculo o grupo publicou um pedido de desculpas em sua conta no Facebook. “Melbourne, após 30 anos o McBob acidentalmente cometeu um erro. Pedimos desculpas sinceras. Obrigado por terem vindo ao show!”, escreveram os assessores da banda. No entanto, pelas redes sociais a repercussão negativa foi imensa, principalmente entre australianos. 

Fonte: Revista Monet

 
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terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

Rush: álbum clássico “2112” completa aniversário de 40 anos

 

“2112” é o quarto álbum do Rush e é um dos mais vendidos do mundo na história do rock mundial, além de fazer parte da lista dos melhores álbuns de rock de todos os tempos.

Para celebrar o seu 40º aniversário, o Rush lança agora uma edição do disco original, remasterizado em Abbey Road, com versões de suas músicas interpretadas por Dave Grohl e Taylor Hawkins (Foo Fighters), Billy Talent, Alice In Chains, entre outros, um DVD com músicas da turnê original, além de outros vídeos.

Com mais de 40 milhões de discos vendidos em todo o mundo, “2112” é uma obra-prima imperdível para os fãs da banda.




Fonte: Universal Music Brasil 

VEJA TAMBÉM:

NA ANTRO DO ROCK VOCÊ FAZ A SUA FANTASIA NESTE CARNAVAL


segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

NA ANTRO DO ROCK VOCÊ FAZ A SUA FANTASIA NESTE CARNAVAL


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David Bowie vence 5 prêmios Grammy, todos ligados ao álbum ‘Blackstar’

David Bowie - Foto: Divulgação/Jimmy King

David Bowie venceu nada menos que 5 prêmios Grammy neste domingo, dia 12 de fevereiro. Todas as conquistas do “Camaleão do Rock”, que faleceu em 2016, estão ligadas ao álbum “Blackstar”, lançado também no ano passado, dias antes a morte do cantor britânico.

Bowie foi vencedor na categoria Melhor Performance de Rock e Melhor Música de Rock pela canção “Blackstar”.

O britânico também foi o escolhido nas categorias de Melhor Álbum de Música Alternativa, Melhor Pacote de Gravação (prêmio compartilhado com o diretor artístico Jonathan Barnbrook) e Melhor Produção de Álbum Não Clássico, junto com Tom Elmhirst, Kevin Killen, Tony Visconti e Joe Laporta, ambos pelo disco “Blackstar”.

O anúncio foi feito durante uma cerimônia prévia à 59ª edição do Grammy, realizada no teatro Microsoft de Los Angeles, na Califórnia. Mais tarde, os prêmios apareceram no site oficial da organização do evento.

Até então, por incrível que possa parecer, Bowie tinha conseguido em 1984 um Grammy pelo videoclipe de “Jazzin for Blue Jean”, mas nunca tinha sido premiado nas categorias relacionadas a disco.

Entre outros prêmios ligados ao rock da edição realizada em 2017, o Grammy deu ao grupo Cage The Elephant o prêmio de Melhor Álbum de Rock por “Tell Me I’m Pretty” e ao Megadeth o prêmio de Melhor Performance de Metal pela música “Dystopia”, do álbum de mesmo nome.



Fonte: Rock Reverso

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