quinta-feira, 30 de abril de 2015

Bullet For My Valentine volta ao Brasil para quatro shows

  

Quatro anos após sua primeira passagem pelo Brasil, a banda galesa Bullet For My Valentine volta ao País para uma série de apresentações. Os shows serão realizados entre 08 e 12 de julho em Porto Alegre, Curitiba, São Paulo e Rio de Janeiro.

A primeira apresentação, no dia 08, será no palco do Bar Opinião, em Porto Alegre. No dia 10 é a vez dos fãs da capital paranaense assistirem ao grupo no Vanilla Music Hall. No dia seguinte, 11, São Paulo recebe a banda na Via Marquês. O último show confirmado é no dia 12, no Circo Voador, no Rio de Janeiro.

Para esta turnê a banda vem acompanhada dos norte-americanos do Motionless in White, que divulgam o terceiro álbum, “Reincarnate”, lançado ano passado. O grupo esteve no Brasil em 2013 junto com o Asking Alexandria.

Confira as informações sobre cada show:

08/07/2015 - Porto Alegre/RS
Bar Opinião - Rua José do Patrocínio, 834, Cidade Baixa
Classificação etária: 14 anos
Ingressos: R$ 150,00 (1º lote pista), R$ 120,00 (1º lote pista meia-entrada), R$ 175,00 (2º lote pista), R$ 140,00 (2º lote pista meia-entrada).
Vendas pela internet: minhaentrada.com.br
Ponto de venda sem taxa de conveniência: Youcom Bourbon Wallig
Pontos de vendas com taxa de conveniência: Youcom Shopping Praia de Belas / Bourbon Ipiranga / Barra Shopping Sul / Multisom Andradas 1001 / Canoas Shopping / Bourbon Novo Hamburgo / Bourbom São Leopoldo.

10/07/2015 - Curitiba/PR
Vanilla Music Hall - Rua Mateus Leme, 3.690
Horário: 18h (abertura)
Ingressos: R$ 120,00 (Pista 1º lote meia-entrada / promocional com doação de 1kg. de alimento na entrada da casa no dia do evento), R$ 150,00 (2º lote meia-entrada / promocional com doação de 1kg. de alimento na entrada da casa no dia do evento), R$ 180,00 (Pista 3º lote meia-entrada / promocional com doação de 1kg. de alimento na entrada da casa no dia do evento). Camarote: entradas limitadas à venda pela internet.
Vendas pela internet: www.clubedoingresso.com
Pontos de vendas antecipadas: Dr. Rock - Praça Rui Barbosa, 765 - Shopping Metropolitan, lj. 04. Tel.: 41 3324-0669 / Túnel do Rock - Av. Marechal Floriano Peixoto, 34. Tel.: 41 3322-9502.

11/07/2015 - São Paulo/SP
Via Marquês - Av. Marquês de São Vicente, 1.589
Horário: 18h (abertura)
Classificação etária: 16 anos. Entre 14 e 16 anos apenas acompanhado de pai ou mãe.
Ingressos: R$ 120,00 (Pista 1º lote meia-entrada / promocional com doação de 1kg. de alimento na entrada da casa no dia do evento), R$ 150,00 (2º lote meia-entrada / promocional com doação de 1kg. de alimento na entrada da casa no dia do evento), R$ 180,00 (Pista 3º lote meia-entrada / promocional com doação de 1kg. de alimento na entrada da casa no dia do evento), R$ 200,00 (Pista 4º lote no dia do show - meia-entrada / promocional com doação de 1kg. de alimento na entrada da casa no dia do evento). Camarote: entradas limitadas à venda pela internet ou na Loja 255.
Vendas pela internet: www.clubedoingresso.com
Ponto de venda antecipada: Loja 255 (Galeria do Rock - Rua 24 de Maio, 62, 1º andar, lj. 255, São Paulo/SP 11 3361-6951).

12/07/2015 - Rio de Janeiro/RJ
Circo Voador - Rua dos Arcos, s/n, Lapa
Horário: 18h (abertura)
Classificação etária: 16 anos. Entre 14 e 16 anos apenas acompanhado de pai ou mãe.
Ingressos: R$ 120,00 (Pista 1º lote meia-entrada / promocional com doação de 1kg. de alimento na entrada da casa no dia do evento), R$ 150,00 (2º lote meia-entrada / promocional com doação de 1kg. de alimento na entrada da casa no dia do evento), R$ 180,00 (Pista 3º lote meia-entrada / promocional com doação de 1kg. de alimento na entrada da casa no dia do evento).
Vendas pela internet: www.ingresso.com



Informações: Território da Musica 

ENTRE NO CLIMA DO DIA DO TRABALHADOR:

Biógrafo de Courtney Love processa cantora por violação de contrato; entenda o caso

“Escritor fantasma” diz que entregou manuscrito de Girl With the Most Cake em janeiro de 2014 

 Courtney Love 

 

O escritor “fantasma” de Courtney Love, Anthony Bozza, processou a cantora por violação de contrato em relação à autobiografia dela a ser lançada, intitulada The Girl With the Most Cake.

O autor – que já foi editor da Rolling Stone EUA e serviu como escritor para livros de Slash, Tommy Lee e Tracy Morgan, entre outros – pode ganhar US$ 200 mil pelos danos com a ação judicial, que um tribunal de Nova York recebeu na semana passada.

Bozza declara que ele firmou o contrato com a vocalista do Hole em 2010 e entregou um manuscrito do livro com mais de 123 mil palavras à Courtney e à editora HaperCollins em janeiro de 2014.

O processo afirma que tanto Courtney quanto a HaperCollins disseram que estavam satisfeitas com o manuscrito em ocasiões diferentes. Bozza disse que Courtney enviou um e-mail para ele em junho de 2012 dizendo que uma introdução e o rascunho de dois capítulos estavam “bonitos para caralho” e a deixaram “emocionada”.

Um assessor da HarperCollins supostamente chegou a dizer que o manuscrito era “brilhante” em uma teleconferência com um agente de Bozza em maio de 2014.

Bozza ainda afirma que Courtney enviou uma mensagem de texto para ele em abril de 2014, dizendo que ela estava “tentando consertar o livro” com outro escritor, mas que o tal novo coautor era “irrelevante” e o livro estava “um caos ainda maior”.

No processo, Bozza afirma que disse à Courtney que ele não estava ofendido pela decisão dela, mas pediu para ela lhe pagar (o contrato o autorizaria a receber um pagamento proporcional à quantidade de trabalho dele que fosse publicado). Ele não recebeu resposta.

No mesmo mês, ela disse ao The Telegraph que rejeitou o livro. “Eu disse: ‘Pegue a merda do seu dinheiro’”, afirmou ela ao jornal. “Prefiro manter meus amigos.”

Um representante de Courtney Love não respondeu as investidas da Rolling Stone EUA para um comentário sobre o processo.

O acordo ainda estipulava que Courtney deveria “estar disponível para [Bozza] para entrevistas... em horários mutuamente acordados”. O processo afirma que Courtney não se fez disponível para Bozza “por meses”, resultando em “atrasos substanciais.”

Na ação judicial, Bozza também declara que seu acordo de colaboração com Courtney garantia a ele no mínimo US$ 200 mil do que ela receberia, bem como as despesas dele, independente de o livro sair ou não.
O escritor diz que ele gastou cerca de US$ 10 mil para transcrever as entrevistas dele com Courtney, uma despesa pela qual, segundo ele, ela não o reembolsou. Além disso, ele receberia até US$ 300 mil de direitos.

Até então, Courtney pagou Bozza apenas US$ 100 mil, de acordo com ele, apesar de já ter recebido US$ 400 mil – de um total de US$ 1,2 milhão – adiantados pela publicação do livro.

Em outubro de 2013, uma fonte da HarperCollins disse à Rolling Stone EUA que Courtney Love lançaria o livro no começo de 2014. Mas em agosto do ano passado, a cantora disse que o livro havia se transformado em um “desastre” e que ela estava se sentido desconfortável com os detalhes pessoais que ocorrem de 2006 até hoje, os quais ela revelou no livro. 

Courtney Love 



Com informações da Rolling Stone Brasil

quarta-feira, 29 de abril de 2015

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Axl Rose: acusando Presidente da Indonésia de covardia


Em uma série de mensagens postadas no twitter, Axl Rose expressou sua indignação pela execução, na Indonésia, de Andrew Chan e Myuran Sukumaran, dois australianos acusados de tráfico de drogas, juntamente com outros condenados, incluindo o brasileiro Ricardo Gularte e outros condenados.

O vocalista do Guns N' Roses chegou a enviar uma carta implorando clemência ao presidente indonésio, Joko Widodo (veja detalhes no link abaixo).

Nas postagens, Axl diz ser "extremamente preocupante" o fato do Presidente Widodo ignorar os apelos internacionais, afirma que torce para que Mary Jane Fiesta Veloso consiga escapar (filipina que também estava no corredor da morte mas foi poupada da execução por ser útil em uma investigação sobre tráfico de pessoas no seu país natal, mas as autoridades enfatizaram que sua execução foi apenas adiada, não cancelada), diz que Widodo deveria ter adiado as execuções até que todos as investigações sobre corrupção envolvendo serem concluídas, acusa Widodo de ser covarde por não atender ligações, ler cartas ou sair do país no dia das execuções e encerra dizendo que a população da indonésia merece algo melhor.


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Fonte:  Whiplash_Net

terça-feira, 28 de abril de 2015

NOVA COLEÇÃO DE CALÇADOS RISE NA ANTRO

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Lemmy melhora e Motörhead segue em turnê

Shows de Curitiba e Porto Alegre estão confirmados

 lemmy 

Uma nota publicada na ultima  segunda (27/4) na página do Motörhead no Facebook dá conta que o estado de saúde Lemmy Kilmister, 69, é melhor, de modo que os shows de Curitiba e Porto Alegre estão confirmados.

A nota esclarece que o distúrbio gástrico que acometeu Lemmy foi causado pela ingestão de comida local, e não tem ligação com o histórico de problemas de saúde do músico.

Em Curitiba o show acontece nesta terça, dia 28, na Pedreira Paulo Leminski, e em Porto Alegre a apresentação está marcada para a quinta, dia 30, no Estádio Zequinha. Ozzy Osbourne e Judas Priest também se apresentam nas duas noites.

Diagnosticado com “um sério distúrbio gástrico, seguido de uma forte desidratação” na manhã do sábado passado (25/4), Lemmy foi aconselhado pelos médicos a repousar, e o Motörhead foi obrigado a cancelar o show que faria como uma das atrações principais do Monsters Of Rock, em São Paulo.

A apresentação foi substituída por um banda formada pelo guitarrista e pelo baterista do Motörhead, respectivamente Phil Campbell e Mikkey Dee, acompanhados pelos integrantes do Sepultura Derrick Greene (vocal), Andreas Kisser (guitarra) e Paulo Jr. (baixo).

Juntos, eles tocaram três clássicos do Motörhead, “Orgasmatron”, que fazia parte do repertório do Sepultura nos tempos do vocalista Max Cavalera, “Ace Of Spades” e “Overkill”. A produção do Monsters não se manifestou sobre a devolução dos ingressos para o público que foi ao festival assistir ao show do Motörhead.
Desde 2012 Lemmy vem sofrendo com problemas de saúde que incluem diabetes, arritmia cardíaca, hematomas e lesões no púbis/quadris. Em 2013, ano em que deixou o palco do festival Wacken Open Air no meio do show e cancelou a turnê do grupo várias vezes, colocou um marca-passo no peito 

Fonte: Rock em Geral

segunda-feira, 27 de abril de 2015

Beth Hart: Better Than Home

A beleza está contida na melancolia e na redenção das canções.

 

Já veterana, inclusive com muitas indicações e premiações conquistadas ao longo da carreira, a cantora Beth Hart é uma espécie de queridinha não apenas da indústria musical, mas dos americanos de maneira geral. Ela já chegou a compor e a dividir o palco, por exemplo, com Slash, Buddy Guy e Jeff Beck, além de gravar dois álbuns com Joe Bonamassa. Também já foi efusivamente elogiada por ninguém menos que Barack Obama.

"Better Than Home", seu mais novo álbum, marca duas décadas de uma carreira solo coesa e brilhante. Todos esses anos, porém, foram marcados por diversos altos e baixos na vida pessoal da artista.


Sem medo de se expor, Beth Hart exorciza seus demônios aqui em letras profundas e inspiradas. Já a sonoridade, puxada para o blues rock, com toques de jazz e soul, é introspectiva e muito madura. No fim das contas, todos os elementos se encaixam e o álbum soa extremamente verdadeiro.

A voz de Beth Hart, uma das mais belas e interessantes da cena, continua sendo o principal destaque. Carregada de emoção e intensidade, mas sem exagero nem apelação, sua performance é irretocável. "Trouble", "Mechanical Heart" e a faixa-título são alguns exemplos.

"Better Than Home" é um álbum para ser ouvido com calma do início ao fim, mais de uma vez. Só assim será possível perceber em sua plenitude as nuances da cantora, os arranjos cuidadosos e toda a beleza contida na melancolia e na redenção das canções.

Musicas:
01. Might As Well Smile
02. Tell 'Em To Hold On
03. Tell Her You Belong To Me
04. Trouble
05. Better Than Home
06. St. Teresa
07. We're Still Living In The City
08. The Mood That I'm In
09. Mechanical Heart
10. As Long As I Have A Song
  

Fonte: Território da Musica

sexta-feira, 24 de abril de 2015

OS MELHORES SKATES E ACESSÓRIOS ESTÃO NA ANTRO

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Monsters of Rock 2015: Gene Simmons, Lemmy Kilmister e Rob Halford contam como será a participação deles no evento

Eterna Devoção ao Metal

Festival acontece neste sábado, 25, e domingo, 26, Arena Anhembi, em São Paulo 
 

Não importa o que aconteça no Brasil, uma coisa jamais se abala: a devoção dos fãs do heavy metal pelo gênero. É possível delimitar o começo da era do metal no país há pouco mais de 30 anos – em janeiro de 1985, quando foi realizada a primeira edição do Rock in Rio. Foi o momento em que o ansioso público recebeu de braços abertos Iron Maiden, AC/DC, Ozzy Osbourne, Scorpions e muitos outros. Para o bem ou o para o mal, o neologismo metaleiro entrou para o nosso vernáculo.

Como uma espécie de justiça poética, a sexta edição brasileira do Monsters of Rock parece celebrar os 30 anos do amor verde-amarelo pelo rock pesado. O festival, que ocorrerá nos dias 25 e 26, sábado e domingo, na Arena Anhembi, em São Paulo, terá um line-up dos sonhos. Participarão Kiss, Ozzy Osbourne, Judas Priest (que fará shows nos dois dias), Manowar, Motörhead, Primal Fear e Accept, dentre outros. Falamos com três dos destaques da programação: o grandiloquente Gene Simmons (Kiss), o exuberante Rob Halford (Judas Priest) e o sempre direto Lemmy Kilmister (Motörhead), que contaram suas impressões sobre o evento.
Gene Simmons (Kiss)

O Kiss já veio inúmeras vezes ao Brasil. Qual é a sensação de tocar novamente para o público do país?
Sensacional, mesmo. O público brasileiro é especial, acho que é uma questão de temperamento e temperatura. O Brasil tem tudo muito quente. Música quente, público quente... é a temperatura de que o Kiss gosta. O Monsters vai ser um encontro de amigos. Você sabia que o Kiss tocou com o Judas no começo da carreira? Pensando bem, já devemos ter tocado com todos esses caras que estarão no festival. Mas o palco é o lugar mais sagrado para nós e damos tudo. Sem dançarinos ou bobagens para distrair. Só o melhor. E assim vai ser novamente.

No ano passado, o Kiss finalmente entrou para o Hall da Fama do Rock and Roll, depois de muitos anos sendo esnobado pelos organizadores. Todos sabem que você e principalmente o Paul (Stanley) nunca deram muita bola para essa honraria, mas, agora que estão dentro, qual é a importância disso?
O Hall da Fama sempre foi algo de viés político dentro da indústria da música. E não nos envolvemos com esse tipo de bastidores. A ética do grupo sempre foi trabalhar arduamente para agradar aos fãs. Executivos [do mercado] não compram disco ou pagam ingresso. Os fãs queriam muito, eles pressionaram o Hall, mandaram cartas, fizeram campanhas. E se os fãs estão contentes, os integrantes da banda agora também estão.

Durante a cerimônia, você e o Paul se reuniram ao Peter Criss e ao Ace Frehley. Como foi estar novamente ao lado deles?
Foi uma sensação ótima, emocionante, e não estou sendo irônico. Eu sei que eles fizeram muita merda antes, mas mesmo com as pisadas na bola são parte do nosso legado e o fato de todos nós termos sido honrados juntos foi um grande acontecimento. Só acho que Tommy Thayer e Eric Singer, que há um bom tempo são membros do Kiss e peças-chave do nosso sucesso contínuo, também mereciam ter sido honrados. Por isso nos recusamos de antemão a tocar na cerimônia. Só subiríamos no palco com o Eric e o Tommy. Mas ok, faz parte do jogo.

É verdade que vocês estão pensando em contratar substitutos para seguirem em frente com o Kiss no futuro?
Sim, isso não é invenção. O Kiss não vai parar nunca. Estes caras aqui que fundaram e deram vida à banda um dia vão parar. Mas a música e a imagem que criamos são maiores do que tudo. Mesmo quando eu e Paul não estivermos mais aqui, teremos outras pessoas de talento ocupando nossos lugares.

Rob Halford (Judas Priest)
O Judas já esteve inúmeras vezes no Brasil, mas este Monsters parece que vai ter um sabor diferente para a banda.
Sim, ele vai ser especial para nós e para os fãs de rock pesado da América do Sul. Eu posso dizer que aqui na Europa existe uma grande expectativa em torno deste Monsters, por causa do line-up inédito e poderoso. Tem muita gente saindo daqui e viajando ao Brasil para assistir a todas essas grandes bandas. Quanto ao Judas, estamos totalmente à vontade, animados por voltar a São Paulo, onde já nos apresentamos várias vezes. Estaremos aí para tocar alto e pesado em dois dias seguidos; esse é o nosso compromisso de sempre com o público brasileiro.

Em 2014, o Judas lançou Redeemer of Souls, que foi muito bem recebido pelos fãs e até chegou ao Top 10 da parada norte-americana. O que esse disco representa para vocês?
Bem, não teve mistério para chegar até ele. Redeemer of Souls foi uma volta ao passado, aos anos 1980, ao básico – queríamos gravar algo rápido, fácil e imediato. Foi muito importante resgatar o som clássico do Judas. A entrada [em 2011] do [guitarrista] Richie Faulkner também nos deu mais gás. Enfim, foi um processo bem diferente de Nostradamus (2008), o álbum que tínhamos lançado antes de Redeemer of Souls.

Nostradamus foi sem dúvida uma experiência diferente.
Sim. Normalmente gostamos de coisas mais simples, mas é preciso variar. Nostradamus foi uma viagem conceitual, queríamos contar uma história. É um disco do qual particularmente gosto e acho que não foi totalmente explorado. Quem sabe um dia a gente possa tocá-lo na íntegra, em um contexto diferente do nossos shows normais, em um espaço menor e com orquestra e músicos convidados.

Lemmy Kilmister (Motörhead)
Bom, já está se tornando praticamente uma tradição anual ter o Motörhead no Brasil.
Eu já estive aí tantas vezes... sei lá quantas, mas é sempre bom voltar. Vamos tocar as coisas antigas, algumas do disco Aftershock (2013). Não dá para fugir, as pessoas sempre esperam determinadas coisas

Você é uma verdadeira enciclopédia sobre a história do rock and roll. Sempre cita Chuck Berry, Little Richard, Duane Eddy e os outros nomes da década de 1950 como seus verdadeiros mentores.
Sem nenhuma modéstia, sou mesmo. Eu idolatro os pioneiros, porque eles eram a essência do rock e acho que é isso que eu toco – não é metal, não é hard, é rock. Gostaria muito de ir ao Brasil com o The Head Cat, meu projeto de rockabilly. Tenho intenção de gravar um novo disco com os caras, mas para isso eu preciso achar tempo e dinheiro.

O que você achou do documentário sobre você (Lemmy, de 2010)?
Eu achei honesto. Não sou exatamente apaixonado por esse tipo de coisa, esse negócio d querer transformar você em um personagem ou super-herói... Às vezes eu fi cava de saco cheio daquelas câmeras e daqueles caras atrás de mim, mas ok, sobrevivi. [Os fãs] gostaram e isso é o que importa.

Em dezembro, você vai completar 70 anos. Qual o sentimento de chegar a essa marca?
Como cantavam Simon & Garfunkel, “como é terrivelmente estranho fazer 70 anos” [trecho da letra da canção “Old Friends”]. É uma sensação estranha, mas não posso fazer nada contra isso. Estou bem agora, o pior passou. Enquanto der, estarei viajando e em cima do palco. Por que eu desistiria de um emprego como este?
 
 
 
 
Fonte: Rolling Stone Brasil

Papa Roach lança vídeo com participação de Maria Brink, do In This Moment


O Papa Roach escolheu a faixa “Gravity” para ser o novo videoclipe e divulgar o recém-lançado álbum “F.E.A.R.”. Esta música, e também sua edição em vídeo, traz a participação especial de Maria Brink, vocalista da banda In This Moment.

Em recente entrevista, o vocalista Jacoby Shaddix comentou sobre o teor da música: “Em ‘Gravity’ eu realmente coloquei tudo para fora, minhas falhas como marido, como amante, como cabeça de minha casa. Falo sobre minhas fragilidades e de modo real sobre o meu relacionamento com minha esposa”.

“Acho que é um pouco como um testemunho para mim e minha esposa, do tipo, ‘ei cara, se vocês forem outro casal passando por essa luta, vocês podem superar se realmente quiserem, se realmente amarem um ao outro”, explicou Shaddix.

                                                         Confira o videoclipe:
 

O álbum “F.E.A.R.” foi lançado no final de janeiro e publicamos uma resenha que você pode conferir aqui.


Fonte: Território da Musica

quinta-feira, 23 de abril de 2015

Ozzy Osbourne: Fim do Guns foi a maior tragédia do rock



Em entrevista concedida ao Alice Cooper Radio Show em abril de 2005, Ozzy Osbourne falou sobre as "grandes bandas de rock" do passado, dizendo, dentre outras coisas, que algo que o marcou profundamente foi o compacto de "You Really Got Me" (The Kinks), que rolou em seu aparelho até gastar, e que nunca mais haverá outra banda como os Beatles.

Até aí nada de novo, porém mais adiante o madman fez um breve comentário sobre uma banda mais recente: "A tragédia dos últimos 20 anos foi o GUNS N' ROSES... eles eram bons... aí Axl Rose começou a imaginar coisas e ficou maluco ou algo assim."

 


Com informações do Whiplash.net 

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