sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

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quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

Tom Chaplin, vocalista do Keane, enfrenta seus demônios em primeiro disco solo

Vício em drogas, depressão e ansiedade norteiam The Wave, primeiro disco do artista sem sua banda mais famosa 

 The Wave - Tom Chaplin
 
Conhecido por ser a voz que lidera o pop-rock britânico marcado pelos pianos incansáveis do Keane, Tom Chaplin agora se aventura na carreira solo. O cantor lançou o primeiro disco, The Wave, nas plataformas digitais em outubro deste ano, e as lojas físicas recebem o álbum em janeiro de 2017.

Quando o Keane anunciou a pausa em 2014 – já consagrado como um dos grupos mais bem-sucedidos do Reino Unido e conhecido por sucessos como “Somewhere Only We Know” e “Everybody’s Changing” – o plano de Tom Chaplin era se concentrar em produzir o primeiro trabalho solo. No entanto, não conseguiu escapar dos fantasmas do passado. O vício em álcool e drogas que o cantor já havia enfrentado nos anos 2000 – Chaplin foi internado na clínica de reabilitação Priory em 2006 – retornou com força total. Esse momento coincidiu com o nascimento da filha Freya, dificultando o relacionamento com a esposa Natalie Dive, com quem Chaplin se casou em 2011. “Eu estava me matando, de verdade. Eu estava perdendo relacionamentos que eram, ou deveriam ter sido, importantes na minha vida. Tudo estava se dissolvendo e desaparecendo”, Chaplin conta.

O vício, a depressão, a ansiedade e como todas essas coisas afetaram a relação de Chaplin com as pessoas ao seu redor tornaram-se o tema de The Wave. O cantor combina melancolia com um espírito de sobrevivência otimista, contando sua trajetória de recuperação. Em 2015, o cantor teve “um momento de claridade”, como ele mesmo define, em que percebeu que precisava botar sua vida nos trilhos. E assim o fez. “No ano passado, eu tinha tanta energia e tanto sobre o que escrever, em termos de contar a minha história, que a produção do disco foi um transbordamento e um processo muito divertido e gratificante.” O resultado? Onze faixas duramente honestas e pessoais.

Chaplin não estava acostumado a ser responsável pelas letras que canta. No Keane, era o multi-instrumentalista Tim Rice-Oxley quem estava por trás da composição. “A dinâmica tem sido: Tim escreve as músicas e eu sou o cantor”, Chaplin explica. “Tem sido um grande privilégio poder cantar essas músicas ao longo dos anos. Mas ao mesmo tempo, eu sentia como se houvesse essa parte criativa de mim que precisava ser ouvida e nutrida, e eu precisava dar uma chance a ela”, ele completa.
No entanto, não foi de cara que Chaplin conseguiu abrir seus horizontes criativos: “No fim de 2014, minha vida estava uma bagunça completa e eu me distanciei do Keane para escrever um disco solo, mas eu completamente parei de ser criativo e não estava nem um pouco interessado em música”, ele diz. “Eu não sabia se eu conseguiria, essa era a maior preocupação. Eu não sabia que eu era bom o suficiente para escrever um álbum solo que eu pudesse lançar.”

No final, o cantor conseguiu encontrar sua própria identidade musical longe do Keane, mas não destoa tanto ao ponto de soar irreconhecível. “Em termos de melodia, eu sempre gostei de algo mais extravagante, eu acho. Mais McCartney do que Lennon e muito influenciado por Michael Jackson, Freddie Mercury e pessoas assim, meio que acrobatas na maneira em que fazem as melodias”. Ele continua: “Com um álbum solo, não há muitos limites na instrumentação que eu posso usar.”

Em um primeiro momento, o ouvido consegue perceber mais guitarra e menos piano, diferente do que se esperaria de um disco do Keane. Mas é possível lembrar da banda em alguns instantes, como nas faixas “Hardened Heart” e “I Remember You”. “Eu me fundamento no que aprendi ao longo dos anos com o Keane, e eu tenho muitas das mesmas influências de Tim. Mas eu sinto que é uma nova direção na produção e na sonoridade.”

Ao que parece, a pausa do Keane continua. O grupo lançou uma faixa em setembro de 2016, “Tear Up This Town”, para o filme Sete Minutos Depois da Meia-Noite de J.A. Bayona, que chegou a ganhar um clipe. Mas o foco para Chaplin agora é a carreira solo. “Eu estou aproveitando, tem sido incrível e gratificante fazer isso. Então, no momento, eu quero continuar assim. Porém, eu também acho que o Keane é uma grande parte de quem eu sou e da vida de outras pessoas. Parte de mim sente que seria bobo não voltar àquilo em algum momento no futuro. Eu apenas não sei quando isso será.”

O cantor também não sabe quando voltará ao Brasil – Chaplin já fez shows no país com o Keane em 2007, 2009 e 2013 –, mas uma turnê pela América Latina está nos seus planos: “Eu estou desesperado para voltar”. A questão é que uma turnê dessas proporções é mais fácil de ser organizada e paga com uma banda como o Keane, “então eu preciso encontrar uma maneira de fazer isso funcionar”. Chaplin mantém-se otimista: “Espero poder fazer um anúncio em algum momento no futuro próximo.”
  




Fonte: Rolling Stone Brasil

terça-feira, 27 de dezembro de 2016

Guns N' Roses: executivo explica por que novo álbum será uma merda

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John Kalodner, ex-executivo da A&R que trabalhou com artistas como Santana, Cher, Journey, Manowar, Chicago, Heart, Iron Maiden, Joe Satriani, Steve Vai, Ted Nugent, REO Speedwagon, White Zombie, Madness, XTC, Whitesnake, Billy Idol, Aerosmith, Jimmy Page, Sammy Hagar e muitos outros, explica em entrevista para a LA Weekly por que ele acha que um novo álbum do Guns N' Roses será uma merda: "Por que é muito difícil dizer a superstars que suas músicas não são boas o suficiente, principal problema da maioria destes novos discos, e a indústria musical só tem covardes que não tem culhões de falar nada. Eles tem medo de perder seus salários, suas reputações ou mesmo serem rejeitados pelos artistas, há muitas razões para eles não contarem a verdade, que é uma coisa difícil de se fazer".

Mesmo assim o  "A Not In This Lifetime", turnê européia da banda GUNS N' ROSES mal começou e já esgotou a bilheteria. Os ingressos colocados a venda  em 9 de Dezembro, esgotaram em menos de 24 horas. Mais de um milhão de ingressos foram vendidos, atingindo um recorde de vendas para a turnê. No dia 10 foram  abertas as vendas para a sequência norte americana.

Em 2016 a turnê da banda vendeu mais de 3 milhões de ingressos, sendo a maior do ano.
Not In This Lifetime já é uma das maiores turnês da história do Guns N’ Roses e da história do rock, com arrecadação de 117 milhões de dólares apenas na parte norte americana da tour. 



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Informações do site Whiplash.Net

segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

Sepultura: banda lança novo videoclipe, de “Phantom Self”

 

O Sepultura lançará seu novo álbum de estúdio, intitulado Machine Messiah, no dia 13 de janeiro via Nuclear Blast Records. O trabalho foi produzido pela própria banda e Jens Bogren (Soilwork, Opeth, Katatonia, Amon Amarth). A arte da capa foi criada por Camille Della Rosa.

Confira abaixo a capa e o track listing de Machine Messiah, além do videoclipe de Phantom Self:


01. Machine Messiah
02. I Am The Enemy
03. Phantom Self
04. Alethea
05. Iceberg Dances
06. Sworn Oath
07. Resistant Parasites
08. Silent Violence
09. Vandals Nest
10. Cyber God



Fonte: Nuclear Blast Records





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sábado, 24 de dezembro de 2016

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quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

Journey, Tupac Shakur e Pearl Jam lideram a classe 2017 do R&R Hall Of Fame

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O Rock and Roll Hall of Fame anunciou oficialmente os seus novos membros: Pearl Jam, Tupac Shakur, Journey, Yes, Electric Light Orchestra e Joan Baez vão se juntar à classe de 2017. Nile Rodgers, do Chic, receberá o Prêmio de Excelência Musical.

A cerimônia de indução será realizada no Barclays Center, no Brooklyn, em 7 de abril de 2017. Uma versão editada será exibida posteriormente na HBO e haverá uma transmissão de rádio via SiriusXM.

Os artistas são elegíveis para o Rock and Roll Hall of Fame 25 anos após o lançamento de seu primeiro álbum ou single. 2017 é o primeiro ano em que Pearl Jam e Tupac Shakur tornaram-se elegíveis. Eles também são os primeiros artistas surgidos nos anos 90 a se juntarem à instituição.

O Pearl Jam ainda não soltou um comunicado oficial após a notícia, mas o guitarrista Mike McCready conversou com a Rolling Stone norte-americana em maio deste ano sobre a possibilidade de ser induzido. “Seria uma grande honra. Mas nunca se sabe como funciona o processo de escolha. O Cheap Trick levou uma eternidade para entrar, assim como o Deep Purple. Estamos cientes disso.”

Em contrapartida, o sentimento de estranheza abateu-se sobre Nile Rodgers. O eterno guitarrista do Chic e um dos pilares do sucesso do Daft Punk em 2013 comentou o Prêmio de Excelência Musical após sua antiga banda ser indicada 11 vezes. “É um sentimento agridoce. Estou bastante lisonjeado por eles acreditarem que sou digno de receber este prêmio, mas a minha banda Chic não ganhou. Me arrancaram da banda e disseram: ‘Você é melhor que o Chic’. Isso é estranho para mim. Sinto que alguém me colocou no bote salva-vidas e disse à minha família que eles não poderiam se salvar.”


Fonte: Rock Line

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