terça-feira, 31 de janeiro de 2017

Bruce Springsteen reafirma guerra a Trump e protesta contra ordens executivas assinadas pelo presidente

"The Daily Show With Jon Stewart" #JonVoyage 
Bruce Springsteen foi mais um de tantos artistas a protestar contra uma das recentes ordens executivas assinadas por Donald Trump, que proíbe a entrada nos Estados Unidos de cidadãos de origem muçulmana, oriundos de países como a Líbia, Iraque ou Irã.

O músico disse durante um concerto em Adelaide, na Austrália, que a ordem de Trump é “antidemocrática e fundamentalmente não-americana”. The Boss referiu-se aos Estados Unidos como “um país de imigrantes”, e disse querer “acrescentar a sua voz à de milhares de norte-americanos que estão protestando nos aeroportos de todo o país, a proibição de entrada a muçulmanos e a detenção de estrangeiros e refugiados”, antes de interpretar “American Land”.

Durante a campanha presidencial, o músico apoiou a principal adversária de Trump, Hillary Clinton. 
  


Fonte: Rock Line

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Kreator lança clipes das faixas ‘Totalitarian Terror’ e ‘Fallen Brother’, que é tributo a ídolos mortos do rock

 Kreator - Foto: Divulgação/Robert Eikelpoth

Kreator lança clipes das faixas ‘Totalitarian Terror’ e ‘Fallen Brother’, que é tributo a ídolos mortos do rock

 Kreator - Foto: Divulgação/Robert Eikelpoth

O Kreator aproveitou a proximidade do lançamento de seu novo álbum para liberar dois novos clipes. O primeiro deles é o da música “Totalitarian Terror”, que chegou ao YouTube no dia 27 de janeiro. Na sequência, neste dia 30 de janeiro, foi a vez de “Fallen Brother”.


Enquanto o primeiro vídeo mantém a tradição da banda alemã de criticar os movimentos totalitários, em especial o nazismo, e de sempre lembrar das idiotices cometidas pela humanidade, o segundo traz um tributo a ídolos do rock que já morreram.

No clipe de “Fallen Brother”, estão lá figuras históricas, como Lemmy, Dio, Cliff Burton, Bon Scott, Prince e David Bowie, entre tantos outros grande nomes que fazem muita falta para quem gosta do bom e velho rock n’ roll.

Os dois vídeos redimem o Kreator do clipe de “Gods of Violence”, que havia sido um tanto polêmico pela quantidade desnecessária de cenas violentas e que censurou cenas de nudez tão menos problemáticas para os dias de hoje.

Antes mesmo dos clipes de “Totalitarian Terror” e de “Fallen Brother”, o Kreator já havia trazido um vídeo melhor para a faixa “Satan Is Real”, onde o que chamou a atenção mesmo foi a qualidade da música, talvez uma das melhores do disco novo.

O álbum “Gods of Violence” foi lançado mundialmente no dia 27 de janeiro de 2017, via Nuclear Blast Records. Tem 11 músicas e é o 14º disco de estúdio do Kreator.
O novo trabalho sucedeu o álbum “Phantom Antichrist”, de 2012.

A produção do novo trabalho da banda foi de Jens Bogren, o mesmo que cuidou do disco “Machine Messiah”, lançado no dia 13 de janeiro pelo Sepultura.

A gravação de “Gods of Violence” foi realizada também no mesmo local escolhido pela banda brasileira: o Fascination Street Studios, em Örebro, na Suécia.

A mixagem também foi feita por Bogren. A masterização, por sua vez, é de Tony Lindgren.

Confira abaixo os dois novos clipes do Kreator e também o vídeo de “Satan Is Real”,




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Sanctuary: confira novo lyric video da banda, “Dream Of The Incubus”

 

A Century Media Records lançará o novo álbum do Sanctuary, Inception, no dia 24 de fevereiro. O trabalho é a prequela oficial do debut Refuge Denied (1988), e conta com demos perdidas de 1986, encontradas recentemente pelo guitarrista Lenny Rutledge e remasterizadas por Chris “Zeuss” Harris (Queensrÿche, Hatebreed).

Confira abaixo a capa e o track listing de Inception, além do lyric video de Dream Of The Incubus:


01. Dream Of The Incubus
02. Die For My Sins
03. Soldiers Of Steel
04. Death Rider / Third War
05. White Rabbit (cover Jefferson Airplane)
06. Ascension To Destiny
07. Battle Angels
08. I Am Insane
09. Veil Of Disguise





Fonte: Century Media Records

sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

Iron Maiden: banda lança vídeo de "Wasted Years" com áudio do Rio de Janeiro

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O Iron Maiden lançou, em seu canal oficial do youtube, um vídeo de "Wasted Years" com áudio gravado ao vivo no Rio de Janeiro, para promover a segunda parte da "The Book Of Souls World Tour", que terá início dos EUA nos próximos meses. Confira abaixo.

 

 Fonte: Whiplash Net

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quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

Após hiato de 12 anos, Audioslave se apresenta em show de protesto contra Trump nos EUA

 Audioslave em Los Angeles - Foto: Reprodução do YouTube

O Audioslave voltou a tocar ao vivo depois de 12 anos. A apresentação foi realizada no sábado, dia 21 de janeiro, em Los Angeles, nos Estados Unidos.

O grupo foi atração especial do Anti-Inaugural Ball, evento de protesto em relação à posse do republicano Donald Trump como presidente dos Estados Unidos que aconteceu no mesmo dia em Washington.

Foram tocadas três músicas: “Cochise”, “Like A Stone” e “Show Me How To Live”.

Na internet, houve quem reclamasse da performance do vocalista Chris Cornell em “Like A Stone”, mas também houve quem o perdoasse em função do estado alcoólico elevado.

Completaram a banda os três membros que também são do Rage Against The Machine:  o guitarrista Tom Morello, o baixista Tim Commerford e o baterista Brad Wilk.

Estes três também tocaram com a atração principal da noite, o Prophets of Rage, banda atual deles que traz também na formação DJ Lord e Chuck D, do Public Enemy, e B-Real, do Cypress Hill.

O Prophets of Rage é uma das grandes atrações do esperado Maximus Festival, que será realizado no Brasil, em São Paulo, no dia 13 de maio, com presenças também já confirmadas do Slayer, do Linkin Park, Robie Zombie, Ghost e Pennywise, entre outros.

O Anti-Inaugural Ball foi apenas um dos inúmeros eventos de protesto em relação a Donald Trump. Em tempos políticos sombrios em vários locais do mundo, como o Brasil e os Estados Unidos, o rock assume sua condição histórica de rebeldia e passa o recado em relação aos conservadores de plantão.

Veja abaixo os vídeos com as músicas executadas pelo Audioslave.



Fonte: Roque Reverso

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Lock Up: ouça nova faixa do supergrupo, “Desolation Architect”

 

O Lock Up, supergrupo formado por Kevin Sharp (Brutal Truth, Venomous Concept), Anton Reisenegger (Pentagram), Shane Embury (Napalm Death) and Nick Barker (Cradle Of Filth, Dimmu Borgir), lançou um novo single, intitulado Desolation Architect.

Desolation Architect integra o novo álbum Demonization, que será lançado em março de 2017 via Listenable Records. O CD foi produzido por Russ Russell (The Exploited, Napalm Death, Evile).

Demonization é o primeiro álbum do supergrupo com o novo vocalista Kevin Sharp, que entrou no lugar de Thomas Lindberg (At The Gates) em 2014. Confira abaixo a capa e o track listing do trabalho, além do streaming de Desolation Architect:


01. Blood And Emptiness
02. The Decay Within The Abyss
03. Locust
04. Demonization
05. Demons Raging
06. Desolation Architect
07. Instruments Of Armageddon
08. Sunk
09. The Plague That Stalks The Darkness
10. Foul From The Pure
11. Mind Fight
12. Void
13. Secret Parallel World

14. We Challenge Death




Fonte: Listenable Records

terça-feira, 24 de janeiro de 2017

40 anos do álbum ‘Animals’ do Pink Floyd

 "Animals" - Reprodução da capa

O dia 23 de janeiro de 2017 marca os 40 anos do lançamento do disco “Animals”, do Pink Floyd. Décimo disco da banda britânica, é mais um trabalho conceitual, no qual há críticas às condições sociais e políticas da Inglaterra dos Anos 70.

O disco é baseado no clássico livro “A Revolução dos Bichos”, de George Orwell, que tem o título original “Animal Farm”, em inglês.

“Animals” sucedeu nada menos que os álbuns de imenso sucesso “The Dark Side of the Moon”, de 1973, e “Wish You Were Here”, de 1975.

Comparado a estes dois discos, é um álbum totalmente anticomercial, com poucas músicas, sendo que a mais longa delas, “Dogs”, possui nada menos que 17 minutos e três segundos de duração.

Enquanto “The Dark Side of the Moon” traz uma quantidade bem maior de canções e um número relevante de clássicos do rock, “Animals” não tem músicas que tenham atingido tal condição, comercialmente falando, apesar da qualidade das mesmas.

Mesmo em “Wish You Were Here”, que continha também poucas músicas, havia a faixa-título e “Shine On You Crazy Diamond” como hits incontestáveis que marcaram o disco.

Para os entendidos em Pink Floyd, “Animals” pode não ser um disco de fácil assimilação, mas é essencial na discografia da banda britânica. Destacam-se, além das letras críticas compostas pelo baixista Roger Waters, algumas das melhores performances do guitarrista e vocalista David Gilmour e participações decisivas do tecladista Richard Wright.

Foi neste disco que surgiram alguns dos primeiros sinais de discórdia no grupo que, anos mais tarde, durante a gravação de “The Wall”, teriam como consequência a saída de Richard Wright, após desentendimentos com Roger Waters.

A turnê do disco “Animals”, denominada “In the Flesh Tour”, também foi importante para a história da banda, já que conta com um fato marcante no qual Waters chegou a cuspir em fãs barulhentos da primeira fileira de um show em Montreal que o incomodavam. O incidente foi combustível para a ideia da turnê do “The Wall”, na qual havia um muro entre o grupo e a plateia, um produto do desejo de Waters de isolamento.

A capa de “Animals”, talvez, comercialmente, tenha tido um apelo maior do que qualquer canção gravada neste álbum. A imagem do porco inflável sobrevoando a Usina Termelétrica de Battersea está entre alguns dos detalhes mais clássicos do rock n’ roll.

A ideia da capa veio de Roger Waters e foi desenvolvida em conjunto com Storm Thorgerson e a Agência Hipgnosis.

Apesar de trazer um perfil anticomercial, “Animals” vendeu bastante, gerando discos de platina para o Pink Floyd e boa aceitação da crítica especializada.

Para comemorar os 40 anos do álbum “Animals”,  deslocamos  amostras no YouTube. Fique abaixo com o áudio da faixa “Dogs” em um show em Frankfurt, na Alemanha, em 1977. Depois, fique com o áudio de “Sheep”, em apresentação realizada no Texas (EUA) no mesmo ano.





Fonte: Roque Reverso 

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segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Sem Parar no Tempo

Depois de celebrar 30 anos, Biquini Cavadão lança disco de inéditas com produção de Liminha 

 Sem Parar no Tempo  

Uma das bandas da cena do rock brasileiro dos anos 1980 que mais tempo passaram na estrada, o Biquini Cavadão completou 30 anos de atividade em 2015. Na ocasião, os músicos lançaram o CD duplo e DVD Me Leve sem Destino, no qual revisitaram sucessos como “Tédio” e “Timidez”. Mas, em vez de prolongar a comemoração por tempo indeterminado, o grupo carioca arregaçou as mangas e em 2016 partiu para a gravação de um álbum de inéditas, o 16º da carreira. O resultado, chamado As Voltas Que o Mundo Dá, sai neste mês pela gravadora Coqueiro Verde.

O líder e vocalista, Bruno Gouveia, destaca que o grande diferencial do disco é a produção, que ficou a cargo de Liminha, com quem a banda nunca havia trabalhado. “Nós sempre resolvemos as coisas por aqui mesmo, fazendo tudo entre nós, mas nos aproximamos do Liminha”, revela. “Tínhamos uma vontade antiga de trabalhar com ele. Levamos para ele o material de Me Leve sem Destino. Sabemos que o Liminha é um cara muito ocupado e que não tinha nenhuma obrigação de conhecer a fundo a obra da banda. Ele se entusiasmou com o ineditismo de trabalhar com a gente.” Liminha não só concordou em produzir, como também tocou baixo em todas as faixas. Para os músicos, a chance de gravar no Nas Nuvens, o estúdio do produtor, foi outro sonho concretizado.

Gouveia ressalta ainda o fato de que tiveram tempo para planejar e concluir o novo álbum sem nenhuma correria. “Antigamente, havia uma pressa para que o disco chegasse a tempo de pegar o mercado natalino”, conta o músico. “Hoje, isso não é mais crucial, o fator venda se tornou irrelevante. Planejamos o lançamento para o começo deste ano, depois de discutir as alternativas e falar com várias gravadoras.”
 
As Voltas Que o Mundo Dá assinala um novo capítulo para o Biquini Cavadão. “A turnê de 30 anos acaba oficialmente este mês. Com esse disco na praça, o show muda, tudo muda”, declara o cantor. Nas apresentações, ao lado das favoritas dos fãs, a banda vai colocar o single “Um Rio Sempre Beija o Mar” e outras faixas do álbum. 



Fonte: Rolling Stone Brasil


domingo, 22 de janeiro de 2017

Vallenfyre: novo álbum de membros do Paradise Lost e My Dying Bride



 

O Vallenfyre, grupo de death metal formado por Gregor Mackintosh (vocal, guitarra; Paradise Lost) e Hamish Glencross (guitarra, baixo; ex-My Dying Bride), está gravando seu terceiro álbum de estúdio, sucessor de Splinters (2014).

Intitulado Fear Those Who Fear Him é a primeira vez que a banda entra em estúdio como trio, com o baterista Waltteri Väyrynen. A produção ficará novamente a cargo de Kurt Ballou (Converge, Nails).

Fear Those Who Fear Him será lançado ainda neste ano via Century Media Records. Confira abaixo o track listing do trabalho:

01. Born To Decay
02. Messiah
03. Degeneration
04. An Apathetic Grave
05. Nihilist
06. Amongst The Filth
07. The Merciless Tide
08. Dead World Breathes
09. Soldier Of Christ
10. Cursed From The Womb
11. Kill All Your Masters
12. Temple Of Rats




Fonte: Century Media Records

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quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

U2: 10 coisas que você (provavelmente) não sabia sobre o álbum “The Joshua Tree”

 

O 30º aniversário do álbum “The Joshua Tree” será comemorado pelo U2 com uma super turnê. A “The Joshua Tree Tour 2017” começará em Vancouver no dia 12 de maio e seguirá por mais algumas noites na América do Norte e inclui a primeira aparição do U2 no festival de música e artes Bonnaroo. Em seguida, a turnê irá para a Europa, com a primeira parada em Londres, em 8 de julho, e terminando em Bruxelas em 1º de agosto.

Lançado em 9 de março de 1987, o trabalho liderou as paradas americanas, inglesas e em mais de 20 países, e transformou o U2 em uma banda de estádios. Perto de completar 30 anos de seu lançamento, o site NME listou alguns fatos que você (provavelmente) não sabia sobre o álbum.

1. A gravadora não gostou do nome do álbum
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De acordo com Bono, o nome “The Joshua Tree” surgiu após uma viagem ao Deserto Mojave. “As pessoas da indústria discográfica esperam que tenhamos ideias tão grandiosas como os Beatles tiveram. Quando nos perguntaram sobre o título do disco e respondemos ‘The Joshua Tree’, eles não ficaram muito satisfeitos. Talvez esperassem algo como ‘Born In The Joshua Tree’ ou ‘Dark Side Of The Joshua Tree'”, disse o cantor à Rolling Stone norte-americana na época.

2. O trabalho foi inspirado por uma viagem à Etiópia
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Depois de uma viagem humanitária com sua esposa Ali, Bono contrastou a pobreza do país africano com uma vida de riqueza e apatia em casa. “Passei um tempo na África vendo pessoas no fosso da pobreza, mas também vi um espírito muito forte no povo, uma riqueza de espírito que eu não vi quando cheguei em casa. Eu vi a criança mimada do mundo ocidental. Comecei a pensar: ‘Eles podem ter um deserto físico, mas temos outros tipos de desertos’. E isso me atraiu para o deserto como um símbolo de alguma forma.”

3. Kirsty MacColl ajudou a escolher as faixas do disco
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A cantora se ofereceu para selecionar a ordem das canções de “The Joshua Tree” enquanto o álbum estava sendo mixado. As únicas confirmações eram que “Where the Streets Have No Name” abriria os trabalhos e que “Mothers Of The Disappeared” encerraria o disco. O resto era com ela. Sejamos justos: ela fez um ótimo trabalho.

4. Uma das faixas de maior destaque quase foi desmantelada por Brian Eno
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Brian Eno teve grande influência na feitura de “The Joshua Tree”. The Edge afinava cada vez mais os seus riffs para que funcionassem em grandes estádios e o grupo era encorajado a ser auto-suficiente em vez de trabalhar com estranhos. E tanto Eno como o co-produtor Daniel Lanois chegaram com a influência da música americana, que define o registro. Mas Eno quase faturou o papel de vilão ao quase desmantelar “Where The Streets Have No Name”. O produtor tentou apagar acidentalmente as fitas, mas um engenheiro no estúdio o impediu de fazê-lo. Dizem que os dois chegaram às vias de fato. Escapou por um triz.

5. Uma das maiores músicas da banda foi uma B-side


Na época, o U2 sentiu que “Sweetest Thing” não se encaixava com a vibe de “The Joshua Tree”. Como tal, eles usaram a canção como o lado B do single “Where The Streets Have No Name”. Mas devido a seu legado como uma das favoritas dos fãs, a canção foi regravada e relançada como parte da compilação “The Best Of 1980-1990”, em 1998. O single chegou ao topo das paradas na Irlanda e no Canadá, além de ter alcançado o 3º lugar no Reino Unido.


6. A morte do roadie da banda inspirou uma das melhores músicas do álbum
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“One Tree Hill” foi escrita em memória de Greg Carroll, roadie da banda e um dos amigos mais próximos de Bono. Um trágico acidente de moto em Dublin matou Greg em 1986, e a canção foi escrita um pouco depois a partir de uma jam session entre Bono e Brian Eno. O cantor gravou seus vocais de uma só vez, muito sobrecarregado pela emoção. O que o fez desistir de tentar outra tomada.

7. A Biblioteca do Congresso preserva o disco em sua coleção
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Em 2014, “The Joshua Tree” foi adicionado à coleção do Registro Nacional de Recordações de obras consideradas “culturalmente, historicamente ou esteticamente significativas”. Induzidas por serem feitos invencíveis, são essencialmente preservadas para a descoberta das gerações futuras.

8. A verdadeira Joshua Tree não teve o mesmo destino
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A capa icônica do disco, clicada por Anton Corbijn no deserto da Califórnia, ajudou a tornar o local um marco reverenciado. Infelizmente, o ponto lendário não ultrapassou o disco em si. A árvore da capa morreu em 2000 e foi vítima de vandalismo em 2015, tendo seu pedaço restante cortado sem nenhuma razão aparente. A depredação foi descoberta por um fã devastado em sua caminhada anual perto da árvore.

9. Um casal morreu à procura da árvore
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Em 2015, o turista holandês Guus Van Home e sua esposa Helena Nuellett teriam morrido perto da localização da Joshua Tree em busca do famoso local. O casal “queria visitar” o local, de acordo com amigos.

10. Bono quase impediu o lançamento do disco
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Assim que “The Joshua Tree” estava sendo fabricado e perto de ir para as lojas, a insegurança abateu-se sobre Bono, que entrou em pânico e questionava se o álbum era bom ou não. Felizmente ele foi convencido a desistir da ideia.


Fonte: Rock Line
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