terça-feira, 30 de setembro de 2014

A antro tem o presente ideal pra você e seu filho(a)

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segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Metallica e Taylor Swift estarão na versão americana do Rock in Rio

Uma das músicas que mais empolga os fãs do Metallica é  'Memory remains'. (Foto: Flavio Moraes/G1) 

Uma das músicas que mais empolga os fãs do Metallica é 'Memory remains

Evento será realizado em 8, 9, 15 e 16 de maio de 2015.
Também estão confirmados Linkin Park, No Doubt e John Legend.

Metallica e Taylor Swift estão confirmados na estreia do Rock in Rio nos Estados Unidos, que acontecerá nos dias 8, 9, 15 e 16 de maio de 2015, anunciaram os organizadores, em Nova York, na sexta-feira (26).

No início do ano, os organizadores do famoso festival já realizado cinco vezes no Rio, desde 1985, anunciaram seu novo destino: Las Vegas.

Entre os grupos confirmados até o momento estão Linkin Park, No Doubt e John Legend.

A vice-presidente-executiva do festival, Roberta Medina, filha do criador do Rock in Rio, Roberto Medina, disse à imprensa que pelo menos US$ 25 milhões serão gastos em campanhas publicitárias para promover o evento.

O Rock in Rio também já chegou à Europa, com festivais em Madri e em Lisboa.

Fonte: G1

Pink Floyd: capa de novo disco é de adolescente egípcio/saudita

Do icônico prisma de "The Dark Side of the Moon" ao porco inflável de "Animals", as intenções por trás das capas dos discos do PINK FLOYD ainda geram fervorosos debates entre os fãs.

Agora, um adolescente egípcio foi escolhido para continuar esta linhagem, criando uma imagem memorável para acompanhar o retorno surpresa das lendas do rock em seu primeiro álbum em 20 anos.

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Ahmed Emad Eldin, um quase desconhecido artista digital de 18 anos forneceu a imagem de um homem remando em um rio de nuvens em direção ao horizonte que irá ilustrar "The Endless River", um álbum quase instrumental que será lançado em novembro.

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O álbum é descrito como um "tributo" a Rick Wright, tecladista do PINK FLOYD que morreu em 2008, e contém suas contribuições às sessões de gravação de "The Division Bell", em 1993, aprimoradas por David Gilmour e Nick Mason.

Storm Thorgerson, o designer gráfico cujas capas surreiais para os álbuns clássicos do PINK FLOYD, incluindo "Dark Side..." imensuravelmente aumentou a mística do grupo, morreu ano passado, iniciando uma busca internacional por um sucessor.
Veja abaixo algumas obras de Ahmed

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Confira mais no site abaixo:
Aubrey Powell, parceiro de Thorgerson no estúdio de design Hipgnosis, descobriu Eldin. Powell disse: "Quando vimos a imagem de Ahmed, ela tinha uma ressonância Floydiana instantânea. É enigmática e aberta a interpretações, e é a capa que funciona tão bem para The Endless River".

Nascido em Jeddah, Arábia Saudita, Eldin começou a fazer experiências como artista digital quando tinha 13 anos e agora é mora no Cairo.

Eldin disse ao The Independent: "Uma agência de criação que trabalha para o PINK FLOYD entrou em contato comigo após verificar meus trabalhos através da internet, quando meu trabalho apareceu nas galerias online em behance.net."

Respondendo por e-mail, Eldin descreveu a inspiração por trás de seu projeto: "Pensar sobre a vida e natureza e o que está além do mundo dos fatores encantadoras que nunca vimos é suficiente para criar milhões de diferentes sentimentos incríveis."

"Primeiro, eu desenho um esboço para o que está na minha mente, então eu começo a simular o esboço e a ideia com imagens reais, e isso é chamado de manipulação de fotos."

Fonte:Whiplash.net

Interpol assume nova formação, lança disco e promete visita ao Brasil

Melancolia em Trio

Agora um trio, o grupo divulga El Pintor, quinto álbum de estúdio da carreira 

Após lançar Turn On The Brights Lights, o aclamado disco de estreia, que saiu em 2002, o Interpol foi automaticamente alçado à condição de uma das mais importantes bandas surgidas no começo desse século. Quatro discos e mais de uma década depois, cercados de incertezas, o grupo anunciou um novo álbum, El Pintor, que conta com 10 faixas. É o primeiro registro da banda como um trio, após a saída do baixista Carlos Dengler, e a primeira vez que o vocalista e letrista Paul Banks ficou também responsável pela gravação do baixo nas músicas. El Pintor pode ser considerado tanto um sopro de renovação para o grupo quanto um retorno à velha forma, em falta nos últimos discos.
Para falar sobre El Pintor, a formação atual da banda, relacionamento entre os integrantes e perspectivas para o futuro, a Rolling Stone Brasil conversou com o guitarrista e vocalista Daniel Kessler e o baterista Sam Fogarino.

Por que vocês escolheram chamar o disco de El Pintor? Eu sei que é um anagrama (para Interpol), mas existe alguma outra razão?
Daniel Kessler: Eu acho que com títulos às vezes você consegue encontrar algo que, literalmente, tenha 100% a ver com o conteúdo do disco e às vezes é algo mais abstrato, que você sinta se encaixar, algo mais expressivo e poético. Foi Paul [Banks, o vocalista] quem sugeriu El Pintor e eu gostei de cara. Simplesmente gostei. Eu consegui visualizar na hora como ia ser a capa e como o título ia ficar posicionado ali e pareceu certo para mim.

Eu acho que El Pintor é o melhor trabalho de vocês desde Turn On The Bright Lights (2002), você concorda?
DK: Obrigado, eu agradeço. Mas, para falar a verdade, eu não sento e penso em qual posição nossos discos se encaixam, qual o melhor. Eu adoro todos eles, eles documentam momentos da nossa história. Dito isso, eu me sinto muito bem com relação a esse disco, muito confiante com relação às letras, as músicas funcionaram muito bem com a banda e nós o gravamos com muita energia. Eu gosto muito do fato de que, do começo ao fim, existe ali um “sentimento de álbum” e, no final, é um registro forte, um bom registro, não existe uma música que eu acho que tenha que levar o disco sozinha.

Essa foi a primeira vez que vocês escreveram um disco com três membros. Como isso funcionou?
Sam Fogarino: Foi bom, por anos nós tivemos um quarto membro e nos vimos sem ele e tivemos que continuar. Então não teve muito planejamento nisso, tipo “o que nós vamos fazer sem o Carlos”, sabe? Quanto chegou a hora, simplesmente fomos trabalhando e felizmente produzimos um bom disco.
DK: Bom, as músicas começam comigo, então eu comecei a escrevê-las depois que terminamos a última turnê e daí nós não tínhamos um plano exato. Nós nos juntamos, Paul e eu nos juntamos primeiro, para ver o que íamos fazer, mas não havia nada definido, além de fazer música e daí ele disse logo: “talvez eu devesse tocar baixo, porque estou curtindo hoje em dia”. Eu falei que tudo bem, que fazia bastante sentido pra mim. E tudo foi avançando rápido e tinha uma energia muito boa. Dias depois, a energia continuava, nós estávamos tocando muito bem em três. Simplesmente continuamos a fazer o que tínhamos que fazer e as músicas foram acontecendo e foi tudo muito bem, mas não sabíamos exatamente o que ia acontecer, não tínhamos nenhum plano e as músicas foram crescendo, crescendo e crescendo de maneira orgânica e todos nós gostamos do processo.

Por que Carlos [Dengler, o ex-baixista] deixou a banda?
DK: Ele queria fazer outras coisas da vida dele. Eu entendo. Nós somos uma banda e nós excursionamos extensivamente, nós fizemos 200 shows no último disco, é um grande compromisso e eu acho que ele queria perseguir outras coisas na vida dele. Ele só queria sair e fazer coisas novas.

Escutando o disco, algumas vezes senti que havia uma raiva acumulada ali. Você sentiu isso?
DK: Nas letras?

Não só nas letras, na própria música. Às vezes mesmo o seu jeito de tocar guitarra parecia raivoso.
DK: Não acho que eu estivesse com raiva. Quando você tem a chance de criar algo novo artisticamente, você quer se expressar, sabe? Às vezes é só você sendo expressivo, não necessariamente tem a ver com raiva, é sentimento, paixão, você tenta ser pessoal, não é sobre criar uma música que funcione, simplesmente, é fazer uma declaração, tirar vantagem de ter a oportunidade de dizer algo.
 
Assista ao clipe de “Twice As Hard”: 

Vocês têm alguma faixa preferida no disco?
DK: Eu não tenho. Eu não tenho mesmo. Eu sou bem da velha guarda no que diz respeito a escrever um disco e como cada música pode ser a favorita de alguém. Não quero que uma música carregue o disco, seja a embaixadora dele. E cada uma delas poderia ser a minha favorita, eu mudo de opinião a cada dois dias, mas eu não tenho uma favorita, mesmo.
SF: Depende do dia, meio que muda o tempo todo, gosto de todas elas, mas sabe, tem momentos em que você gosta mais de determinada música. Acho que pra responder bem a sua pergunta, eu gosto muito de uma música chamada “Tidal Wave”.

É a minha preferida do disco também. Acho que é uma das melhores músicas que vocês já fizeram.
SF: É, tem algo nela... Eu acho que foi a música final do disco, a última que escrevemos, logo antes de ir pro estúdio e tem algo sobre ela... Talvez porque não demoramos muito a escrevê-la, foi bem instantâneo, aconteceu muito rápido, e às vezes é isso. Não é que não tenhamos trabalhado duro, mas com essa aconteceu muito rápido e, sabe, é meio que legal quando você consegue rapidamente dizer o que você queria musicalmente. Não que se esforçar seja ruim, mas às vezes você simplesmente não precisa [risos].

Turn On The Bright Lights foi um grande sucesso, aclamado pela crítica. Vocês ainda sentem pressão de segui-lo, mais de dez anos depois?
DK: Nunca senti pressão de fora ou algo como isso. Existe mais uma pressão interna pra que você sinta que fez algo mais puro que aquilo. Você tem que sentir feliz antes, isso é o mais importante. E essa é a verdadeira pressão. E eu fico animado porque a cada poucos anos eu tenho coisas novas a dizer, quero sair e trabalhar com os outros caras e nós vamos tentar fazer o melhor disco de todos. E pra mim, eu penso mais em termos como esse, me fazer feliz primeiro e eu não acho que seja sobre viver tentando superar conquistas. E também é o seu primeiro disco e é só rock and roll, tem tantos primeiros discos de tantas bandas que as pessoas simplesmente amam na história do rock, é lindo, mas nessa tradição também existem grandes discos feitos mais tarde.
SF: Você meio que não pensa nisso, quer dizer... você sempre gosta do que está fazendo no momento e às vezes é necessário que você tome caminhos diferentes, sabe, pra chegar aonde você quer estar, até certo ponto. Eu acho que uma coisa boa que aconteceu com El Pintor foi que ele jogou uma nova luz sobre nossos trabalhos anteriores, porque eles foram responsáveis por nos levarem até esse ponto, onde escrevemos El Pintor e isso não teria acontecido se não tivéssemos feito esses outros discos. E aí você precisa ir por certo caminho e você não sabe onde vai chegar, mas quando você chega lá, sente que valeu a pena.

A maioria das músicas do Interpol começa com você. Você costuma tirar inspiração de algo em especial ou simplesmente acontece naturalmente?
DK: Acontece naturalmente. Eu amo compor e às vezes uma ideia simplesmente brota na sua cabeça. Não é como se você tivesse tentando escrever algo específico, algo surge do nada e eu nunca entendi o processo e eu meio que gosto de não entende-lo.

Como você se sente sobre as letras da banda? Eu sei que é o Paul quem as escreve, mas muitas vezes elas estão abertas a diferentes significados. Você costuma perguntar a ele o que ele quis dizer?
DK: Eu gosto que elas estejam abertas a diversos significados. Paul e eu conversamos, às vezes ele quer me falar sobre e eu adoro ouvir sobre isso, sobre as ideias que ele tem e o que ele quer fazer, mas eu também gosto de criar minhas próprias conexões sozinho. E você pode criar o seu próprio mundo, não precisa de alguém para te dizer: “isso significa uma única coisa”. É isso que significa pra mim.
SF: O que eu gosto das letras é que elas não são óbvias, elas são ambíguas, aberta a interpretações. As coisas que são literais são tão bonitas e simples, tem algo no jeito que ele conta uma história que tem grande apelo em mim. Sempre gostei de como ele escreve, sempre há briga na relação, uma tensão criada, sabe? E toda dor, elas são sempre muito doloridas.

Muitas vezes o Interpol é visto como uma banda sombria, melancólica. O que vocês acham disso?
DK: Eu não penso na gente como uma banda melancólica. Nós somos expressivos, nós temos um tipo de humor e temos paixão pela nossa música.
SF: Acho que às vezes, quero dizer, é justo dizer isso. Mas não sempre. Você olha pro noticiário, as coisas que afetam as pessoas são sempre coisas ruins, coisas sombrias que acontecem no mundo e de vez em quando há alguma coisa muito boa que vai chegar ao noticiário e as pessoas vão ser gratas a isso, mas é como se gravitássemos pelo lado escuro da vida. É furioso, sendo em filmes, livros ou na realidade e eu acho que com a banda, com o Interpol, é onde as pessoas gravitam. E existem músicas que são pra cima e mais post-punk que melancólicas, mas nas quais isso ainda está presente. Foi por isso que eu me juntei à banda no começo, para não ter medo de explorar esse lado meu, da condição humana, se posso dizer assim.

O Interpol tem algumas músicas que falam da relação com drogas. Como é essa relação hoje em dia? Isso ainda afeta vocês?
SF: [Risos] Bem, ninguém na banda usa mais drogas. Isso é coisa de gente jovem. É bem simples, sabe, no rock and roll isso vai acontecer. Você está em uma banda, está viajando o mundo, tudo é muito excitante e você toma substâncias que apenas realçam a excitação e o prazer do que você está fazendo, mas... (pausa) não dá para continuar nesse ritmo. Quanto mais velho ficamos, vamos chegando em um ponto em que queremos aproveitar as coisas, a realidade das coisas, não uma ilusão disso. Você precisa ser puro em um certo ponto e, bem, eu provavelmente teria tido um ataque do coração nesse ponto [risos]. Em determinado momento isso fica chato, sabe, drogas e tudo isso.

Vocês já estão juntos há muitos anos. Você se vê tocando com a banda daqui a 20 anos?
SF: Se ainda estiver acontecendo, eu estarei lá. E se terminar, vai ser por um bom motivo. Eu não quero que a banda acabe, eu gostaria de ainda estar fazendo isso em 10 anos. Quando eu era mais jovem, costumava achar que o rock and roll era pra gente nova e aqui estou eu, com 46 anos [risos].

Vocês têm planos de tocar no Brasil em breve?
DK: Nós temos. Definitivamente nós temos. Estamos trabalhando nisso agora e esperamos em breve ter o plano completo finalizado pra que possamos anunciar. Estamos trabalhando nisso.
SF: Não há nada 100% ainda, mas definitivamente vai acontecer ano que vem. Poderiam ser alguns festivais e definitivamente alguns shows menores para a banda.

Vocês tocaram no último Lollapalooza em Chicago e nós temos o Lollapalooza aqui também...
SF: Bem, talvez toquemos nesse também.


Fonte: Rolling Stone Brasil

domingo, 28 de setembro de 2014

Robert Plant: Lullaby And... The Ceaseless Roar

Disco cheio de personalidade e sem se importar com “revivals” oportunistas.
 Robert Plant vai ser, para sempre, o cara que esteve à frente de uma das maiores bandas de rock do mundo, o Led Zeppelin. Mas é importante dizer que ele também grava ótimos álbuns solo, ainda que sem uma frequência muito definida. “Lullaby And... The Ceaseless Roar” é seu mais novo passo nesse sentido.
Aos 66 anos de idade e acompanhado pela banda The Sensational Space Shifters, Robert Plant parece estar tranquilo, ‘zen’, introspectivo e nada nostálgico. O vocalista entoa melodias suaves e, se a sua potência vocal não é mais a mesma, as interpretações continuam impecáveis.

Nas primeiras faixas do repertório, o instrumental traz uma pegada orgânica, étnica e um tanto quanto world music. São composições quase transcendentais, com banjos, percussões e um clima meio hipnotizante.

Mais distorcida, “Turn It Up” faz a ponte para a segunda parte do disco, mais “normal” e com influências evidentes de rock, country e blues. Deste segmento, vale destacar a belíssima balada “A Stolen Kiss” e “House of Love”.

“Lullaby And... The Ceaseless Roar” é um disco acima da média, cheio de personalidade e com uma proposta bem interessante. Com ele, Robert Plant mostra toda sua criatividade e maturidade - sem se preocupar em ficar na sua zona de conforto e sem se importar com “revivals” oportunistas. Caso raro na indústria musical, especialmente para uma figura desse calibre 
MUSICAS:
01. Little Maggie
02. Rainbow
03. Pocketful of Golden
04. Embrace Another Fall
05. Turn It Up
06. A Stolen Kiss
07. Somebody There
08. Poor Howard
09. House of Love
10. Up on the Hollow Hill (Understanding Arthur)
11. Arbaden (Maggie’s Babby) 
Fonte: Território da Musica

terça-feira, 23 de setembro de 2014

Alívio prolongado

Em fase rock, Humberto Gessinger revê Engenheiros e apresenta novo trabalho no PMW Rock Festival; esperto, Molho Negro muda de status e conquista público do metal. Fotos: Patrícia Vera/Divulgação PMW.

Humberto Gessinger e a indumentária rock'n'roll: músicas novas e hits do Engenheiros do Hawaii 
Humberto Gessinger e a indumentária rock'n'roll: músicas novas e hits do Engenheiros do Hawaii
A tarefa de encarar o público da Praia da Graciosa depois da devastação causada pelo Sepultura (veja como foi) só poderia ser executada por um nomão do auge do rock dos anos 80 como Humberto “Engenheiros do Hawaii” Gessinger. No fim das contas, a escalação de risco do PMW Rock Festival, com dois headliners díspares na segunda noite, até que funcionou. Isso porque, na medida em que os camisas pretas iam deixando a região em frente ao Palco Principal uma plateia de várias origens e espécies se aproximava, conservando toda a abrangência do período mais badalado e midiático do rock nacional. Humberto trouxe um belo cenário próprio, com cortinas, pendulares e desníveis no palco, coisa de gente grande mesmo.

No início, depois de abrir o show com a emblemática “Até o Fim”, Humberto “pede licença” para, além de dar um passeio por toda a sua carreira, mostrar as músicas do novo álbum solo, “Insular”, lançado a cerca de um ano. Nem precisava. É de impressionar como as músicas desse trabalho – cinco no total – e outras do Engenheiros menos conhecidas são cantadas com (quase) o mesmo afinco que hits consagrados. Humberto também faz questão de tocar praticamente todos esses sucessos em versões ligeiramente diferentes, o que no fim das contas dá uma aura de novidade que não subtrai da música o impacto coletivo de ser um grande hit.

 Molho Negro: o guitarrista/vocalista João Lemos soube se aproveitar dos interesses do público do metal

Molho Negro: o guitarrista/vocalista João Lemos soube se aproveitar dos interesses do público do metal
Acontece com a ótima “Ando só”, com andamento ligeiramente mais lento; na evolução instrumental que arremata “Infinita Highway” (a música é a cara de Palmas), no final do bis; e até na versão “meets Jimi Hendrix” para “Toda Forma de Poder”. Mesmo que “Insular” tenha sotaque demasiadamente pop, Gessinger, pelo jeito, vive uma fase rock, a começar pela indumentária. Com tênis de couro de cano longo, camisa sem mangas estilo colete e cabelos além dos ombros, ele faz caras e bocas e empunha o baixão o tempo todo. A formação da banda tem o guitarrista substituto Nando Peters (o titular, Rodrigo Tavares, ex-Fresno, não pode vir) e o baterista Rafa Bisogno.

Ainda que assumam uma indelével gauchês em umas quatro músicas, com gaita e sopapo (respectivamente sanfona e tambor dos pampas), incluindo versões lindas para “Somos Quem Podemos Ser” e “Terra de Gigantes”, essa com peculiar tristeza, o show é de rock, com o trio de rock que tanto seduz Humberto. O set tem ainda o trecho em que o teclado é quem comanda, em músicas como “Pra Ser Sincero” e “Tchau Radar, a Canção”, mas Peters faz das suas com belos solos em vários números. Com tantos hits, a cantoria do povaréu é inevitável e no fim das contas o show soa como um alívio para os tímpanos mais sensíveis, mesmo com o peso inerente ao rock, seja o do Engenheiros ou o de Humberto Gessinger sozinho. Afinal, nesse rol, ele é que é o cara.

 Não se intimidou: o vocalista Felipe Chehuan solta a voz no bem recebido e pesado show do Confronto
Não se intimidou: o vocalista Felipe Chehuan solta a voz no bem recebido e peasado show do Confronto
Se parece estranho duas grandes atrações de peso numa única noite do PMW, a produção é que se viu em apuros com tantas logísticas ditas “inesperadas”. Assim, além de atrasos, não faltaram mudanças na ordem da programação e de palco. Para o Molho Negro, passar para o Palco 2, o menor, pareceu uma boa. Isso porque o guitarrista/vocalista João Lemos, ao perceber o predomínio de fãs de heavy metal no local, tratou de seduzi-los. Se fã é ovelha, ele trata de fazer delas um belo rebanho. Brados como “Pensem que é o Sepultura aqui em cima!” e “Vocês estão fodidos que ainda tem Olho Seco” conquistaram o público que seguia em rodas de pogo, uma delas até – acreditem – em câmara lenta. Mas, honra seja feita, não foi só na conversa. O som garageiro do trio – parecia o Jon Spencer – é mesmo de contagiar, seja pelo inusitado das letras (“Se Não é Lésbica Tem Namorado”); pelo duelo entre Lemos e o baixista Raony Pinheiro, ambos de joelhos no palco; ou ainda por soar como um Little Quail dos infernos. Não seria melhor se fosse no palcão, podem acreditar.

Lá no Palco principal era briga de cachorro grande e o Confronto, único grupo a tocar no local além dos dois cabeças de chave, não se intimidou. Com o horário avançado, o público era bem próximo do máximo recebido pelo festival no sábado – cerca de 12 mil pessoas -, mas o quarteto encarou bonito. Durante cerca de 45 minutos, tempo maior que o reservado a outras bandas do mesmo porte, o vocalista Felipe Chehuan comandou o público como se estivesse em casa. Tanto as músicas do novo álbum, “Imortal”, como outras mais antigas são assimiladas pelo público de Palmas, a julgar pelo movimentado bater de cabeça e pela contagiante resposta em uma agitação de encher os olhos. Curiosamente, em um festival de grandes dimensões e com o som no talo, realçou a forte identificação com o Slayer, com o diferencial das letras em bom português e que, ao abraçar temas de protesto e revolta, fogem do lugar comum do metal extremo.

 Lenda Viva, Fabio Sampaio encara as dificuldades do horário padrasto no sábado do PMW Rock Festival
Lenda Viva, Fabio Sampaio encara as dificuldades do horário padrasto no sábado do PMW Rock Festival
 
O Olho Seco foi um dos que pagou o pato pelos desencontros da produção do PMW e, em vez de tocar antes do Sepultura, entrou no palco depois. Ou seja, teve um público substancialmente menor. Azar de quem não acompanhou, pois ver o vocalista Fabio Sampaio, lenda viva do punk rock nacional em todas as épocas é de emocionar. Entre os clássicos do nosso punk, entraram no set “Haverá Futuro?”, simplesmente do disco “O Começo do Fim do Mundo”; “Que Vergonha”, consagrada pelo Ratos de Porão; e “Nada”, que serviu para homenagear outro cabeça do punk nacional, Redson, do Cólera, cuja morte completa três anos este ano, como bem lembrou Fábio. Espremido entre Sepultura e Confronto, o reformado Sinestesia, de Palmas, entoou uma onda deprê à Alice In Chains que pouco fez força para manter o público atento ao que acontecia. Os músicos parecem bem dedicados ao tipo de som que fazem, mas as canções não são lá essa coca-cola toda.

Do interior de São Paulo, o Fenícia vai fundo no metal pesado noventista com inclinação para um sotaque pop. Com uma mulher nos vocais, a semelhança com Pitty é o que logo realça, muito embora Aline tenha um tom de voz diferente. No show, as músicas que mais se destacam são “Globalizar”, que fechou a meia horinha, e a boa “Cumplicidade Suicida”. Se focar mais em boas músicas, não só nos arranjos, a banda pode dar caldo, assim como o Sinestesia. Ao vivo, Aline tem boa presença de palco, canta bem e se impõe como poucas, mas precisa aproveitar mais o tempo para cantar, em vez de falar; no rock, o que importa é o rock, simples assim.

 Aline, a boa vocalista do Fenícia, passando a mensagem em um dos primeiros shows de sábado no PMW
Aline, a boa vocalista do Fenícia, passando a mensagem em um dos primeiros shows de sábado no PMW
A banda mais prejudicada nesse rolo todo de logística/horários no sabadão do PMW acabou sendo o local Asteroid 66, e justamente aquela que, de certo modo, era a que mais empolgava a plateia. Ok que já passava da uma da matina, mas o som de big band anos 50/60 contagiou o público da Graciosa, a ponto de se ver todo mundo dançando do nada, considerado que a tal renovação de público já estava consolidada. Mesmo assim, depois de cerca de 15 minutos o grupo teve que deixar o placo 2. Ao menos saiu aplaudido. Mais cedo, na abertura dos trabalhos, o death brutal do Trator - às favas a redundância – tratorizava o público que ainda chegava ao local. Misto de Pantera com Slayer e outras doçuras, o grupo de Palmas deve seguir rumo ao mais extremo que puder fazer. Vai dar certo, podem acreditar.
Set list completo Humberto Gessinger
1- Até o Fim
2- Armas Químicas e Poemas
3- Tudo Está Parado
4- Bora
5- Ilex Paraguariensis
6- Suefando Karmas & DNA
7- Eu Que Não Amo Você
8- Insular/Ando Só
9- Sua Graça
10- A Revolta dos Dândis I
11- Dom Quixote
12- Somos Quem Podemos Ser
13- Piano Bar
14- Terra de Gigantes
15- 3X4
16- Tchau Radar, a Canção
17- Pra ser Sincero
18- Exército de Um Homem Só
Bis
19- Refrão de Bolero
20- Toda Forma de Poder
21- Infinita Highway 

Fonte: Rock em Geral

Novo disco do Slipknot “é quase como um filme de Quentin Tarantino”, diz Corey Taylor

Slipknot

Banda se prepara para lançar o quinto álbum, .5: The Gray Chapter, em outubro deste ano 
A expectativa dos fãs do Slipknot tem um novo motivo para aumentar. Desta vez, em entrevista para promover o disco de inéditas da banda, o primeiro em cinco anos, Corey Taylor disse que .5: The Gray Chapter é como um filme do diretor Quentin Tarantino. As informações são do site Blabbermouth.

“Há uma história ali”, disse Taylor. “É quase como um filme de Quentin Tarantino, que viaja no tempo e mostra o que está acontecendo. Esse disco é meio assim. Não começa em um período de tempo e segue uma maneira linear. Mas meio que faz sentido. Cada música conta uma parte diferente disso, mas você precisa olhar para ele como um todo.” 


Seis anos se passaram desde que o último trabalho do Slipknot, All Hope Is Gone, chegou às lojas. Outros quatro anos marcam a morte do baixista e fundador do grupo Paul Gray, algo que definitivamente afetou Taylor enquanto produzia as músicas para o novo álbum.

“Tenho usado o termo ‘guerra de emoções’ ultimamente, porque realmente é isso. Quando você está tentando chegar a um ponto que você consegue aceitar, porque no começo, você não quer. Várias emoções passam pela sua cabeça e vão direto para o coração. Existe muita culpa, quase como uma culpa por sobreviver. Há raiva por causa da pessoa que você perdeu, uma pessoa com a qual você se importava. E a raiva volta direto para você.”

O próprio título do álbum é uma referência ao músico Paul Gray, morto após uma overdose de morfina e fentanil em 2010. A banda ainda não anunciou qual baixista tocou nas gravações do novo disco, assim como o nome do baterista, uma vez que Joey Jordison se separou do Slipknot no último mês de dezembro.

.5: The Gray Chapter chegará às lojas em formato digital no dia 21 de outubro. 
 Fonte: Rolling Stone Brasil
 
 

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Pink Floyd divulga detalhes de primeiro disco em 20 anos

O Pink Floyd vai mesmo lançar um novo disco! Intitulado The endless river, o álbum chega às lojas no dia 7 de novembro. Este é o rimeiro registro da banda desde The division bell (1994).

O CD será composto por músicas gravadas entre 1993 e 1994, retrabalhadas pelo guitarrista David Gilmour e o baterista Nick Mason. Segundo Gilmour, o disco contará apenas com faixas instrumentais. Apesar do lançamento, não se sabe ainda se a banda sairá em turnê. A banda divulgou a capa e a lista de músicas.

The endless river será lançado em CD e vinil duplo, além dos formatos digitais. Uma das bandas mais respeitadas da história, o Pink Floyd tem em sua discografia discos clássicos como The dark side of the moon (1973) e The wall (1979). A banda, separada desde 1994, se reuniu apenas uma única vez, em 2005, durante o concerto beneficente Live 8, em Londres.


A capa do álbum (imagem acima) foi feita pelo egípcio Ahmed Emad. Confira a lista completa de músicas:

Lado  1
Things Left Unsaid
It’s What We Do
Ebb and Flow

Lado 2
Sum
Skins
Unsung
Anisina

Lado 3
The Lost Art of Conversation
On Noodle Street
Night Light
Allons-y (1)
Autumn ’68
Allons-y (2)
Talkin’ Hawkin’

Lado  4
Calling
Eyes to Pearls
Surfacing
Louder Than Words
 Com informações do Cidade Verde

COMECE A SEMANA COM GRANDES NOVIDADES NA ANTRO

SEMPRE EM CLIMA DE FESTA A ANTRO OFERECE AS MELHORES MARCAS EM ROUPAS E ACESSÓRIOS PARA OS ADEPTOS DO STREET WEAR











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Titãs: Show pesado e catártico lança "Nheengatu" em São Paulo

 
O lançamento de "Nheengatu" em São Paulo, deixou o sábado musicalmente mais pesado para quem se deslocou até o Citibank Hall na zona sul da cidade. Sem área VIP, o espaço da pista estava configurado com cadeiras na parte traseira. O que talvez tenha sido feito pensando no público mais, digamos, maduro, que a banda tem - afinal são mais de 30 anos de carreira.

Por falar em público, o do Titãs é dos mais variados: tanto em idade quanto em estilo. Há gente bem vestida, mal vestida, tem perua, povo moderno, retrô, largado, visual 'meu primeiro show de rock', camiseta do Slayer, gente que pensou que estava num festival indie... O Titãs parece atrair absolutamente qualquer tribo. E o que uniu essa gente diversa foi a linguagem dos Titãs, para fazer uma referência ao nome do disco, que num derivado do tupi significa 'língua boa'.

Com todos na mesma sintonia, a cortina subiu às 22h15 para revelar um palco decorado com o pano de fundo trazendo a capa de "Nheengatu". O show abriu com uma sequência de canções do novo disco - "Fardado"; a pesada, em todos os sentidos, "Pedofilia"; "Cadáver Sobre Cadáver" e "Chegada ao Brasil (Terra à vista)". Os músicos estavam mascarados, como no videoclipe de "Fardado". O recurso funcionou muito bem ao vivo: aliado ao som pesado das novas canções, o figurino criou um clima catártico em boa parte da plateia - especialmente a mais jovem.

Para "Polícia", a primeira das antigas apresentada, a banda se despiu da fantasia e voltou ao palco de cara limpa. Daí em diante, o Titãs foi intercalando novas e antigas - teve "Fala Renata", a sempre brilhante "Bichos Escrotos", "Mensageiro da desgraça" - feita para recitar junto com a banda -, "Republica dos Bananas", "Flores", "AAUU", "Desordem", "Vossa Excelência", "Cabeça Dinossauro", "Diversão", "Televisão", "32 dentes".

Algumas faixas ganharam arranjos diferenciados, até para se encaixarem no repertório, cuja proposta segue essa sonoridade mais pesada de "Nheengatu". Até a improvável baladinha "Sonífera Ilha" teve espaço no show. A banda tocou também três versões: a 'nova' e empolgante "Canalha" (de Walter Franco); "Aluga-se", que foi introduzida por Sérgio Britto com o comentário: "Antes que vocês peçam, vamos tocar Raul..." e "Marvin", que fechou o show depois de quase duas horas e algumas saídas e reentradas ao palco.

Com cinco músicos na formação, a banda revezou Branco Mello e o tecladista Sergio Britto no baixo dependendo de quem fazia os vocais. Paulo Miklos e Tony Bellotto ficaram nas guitarras e o amigo Mario Fabre, que assumiu a bateria desde a saída de Charles Gavin, até ganhou um momento de destaque para um rápido solo em "Cabeça Dinossauro".

Os Titãs podem não ser exímios músicos, tecnicamente falando. Mas o conjunto da obra consegue ser tão empolgante como era lá nos anos 80 - mesmo sem metade do time original. Com bons compositores e bons letristas - apesar da falta de Arnaldo Antunes e Nando Reis - o grupo sabe dar um bom espetáculo: riffs reconhecíveis, melodias que há muito estão coladas em nossa memória, letras que cantamos sem nem perceber que as sabíamos de cor, punch e diversão.

É sempre louvável quando uma banda com história longa como o Tittãs consegue manter um show em alta com tantas músicas novas. Mostra a força não apenas da banda mas também desse disco. E não posso deixar de citar o produtor Rafael Ramos que não estava em cima do palco, mas é um dos grandes responsáveis por essa nova 'fase' dos Titãs. Ele merecia estar lá na hora em que os músicos se abraçaram para fazer aquela reverência em agradecimento ao público.  


Fonte: Território da Musica

sábado, 20 de setembro de 2014

Foo Fighters anuncia quatro shows no Brasil em janeiro

Galeria – Discos aguardados 2014 – Foo Fighters

Banda de Dave Grohl trará o álbum Sonic Highways a São Paulo, ao Rio de Janeiro, a Porto Alegre e a Belo Horizonte 
Por meio de uma imagem no Twitter, o Foo Fighters anunciou que fará shows em quatro capitais brasileiras no próximo mês de janeiro. A banda de Dave Grohl tocará em Porto Alegre, no dia 21, em São Paulo no dia 23, no Rio de Janeiro, dia 25, e em Belo Horizonte, no dia 28. A T4F, produtora da turnê brasileira, confirmou as informações ao site da Rolling Stone Brasil.

O Foo Fighters lançará o oitavo disco de estúdio da carreira do grupo, Sonic Highways, no próximo dia 10 de novembro. Entretanto, em 17 de outubro, estreia na HBO o documentário com o mesmo nome, que retrata o processo de composição, gravação e produção do novo álbum, feito em oito diferentes estúdios norte-americanos.

Ainda não foram divulgados os preços de ingressos ou os locais das apresentações do Foo Fighters no Brasil. Para receber mais informações sobre as vendas de entradas, a banda liberou este link para cadastro. Veja abaixo o tuíte divulgado pelo grupo.

Foo Fighters no Brasil em 2015
Porto Alegre 21 de janeiro (quarta-feira)
São Paulo 23 de janeiro (sexta)
Rio de Janeiro 25 de janeiro (domingo)
Belo Horizonte 28 de janeiro (quarta-feira)
A última passagem do Foo Fighters pelo Brasil aconteceu na edição 2012 do festival Lollapalooza, com um show de duas horas e meia, em que a banda tocou para 75 mil pessoas no Jockey Club de São Paulo. A banda de Dave Grohl encerrou a noite de sábado, 7 de abril, o primeiro dia do evento no Brasi.

Recentemente, o Foo Fighters presenteou os fãs da banda com uma versão instrumental da faixa "Outside", que estará no próximo disco deles. Durante um show no Islington Assembly Hall em Londres, na sexta-feira, 12, o grupo resolveu transformar "Outside" em um interlúdio instrumental de "The Pretender", primeiro single de Echoes, Silence, Patience & Grace (2007).
Veja o vídeo abaixo para ouvir a nova música: 


Mais sobre o novo disco
Gravado em oito estúdios lendários, cada um em uma cidade diferente dos Estados Unidos, Sonic Highways tem produção de Butch Vig e será lançado juntamente à série homônima, que trará o todo o processo de gravação do disco, contando também a história dos estúdios por onde o grupo passou.
Recentemente, Dave Grohl comentou a sonoridade do álbum: “Você vai reconhecer o Foo Fighters nesse disco, mas ainda assim se surpreenderá conosco. Estamos fazendo coisas que nunca fizemos antes”. Ele ainda acrescentou: “Ainda queria dizer que são apenas oito canções, mas acho que será nosso álbum mais longo porque, enquanto eu escrevia essas músicas, eu tive que ter uma aproximação ao cinema. Como se eu não pudesse escrever um jingle de três minutos e meio para a [rádio] KROQ e depois filmá-lo para encerrar um episódio sobre a história da música de Nova Orleans, sabe?”.

Sobre a série na HBO, ele afirmou: “A gente foi lá, começou a gravar, e eu sai pela cidade filmando e entrevistando o máximo de pessoas que pude. Fiz mais de 100 entrevistas. Ao fim da semana, peguei todas as minhas anotações, coloquei-as no chão, sentei com uma caneta e meu diário e reduzi todas essas histórias s uma música. Eu retirei elementos das experiências, anedotas e o ambiente das pessoas – é como uma reportagem. É ‘bungee jumping’ musical”.

Tracklist de Sonic Highways:
1. "Something From Nothing"
2. "The Feast and the Famine"
3. "Congregation"
4. "What Did I Do?/God As My Witness"
5. "Outside"
6. "In the Clear"
7. "Subterranean"
8. "I Am a River"
Fonte: Rolling Stone Brasil

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Lacuna Coil: para Cristina Scabbia o mercado está saturado

 Imagem
Em 14 de setembro, o IndiePower.com conduziu uma entrevista com a vocalista Cristina Scabbia no festival Aftershock na Califórnia. Alguns trechos estão transcritos abaixo.

Sua maior conquista como parte do LACUNA COIL:
Cristina: “Somente o fato de que estamos por aí por tantos anos e ainda temos fãs que estão nos acompanhando e estamos conquistando ainda mais fãs com cada álbum, eu acho que é a maior conquista, especialmente em um mercado saturado com tantas bandas, muitas bandas na estrada e muitas bandas na Internet. As pessoas são bombardeadas com informação, notícias e novas músicas, então é difícil para escolher. Então, eu acho que nós temos muita, muita, muita sorte e somos abençoados de estar aqui.”

Sobre como ela se conecta com os fãs do LACUNA COIL:
Cristina: “Pessoalmente, eu sou muito, muito ativa nas redes sociais. Eu gosto de interagir com os fãs. Eu gosto de tentar responder todas as mensagens. E estou realmente feliz de que essa barreira entre os músicos e a plateia foi derrubada, porque já era tempo. Então, eu gosto de mostrar o que eu faço nos bastidores, até coisas um pouco privadas. Eu nunca entro nas coisas realmente privadas, mas eu mostro partes da minha casa, ou se vou a uma premiação, eu vou mostrar os bastidores ou quem estou encontrando. Eu acho que é importante interagir nesse nível. Eu quero que eles possam ver Cristina Scabbia do LACUNA COIL, mas eu também quero que eles conheçam Cristina, a Cristina fora dos palcos, de todos os dias.”

O último álbum do LACUNA COIL, “Broken Crown Halo”, vendeu cerca de 13.000 cópias em sua primeira semana nos EUA, estrando na posição 27 da Billboard. 
 LACUNA COIL - Broken Crown Halo:


Fonte: whiplash.net

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Pixies divulga novo videoclipe

Pixies divulga novo videoclipe 

“Ring The Bell” é a mais nova faixa do disco “Indie Cindy” a ganhar um trabalho visual.
Dirigido por Lital Mizel e Adi Frimmerman, o clipe apresenta um olhar inocente de duas garotas que vão descobrindo verdadeiros tesouros que foram jogados no lixo.

“Indie Cindy” é o quinto álbum de estúdio do Pixies, lançado em 19 de abril deste ano.
O disco é emblemático porque é o primeiro trabalho de estúdio da banda em 23 anos e o primeiro sem a presença da baixista Kim Deal.



Fonte: Rádio Rock

Deep Purple volta ao Brasil para seis shows em novembro

 
O Deep Purple lançou no ano passado “Now What?!”, primeiro álbum de inéditas em oito anos e 19o da carreira de mais de 40 anos de uma das bandas mais icônicas do rock mundial, e volta ao Brasil em novembro apresentando o repertório desse trabalho mais recente e clássicos como “Smoke On The Water” e “Highway Star”.

Os boatos de que a banda poderia voltar ao país começaram a circular quando a banda anunciou o lançamento do DVD/Blu-ray ao vivo “Live In Verona”, ocasião na qual o baixista Roger Glover também declarou já estar trabalhando no sucessor de “Now What?!” com os companheiros Ian Gillan, Ian Paice, Steve Morse e Don Airey. O Deep Purple retomou a parceria com o produtor Bob Ezrin para essa nova investida, que deve chegar às lojas no começo de 2015.

A turnê “Now What?” passará por cinco capitais brasileiras: Porto Alegre, Curitiba, São Paulo, Florianópolis e Brasília - sendo que os paulistas terão duas oportunidades de assistir a banda, uma delas na configuração mais intimista de teatro (com ingressos limitados). Confira abaixo o serviço completo de todas as apresentações:

07/11/2014 - Brasilia/DF Net Live - SHTN Trecho 2 - Asa Norte
Horário: a ser confirmado
Censura: 18 anos (mesas open bar) e 16 anos (pista)
Ingressos:
R$350,00 (Camarote meia/promo Lote 1), 180,00 (Pista Premium meia/promo Lote 1), R$100,00 (Pista meia/promo Lote 1)*
Venda Online: www.ingressorapido.com.br ou pelo telefone (11) 4003-1212
Pontos de vendas: Central de Ingressos do Brasília Shopping (Piso G2)
Informações: (61) 3306-2030 | netlivebrasilia.com.br | facebook.com/netlivebrasilia

*Promoção de 50% sobre o valor da inteira:
-Clientes NET: necessário apresentar última fatura do mês vigente ou anterior;
-Clientes Claro: necessário apresentar última fatura do mês vigente ou anterior ou cartão Claro Clube;
-Profissionais da área de saúde: necessário apresentar carteira profissional
Observação: Ingressos promocionais destinados aos clientes NET, Claro e dos Laboratórios Sabin que efetuarem compra serão vendidos com 50% de desconto, sobre o valor da inteira, não sendo cumulativo o desconto, com a quantidade máxima estipulada de 10% da capacidade da casa por setor. Desconto limitado a 04 ingressos por titular.

09/11/2014 - Curitiba/PR
Master Hall - R. Itajubá, 143 - Portão
Horário: 20h00 (abertura da casa) / 21h00 (show)
Censura: 12 anos
Ingressos: R$320,00 (Frente de Palco 1o Lote), R$300,00 (Pista Vip 1o Lote), R$200,00 (Pista 1o Lote), R$360,00 (Frente de Palco 2o Lote), R$240,00 (Pista 2o Lote), R$400,00 (Frente de Palco 3o Lote), R$270,00 (Pista 3o Lote)
Vendas: Informações em Breve

11 e 12/11/2014 - São Paulo/SP
Espaço das Américas - Rua Tagipuru,795 - Barra Funda
Horário: 19h30 (abertura da casa) / 22h00 (show)
Censura: 16 anos (menores de 16 anos podem entrar acompanhados dos pais ou responsável).
Ingressos:
Dia 11 - R$600,00 (Setor Azul – Super Premium) R$500,00 (Setor Azul - Premium), R$400,00 (A,B,C,D e Lateral), R$350,00 (E,F,G), R$380,00 (Mezanino), R$300,00 (H, I e J), R$250,00 (K e L). - valores sem desconto / ingressos limitados
Dia 12 - R$400,00 (Pista VIP), R$200,00 (Pista), R$380,00 (Mezanino) - valores sem desconto
Venda Online: www.ingressorapido.com.br ou pelo telefone (11) 4003-1212 a partir do dia 19/09/2014 às 14h00
Abertura de Vendas: Informações em Breve

14/11/2014 - Florianópolis/SC
Square Music - SC-401 - Cachoeira do Bom Jesus
Horário: 20h00 (abertura da casa) / 21h00 (show)
Censura: 12 anos
Ingressos: R$230,00 (Camarote 1o Lote), R$170,00 (Pista Vip 1o Lote), R$120,00 (Pista 1o Lote), R$260,00 (Camarote 2o Lote), R$200,00 (Pista Vip 2o Lote) R$150,00 (Pista 2o Lote), R$300,00 (Camarote 3o Lote), R$240,00 (Pista Vip 3o Lote), R$180,00 (Pista 3o Lote)
Venda Online: www.blueticket.com.br
Abertura de Vendas: Informações em Breve

15/11/2014 - Porto Alegre/RS
Auditório Araújo Viana - Avenida Osvaldo Aranha, 685
Horário: 20h00 (abertura da casa) / 21h00 (show)
Censura: 12 anos
Ingressos: R$280,00 (Plateia Gold 1o Lote), R$250,00 (Plateia baixa central 1o Lote), R$210,00 (Plateia baixa lateral 1o Lote), R$190,00 (Plateia alta central 1o Lote), R$160,00 (Plateia alta lateral 1o Lote), R$320,00 (Plateia Gold 2o Lote), R$280,00 (Plateia baixa central 2o Lote) R$240,00 (Plateia baixa lateral 2o Lote), R$210,00 (Plateia alta central 2o Lote)
Venda Online: www.ingressorapido.com.br ou pelo telefone (11) 4003-1212
Abertura de Vendas: Informações em Breve 
 


Fonte: Território da Música

terça-feira, 16 de setembro de 2014

Bruce Dickinson: "Nunca imaginei que seria piloto"

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Quando o Iron Maiden gravou a clássica "Aces High", o vocalista Bruce Dickinson jamais poderia imaginar que, como os heróis da música, estaria um dia em uma batalha aérea entre aviões de guerra britânicos e alemães, sobre os campos verdes da Inglaterra.

Pois foi exatamente isso que Bruce fez no último final de semana a bordo de um triplano da Primeira Guerra Mundial no famoso Duxford Air Show.

Em entrevista ao Sunday Express, Bruce falou sobre sua relação com a aviação e sobre o seu Fokker Dr1, igual ao do lendário "Barão Vermelho" Manfred von Richthofen.
"Eu sou o vilão, então eu sempre sou abatido no final," riu Dickinson.

"Meu padrinho foi da RAF na Segunda Guerra Mundial, e por isso sempre me interessei por aviação, mas só consegui voar aos 30 anos. Tudo que fiz antes disso foi construir aeromodelos e olhar para o céu melancolicamente a imaginar."

"Foi o nosso baixista Steve Harris que escreveu Aces High, eu fiquei de fora pois ele chegou primeiro, mas sempre fui apaixonado por aviões, apesar de nunca, em um milhão de anos, imaginar que um dia seria piloto de um avião transatlântico, muito menos participar de um duelo com aviões da Primeira Guerra Mundial."
"Depois que eu finalmente mergulhei nisso tudo, pensei que gostaria de ter feito isso dez anos antes, mas se eu tivesse feito antes, todas as coisas com o Iron Maiden poderiam não ter acontecido."

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Quando o engenheiro e projetista John Day morreu e a viúva colocou sua aeronave triplano à venda, foi tentador demais para Bruce Dickinson resistir: "Dei uma olhada e decidi que não podia deixar de comprá-lo. É soberbo! John era um engenheiro incrível e tudo tinha que ser original. É uma obra de arte."

Comprar um triplano é uma coisa, mas fazer a batalha no céu é outra completamente diferente: "Há um grau de risco em tudo - mas é como você gerencia isso que importa. Parece perigoso, mas não pode ser perigoso", afirma Dickinson.

"Sempre me perguntam qual é a sensação de estar no palco na frente de 100 mil pessoas, mas a verdade é que eu realmente não tenho a chance de desfrutar, porque eu estou muito ocupado fazendo todos os malabarismos. Se eu tivesse tempo para fazer um selfie mental de mim mesmo eu não estaria fazendo meu trabalho corretamente. Eu me satisfaço ao saber que meus fãs tiveram um grande momento - é a mesma coisa com o show aéreo."

Fonte: Whiplash.Net

Megadeth divulga vídeo de música lançada há 10 anos

 
O Megadeth lançou nesta terça-feira, 15, um novo videoclipe. Novo porque era inédito até então, mas, na verdade, o vídeo foi produzido em 2005. O clipe é da música “Back in the Day” e foi disponibilizado no canal da banda no YouTube.
Em mensagem publicada no site oficial, a banda informa que a divulgação do vídeo foi feita em comemoração pelos 10 anos de lançamento do álbum “The System Has Failed”, que chegou às lojas em 14 de setembro de 2004.

O videoclipe começa com uma imagem de Dave Mustaine abrindo um álbum de fotografias e vão aparecendo diversas cenas da banda ao vivo e até mesmo fotos da época em que Mustaine era integrante do Metallica. Confira:
Fonte: Território da Musica

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

NOVAS ESTAMPAS DA ANTRO PARTE 2

A blusa de sua banda preferida esta na Antro! 











RUA BARROSO 505 - CENTRO/NORTE
FONE  - (86) 3222 8073

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