sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Kiss voltará a se apresentar sem máscaras

Kiss voltará a se apresentar sem máscaras 
Através de sua página oficial na internet o Kiss confirmou que voltará a se apresentar sem máscaras.
Isso ocorrerá em um dos shows elétricos na próxima edição do “Kiss Kruise”, uma viagem marítima que está programada para rolar entre  os dias 30 de outubro e 3 de novembro.

A banda mandou o recado para os fãs que essa será uma oportunidade única de conferir os caras sem a maquiagem das tradicionais apresentações.

Os shows do Kiss sem máscaras começaram a rolar a partir do final de 1983, quando a banda detectou uma queda nas vendas de discos e na presença de público em seus shows e, numa das maiores jogadas de marketing do mundo do rock, decidiu mostrar seus rostos verdadeiros sem maquiagem.

Atualmente a banda não necessita de ações tão drásticas para se manter na mídia, mas ver os caras tocando ao vivo sem aquelas ousadas vestimentas, realmente é para poucos.

Aqui uma imagem exclusiva do nosso fotógrafo rock´n´roll, Marcelo Rossi, na última passagem do Kiss pelo Brasil, em 2012, durante um show de backstage:

O Kiss é uma das grandes atrações do Monsters Of Rock, que rola nos dias 25 e 26, na Arena Anhembi, em São Paulo. A banda se apresenta na noite do domingo, dia 26, ao lado de Manowar, Accept, Unisonic, Yngwie Malmsteen e Steel Panther. 

 
 Fonte: 89 FM

Vídeo de show do Nirvana na Argentina em 1992 cai na rede

 

O vídeo de um show do Nirvana na Argentina, datado em 1992, caiu na internet. Assista abaixo a apresentação na íntegra.

Em 30 de outubro de 1992, o Nirvana fez o seu único show em Buenos Aires, que quase não aconteceu! A banda de abertura Calamity Jane foi insultada pelos argentinos, o que gerou a ira de Kurt Cobain que quase cancelou a apresentação.



kurtcobain1992

No final das contas, o Nirvana se apresentou, porém tirou um sarro da platéia. Em defesa à Calamity Jane, a banda fez um setlist cheio de ‘b-sides’ e raridades e tocou a introdução de “Smells Like Teen Spirit” diversas vezes, sem nunca concluir a performance do clássico.

“Eles não perceberam que a gente estava protestando contra o que eles tinham feito. Tocamos por cerca de 40 minutos e a maioria das músicas eram do ‘Incesticide’, assim eles não conheciam quase nada . Estávamos com tanta raiva e tão chateados com toda a situação que tocamos até a ‘faixa-secreta’ do ‘Nevermind’ – ‘Endless, Nameless’ . No final, o setlist foi uma das melhores experiências que eu já tive,” contou Cobain após o show.

O Nirvana abriu o show com “Nobody Knows I’m New Wave”, uma das poucas músicas do grupo jamais lançadas oficialmente.


Setlist:
Nobody Knows I’m New Wave
Aneurysm
Breed
Drain You
Beeswax
Spank Thru
School
Come as You Are
Lithium
Lounge Act
Sliver
About a Girl
Polly
Jam
In Bloom
Territorial Pissings
Been a Son
On a Plain
Negative Creep
Blew
Bis:
All Apologies
Endless, Nameless 


Fonte: Rock Line

quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Aquecimento Monsters of Rock 2015: Ozzy Osbourne

 
Ozzy Osbourne vem aí! O príncipe das trevas, o comedor de morcego, é uma das atrações da edição 2015 do Monsters of Rock 2015 - festival que acontece na capital paulista no próximo mês de abril.

E para você ir se aquecendo até o festival, resolvemos falar um pouco sobre o artista. Até a data do evento, falaremos um pouco sobre cada uma das atrações. Acompanhe pela tag.

Ozzy Osbourne, que se apresenta no dia 25 de abril, o primeiro dos dois do Monsters of Rock deste ano, começou sua carreira no final da década de 1960. Mas o desejo de se tornar um rock star surgiu aos 14 anos, em 1963, quando ouviu "She Loves You", dos Beatles. O apelido Ozzy veio desde a escola primária e acabou se tornando seu nome artístico.

Sabbath e carreira solo

O vocalista integrou outras bandas lá no comecinho da carreira, mas o sucesso veio com a formação do Black Sabbath. O Sabbath fazia um rock blues pesadão, distorcido e isso chamou a atenção logo de cara. As letras obscuras também foram um diferencial. E a gravadora, a Warner Bros. Records, viu o potencial de vendas que essa mistura prometia e lançou a banda, não sem antes dar uma mãozinha pra incrementar essa imagem 'diabólica' da banda.

Depois de quase uma década, em 1978, Ozzy deixou o Sabbath. A carreira solo do vocalista não foi menor do que de sua ex (e agora atual novamente) banda. Ozzy se cercou de grandes músicos, especialmente de um guitarrista excepcional que morreria cedo e entraria para a história: Randy Rhoads. Depois, se associaria a outro monstro do instrumento, Zakk Wilde. Hoje, conta com o não menos talentoso Gus G. empunhando a guitarra de sua banda.

Com o Black Sabbath, Ozzy lançou 9 discos de estúdio. Em carreira solo, foram 11. Isso sem contar os registros ao vivo.

Polêmicas e outras coisas

Como acontece na vida de muitas personalidades da música, Ozzy teve problemas com álcool e drogas. Gerou polêmica ao morder a cabeça de um morcego em pleno palco - achando que era de brinquedo. Depois, mordeu uma pomba, também de verdade. Mijou num monumento histórico (o Alamo) no Texas (EUA) e chegou a ser preso por causa disso. Nos anos 1980, um garoto se suicidou ouvindo a música "Suicide Solution", o que gerou um processo contra Ozzy, aberto pelos pais do menino, que no final foi vencido pelo músico. Certa vez, bêbado, tentou matar sua esposa e empresária, Sharon Osbourne.

Ao lado de Sharon, Ozzy criou um festival, o OzzFest e também protagonizou um programa televisivo, no modelo de reality show, produzido e exibido pela MTV. O mote do programa era acompanhar o dia a dia de Ozzy e sua família. "The Osbournes" teve 4 temporadas e um total de 52 episódios.

Abaixo, você confere alguns vídeos de Ozzy no Sabbath e em carreira solo. Prepare-se pois esse vai ser um grande show.

"Loner", do mais recente disco do Black Sabbath, "13":  
 


 




PROGRAMAÇÃO MONSTERS OF ROCK

Confira a programação de cada dia do Monsters of Rock e, abaixo, o serviço completo do evento:

25/04/2015 (sábado): Ozzy Osbourne, Judas Priest, Motörhead, Black Veil Brides, Rival Sons, Coal Chamber e Primal Fear

26/04/2015 (domingo): Kiss, Judas Priest, Manowar, Accept, Unisonic, Yngwie Malmsteen, Steel Panther

25 e 26/04/2015 - São Paulo/SP
Arena Anhembi - Av. Olavo Fontoura, 1209
Horário: 10h00 (abertura de portas) / 13h00 (primeiro show)
Ingressos: R$ 700,00 (Pacote para os dois dias, inteira), R$ R$ 400,00 (Ingresso para um dia, 3º lote, inteira).
Vendas online: www.ingressorapido.com.br
Ingresso Rápido: 4003-1212 de Segunda a Sexta das 9h00 às 22h00, e Sábado, Domingos e Feriados das 12h00 às 18h00.
Pontos de venda: www.ingressorapido.com.br/PontosVenda.aspx
Classificação etária: Menores de 16 anos poderão entrar no eventos acompanhados do pais ou dos responsáveis legais.
Informações: social@monstersofrock2015.com.br / www.monstersofrock2015.com.br 


Fonte: Território da Musica

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Carnaval e volta às aulas também é na Antro!

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terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Muse revela título do próximo álbum: Drones

Trio está gravando o sétimo disco da carreira, que deve ser lançado ainda este ano

 Muse 

A banda Muse anunciou, recententemente, que está em estúdio gravando o sucessor de The 2nd Law (2012). Esta semana, entretanto, o grupo "sem querer" revelou mais uma novidade sobre o próximo álbum de inéditas: ele se chamará Drones, de acordo com um vídeo postado no Instagram oficial do trio.
 Galeria - 20 anos do Muse - abre
As imagens mostram um passeio por uma mesa de som cheia de botões. Ao fundo, há uma voz militar ameaçadora, que parece ser de um filme. Em um determinado momento, é mostrada uma tela preta com escritos em azul. Nela, lê-se “Artista: Muse. Álbum: Drones”. Ao site da revista britânica NME, um assessor do Muse não confirmou a informação.


Com lançamento previsto para o segundo semestre de 2015, o sétimo disco do Muse terá – segundo revelou Matt Bellamy no ano passado – uma sonoridade mais “pesada”. A promessa do vocalista mostra uma vontade do grupo de “voltar às raízes”, como ele mesmo já havia comentado em entrevista à Rolling Stone EUA em dezembro de 2013.

“Eu tenho a forte sensação de que o próximo álbum abrirá mão das coisas adicionais com as quais experimentamos nos dois últimos discos, como as batidas eletrônicas, as sinfonias e o trabalho de orquestra. Sinto que será bacana reconectar e relembrar como somos em uma ‘volta ao básico’”, disse ele.

 Fonte: Rolling Stone Brasil

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Banda Maverick 75 comemora 10 anos e grava 1º CD no Rio de Janeiro



Formada por seis dos melhores músicos do Piauí, a banda Maverick 75 é sem dúvida uma das maiores representantes do Rock and Roll do Estado. Com influências jazzistas e também do blues a banda expõe um trabalho puramente artístico e preocupado em envolver o público de fato com o estilo. Formado há 10 anos o Maverick 75 embarcou em uma experiência inovadora que deve render frutos para este ano.

Com Matheus Emérito na voz, Rafael Freitas e Márcio Bigly nas guitarras, André Rodrigues na bateria, Alexandre Jr. no baixo e Edilson Sousa nos teclados e piano, o grupo que é todo piauiense, promove um contato do público com referências de peso como Eric Clapton, Rolling Stones, Bob Dylan, George Harrison, Jack White, Stevie Ray Vaughan, John Coltrane, Herbie Hancock, Black Keys, Led Zepellin, listadas pela própria banda.


Inspirados nos Rolling Stones em “Exile On Main St.”, gravado no porão de uma casa ao Sul da França na década de 70, a banda decidiu mergulhar em um “retiro musical” na serra fluminense onde produziu o que será seu primeiro disco, comemorando os 10 anos de carreira. O estúdio escolhido pela banda, Toca do Bandido, foi o mesmo onde já estiveram grandes nomes da música brasileira como O Rappa, Maria Rita, Skank, Gilberto Gil e Raimundos. A gravação durou sete dias de imersão musical e resultará em breve no disco que ainda não tem nome definido, mas que vai poder ser ouvido nas rádios após o Carnaval.
Em uma conversa com o Playlist, Rafael Freitas, guitarrista da banda, contou detalhes da produção, falou sobre a história da banda e antecipou. Confira o nosso bate-papo:

Há quanto tempo existe o Maverick e como chegaram a essa formação??
O grupo Maverick 75 existe desde 2004, há 10 anos. A ideia nossa, sempre foi de ter mais contato com a musica, explorá-la. Quando alguns amigos estavam na universidade surgiu esse contato, meio que para diversão, e ainda hoje é bastante divertido, diga-se de passagem. Consequentemente, os amigos começaram a apoiar, incentivar e surgiu o movimento da banda de rock Maverick 75. Os anos foram passando, alguns integrantes foram nos deixando, as vezes por compromissos extras, outras por motivos pessoais. Hoje o grupo tem a sua melhor formação, madura e jovem, com influências de grandes músicos locais como o Márcio, guitarrista, o Juninho Baixo e nosso querido Edilson nas teclas, ao mesmo tempo com a essência da formação inicial.

 
Que trabalhos a banda já tem lançados?
Este é o nosso primeiro álbum, um presente de 10 anos de estrada para nosso público e para a gente também. Estamos muito felizes com esse trabalho.

Lançamos nosso single “You'll Never Steal My Mind" em 2012, que estará nesse disco. O single foi tocado em programas de rádio de bandas independentes como o Geração Mundo Livre, da Mundo Livre FM de Curitiba, Paraná.

  

Porque o nome Maverick 75?
Maverick é uma releitura dos anos 70, uma fase de culto total a música. Onde os discos eram comprados e consumidos, os shows eram verdadeiros festivais. Uma reconexão com o melhor momento da música no planeta. E esse som que fazemos é influencia dos "Seventies”, Jazz, Blues, Rock em todas as dimensões, nosso disco tem country e até funk americano. É um passeio pelos anos 70.

A banda esteve no Rio de Janeiro onde gravou seu primeiro CD durante uma verdadeira experiência musical. Como foi tudo isso?
Passamos para outro nível. Foi Incrível. Foram 7 dias intensos de muita música, quase sem dormir, e realmente muito excitantes. Gravamos onde grandes nomes brasileiros gravaram, como O Rappa, Maria Rita, Skank, Gilberto Gil e Raimundos.

Lá é uma casa de serra com toda a estrutura para hospedagem,  e o estúdio em anexo. 
Gravamos lá pois nossa intenção era fazer um retiro musical. Influenciados pela excelente ideia de Keith Richards em gravar no porão de uma casa no sul da França em 71 com os Rolling Stones, essa união de todos no mesmo local e tempo resulta em uma energia cósmica. O “Exile on Main St.”, certamente é um dos maiores álbuns de rock do mundo. Por isso replicamos a ideia!!! 

Estão envolvidos na gravação a banda completa, seis integrantes e toda equipe do Toca do Bandido no RJ. Produtor Felipe Rodarte, engenheiro de Som, Sérgio Santos, assistente Léo Ribeiro e nosso mixer, que vai mixar o disco.  Além dos amigos Kasbafy e Mike Soares que foram conosco e deram a maior força!! 

Vamos lançar 300 copias em Vinil. Vamos rodar Cds e soltar no iTunes para downloads. 
 

Em Teresina como você avalia o mercado musical em geral? E para o estilo da sua banda?
Infelizmente a música, não só no Piauí mas no mundo está em decadência. Hoje o formato das mídias e a tecnologia permite você consumir muito rapidamente todo tipo de som, sem você ter noção da qualidade, da mensagem ou até, por mais superficial que seja , das timbragens. Isso acarreta um declínio dos grandes artistas. O Piauí tem muitas pérolas, mas infelizmente não são valorizadas, não possuem palcos e vivem de contatos, nostálgicos, apenas do passado.

Não Gostamos da falta de palcos, de estrutura para os trabalhos serem demonstrados. Em grandes praças no mundo, você percebe artistas locais muito valorizados, tocando em teatros, praças, ou até palcos produzidos para eventos locais. Aqui não existe inciativa. Apenas eventos em que as pessoas vão para diversão, mas nunca para apreciação. Nós temos grandes nomes na musica Piauiense. 

Adoramos nosso amigo piano jazz player Luizao Paiva; André de Sousa e Mojo Band; Teófilo grande artista, gostamos muito de ver todo o sucesso do Validuaté, muito queridos pelo público e organizados, criativos; a molecada nova; nosso amigo Danilo Rudah , enfim, o Piauí é riquíssimo, apenas precisa ser mais valorizado. 

Quanto ao Rock Piauiense, estamos muito felizes com a galera mais nova que está vindo, bandas boas, a Vitrola Vinil, a Tribuna de Rua, molecada tocando muito, precisamos cada vez mais unir essas forças, e fazer acontecer nosso movimento, que só trás coisas boas para o Estado. 
 

Como é o processo criativo de vocês?
Nós realmente fizemos o single em uma farra, em uma madrugada, mas o disco foi bem mais complexo, as vezes o Rafael fazia um riff, mandava pro Matheus via email. Esse devolvia 1 mês depois. Posteriormente íamos para o estúdio e a banda trabalhava. Outra vez o Márcio vinha com um som feito nos anos 90, trabalhávamos, mudava alguma coisa, enfim... era peça por peça. Três anos de trabalho intenso mas muito gratificante. O disco está lindo!!!  
Temos imagens captadas ao vivo, sem muita edição. mas com equipamentos de primeira e claro com a profissional Talyta Magno da B&T Audiovisual que é fera. 

Que tipo de apresentações preferem. Bares? Festivais? Festas particulares? 
Festivais são mais indicados para o nosso som, mas já fizemos vários tipos de shows, e adoramos todos é pura diversão!!

Como tem sido a aceitação do público dentro e fora de Teresina?
Nosso público é maravilhoso, cativo e seguidor. Tocamos no Festival de Inverno em Pedro II em 2012, a praça da Bonelle ficou esperando nosso show até as 3 da manha. Rolou som até amanhecer!!

Agradecemos este espaço do Playlist para divulgar nosso trabalho, muito obrigado Rayldo Pereira. Continue apoiando a cultura e a arte do nosso Estado. Enfim, nosso trabalho está vindo, foi feito com muito amor, muito carinho. Esperamos que curtam bastante!!!
E vamos buscar valorizar e perceber a cena local, ela está ao nosso lado, basta perceber, e sentirá o quanto podemos ser mais orgulhosos da nossa Arte!


O Playlist que agradece o bate-papo e promete sempre acompanhar  e dar destaque ao que é prata da casa! Para saber mais sobre o Maverick 75 e acompanhar as novidades da banda é só curtir a fan page do grupo https://www.facebook.com/Maverick75PI e para acompanhar as novidades da nossa página, dê seu like em nossa Fan Page https://www.facebook.com/playlistcidadeverde.

Quer ver sua banda, seu projeto ou seu evento divulgado aqui? É só mandar seu contato para meu e-mail rayldopereira@cidadeverde ou me seguir nas redes sociais.


Fonte: Cidade Verde

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B 52’s: ouça mais uma música do disco solo de Kate Pierson

“Guitars and Microphones” será lançado em fevereiro

katepierson 

Conforme noticiado antes, uma das vocalistas do B 52’s, Kate Pierson, vai lança o primeiro álbum solo no dia 24 de fevereiro. O disco se chama “Guitars and Microphones”, e esta semana a música “Bottoms Up” foi disponibilizada, nesse endereço. Em dezembro, a cantora soltou o videoclipe para outra faixa, “Mister Sister”; assista aqui. A produção é de Tim Anderson, e o guitarrista dos Strokes, Nick Valensi, gravou trechos para várias faixas. Ao todo, são 10 músicas; veja a lista no final do texto.
O disco mais recente do B 52’s é “Funplex”, lançado em 2008. Em 2013, a turnê do grupo passou pelo Brasil. Abaixo, a lista das faixas de “Guitars and Microphones”, de Kate Pierson:

1- Throw Down the Roses
2- Mister Sister
3- Guitars and Microphones
4- Crush Me With Your Love
5- Bottoms Up
6- Bring Your Arms
7- Wolves
8- Matrix
9- Time Wave Zero
10- Pulls You Under 


Fonte: Rock em Geral

Rappers são detidos pela PM na zona Sul de Teresina

Grupo A Irmandade filmava imagens de uma abordagem policial.

Os rappers Preto Kedé e Lu foram conduzidos à Central de Flagrantes de Teresina na tarde de ontem (25). A dupla, juntamente com o fotógrafo Renato Bezerra, filmava cenas para o novo clipe do grupo A Irmandade no bairro Parque Piauí, localizado na zona Sul de Teresina.

De acordo com Renato Bezerra, que faz trabalhos de fotografia para A Irmandade de forma voluntária, policiais da Força Tática do 6º Batalhão da Policia Militar ficaram irritados porque ele filmou a ação da polícia durante uma abordagem. “Não imaginava que fazer imagens em via pública era proibido. Os policiais fizeram um verdadeiro filme, apontado pistolas e metralhadores para minha cabeça e dos garotos que fazem parte do grupo de RAP”, disse.
 
 O fotógrafo afirma, ainda, que os policiais agiram de forma truculenta, agredindo os músicos da A Irmandade. “Bateram nos rapazes, simplesmente porque um deles disse que ali todos eram trabalhadores. Revistaram meu carro, mas, como não encontraram nada, tomaram câmera, colocaram algemas em dois deles e os levaram no porta-malas da viatura para a Central de Flagrantes”, acrescenta.
 
Na Central de Flagrantes os policiais registraram um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) por desacato à autoridade por parte dos rappers. Renato, que não foi detido, recuperou seus equipamentos fotográficos apreendidos e todos foram liberados em seguida. A reportagem tentou, mas não conseguiu contato com o Preto Kedé.
 
A assessoria de comunicação da PM informou que o caso ainda não foi notificado à Corregedoria da Polícia Militar. “Até agora o que soubemos é que eles foram conduzidos à Central. A corregedoria está de portas abertas para ouvir a denúncia e investigar a ocorrência’, garante o major Adriano Lucena. O corregedor da PM não foi localizado para comentar o episódio.

Sobre A Irmandade
O grupo A Irmandade relata em suas letras o cotidiano da periferia de Teresina. Em 2013, Preto Kedé teve o nome envolvido em uma polêmica com o capitão Fábrio Abreu (futuro secretário estadual de Segurança) após a repercussão do rap "Marginais Fardados".
"A Irmandade desenvolve  trabalho com jovens da comunidade. Ao contrário do que a polícia pensa, nenhum de nós somos envolvidos com droga ou criminalidade. Queremos é tirar a juventude desse mal através do rap", explica Renato Bezerra.

 Sindicato dos Jornalistas publica nota de repúdio

O Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado do Piauí publicou nota de repúdio sobre o episódio. O Sindjor se posiciona contra a "covarde agressão praticada por policiais da Força Tática"  ao fotógrafo e também  jornalista Renato Bezerra e aos integrantes da A Irmandade. 
"A diretoria do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado do Piauí vem a público manifestar o seu repúdio à covarde agressão praticada por policiais da Força Tática contra o jornalista Renato Bezerra e um grupo de jovens das Vilas Santa Cruz e São José, que foram agredidos e conduzidos arbitrariamente para a Central de Flagrantes. A Secretaria de Segurança e o comando da Policia Militar têm a obrigação e o dever de apurar rigorosamente o caso e punir os policiais agressores, que agiram como se estivessem acima da lei. É preciso dar um basta na violência policial contra cidadãos indefesos, comum hoje em dia principalmente em bairros da periferia. A violência sofrida pelo jornalista Renato Bezerra e os jovens do grupo de Rap Irmandade mostra o quanto é urgente e necessário que o Ministério da Justiça defina um protocolo de atuação das forças de segurança pública, baseado no princípio da não agressão, de respeito ao trabalho do jornalista, com a orientação de que a polícia se abstenha de apreender os equipamentos de trabalho dos profissionais de comunicação. Vamos aguardar que providências sejam adotadas e que os policiais agressores, que podem facilmente ser identificados, sejam punidos na forma da lei.

VEJAM UM CLIP DOS CARA AQUI!

 Fonte: O Dia

 

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Linkin Park: um exemplo mostra que é a banda mais foda do mundo

O material jornalístico produzido pelo Estadão é protegido por lei. Para compartilhar este conteúdo, utilize o link:
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A Forbes, revista de negócios e economia norte-americana, uma das mais respeitadas do mundo, fez uma matéria sobre como, através da responsabilidade social, a banda Linkin Park consegue melhorar o mundo. Confira trechos do texto de Ruth Blatt. Abaixo, o link da matéria na íntegra, em inglês.

Se você ainda é jovem e acha que é cedo para ir em um concerto do Linkin Park, uma recente publicação (da Kerrang!) declarou que eles são "A maior banda de rock do planeta", e você terá muitas oportunidades de ir e de tornar o mundo um lugar melhor. Você pode se juntar ao pessoal do "Love Hope Strength" para descobrir se é um doador compatível de medula óssea e salvar a vida de alguém, como vários fãs do Linkin Park tem feito (conheça o trabalho da fundação em www.lovehopestrength.org). Você vai aprender como você pode ajudar o meio ambiente através da Reverb, uma organização sem fins lucrativos que trabalha com o Linkin Park para minimizar o impacto ambiental causado por gases nocivos (reverb.org). Ou você pode visitar os veteranos de guerra da América do Iraque e do Afeganistão, onde você vai conhecer Quan Nguyen, que vai contar um pouco sobre seu projeto de combate ao suicídio de veteranos de guerra (iava.org/about). A instituição inclusive lançou em seu canal um vídeo com imagens tendo a faixa "Wastelands", do álbum "The Hunting Party", como trilha sonora. Confira.


  


 



Mais do que a consciência, a banda vê o "Music for Relief" como uma infra-estrutura para envolver pessoas que querem usar um pouco do que tem e que sabe fazer para fornecer ajuda. Para isso, eles organizam plantio de árvores, em conjunto com seus fãs e colaboradores.

Através de tais atividades, o Linkin Park é capaz de permear sua organização com uma cultura de cuidar, de se importar. De acordo com um recente estudo feito por professores da "Business School EESEC", uma ação social corporativa é eficaz quando é baseada em uma criação de organização de pessoas que estão sendo encorajados a ajudar e a cuidar um do outro, e é isso que a banda faz, encoraja os seus fãs a ajudar.


Na África do sul, em 2012, vinte membros da equipe do Linkin Park plantaram árvores em uma escola primária. "Foi o melhor dia", disse Missy Allgood. "Eles foram tão doces. Estas crianças pequenas viram como os pequenos gestos podem ser grandes e belos. Eles estavam cantando, e cada pessoa da escola tinha lágrimas nos olhos."

O Linkin Park sempre renova sua energia filantrópica. Eles visitam escolas, hospitais e também campos de refugiados. Através dessas práticas, o Linkin Park tem sido capaz de fazer crescer suas atividades de ajuda, mas eles querem fazer ainda mais – "O maior desafio é chegar a descobrir formas de envolver outros artistas do mundo todo", disse Dave. "É ótimo ter artistas apaixonados pelas pessoas e pelo mundo como o Linkin Park, é muito legal colaborar com o mundo. Temos que unir nossas forças e fazer barulho".


Fonte:  Whiplash.Net

Foo Fighters no Brasil: Veja o repertório do show em Porto Alegre

 
A turnê do Foo Fighters pelo Brasil já começou. A banda se apresentou ontem, 21 de janeiro, em Porto Alegre e tocou por quase três horas para os fãs. Nessa sexta-feira, é a vez de São Paulo receber os norte-americanos. Depois a banda segue para o Rio de Janeiro e Belo Horizonte. Ainda há ingressos à venda para os três shows.

Esta é a terceira passagem da banda pelo País e a primeira fora de festivais (antes eles tocaram no Rock In Rio de 2001 e no Lollapalooza de 2012). Os shows terão abertura do Kaiser Chiefs, e as bandas brasileiras Raimundos e a Comunidade Nin Jitsu também foram convidadas para participar da turnê.

Atualmente o Foo Fighters divulga o mais recente disco, "Sonic Highways", mas o repertório dos shows inclui diversos sucessos anteriores do grupo como "The Pretender", "Times Like These" e "Learn to Fly". No final desta nota, veja a lista de músicas que a banda apresentou no sul do País. Os shows de São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte deverão ter um repertório parecido.

Veja informações sobre os próximos shows do Foo Fighters pelo Brasil:

23/01/2015 - São Paulo/SP
Praça Roberto Gomes Pedrosa, 1 - Morumbi
Horário: 21h00
Classificação etária: 16 anos (de 10 a 15 anos é permitida a entrada acompanhado de um responsável).
Ingressos: R$ 200,00 (arquibancadas 2 e 4), R$ 220,00 (arquibancadas 1 e 3), R$ 320,00 (pista), R$ 350,00 (inferior A e B), R$ 400,00 (cadeiras superiores 1, 2 e 3), R$ 640,00 (Pista Premium - Verde e Pista Premium - Amarela) - Valores sem desconto
Vendas pela internet: www.ticketsforfun.com.br

25/01/2015 - Rio de Janeiro/RJ
Estádio do Maracanã - Rua Professor Eurico Rabelo, Maracanã
Horário: 20h00
Classificação etária: 16 anos (de 10 a 15 anos é permitida a entrada acompanhado de um responsável).
Ingressos: R$ 200,00 (cadeira superior nível 5), R$ 280,00 (cadeiras inferior sul e superior 2 sul), R$ 300,00 (pista), R$ 350,00 (cadeira superior leste), R$ 400,00 (cadeiras inferior oeste e inferior leste), R$ 500,00 (cadeiras lounge leste e Maracanã Mais), R$ 600,00 (Pista Premium - Verde e Pista Premium - Amarela) - Valores sem desconto
Vendas pela internet: www.ticketsforfun.com.br

28/01/2015 - Belo Horizonte/MG
Esplanada do Mineirão - Avenida Antônio Abrahão Caram, 1001 - São Luís
Horário: 21h00
Classificação etária: 16 anos (de 10 a 15 anos é permitida a entrada acompanhado de um responsável).
Ingressos: R$ 300,00 (pista), R$ 600,00 (Pista Premium - Verde e Pista Premium - Amarela) - Valores sem desconto
Vendas pela internet: www.ticketsforfun.com.br

Confira o repertório que a banda apresentou em Porto Alegre, no dia 21/01/2015:

01. Something from Nothing
02. The Pretender
03. Learn to Fly
04. Breakout
05. Arlandria
06. Generator
07. My Hero
08. Congregation
09. Walk
10. Cold Day in the Sun
11. In the Clear
12. I'll Stick Around
13. Monkey Wrench
14. Skin and bones
15. Wheels
16. Times Like These
17. Detroit Rock City (do Kiss)
18. Miss You (do Rolling Stones)
19. Tie your Mother Down (do Queen)
20. Under Pressure (do Queen)
21. All My Life
22. These Days
23. Rope
24. Outside
25. Best of you
26. Everlong 

Fonte: Território da Musica

Nação Hip Hop comemora 10 anos de resistência e luta

A Nação Hip Hop completa dez anos

A partir da iniciativa de jovens ligados ao movimento Hip Hop, em sua maioria militantes da UJS, surgia há 10 anos a Nação Hip Hop Brasil. Com a consciência de que era necessária maior participação nas decisões políticas do país, justamente por se tratar de um movimento profundamente “enraizado nas quebradas”, como aponta o presidente da entidade, Beto Teoria, a Nação utiliza a cultura como instrumento para fortalecer o diálogo entre o poder público e privado e a juventude.


As ações da Nação são voltadas aos movimentos culturais que têm suas raízes na periferia, como explica Teoria. Ainda segundo o presidente da entidade, “mesmo a Nação sendo uma entidade do Movimento Hip Hop, ela sempre teve interface com outras iniciativas das chamadas culturas e movimentos alternativos como o Skate, Reggae, o Funk, o Samba, entre outros”.

As dificuldades que o povo brasileiro atravessou durante o auge do neoliberalismo no país, nos anos 90, foram denunciadas tanto no Rap de São Paulo quanto no Funk carioca, apenas para citar dois exemplos. Porém para o dirigente da Nação, “após a eleição do presidente Lula e dos projetos que promoveram as oportunidades ao nosso povo hoje você tem a possibilidade de criar um ambiente mais humano para sua comunidade com oportunidade de formação escolar, profissional, e ascensão econômica”.

“Foi por isso que elegemos um governo popular e é por isso que continuamos a acreditar nele, pois nós sabemos quem realmente fecha com nosso povo. Estas mudanças e avanços sociais, culturais e econômicos fazem com que nossos artistas de agora não cantem somente sobre as mazelas, mas possam falar sobre outras realidades, falar de amor, entretenimento e até luxo [fazendo referência ao “funk ostentação”]”, explica.

Na opinião de Toni C, autor de Um Bom Lugar, biografia oficial do rapper paulistano Sabotage e integrante da equipe do Portal Vermelho, “a Nação Hip-Hop Brasil é uma tentativa legítima do movimento Hip-Hop organizado, se até o crime é organizado, por que a maior contracultura globalizada do planeta não deve ser? A juventude da periferia pode contar com uma entidade para fazer o enfrentamento de suas pautas, inclusive a do extermínio que ela é cotidianamente subjugada”.

Para o ano que começa a Nação Hip Hop Brasil busca consolidar suas conquistas, mas também lutar por novos espaços de decisão e participação. Com diversas ações programadas para 2015, a Nação busca fortalecer o Hip Hop, para seguir, através da cultura, lutando por melhores condições para a população das periferias de Norte a Sul do país.

Por fim, Beto Teoria afirma que entre os objetivos da entidade está o de “alçar voos na disputa eleitoral de 2016”. Portanto, 10 anos de Nação foram apenas o começo de uma longa jornada de lutas.

Para saber mais sobre as atividades da Nação Hip Hop Brasil, acesse o blog da entidade.

Assista ao vídeo oficial do Circuito Nação Hip-Hop Brasil, evento que foi dividido em 8 etapas, passando por todas as regiões da capital paulista e mais quatro cidades no interior: 

Fonte: Portal da UJS

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