terça-feira, 23 de agosto de 2016

Coldplay lança clipe da música ‘Head Full Of Dreams’

 Chris Martin, do Coldplay - Foto: Divulgação

O Coldplay lançou no dia 19 de agosto o clipe da música “Head Full Of Dreams”. É a faixa-título do disco que chegou aos fãs em dezembro do ano passado e produziu vários novos hits do grupo britânico.

O clipe foi filmado na Cidade do México em agosto de 2016.

A direção é de James Marcus Haney, que já conduziu, por exemplo, o vídeo da faixa “Birds”, do mesmo álbum.

A música “Head Full Of Dreams” é a quarta a contar com clipe deste novo disco. Além do vídeo de “Birds”, houve clipes para a faixa “Adventure Of A Lifetime” e a ótima “Hymn For The Weekend”.

Todas essas músicas citadas estiveram presentes no repertório que o Coldplay trouxe ao Brasil.
A turnê passou pelo Rio de Janeiro e por São Paulo e, na capital paulista, a apresentação realizada no Allianz Parque, a nova arena do Palmeiras, mostrou que a banda ratificou sua condição atual de grupo top do mainstream.

“Head Full Of Dreams”é o sétimo álbum do Coldplay. Sucedeu “Ghost Stories”, que foi lançado em 2014 e que não teve o mesmo impacto do elogiado disco “Mylo Xyloto”, de 2011.

Confira abaixo o novo clipe do Coldplay.

Fonte: Rock Reverso



 

Within Temptation: “Paradise (What About Us?)” ao vivo com Tarja

 
Os holandeses do Within Temptation foram os headliners da última edição do festival M’Era Luna, na Alemanha, que aconteceu no dia 14 de agosto.

Na ocasião, a banda contou com a participação da ex-vocalista do Nightwish, Tarja Turunen, para executar a música Paradise (What About Us?). A música integra o álbum Hydra, lançado em 2014.

Além do Within Temptation, o M’Era Luna contou com bandas como The Sisters Of Mercy, In Extremo e Apocalyptica durante os dois dias de festival.

Confira abaixo um vídeo da apresentação:



Fonte: Blabbermouth

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Korn traz narrativa de terror em videoclipe de "Insane"


Já tem mais um videoclipe novo do Korn para assistir. É para a faixa "Insane", que compõe o disco "The Serenity of Suffering", décimo segundo em sua carreira da banda, que chega às lojas no próximo dia 21 de outubro.

No videoclipe, a banda mistura cenas coloridas com outras em preto e branco para criar uma narrativa de filme de terror sobre uma fotografia post mortem, ou seja, feita após a morte da pessoa - um costume antigo e em desuso.

A gente já tinha falado sobre o em breve aqui. Quando a banda liberou o vídeo para outra das faixas, "Rotting In Vain". A produção do disco é de Nick Raskulinecz, que já trabalhou com artistas como Marilyn Manson, Stone Sour, Rush e Mastodon, entre muitos outros.

Uma das faixas do álbum, "A Different World", conta com participação de Corey Taylor, do Slipknot, nos vocais. A arte da capa do disco, assinada por Ron English, traz elementos que já apareciam em "Issues", álbum de 1999.





Fonte: Território da Musica







quinta-feira, 18 de agosto de 2016

Sodom: nova música “Caligula” disponível para audição

 
Os alemães do Sodom lançarão seu novo álbum de estúdio, Decision Day, no dia 26 de agosto via SPV/Steamhammer. O trabalho foi produzido por Cornelius Rambadt, que também é baterista do projeto paralelo de Tom Angelripper, Onkel Tom.

Confira abaixo a capa e o track listing completo de Decision Day; para o streaming de Caligula:
 
  

 01. In Retribution (06:14)
02. Rolling Thunder (04:22)
03. Decision Day (04:03)
04. Caligula (04:01)
05. Who Is God? (04:35)
06. Strange Lost World (04:59)
07. Vaginal Born Evil (05:15)
08. Belligerence (04:00)
09. Blood Lions (03:17)
10. Sacred Warpath (05:34)
11. Refused To Die (04:27)
12. Predatory Instinct (04:44) 
(faixa bônus das edições vinil e iTunes)

 


Fonte: SPV/Steamhammer

segunda-feira, 15 de agosto de 2016

Fernanda Takai: “Não vou deixar de apoiar a Dilma”

 


A vocalista do Pato Fu lembrou que cantou na primeira posse da presidenta afastada e disse que ela reuniu artistas diversos do país, muitos, inclusive, que não a apoiavam. “As pessoas têm essa noção de que ela é uma pessoa idônea, honrada. A gente não pode deixar de apoiar as pessoas de bom caráter. Não vou deixar de apoiar a presidente Dilma”, afirmou.


O programa recebeu ainda Anna Muylaert, diretora do filme Que Horas Ela Volta?, que já se manifestou contrária ao impeachment em diversas situações e chegou a dedicar um prêmio a Dilma e ao ex-presidente Lula, pelos avanços promovidos na área social do país.


 DEU ATÉ VONTADE DE OUVIR FERNANDA TAKAI:



Fonte: Revista Fórum

quinta-feira, 11 de agosto de 2016

AC/DC: Angus Young eleito "maior ícone do rock" pela Kerrang!



A revista inglesa Kerrang! elegeu em sua edição de março de 2007 os mais lendários rockers da história, e coroou Angus Young, do AC/DC, como o maior "Ícone do Rock," à frente de Kurt Cobain (NIRVANA), Billie Joe Armstrong (GREEN DAY), James Hetfield (METALLICA), "Dimebag" Darrell Abbott (PANTERA), Rob Halford (JUDAS PRIEST), Dave Grohl (FOO FIGHTERS) e Amy Lee (EVANESCENCE). Segue a lista completa da Kerrang!


Imagem






Fonte:  Whiplash.Net

VEJA TAMBÉM:

DIA DOS PAIS NA ANTRO É PURA ALEGRIA E PREÇO BAIXO!

 

DIA DOS PAIS NA ANTRO É PURA ALEGRIA E PREÇO BAIXO!

A começar pelo paizão João Viana e  sua alegria contagiante para receber seus clientes e amigos. 
Além de pai ele também é rock!
 É skate e se brincar é skatista!
 É social e sociável...

POR ISSO E MUITO MAIS QUE A GALERA DA ANTRO DESEJA UM FELIZ  DIA DOS PAIS NO PRÓXIMO DOMINGO DIA  14 DE AGOSTO.
APROVEITA  SEXTA E SÁBADO PARA COMPRAR O PRESENTE PRA SEU PAI RADICAL NA ANTRO DO ROCK.
A LOJA DO ROCK DE TERESINA 















terça-feira, 9 de agosto de 2016

Pela 1ª vez com Kiko Loureiro no País, Megadeth mostra em SP estar mais vivo do que nunca

 Kiko Loureiro com o Megadeth em SP - Foto: Divulgação/Megadeth

O Megadeth se apresentou em São Paulo no domingo, 7 de agosto, e entregou ao público um show de alta qualidade. Para um Espaço das Américas praticamente lotado, a banda liderada pelo vocalista e guitarrista Dave Mustaine trouxe a primeira apresentação da turnê de divulgação do grande álbum “Dystopia” ao País e, de quebra, proporcionou um momento histórico: a primeira vez do guitarrista brasileiro Kiko Loureiro, com o grupo de thrash metal norte-americano, em sua terra natal.

Com todos esses ingredientes, incrementados com a vinda do novo e ótimo baterista Dirk Verbeuren (do grupo sueco Soilwork), com um palco caprichado de efeitos e com a execução da rara em shows “Mechanix”, o Megadeth mostrou que está mais vivo do que nunca.

A constatação é de que a nova formação ainda tem muito a oferecer aos amantes de um thrash metal bem elaborado.

O show em São Paulo começou com pouco mais de meia hora de atraso. Mantendo a abertura que vem sendo adotada no set list da turnê e repetindo a estratégia das duas vindas anteriores ao Brasil, o grupo iniciou com o clássico “Hangar 18”, gerando a empolgação natural do público, que já estava extremamente ansioso e inquieto no quente Espaço das Américas, que tem capacidade para 8 mil pessoas e chegou bem perto de conseguir a ocupação plena.

Foi a 14ª vinda do Megadeth ao País, sendo a 11ª somente na cidade de São Paulo. A possibilidade de a banda seguir algum script anterior e repetitivo não passava pela cabeça dos fãs. Tudo porque havia grande expectativa em relação às músicas do ótimo “Dystopia”, para muitos, o melhor do grupo desde o “Youthanasia”.

Sem decepção, o que se viu após “Hangar 18” foi uma apresentação que só perdeu em solo nacional para as da fase que contou com a formação clássica da banda (Mustaine-David Ellefson-Marty Friedman-Nick Menza) e para o show de comemoração de 20 anos do “Rust in Peace” no Credicard Hall, com a formação Mustaine-Ellefson-Chris Broderick-Shawn Drover).

“The Threat Is Real”, do disco novo, foi a segunda da noite e mostrou que o Megadeth estava tinindo novamente. Mustaine e Ellefson juntaram sua vasta experiência a um Kiko Loureiro afiado na guitarra e a uma das boas surpresas da noite: o novo batera, que assumiu a bucha recente de substituir o competente Chris Adler.

O show teve um momento de homenagem ao saudoso Nick Menza, que morreu em maio. Para lembrar o baterista da fase clássica, Dave Mustaine dedicou “Tornado of Souls”, uma das melhores músicas do Megadeth, ao antigo companheiro de banda.

Depois de inúmeras rodas abertas e várias cabeças em movimento curtindo a faixa do “Rust in Peace”, o grupo trouxe “Poisonous Shadows”, simplesmente uma das melhores do “Dystopia”. Com um arranjo matador e ao mesmo tempo elaborado, a música já impressionava na versão do estúdio e, no Espaço das Américas, não foi diferente, representando, um dos melhores momentos de todo o show.

Depois de ficar admirando a faixa do disco novo, a plateia voltou ao passado com três faixas: “Rattlehead” e as sempre presentes “Wake Up Dead” e “In My Darkest Hour”. A formação, nestas três músicas, manteve a satisfação do público no autêntico show de thrash metal. 

Megadeth em SP - Foto: Reprodução do YouTubeMegadeth em SP - Foto: Reprodução do YouTubeMegadeth em SP - Foto: Reprodução do YouTubeMegadeth em SP - Foto: Roque Reverso/Flavio LeonelMegadeth em SP - Foto: Reprodução do YouTubeMegadeth em SP - Foto: Reprodução do YouTube

Mustaine já havia agradecido pela grande vendagem e pelos elogios ao “Dystopia”. Foi com a instrumental “Conquer or Die!” que Kiko Loureiro teve um de seus grandes momentos da noite. Com solos marcantes e precisos, ele mostrou o motivo pelo qual o líder da banda se encantou e abriu as portas para um brasileiro no Megadeth.

Depois da também nova “Fatal Illusion”, o grupo emendou mais algumas faixas da carreira. “She-Wolf”, “Dawn Patrol”, “Poison Was the Cure”, “Sweating Bullets”, “A Tout Le Monde” e “Trust” mesclaram as várias fases produtivas do Megadeth e geraram um sentimento de satisfação.

Interessante notar que “A Tout Le Monde” e “Trust” deram a impressão de terem sido tocadas num tom acima do normal, talvez para uma adaptação à mudança natural de voz de Mustaine. Durante a apresentação, deu para perceber que sua voz começa a acusar os sinais da idade. Não que isso tenha comprometido o show ou mereça uma crítica mais forte, mas é importante lembrar que Dave não é mais um garoto de 20 anos.

O grupo seguiu com a nova e ótima “Post American World”, que, talvez, rivalize com “Poisonous Shadows” na disputa de melhor do disco recente. Afiadíssima nas canções novas, a banda conseguiu transformar o Espaço das Américas numa imensa caixa sonora com qualidade de CD.

A faixa-título veio na sequência e gerou a mesma sensação da anterior, com o detalhe adicional de lembrar demais a melodia de “Hangar 18”. Ela também contou com o clipe nos telões de fundo, fato que já havia sido observado em “The Threat Is Real”.

Em seguida, a banda fechou a primeira parte do show com dois clássicos sempre presentes: “Symphony of Destruction” e “Peace Sells”. Enquanto a primeira gerou o tradicional acompanhamento do público, gritando “Megadeth” durante o riff executado, a segunda trouxe o sempre competente David Ellefson detonando no baixo e um telão recheado de imagens de conotação política.
A apresentação do Megadeth, apesar de beirar as duas horas de duração, pareceu seguir rápida. Foi a mesma impressão de quando os amantes de futebol presenciam aquela partida na qual a qualidade é tão boa que o tempo nem é sentido.

Desde o início do show, Mustaine vinha prometendo uma surpresa especial para o público brasileiro como motivo de agradecimento aos fãs do País. Não se imaginava, porém, que a tal surpresa que iniciou o bis seria nada menos que “Mechanix”, raríssima no repertório da banda (desde 2010 não era tocada ao vivo) e executada pela primeira vez por aqui.

Vale destacar que Mustaine estava bastante falante durante todo o show. Antes de “Mechanix” agradeceu novamente ao público, elogiou demais Kiko Loureiro e ainda adiantou que o guitarrista está prestes a ser papai. Os dois chegaram a ser abraçar no palco, mas o brasileiro não chegou a falar com a plateia, talvez o único ponto um pouco negativo da noite.

A faixa do primeiro álbum, conhecida por ser a versão original da música “The Four Horsemen”, do Metallica, nos tempos em que o guitarrista ainda era do grupo de James Hetfield e Lars Ulrich, gerou uma nostalgia danada, especialmente entre os fãs mais antigos do Megadeth.

Depois da surpresa histórica, o grupo encerrou com o furacão de sempre: “Holy Wars… The Punishment Due” é uma das maiores músicas da história do heavy metal e o Megadeth nem ousa deixá-la de fora do repertório. Seria o mesmo que o Metallica ignorar “Master of Puppets”, o Slayer esquecer “Raining Blood” ou o Anthrax deixar de tocar “Indians”.

Terminada a apresentação, a sensação final foi a de ter presenciado um dos melhores shows da fase recente do Megadeth. Em relação à apresentação de 2014, no mesmo Espaço das Américas, a diferença foi abissal, já que ali o grupo tocou vários hits de sempre, mas não chegou a trazer algo tão impactante.

Para este jornalista, que já presenciou 12 shows da banda, o melhor do grupo ainda foi o de 1997 no Estádio do Palmeiras, quando a banda estava afiadíssima. Fora este, houve como grandes destaques vistos as duas vindas no Monsters of Rock, a apresentação de 1994 no Olympia e a já citada performance na comemoração dos 20 anos do “Rust in Peace”.

Para muitos que viram, o show do Rock in Rio de 1991 ainda é o mais memorável, mas a certeza no Espaço das Américas, neste agosto de 2016, é que Kiko Loureiro deu à banda uma qualidade interessante que pode fazer diferença daqui para frente. Resta torcer para que o humor de Mustaine continue sem sobressaltos para que os fãs continuem ganhando com a manutenção do bom astral do grupo.

Para relembrar o grande show no Espaço das Américas, descolamos uns  vídeos amadores no YouTube. Fique inicialmente com a introdução e “Hangar 18”. Depois, veja a banda tocando “Poisonous Shadows”, “Conquer or Die!” e “Mechanix”. Para fechar, veja “Holy Wars… The Punishment Due”.







Set list

Hangar 18
The Threat Is Real
Tornado of Souls
Poisonous Shadows
Rattlehead
Wake Up Dead
In My Darkest Hour
Conquer or Die!
Fatal Illusion
She-Wolf
Dawn Patrol
Poison Was the Cure
Sweating Bullets
A Tout Le Monde
Trust
Post American World
Dystopia
Symphony of Destruction
Peace Sells
Mechanix
Holy Wars… The Punishment Due




Fonte: Rock Reverso

segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Holograma de Ronnie James Dio se apresenta no Wacken Open Air

Holograma de Ronnie James Dio durante show do Dio Disciples. 
  

O falecido vocalista Ronnie James Dio fez uma aparição no festival Wacken Open Air nesse último fim de semana. Calma, não foi assombração. Um holograma do cantor foi projetado no palco do festival.

A tecnologia, desenvolvida pela Eyellusion, fez com que o vocalista cantasse junto à banda Dio Disciples a clássica "We Rock" - com a voz isolada de Dio acompanhando a banda tocando ao vivo. Segundo Wendy, viúva do músico, há uma possibilidade do holograma sair em turnê com uma banda de apoio.

Falecido aos 67 em 2010, em decorrência de um câncer no estômago, o vocalista Ronnie James Dio iniciou sua carreira nos anos 50 com a banda Ronnie and The Red Caps, com a qual lançou seu primeiro single em 1958. Depois disso cantou no Elf, Rainbow, Black Sabbath e no Heaven & Hell, além de emplacar uma sólida e elogiada carreira solo.  



Fonte: Território da Musica

 

Arch Enemy: já está trabalhando em novo álbum de estúdio

 

O Arch Enemy realizou uma coletiva de imprensa nesta semana durante o festival Wacken Open Air na Alemanha. Quando perguntado sobre os planos da banda para os próximos meses, o guitarrista Michael Amott falou:

“Vamos lançar um trabalho ao vivo - DVD, Blu-ray... e tudo o mais. Será um pacote bem elaborado, com bastante material bônus, e contando a história de dois anos do War Eternal. Estamos também trabalhando em novas músicas. Um novo álbum está a caminho, temos sete ou oito músicas novas.

Acabamos de tirar ferias de seis meses, então usamos parte desse tempo para escrever novo material. Estive compondo bastante, como sempre, e, claro, Alissa White-Gluz ainda está escrevendo as letras. E estive escrevendo com Jeff Loomis, estou bem ansioso por isso.”



Fonte: Arch Enemy - Facebook | ROCK BRIGADE



Arquivo do blog