sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Public Enemy relançará discos clássicos em versão de luxo, com extras e lados B

Public Enemy - SP

Novos It Takes a Nation of Millions to Hold Us Back e Fear of a Black Planet chegam às lojas em novembro 
Como parte das celebrações do aniversário de 30 anos do selo Def Jam, a gravadora planeja os relançamentos de It Takes a Nation of Millions to Hold Us Back, disco do Public Enemy de 1988, que marcou o estouro do grupo, assim como o sucessor Fear of a Black Planet. Cada relançamento terá a versão original dos discos, além de outro CD com faixas bônus, raros lados B e textos assinados por Questlove (da banda The Roots) e Andre Torres, editor-chefe da Wax Poetics.

O primeiro disco bônus de Nation of Millions inclui diferentes mixes de “Rebel Without a Pause” e “Fight the Power”, que apareceu no filme Do the Right Thing, de Spike Lee, de 1989. O outro disco é o DVD de Fight the Power...Live, com clipes bônus, como “Fight the Power” (também dirigido por Spike Lee), “Black Steel in the Hour of Chaos”, “Night of the Living Baseheads” e performances ao vivo.
“Isso revirou completamente a forma como os discos são feitos”, escreveu Questlove sobre Nation of Millions. “Desafiou todo o conceito de reinvenção da indústria fonográfica.”

Os discos bônus de Black Planet incluem remixes de “Brothers Gonna Work It Out” e “Can't Do Nuttin' for Ya Man”, assim como versões de “Fight the Power” com mais instrumentos, entre outras novidades. Veja a relação completa na lista abaixo.

“Nós precisávamos de um hino”, contou Spike Pee à Rolling Stone EUA, no início do ano, sobre a inclusão de “Fight the Power” no filme dele. “Eu queria o Public Enemy.”
Ambos os relançamentos estão previstos para chegar no dia 25 de novembro.

Lista de faixas da versão de luxo de It Takes a Nation of Millions to Hold Us Back:
Disco Um
1 - "Countdown to Armageddon"
2 - "Bring the Noise"
3 - "Don't Believe the Hype"
4 - "Cold Lampin' With Flavor"
5 - "Terminator X to the Edge of Panic"
6 - "Mind Terrorist"
7 - "Louder Than a Bomb"
8 - "Caught, Can We Get a Witness?"
9 - "Show 'Em Whatcha Got"
10 - "She Watch Channel Zero?!"
11 - "Night of the Living Baseheads"
12 - "Black Steel In the Hour of Chaos"
13 - "Security of the First World"
14 - "Rebel Without a Pause"
15 - "Prophets of Rage"
16 - "Party for Your Right to Fight"
Disco Dois (faixas bônus)
1 - "Bring the Noise (No Noise Version)"
2 - "Bring the Noise (No Noise Instrumental)"
3 - "Bring the Noise (No Noise à Cappella)"
4 - "Rebel Without a Pause (Instrumental)"
5 - "Night of the Living Baseheads (Anti-High Blood Pressure Encounter Mix)"
6 - "Night of the Living Baseheads (Terminator X Meets DST And Chuck Chill Out Instrumental Mix)"
7 - "Terminator X to the Edge of Panic (No Need to Panic Radio Version)"
8 - "The Edge of Panic"
9 - "The Rhythm, the Rebel (À Capella)"
10 - "Prophets of Rage (Power Version)"
11 - "Caught, Can We Get a Witness? (Pre Black Steel Ballistic Felony Dub)"
12 - "B-Side Wins Again (Original Version)"
13 - "Black Steel in the Hour of Chaos (Instrumental)"
14 - "Fight the Power (Soundtrack Version)"
Disco Três (Fight the Power - - -Live DVD)
1 - "Countdown to Armageddon"
2 - "Public Enemy Number One"
3 - "Miuzi Weighs a Ton"
4 - "Night of the Living Baseheads (Live)"
5 - "Fight the Power"
6 - "Bring the Noise"
7 - "Don't Believe the Hype"
8 - "Black Steel in the Hour of Chaos"
9 - "Rebel Without a Pause"
10 - "Terminator X to the Edge of Panic"
11 - "Night of the Living Baseheads" (Video)
12 - "Prophets of Rage"
Lista de faixas da versão de luxo de Fear of a Black Planet:
Disco Um
1 - "Contract on the World Love Jam"
2 - "Brothers Gonna Work It Out"
3 - "911 Is a Joke"
4 - "Incident At 66 -6 FM"
5 - "Welcome to the Terrordome"
6 - "Meet the G That Killed Me"
7 - "Pollywanacraka"
8 - "Anti-Ni***r Machine"
9 - "Burn Hollywood Burn" (featuring Ice Cube)
10 - "Power to the People"
11 - "Who Stole the Soul?"
12 - "Fear of a Black Planet"
13 - "Revolutionary Generation"
14 - "Can't Do Nuttin' for Ya, Man!"
15 - "Reggie Jax"
16 - "Leave This Off Your Fu*kin Charts"
17 - "B Side Wins Again"
18 - "War At 33 1/3"
19 - "Final Count of the Collision Between Us And the Damned"
20 - "Fight the Power"
Disco Dois (faixas bônus)
1 - "Brothers Gonna Work It Out (Remix)"
2 - "Brothers Gonna Work It Out (Dub)"
3 - "Flavor Flav"
4 - "Terrorbeat"
5 - Welcome to the Terrordome (Terrormental)"
6 - "Can't Do Nuttin' for Ya Man (Full Rub Mix)"
7 - "Can't Do Nuttin' for Ya Man (U -K - 12" Powermix)"
8 - "Can't Do Nuttin' for Ya Man (Dub Mixx)"
9 - "Burn Hollywood Burn (Extended Censored Fried to the Radio Version)"
10 - "Anti-Nigger Machine (Uncensored Extended)"
11 - "911 Is a Joke (Instrumental)"
12 - "Power to the People (Instrumental)"
13 - "Revolutionary Generation (Instrumental)"
14 - "War at 33 1/3 (Instrumental)"
15 - "Fight the Power (Soundtrack Version)"
16 - "Fight the Power (Powersax)"
17 - "Fight the Power (Flavor Flav Meets Spike Lee)"
18 - "The Enemy Assault Vehicle Mixx (Medley)"
 
 
Com informações da Rolling Stone Brasil

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quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Entrevista Rick Wakeman: “O amor número um da minha vida é a música”

 
Rick Wakeman no Teatro Bradesco São Paulo em 2012

Em 1974 Rick Wakeman lançou “Journey To The Centre Of The Earth”, um clássico do rock sinfônico inspirado no romance de Júlio Verne de mesmo nome (“Viagem ao Centro da Terra”). No ano seguinte o tecladista veio ao Brasil pela primeira vez promovendo o trabalho, e o público brasileiro pôde ouvi-lo ao vivo na íntegra e logo depois de seu lançamento, um evento raro para a época.

Quarenta anos se passaram desde então e muito mudou – inclusive “Journey To The Centre Of The Earth”, cujos 36 minutos originais quase dobraram graças ao resgate de músicas perdidas que não entraram no disco por falta de espaço no vinil. O que parece continuar igual é a energia de Wakeman, que se mantém “incrivelmente ocupado” até hoje e não pretende parar tão cedo.

Tanto que acaba de chegar ao Brasil para mais uma série de shows em São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre (confira o serviço completo ao final da entrevista). O público gaúcho inclusive terá mais uma chance de conferir “Journey To The Centre Of The Earth” na íntegra – dessa vez na versão completa, no show que encerra a turnê.

Os paulistas são os primeiros a receber Wakeman, que se apresenta hoje e amanhã no Teatro Bradesco. E pela conversa que tivemos com a lenda do rock progressivo um pouco antes de sua chegada, ele está tão empolgado quanto os fãs por voltar a viver seu “amor número um” – a música – no País pelo qual se apaixonou quase meio século atrás.

É bom tê-lo mais uma vez em nosso País. Você já veio ao Brasil diversas vezes, a visita mais recente foi há dois anos, como você vê o Brasil e o que a música brasileira representa para você?

RW:
O Brasil na verdade teve um papel na minha vida musical muito maior do que as pessoas talvez imaginem, porque quando era criança tocava muita música tradicional brasileira no rádio, então sabíamos até que bastante a respeito mas nunca vivemos a experiência. E foi interessante quando fui para o Brasil, em 1975 foi a primeira vez. O que foi incrível para mim é que parecia haver três coisas acontecendo o tempo todo, onde quer que você fosse as pessoas ou estavam dançando, fazendo música, ou estavam jogando futebol. Era simplesmente fantástico. E eu verdadeiramente me apaixonei completamente pelo País, pelas pessoas, por tudo. Eu tive muita, muita sorte, juntei tanta música original brasileira. E eu estava muito interessado mesmo, mais do que qualquer outra coisa, nos diferentes ritmos latinos. Porque quando é tocado por alguns músicos ingleses que tentam tocar música latina não é bem a mesma coisa, há uma sensação bem incrível na forma como tudo é feito.

E teve um grande papel porque eu voltei. Por exemplo, menos de um ano depois eu estava escrevendo a música para o filme das Olimpíadas de Inverno de 1976 [“White Rock”, lançado em 1977], e usei em “White Rock” basicamente o padrão rítmico exato que tinha ouvido e anotado quando estava aí no ano anterior. E na verdade meu baterista Tony Fernandez ficou muito interessado na forma que a música brasileira se estrutura, na percussão, e usamos bastante [dessa estrutura] na música que fazemos, tentamos adaptar para usar. E todas as melodias, eu amei, eu simplesmente amo a paixão que parece haver nas pessoas, e na música, e no futebol (ri). Não há dúvidas, [a música brasileira] teve e ainda tem uma forte influência na música que escrevo e toco. O Brasil teve um grande papel. E eu me lembro, depois de estar aí a primeira vez, de estar no voo indo embora e me sentir muito, muito, muito triste. Tudo que eu queria fazer era voltar. Até hoje eu gostaria de voltar e passar bem mais tempo, em vez de apenas ir, fazer alguns shows e ir embora. Eu realmente gostaria de ir e aprender ainda mais sobre a cultura, a música, músicos antigos e músicos novos. Isso é algo que eu realmente gostaria de fazer um dia.

No último dos novos shows no Brasil, em Porto Alegre, você irá tocar o disco "Journey to the Center of the Earth". O que esse disco significa hoje, depois de 40 anos de seu lançamento?

RW:
Foi muito interessante, porque tocamos ele [o álbum] originalmente em 75 no Rio, fizemos alguns shows no Rio. O interessante sobre “Journey” é que ele só tinha 36 minutos, porque isso era tudo que cabia em um LP, em um vinil, mas quando foi escrito na verdade ele tinha 55 minutos. Obviamente só tocamos 36 minutos porque o resto não caberia em um álbum, então havia muita música faltando, muitas canções faltando no álbum, que simplesmente desapareceram, na verdade. E aí toda a música de “Journey” desapareceu. E aí uma coisa muito estranha aconteceu, os maestros de “Journey” reapareceram mais ou menos sete anos atrás e meu grande amigo e maestro Guy Protheroe disse para mim: “sabe, o original tinha 55 minutos mas você nunca tocou nem gravou”, e eu disse “eu sei”. Ele disse “que ótima oportunidade de colocar toda a música que estava faltando”.

Então regravamos o álbum, que saiu agora. É todo o álbum original mais os 20 minutos de música que faltavam. Acabou de sair na Inglaterra e está saindo nos outros lugares agora, principalmente para compra online. E a resposta tem sido fantástica. Chegamos às paradas no Reino Unido, e fez um sucesso imenso, ficamos muito, muito felizes, e meio que muito orgulhosos com tudo. E foi interessante porque para nós era tão fresco e novo como quando o fizemos 40 anos atrás. Então voltar ao Brasil e poder tocá-lo de novo significa muito para mim.

Esse disco foi lançado logo depois de sua saída do Yes. Você voltou para a banda e saiu novamente algumas vezes depois disso. Você não consegue dizer 'não' para o Yes?

RW:
É, pessoas disseram que a minha relação com o Yes parece a da Elizabeth Taylor com o Richard Burton: não conseguíamos viver um com o outro mas não conseguíamos viver separados. Eu gostei de todas as vezes que trabalhei com o Yes, mas há diferentes razões pelas quais voltei e fui embora. Jon [Anderson] e eu somos amigos fantasticamente próximos, então nos falamos bastante, fizemos um disco juntos, fizemos pequenas turnês e coisas juntos. Mas é muito interessante, há muito a fazer na vida quando se trata de música, e infelizmente o máximo que você pode fazer é, suponho, aquilo que os anos que você tem de vida permitem. Se há muitas coisas que você quer fazer fora das limitações de uma banda, então você tem que ir fazê-las.

Meu grande amigo Jon Lord, do Deep Purple, ele deixou o Deep Purple porque havia muita música e muitas coisas que ele queria fazer fora da banda, por mais que ele amasse o Deep Purple. E fico muito feliz que ele tenha feito isso. Fizemos seu último show juntos, éramos ótimos amigos, e aí ele foi diagnosticado com câncer e morreu dentro de seis meses. Então por mais que amasse ele no Deep Purple fico muito feliz que ele tenha tomado essa decisão de sair e fazer a música que fez, porque se ele tivesse ficado com a banda teríamos perdido toda a música maravilhosas que ele compôs. Então é muito difícil, mas eu curti tudo que podia meu tempo com o Yes, acho que tive sorte de estar com eles durante alguns dos grandes períodos de composição com “Fragile”, “Close To The Edge” e “Going For The One”, e também quando acho que a banda estava tocando melhor, acho que por volta de 2003, 2004 quando, um pouco que nem a vitória de um time de futebol, todo mundo estava tocando fantasticamente bem.

Então fico satisfeito de ter feito parte do Yes quando fiz. Se você juntasse todas as vezes que estivemos juntos, passei aproximadamente 13 anos da minha vida com o Yes, o que é um bom tempo.

Como você mesmo disse, há muito para fazer na vida em termos de música. Além dessa turnê e do relançamento de “Journey”, há planos para um novo disco ou projeto? No quê você está envolvido ultimamente?

RW:
Sim, estou trabalhando em um novo projeto com Brian May, vamos trabalhar juntos fazendo alguma coisa. Tenho alguns outros projetos de rock orquestral que quero fazer, também faço muita televisão na Inglaterra, e claro, vamos atravessar países tocando “Journey” em lugares diferentes. É uma mistura de estúdio, shows, televisão, que faço bastante, lancei três livros e fui contratado para escrever outro. Todos os dias são incrivelmente ocupados, e sou muito grato porque gosto de estar ocupado, não gosto de não fazer nada.

Além de estar sempre ocupado, você tem cinco filhos, se não estamos enganados...

RW:
Seis, tenho seis filhos

Então, seis filhos, alguns netos, e até problemas de saúde no passado. Tudo isso e se mantendo sempre ocupado. Como é equilibrar a saúde, a família e a vida na estrada numa carreira que já dura 44 anos?

RW:
Muito, muito, muito difícil. Você está certa, tive alguns problemas de saúde sérios, mas sabe, meio que coloquei eles de lado. Porque se você começa a se preocupar com questões de saúde e o que poderia acontecer, não faz nada nunca. Com a família é muito difícil, quer dizer, fui casado quatro vezes. Por sorte tenho uma esposa muito compreensiva, estamos juntos há 12 anos e ela é um grande apoio. Meus filhos estão todos crescidos, tenho seis filhos e nove netos. Não os vejo tanto quanto gostaria. Eu vivo dizendo “talvez eu devesse fazer menos, passar mais tempo vendo meus filhos crescidos e suas famílias. A dificuldade é – e acho que é a mesma para muitos músicos – que o amor número um da minha vida é a música. E às vezes a música pode ser muito, muito, muito egoísta e pode ficar acima de todo o resto. Quer dizer, eu passo tempo com meus filhos, passo tempo com meus netos. Nos falamos, por telefone ou de alguma forma, praticamente todos os dias. E sempre que posso vou visitá-los, ou eles vêm me visitar. Mas dois dos meus filhos são músicos profissionais, então eles sabem como é. Adam está com Ozzy Osbourne há 11 anos, e com o Black Sabbath, ele fica fora mais tempo que eu. Acho que a coisa é que eles entendem como é, mas você tem que ter uma família muito, muito compreensiva se é músico.

27 e 28/10/2014 - São Paulo/SP
Teatro Bradesco São Paulo - Rua Turiassu, 2100 - 3° Piso
Horário: 21h00
Ingressos: R$ 270,00 (plateia, filas de A a N), R$ 260,00 (camarote), R$ 250,00 (plateia, filas de O a W), R$ 190,00 (Frisa, 1º andar), R$ 170,00 (Balcão nobre), R$ 150,00 (Frisa, 2º andar), R$ 70,00 (Frisa, 3º andar, vendas apenas na bilheteria do teatro).
Vendas online e por telefone: www.ingressorapido.com.br / 4003-1212
Classificação etária: 12 anos (menores apenas acompanhados pelos pais ou responsáveis)
Informações: www.teatrobradesco.com.br

29/10/2014 - Rio de Janeiro/RJ
Teatro Bradesco - Av. das Américas, 3.900/Lj 160
Horário: 21h00
Ingressos: : R$ 90,00 (Frisa), R$ 190,00 (Balcão Nobre), R$ 270,00 (Plateia Alta), R$ 290,00 (Plateia Baixa) e R$ 220,00 (Camarote)
Vendas online e por telefone: www.ingressorapido.com.br / 4003-1212
Pontos de venda: FNAC Barra Shopping, Saraiva Mega Store Shopping Rio Sul, Saraiva Mega Store Norte Shopping, Loja South Centro, Theatro Net Rio, Loja Vivo Ipanema, Posto BR Piraquê, Loja Vivo Shopping Leblon, Posto Burgão e Posto BR Bougainville.
Classificação etária: 12 anos (menores apenas acompanhados pelos pais ou responsáveis)
Informações: www.teatrobradescorio.com.br

30 e 31/10/2014 - Porto Alegre/RS
Auditório Araújo Vianna - Av. Osvaldo Aranha, 685
Horário: 21h00
Ingressos: R$ 200,00 (Plateia Baixa Central), R$ 160,00 (Plateia Baixa Lateral), R$ 110,00 (Plateia Alta Central), R$ 90,00 (Plateia Alta Lateral)
Vendas online e por telefone: www.ingressorapido.com.br / 4003-1212
Classificação etária: 12 anos (menores apenas acompanhados pelos pais ou responsáveis)
Informações: www.oiaraujovianna.com.br
“Journey To The Centre Of The Earth”

Fonte: Território da Musica

David Gilmour planeja disco e turnê solo para 2015

David Gilmour

Guitarrista diz que The Endless River será o último álbum do Pink Floyd 
David Gilmour está prestes a lançar The Endless River, com o Pink Floydmas isso não quer dizer que o guitarrista já não planeje um novo álbum solo. Em entrevista à Rolling Stone EUA, ele falou que o fato de estar prestes a lançar o primeiro disco das banda em 20 anos, o projeto solo dele está prestes a ficar pronto.

“Está indo muito bem”, disse o guitarrista. “Tenho alguns rascunhos que ainda não estão finalizados e alguns deles precisarão ser iniciados. Precisarei de alguns meses de trabalho, mas estou espero que saia no próximo ano e que eu faça uma turnê de um velho, não uma coisa de 200 apresentações.”

Guitarrista do Pink Floyd – e líder desde a saída do baixista Roger Waters, no fim da década de 1980 –, Gilmour não tem uma extensa carreira fora da banda. Como artista solo, ele lançou apenas três álbuns, David Gilmour (1978), About Face (1984) e, mais recentemente, On an Island (2006).
“É uma pena, mas é o fim”
The Endless River, o primeiro disco do Pink Floyd desde The Division Bell (1994), será também o último da banda, como confirma Gilmour. “Creio que comandamos com sucesso o melhor que há. Suspeito isso”, diz Gilmour sobre o futuro do Pink Floyd. Em entrevista à BBC 6 Music, Gilmour acrescenta: “É uma pena, mas é o fim”. The Endless River chega às lojas em 10 de novembro.


The Endless River é um fluxo contínuo de música que cresce gradualmente por quatro partes separadas durante 55 minutos”, diz o guitarrista. “Há, de certa forma, uma continuação do álbum Division Bell, sendo a última frase de Division Bell ‘the endless river’ – ‘the endless river forever and ever’ no fim da canção ‘High Hopes’”. Para o lançamento, Gilmour e o baterista Nick Mason revisitaram e retrabalharam no que sobrou das sessões de estúdio de Division Bell como forma de homenagear o tecladista Rick Wright, que morreu em 2008.

“O único conceito é o conceito de eu, Rick e Nick estarmos tocando juntos da maneira que fizemos no passado, mas esquecemos que fizemos, e foi instantaneamente familiar”, diz Gilmour. Mason acrescenta: “Acho que Rick ficaria animado. Penso que este disco é uma boa maneira de reconhecer a dimensão do que ele fez. O elemento mais significativo foi, sinceramente, ouvir o que Rick fez, porque, ter perdido Rick, lembrou-nos do quão especial ele era como músico”.

The Endless River ainda traz contribuições do físico Stephen Hawking, cuja “voz” aparece na faixa “Talkin’ Hawkin’” duas décadas depois de ele ter falado em “Keep Talkin’”, de Division Bell, além das composições de Anthony Moore e Samson. O quarteto de cordas Escala também aparece em “Louder Than Words”. Phil Manzanera, guitarrista do Roxy Music, ajudou a produzir o álbum.
 Ouça abaixo os teasers com prévias de músicas de The Endless River já divulgados pela banda. 
 
 





Tracklist de The Endless River:
Lado 1
1 – “Things Left Unsaid”
2 – “It’s What We Do”
3 – “Ebb and Flow”
Lado 2
1 – “Sum”
2 – “Skins”
3 – “Unsung”
4 – “Anisina”

Lado 3
1 – “The Lost Art of Conversation”
2 – “On Noodle Street”
3 – “Night Light”
4 – “Allons-y (1)”
5 – “Autumn’68”
6 – “Allons-y (2)”
7 – “Talkin’ Hawkin'”

Lado 4
1 – “Calling”
2 – “Eyes To Pearls”
3 – “Surfacing”
4 – “Louder Than Words” 


Com informações da Rolling Stone Brasil

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segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Exclusivo: Led Zeppelin revela versão “sombria” de “Stairway to Heaven”, que estará em relançamento de luxo; ouça

“Acho que é uma boa personalização nossa que está ali”, elogia Jimmy Page sobre a canção

 Led Zeppelin 

A jornada de uma semana do Led Zeppelin no famoso estúdio Sunset Sounds Recorders, localizado em Los Angeles, durante o ano de 1971 – quando o guitarrista e produtor Jimmy Page mixou várias faixas para o que seria o quarto álbum do grupo -, gerou algumas experiências que foram "esquecidas". Agora, mais de quatro décadas depois do disco sair, a banda está incluindo um mix de “Stairway to Heaven” em uma versão de luxo do relançamento de Led Zeppelin IV. Ouça no player abaixo, disponível com exclusividade no site da Rolling Stone Brasil.

Chamada de “Sunset Sound Mix”, a versão revela uma abordagem mais sombria para a melodia. As introduções são silenciosas e as guitarras estão mais presentes do que estamos acostumados a ouvir na canção original. Tudo, no geral, traz tons mais obscuros ao grande hit do Led Zeppelin.

“É sempre interessante ouvir coisas que você conhece muito bem de uma forma diferente”, diz John Paul Jones à Rolling Stone EUA. “Dá uma perspectiva diferente. Você percebe novas nuances. Eu ouvi em algum lugar que o fim de ‘Stairway to Heaven’ contém uma das melhores linhas de baixo já gravada. Infelizmente, ficou perdida debaixo das melhores guitarras de todos os tempos, então... ‘Stairway’ é minha favorita. Ela representa tudo o que somos.”

“O mix de ‘Stairway to Heaven’ foi realmente realizado no Sunset Sound, em Los Angeles, antes da versão que todos conhecem”, diz Jimmy Page. “Eu acho que é uma boa personalização nossa que está ali.” 

Ouça “Stairway to Heaven” (“Sunset Sound Mix”) no player abaixo:

Page e o engenheiro de som Andy Johns Peter Grant, empresário da banda, voaram até Los Angeles em fevereiro de 1971, para mixar o que seria o quarto álbum do grupo. Quando eles voltaram para Londres, uma semana depois, estavam insatisfeitos com os mixes, afirmando que o som ficou pegajoso e que faltava um final mais surpreendente. Page afirmou não estar contente com os monitores do estúdio e o único mix que entrou para o disco foi de “When the Levee Breaks”. O guitarrista acabou finalizando “Stairway to Heaven” no atualmente fechado Island Studios, em Londres.
Em 1975, Page contou à Rolling Stone EUA que ele sentiu que “Stairway” havia “cristalizado a essência” do grupo. “Tem tudo o que era o nosso melhor. Como banda e como indivíduos”, disse ele, na ocasião. “É um marco para nós. Todos os músicos gostariam de fazer algo com qualidade, algo que fique por anos. E acho que fizemos isso com ‘Stairway’.”

Assim como o relançamento dos três primeiros discos do Led Zeppelin no início deste ano, Led Zeppelin IV e Houses of the Holy, que saiu em 1973, foram remasterizados sob a supervisão de Page. As versões de luxo estarão disponíveis em diversos formatos, assim com os antecessores, com disco simples, duplo, vinil de 180 gramas, digital ou em uma caixa completa com fotos e livretos.
Os relançamentos chegam em 28 de outubro.

Mais sobre os relançamentos
 
Em entrevista ao semanário britânico NME, este ano, Jimmy Page explicou um pouco do que o motivou a preparar os relançamentos. “Espero que algum músico jovem tenha isso como inspiração”, disse ele. “Foi assim que eu aprendi, e é isso que é tão sedutor dessa coisa meio nerd. O Led Zeppelin tem um sério domínio musical, e isso está sendo passado. É algo legal de se fazer”. O guitarrista ainda concluiu: “É muito importante lembrar as pessoas de que o Led Zeppelin era uma banda boa pra caralho”.

Led Zeppelin IV
 
 
Lançado em 1971, o quarto disco da banda se tornou um dos mais vendidos da história do rock desde que chegou às prateleiras, em 1971. Com hits como “Stairway to Heaven”, “Rock & Roll”, “Black Dog” e “When the Levee Breaks”, o álbum ganhou 23 certificados de platina. A nova versão trará mix alterativos para “Rock & Roll”, “Misty Mountain Hop” e “Four Sticks”, “The Battle of Evermore” e uma versão significativamente diferente de “Stairway to Heaven”, gravada pelo grupo no Sunset Sound Studio, em Los Angeles.

1 – “Black Dog” (com overdubs de guitarra)
2 – “Rock and Roll” (mix alternativo)
3 – “The Battle of Evermore” (mix com bandolim e guitarra)
4 – “Stairway to Heaven” (mix da Sunset Sound)
5 – “Misty Mountain Hop” (mix alternativo)
6 – “Four Sticks” (mix alternativo)
7 – “Going to California” (mix de bandolim e guitarra)
8 – “When the Levee Breaks” (mix britânico alternativo)
Houses Of The Holy 


O disco seguinte, Houses Of The Holy (1973), apresentou os singles “Over the Hills and Far Away” e “D’Yer Mak’er” e ganhou 11 certificados de platina desde 1973. O álbum bônus do relançamento traz versões diferentes de “The Ocean” e “Dancing Days”, além de músicas com instrumentações diversas, como um mix de guitarra em “Over the Hills and Far Away” e “The Rain Song” sem John Paul Jones no piano.

Robert Plant: vídeos marcantes.
1 – “The Song Remains The Same” (com overdubs de guitarra)
2 – “The Rain Song” (mix sem piano)
3 – “Over the Hills And Far Away” (mix com guitarra alternativa)
4 – “The Crunge” (mix da preliminar)
5 – “Dancing Days” (mix preliminar com vocal)
6 – “No Quarter” (mix preliminar com overdubs do teclado de JPJ e sem vocal)
7 – “The Ocean” (mix preliminar)

Falece, aos 71 anos, Jack Bruce, ex-baixista do Cream

 
Jack Bruce em apresentação em São Paulo, em 2012

Faleceu neste sábado, 25 de outubro, o ex-baixista do Cream. Jack Bruce tinha 71 anos e sofria de uma doença hepática, tendo passado por um transplante de fígado em 2003 que foi considerado mal sucedido e quase o levou à morte na época.

A família emitiu um comunicado oficial para o anúncio: "É com enorme tristeza que nós, a família de Jack Bruce, anunciamos a morte do nosso amado Jack: marido, pai, avô e lenda. O mundo da música será um lugar mais pobre sem ele, mas ele continua vivo em sua música e para sempre em nossos corações".

Considerado um dos grandes baixistas da história, Jack Bruce integrou o lendário Cream ao lado de Eric Clapton e Ginger Baker ainda nos anos 1960. O trio teve vida curta: apenas dois anos. Mas fez história e vendeu nada menos do que 35 milhões de discos nesse período. O Cream se reuniu em 2005 para uma série de shows no Royal Albert Hall, em Londres.

Depois do Cream, o músico integrou outras bandas, participou de discos do Frank Zappa e do Lou Reed e manteve uma carreira solo - Jack Bruce esteve no Brasil em 2012, veja como foi o show em São Paulo.

Fonte: Território da Musica

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Após 12 anos os Racionais MC's anunciam novo álbum

 
A espera dos fãs foi longa, mas finalmente o grupo Racionais MC's vai lançar um novo disco de estúdio. A novidade foi divulgada nesta quarta-feira, 22, através da página oficial do quarteto no Facebook. Apesar do anúncio que deve animar os seguidores do grupo, não foram divulgados outros detalhes, como título do CD ou nomes das novas músicas.

"Para fechar o ano, que foi recheado de muito trabalho, o grupo promove o lançamento do novo e tão esperado CD", diz a mensagem na rede social. O lançamento oficial do disco será feito no palco da casa de shows Espaço das Américas, em São Paulo, no dia 20 de dezembro. Os ingressos para esta apresentação já estão disponíveis. Confira o serviço ao final da nota.

O último álbum de estúdio lançado em conjunto por Mano Brown, Edi Rock, Ice Blue e DJ KL Jay foi "Nada Como Um Dia Após o Outro Dia", que chegou às lojas em 2002.

20/12/2014 - São Paulo/SP
Espaço das Américas - Rua Tagipurú, 795, Barra Funda
Horário: 20h00 (abertura) e 22h00 (show)
Classificação etária: 18 anos
Ingressos: R$ 60,00 (1º lote pista meia-entrada) e R$ 120,00 (1º lote pista)
Vendas pela internet: www.ticket360.com.br
Informações: www.espacodasamericas.com.br  

VAMOS RECORDAR O SOM DOS CARAS:


Com informações do Território da Musica

Slash volta ao Brasil para shows em seis capitais

 
O guitarrista Slash acabou de lançar seu novo disco, "World on Fire". Para divulgá-lo, como é esperado, o artista tem uma longa turnê programada. E para alegria dos fãs brasileiros, essa turnê passa por aqui no início do ano que vem com seis datas já confirmadas.

Os shows acontecem de 14 a 22 de março de 2015 nas cidades do Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasilia, Curitiba, Porto Alegre e São Paulo. A pré-venda exclusiva inicia hoje, 23 de outubro, e as vendas gerais acontecem a partir do dia 27 do mesmo mês. Veja as informações sobre todos os shows no final desta nota.

                                                            Sobre o guitarrista

Saul Hudson nasceu em 1965 em Londres (Inglaterra) e atingiu o sucesso mundial ao integrar o grupo Guns N' Roses ainda nos anos 1980. Quando estava na banda, formou um projeto paralelo, o Slash's Snakepit. O Guns N' Roses lançou cinco discos, fez um sucesso enorme, passou por mudanças na formação e depois se desintegrou - para renascer tendo somente o vocalista Axl Rose da formação original.

Tempos depois de deixar o Guns N' Roses, Slash fundou, ao lado de Duff McKagan e Matt Sorum, também ex-integrantes do Guns, o Velvet Revolver. A eles, se uniu o vocalista Scott Weiland, ex-Stone Temple Pilots. A banda lançou dois discos, "Contraband" (2004) e "Libertad" (2007) - cuja turnê passou pelo Brasil -, e depois se desfez principalmente por causa do comportamento errático do vocalista, que chegou a anunciar o fim da banda em meio a um show, sem a concordância dos demais integrantes. A banda até começou a buscar um novo cantor, mas atualmente se encontra parada.

Slash também engatou uma carreira solo. A estreia em disco veio em 2010 com "Slash". Depois, o músico se uniu ao vocalista Myles Kennedy (do Alter Bridge) e junto com o the Conspirators lançou "Apocalyptic Love" em 2012. A parceria funcionou muito bem e, este ano, a mesma banda lançou "World on Fire" - cuja turnê passará por aqui.

14/03/2015 - Rio de Janeiro/RJ
Fundição Progresso - Rua dos Arcos, 24, Centro
Horário: 18h00 (portas), 20h00 (abertura) e 21h30 (show Slash)
Ingressos: R$ 400,00 (Pista Vip 1º Lote), R$ 420,00 (Pista Vip 2º Lote), R$ 440,00 (Pista Vip 3º Lote), R$ 180,00 (Pista 1º Lote), R$ 200,00 (Pista 2º Lote) e R$ 240,00 (Pista 3º Lote)
Vendas online: www.fundicaoprogresso.com.br / www.alongressos.com.br (pré-venda dia 23/10)

15/03/2015 - Belo Horizonte/MG
Galopeira - Av Tereza Cristina, 179
Horário: 20h00 (portas) e 21h30 (Slash)
Ingressos: R$ 320,00 (Pista Vip 1º Lote), R$ 340,00 (Pista Vip 2º Lote), R$ 380,00 (Pista Vip 3º Lote), R$ 180,00 (Pista 1º Lote), R$ 200,00 (Pista 2º Lote) e R$ 240,00 (Pista 3º Lote)
Vendas online: www.galopeira.com / www.ticketbrasil.com.br/show/slash-mg (pré-venda dia 23/10)

17/03/2015 - Brasília/DF
Net Live - SHTN Trecho 2, Quadra 5 Bloco A, Asa Norte
Horário: 18h00 (portas), 20h00 (abertura) e 21h30 (show Slash)
Ingressos: R$ 400,00 (Vip Open Bar +18 anos), R$ 320,00 (Premium 1º Lote), R$ 340,00 (Premium 2º Lote), R$ 380,00 (Premium 3º Lote), R$ 180,00 (Pista 1º Lote), R$ 200,00 (Pista 2º Lote) e R$ 220,00 (Pista 3º Lote)
Vendas online: www.ticketbrasil.com.br/show/slash-df (pré-venda dia 23/10)

19/03/2015 - Curitiba/PR
Curitiba Master Hall - R. Itajubá, 143
Horário: 18h00 (portas), 20h00 (abertura) e 21h00 (show Slash)
Ingressos: R$ 340,00 (Vip 1º Lote), R$ 360,00 (Vip 2º Lote), R$ 380,00 (Vip 3º Lote), R$ 300,00 (Vip Borda do Violão), R$ 1080,00 (Camarote s/ingresso p/ 12 pessoas), R$ 400,00 (Mesa s/ ingresso p/ 4 pessoas), R$ 180,00 (Pista 1º Lote), R$ 200,00 (Pista 2º Lote) e R$ 220,00 (Pista 3º Lote)
Vendas online: www.diskingressos.com.br (pré-venda dia 23/10)

20/03/2015 - Porto Alegre/RS
Pepsi on Stage - Avenida Severo Dullius, 1995
Horário: 19h00 (portas), 20h30 (abertura) e 21h30 (show Slash)
Ingressos: R$ 180,00 (Pista Premium 1º Lote), R$ 200,00 (Pista Premium 2º Lote), R$ 240,00 (Pista Premium 3º Lote), R$ 80,00 (Pista 1º Lote), R$ 90,00 (Pista 2º Lote), R$ 99,00 (Pista 3º Lote), R$ 160,00 (Mezanino 1º Lote), R$ 180,00 (Mezanino 2º Lote) e R$ 180,00 (Mezanino 3º Lote)
Vendas online: www.ticketbrasil.com.br/show/slash-rs (pré-venda dia 23/10)
As vendas nos pontos de venda iniciam-se a partir do dia 27 de outubro de 2014

22/03/2015 - São Paulo/SP
Espaço das Américas - Rua Tagipuru, 795
Horário: 18h30 (abertura) e 20h30 (show Slash)
Ingressos: R$ 420,00 (Pista Premium), R$ 200,00 (Pista Lote 1) e R$ 240,00 (Pista Lote 2)
Vendas online: www.ticket360.com.br/evento/3521/slash-brasil-tour-2015 (pré-venda dia 23/10)

                Informações gerais sobre a turnê: http://freepass.art.br/shows/slash-no-brasil-2015/  


Fonte: Território da Musica

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Turnê do Epica passa pelo Brasil em março

Shows acontecem em cinco capitais

epica 
O Epica volta ao Brasil em março do ano que vem, como parte da turnê do álbum “The Quantum Enigma”, lançado em maio. Os shows acontecem em Porto Alegre, dia 3, no Bar Opinião; em Curitiba, dia 4, no Master Hall; no Rio de Janeiro, dia 6, na Fundição Progresso; em Belo Horizonte, no dia 7, no Music Hall; e em São Paulo, dia 8, no Audio Club. Detalhes como os valores dos ingressos e esquemas de vendas ainda serão anunciados 

 O clipe com a letra para a música “The Essence of Silence”, do Epica, está em exibição nesse endereço. A faixa faz parte do novo álbum do grupo, “The Quantum Enigma”, a ser lançado no dia 5 de maio, em cinco formatos: Regular; 2CD digipack, 3CD earbook; vinil duplo; e download digital. O disco é o sexto do grupo holandês e a produção ficou à cargo de Joost Van Den Broek (ex-tecladista das bandas After Forever e Ayreon). “The Quantum Enigma” sucede “Requiem For The Indifferent”, que saiu em 2012, embora lançamento mais recente do Epica seja o DVD “Retrospect”, que saiu em novembro. Abaixo, a lista das faixas:
Disco 1:
1- Originem
2- The Second Stone
3- The Essence of Silence
4- Victims of Contingency
5- Sense Without Sanity (The Impervious Code)
6- Unchain Utopia
7- The Fifth Guardian (Interlude)
8- Chemical Insomnia
9- Reverence (Living in the Heart)
10- Omen [The Ghoulish Malady]
11- Canvas of Life
12- Natural Corruption
13- The Quantum Enigma (Kingdom Of Heaven Part II)
Bônus digipack: “In All Conscience”
Bônus earbook: “Dreamscape”
Bônus vinil: “Memento”
Bônus iTunes: “Banish Your Illusion”
Disco 2 (digipack e earbook):
Versões acústicas para:
1- Canvas Of Life
2- In All Conscience
3- Dreamscape
4- Natural Corruption
Disco 3 (earbook):
Versões instrumentais para:
1- Originem
2- The Second Stone
3- The Essence of Silence
4- Victims Of Contingency
5- Sense Without Sanity
6- Unchain Utopia
7- The Fifth Guardian
8- Chemical Insomnia
9- Reverence
10- Omen
11- Canvas Of Life
12- Natural Corruption
13- The Quantum Enigma 

Curta aqui  Enigma - The Essence of Silence:

Fonte: Rock em Geral

terça-feira, 21 de outubro de 2014

Scar Symmetry: The Singularity (Phase I - Neohumanity)

Mistura perfeita entre death e o prog sem soar cansativo ou repetitivo.
  
Uma das coisas que sempre me atraiu no rock (e aí inclua todos os subgêneros possíveis) é o fato de ser provavelmente o único estilo musical no qual você ouve artistas e bandas cantando sobre qualquer assunto, desde bebedeiras e brigas de bar até filosofia. Vida, política, religião, mitologias, guerras, história, amor, morte. Tem de tudo.
Tecnologia até é um tema explorado, mas poucos se aprofundam em uma área especifica como é o caso desse novo trabalho do Scar Symmetry, “The Singularity (Phase I)”. Este é o primeiro volume de uma trilogia que trata do trans-humanismo.

Mas afinal, o que é trans-humanismo? Confesso que busquei a definição na nossa amiga Wikipédia: “filosofia que analisa e incentiva o uso da ciência e da tecnologia, especialmente da biotecnologia, da neurotecnologia e da nanotecnologia, para superar as limitações humanas (intelectuais, físicas e psicológicas) e, assim, poder melhorar a própria condição humana”. 

Tudo isso é só para dizer que além de um disco com instrumental muito bom, a banda também se preocupa com o que é cantado nas letras e isso é algo muito louvável. Mas vamos ao que interessa: o som. Neste novo trabalho o Scar Symmetry consegue unir com maestria diferentes estilos. A banda trafega com facilidade entre o power, prog e o death metal, aquele técnico e bem característico da Suécia.
Após a intro “The Shape of Things to Come” o ouvinte já tem uma das melhores faixas do disco, “Neohuman”. O teclado dá o clima futurista que o tema pede, apesar de ser algo bem contemporâneo e não de um futuro distante. Alternância entre os vocais limpos de Lars Palmqvist e os guturais de Roberth Karlsson são constantes nessa faixa e nas seguintes e não posso negar que as partes mais limpas e progressivas são as que mais me agradam. O solo de guitarra também é digno de nota. 

 

Pelas próprias características do som feito pelo Scar Symmetry é difícil pincelar um ou outro trecho das músicas. Elas apresentam muitas variações, além da óbvia mudança entre o prog e o death. O que se destaca em toda a audição é o trabalho de teclado de Per Nilsson, que também é o responsável pelas ótimas guitarras nas músicas. Aliás, o músico dominou o disco executando todo o processo de produção, mixagem e masterização do novo material.
Em faixas como “Limits to Infinity” essa mistura feita pelo Scar Symmetry quase encontra o ponto da perfeição. O mesmo trecho instrumental funciona com os vocais guturais ou com a voz limpa. Mas em outras partes uma pequena mudança, como a adição do teclado, transforma a música completamente.

Ainda merecem atenção no disco pelo menos outras duas faixas, “Cryonic Harvest” e “Neuromancers”. Mas realmente é até injusto citar essa ou aquela faixa. Com este primeiro volume da trilogia o Scar Symmetry conseguiu produzir um álbum muito bom. Resta agora esperar para saber como serão os outros dois volumes. 

Playlist: 

01. The Shape of Things to Come
02. Neohuman
03. Limits to Infinity
04. Cryonic Harvest
05. The Spiral Timeshift
06. Children of the Integrated Circuit
07. Neuromancers
08. Technocalyptic Cybergeddon 


Com informações do Território da Musica

Exodus: "Não existe Big Four; é o Metallica e mais três"

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Esqueçam a ideia de ter o EXODUS ou até mesmo o TESTAMENT no Big Four. Steve Zetro Souza, o vocalista do EXODUS, questionou o quarteto principal do thrash metal em uma recente entrevista à rádio Rock & Pop, de Buenos Aires, e parece não concordar com a ideia de ter a sua banda ou qualquer outra num Big Four.

"Considero que existe um Big One e os outros três", declarou. "Adoro todas bandas envolvidas, mas o METALLICA está em um patamar superior, sozinho. É a única grande de verdade. Não existe Big Four."
CURTA AI UM SOM DOS CARAS:


Fonte: Whiplash.net

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Velvet Revolver: Slash explica porque Corey Taylor não é o cantor certo

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A edição australiana da revista Rolling Stone, recentemente realizou uma sessão de perguntas e respostas com Slash a respeito dos possíveis candidatos a vocalista Velvet Revolver. Confira a resposta do músico:

"Bem, Sebastian [Bach] fez o teste para vocalista do Velvet Revolver antes de Scott ser um membro da banda. E sinceramente, eu amo o Sebastian, mas a banda soaria como uma espécie de Skid N' Roses. Na minha opinião, seria muito previsível e todos diriam, 'ah claro, faz muito sentido escolher Bach como vocalista'. Agora, em relação a todos os cantores que já fizeram o teste, desde que Scott foi despedido do grupo, provavelmente seria o Corey, pois eu o adoro até a morte, entretanto, como eu posso dizer... qual é a palavra para isso? Ele possui um estilo mais macho de interpretar as canções, ou seja, não tinha certos elementos necessários para participar do Velvet. Então, foi o mais próximo, mas ainda não chegou lá."

CURTA AQUI  LOVING THE ALIEN:


Fonte: Whiplash.net

Circuito Banco do Brasil em Belo Horizonte

Linkin Park, Panic! At the Disco, Titãs e Nação Zumbi exploram a rebeldia roqueira no Circuito Banco do Brasil em Belo Horizonte 

Circuito Banco do Brasil - Linkin Park

Festival que une música e skate voltou à capital mineira neste sábado, 18, com boa organização 
 
 Em um momento fugaz da tarde quente e seca que abrigou a segunda edição do Circuito Banco do Brasil em Belo Horizonte, neste sábado, 18, Jorge Du Peixe repetiu o verso de Chico Science como palavras de ordem: “Que eu me organizando posso desorganizar”. Era apenas mais um trecho de música, no show afiadíssimo que o Nação Zumbi realizou na capital mineira, mas pode facilmente se tornar um resumo de algo maior - da própria arte envolvida em um festival de rock.

Apenas uma boa organização (de notas em uma música ou de elementos em um grande evento) permite que a desorganização típica do rock, a iconoclastia dele, flua de maneira prazerosa. O Circuito Banco do Brasil foi um festival bem organizado, no qual cinco bandas e milhares de fãs de todas as idades possíveis trocavam canções sobre o instinto desobediente da juventude, do rock e da contracultura.

O público que juntou toda a sua coragem e enfrentou o sol de 14h na Esplanada do Mineirão foi presenteado com uma exibição de gala de alguns dos melhores skatistas da modalidade street style no país. Campeões mundiais como Kelvin Hoefler, Ferrugem, Gugu e Piolho fizeram seus shows particulares, formando um line-up paralelo invejável, para o pequeno público presente. O DJ da competição seguia as instruções dos atletas, o que resultou em uma vibrante mistura de hip-hop, hard rock e punk saindo das caixas de som.


Vencedores do concurso VOZPRATODOS, os cariocas do Stereophant tiveram a honra de inaugurar o palco do festival, diante de uma boa quantidade de fãs da principal atração da noite, o Linkin Park, já grudados na grade. Suas influências estavam à flor da pele - o baixo remetia à tradição do metal, o post-hardcore pontuava em algumas oscilações bruscas de ritmo, as letras de caráter social e os trejeitos do vocalista apontavam para a direção de Zack De La Rocha, do Rage Against The Machine. A sensação, porém, é de que os elementos nunca eram somados para a produção de algo maior ou mais original - apenas sobrepostos, empilhados.

Essa produção de algo maior a partir de elementos anteriores é a essência da banda que ganhou o palco na sequência. Especialmente quando recorria aos hits de Chico Science, a Nação Zumbi provou que a sonoridade do está mais atual do que nunca, com a ajuda de uma seção rítmica invejável e arrepiante.

O choque da plateia mais jovem era palpável no exato momento em que o Titãs subiu ao palco, com todos os integrantes mascarados, agressivos, com o peso dos vocais e da guitarra e as letras diretas de inspiração punk – elementos que, apesar de velhos conhecidos da banda nos anos 1980, permaneceram dormentes por um longo período nas décadas mais recentes. Parte da turnê do novo álbum Nheengatu, o Titãs chegou com um show altamente político, explosivo, que passeou por faixas subversivas como “Polícia” e o cover de “Aluga-se”, de Raul Seixas, até culminar em “Vossa Excelência”, usada pelo público presente, formado por partidários dos dois lados das eleições de 2014, como catarse, em altíssimo som, de toda a raiva e frustração apenas destilada nas redes sociais.

Se a grande maioria do público aguardava a última banda da noite, alguns fãs, destoando em estilo da multidão e trocando as camisetas pretas por coroas de flores (desorganizando o padrão estético da noite), esperava ansiosamente pela entrada de Brendon Urie e seu Panic! at the Disco. A desobediência do Panic! surgia na contraposição de trechos em áudio de propagandas e filmes moralistas dos Estados Unidos nos anos 1950 e as letras densas, violentas e sensuais da banda.

O Panic! at the Disco provou em Belo Horizonte que sua nova formação funciona perfeitamente – a qualidade da performance, porém, foi apagada pela monotonia da setlist, que praticamente ignorou as duas primeiras roupagens do trifásico grupo norte-americano, e focou grande parcela da apresentação em músicas dos dois últimos álbuns de Urie e companhia. Pouca variação oferecida por uma banda incrivelmente variada e uma conexão reduzida com o público (salvos os fãs presentes) pela sua relutância em abraçar os hits do passado.

Essa relutância voltaria a surgir apenas como um pequeno soluço na apresentação do Linkin Park – a retirada da clássica, e favorita dos fãs, “Crawling”, do roteiro. Outra ausência era a do guitarrista Brad Delson, indisposto. E da canção “Castle of Glass”, incluída no setlist mas cancelada após um problema nos sintetizadores de Mike Shinoda. Mas não era a decepção que pautava o clima dos fãs após o show e, sim, a euforia que acompanha uma grande apresentação.

Shinoda era o mestre de cerimônias e maestro da banda, coordenando um concerto complexo, cheio de medleys, fusões e trocas de instrumentos. Uma tempestade de elementos sintéticos interrompida, a cada refrão, por algo puramente orgânico: o alcance vocal de Chester Bennington e sua química com a audiência, que cantava, pulava e respondia a todo e qualquer comando dos ídolos.

Rob Bourdon foi o destaque da noite, em um ponto de vista crítico e nas conversas ouvidas após o show. Um gigante essencial ao funcionamento do show do Linkin Park, e um raro caso do baterista que rouba a cena. Joe Hahn permanecia impassível, metodicamente comandando as pick-ups da banda que tornou a teoria híbrida de rock, hip-hop e eletrônico uma realidade prática.

Chester Bennington gritava para a plateia os versos de “One Step Closer”, single do primeiro álbum do Linkin Park. “Shut up when I'm talking to you”, ele bradava, mas apesar desse grito de cale-se, a multidão apenas retribuía o verso no mesmo volume. Uma espécie simbólica e catártica de desobediência. É o rock, que após ter seu palco organizado, chega para desorganizar. 


Fonte: Rolling Stone Brasil

sábado, 18 de outubro de 2014

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TERESINA - PI

Bono Vox: óculos escuros não são vaidade, mas glaucoma

 
Quem já fez alguma crítica ou piadinha com o fato de o cantor Bono Vox, líder do U2, viver de óculos escuros, vai engolir em seco. Em entrevista à rede britânica BBC que será exibida na noite desta sexta-feira, o irlandês conta que o adereço nada tem a ver com vaidade. Bono sofre de glaucoma, mal que comprime as fibras do nervo óptico e da retina e pode provocar a perda da visão, e usa óculos para se proteger da luz, já que os olhos ficam mais sensíveis por causa da doença. 

A perda da visão, no entanto, não parece ser problema para o cantor. "Recebo um bom tratamento e está tudo bem", disse Bono, que foi ao programa de entrevistas Graham Norton Show promover o novo álbum do U2, Songs of Innocence, lançado em formato físico no último dia 10 de outubro. O cantor também contou sofrer da doença já há 20 anos e não tirar os óculos nem em lugares fechados.

Bono, que esta semana se desculpou por invadir os celulares de usuários do iTunes com o novo disco do U2, na BBC fez piada da questão. "Queríamos fazer algo inovador, mas parece que algumas pessoas não acreditam mais em Papai Noel", disse, em meio a risadas.

Fonte: Veja

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