quinta-feira, 31 de julho de 2014

Rafael Castro explora fetiches sexuais que você talvez não conheça em clipe assanhado; assista


 Rafael Castro - “Pra Vender Mais, Agradar Mais, Se Falar Mais”  
O riff é contagiante e praticamente erótico. A guitarra se junta ao baixo e bateria em um ménage à trois, entrelaçando-se em movimentos de êxtase e calmaria, enquanto Rafael Castro despeja versos extremamente irônicos. Com uma faixa como “Pra Vender Mais, Agradar Mais, Se Falar Mais”, o clipe não poderia ser menos que isso.


E Rafael Castro não recepciona. O vídeo, cuja ideia inicial veio depois de uma bebedeira com amigos que, inclusive, atuam no clipe, é centrado na ideia de um “carrossel de fetiches”. “Queria abranger muitas situações com variadas fantasias e, de alguma forma, já tinha todas elas na cabeça”, disse o músico ao blog S.O.S., da Rolling Stone Brasil.

Segundo ele, todas as posições e estilos estavam na cabeça dele depois de “anos passeando pelos sites adultos dessa maravilhosa internet”. “Acompanhando a evolução da técnica e do conteúdo do cinema pornográfico, vemos que o pessoal anda cada vez mais agressivo em toda a cadeia, da produção ao consumo”, analisa ele. “Com o passar dos anos, a gente pode sacar como eles exploram cada vez mais o fetichismo e como isso é cada vez melhor recebido pelo espectador. A indústria sabe fazer milhões com esse impulso de violência que a gente precisa ficar descarregando diariamente.”

A equipe de atores foi capaz de se portar sem pudor em cenas que passam por zoofilia, toilet play, anal play, femdom, entre outras tantas que talvez você não conheça - se conhecer, tudo bem, melhor ainda. E nada funcionaria tão bem - e seria vulgar - se a própria faixa não soasse como uma noite "caliente".
O disco Lembra? está disponível para download gratuito no site de Rafael Castro (aqui
As imagens não chegam a ser explícitas, mas podem causar constrangimento o clipe for assistido em lugares públicos. Então, tome alguns cuidados.


Fonte: Rolling Stone Brasil

All Day – Bueiro do Rock – Teresina/PI

Data / Hora
Date(s) - 09/08/2014 
All Day
EMPTY GRACE 09 de agosto de 2014 

ENVOKE + EMPTY GRACE + VALFENDA + DISFORMES + SCROK
Data: 09 de agosto de 2014
Local: Bueiro do Rock – Av. União, 731 – Memorare
Cidade: Teresina/PI
Horario: A partir das 20h
INGRESSOS:
Antecipado: R$ 20,00
Na Hora: R$ 30,00

quarta-feira, 30 de julho de 2014

Lançada no Brasil a biografia de James Hetfield, “a voz” do Metallica




Essa semana chegou ao Brasil a biografia do vocalista, guitarrista e compositor do Metallica, James Hetfield. Escrita pelo jornalista Mark Eglinton, chega às lojas pela Editora Gutenberg.

“James Hetfield – O lobo à frente do Metallica”, conta os conflitos, aventuras e as histórias pessoais e em torno do líder de uma das maiores bandas do heavy metal.

Mas o que se passa na cabeça  e na vida desse carismático frontman? Como ele lidou com os inúmeros problemas internos do Metallica, com a morte de familiares, com seus vícios e batalhas pessoais? É o que conta o livro com 208 páginas, depoimentos de amigos e músicos de outras bandas, além de um arquivo de fotos. 
METALLICA:

Fonte: Blitz do Gyn

Robert Plant diz que Jimmy Page só quer aparecer

Robert-Plant-Jimmy-Page
Prestes a lançar um novo álbum solo, Robert Plant falou ao NME sobre as recentes declarações de Jimmy Page, falando sobre o que impede uma reunião do Led Zeppelin. Em oportunidades recentes o guitarrista acusou o vocalista de fazer “joguinhos” e brincou com a possibilidade de usar o nome da banda para shows próprios. “Me sinto mal pelo cara. Ele faz isso porque sabe que consegue criar notícias. Não sei o que está tentando fazer. Fico desapontado e perplexo com isso”.

Fonte: Van do Halen

terça-feira, 29 de julho de 2014

Entrevista: Rosa de Saron une rock de qualidade à fé, amor e esperança

 
O Reduto estreia uma nova seção no site, chamada Rock Cristão. Nela, teremos entrevistas, matérias e vídeos a respeito desse estilo que não é tão difundido na grande mídia. Para começar bem, fizemos uma entrevista exclusiva com a Rosa de Saron, uma das maiores bandas de rock cristão do Brasil, com 26 anos de carreira.
Formado por Guilherme de Sá (voz), Eduardo Faro (guitarra), Rogério Feltrin (baixo) e Grevão (bateria), o grupo surgiu em 1988, na cidade de Campinas (SP), e busca fazer rock com qualidade levando uma mensagem cristã de esperança, fé e amor para todos.
Em junho, a banda católica lançou seu mais recente álbum Cartas ao Remetente. Com distribuição da gravadora Som Livre, o CD já está à venda nas principais lojas do Brasil (aqui), disponível para download no iTunes e também é possível ouvi-lo na íntegra através do YouTube (neste link).
A primeira faixa de trabalho, que leva o mesmo nome do disco, já ganhou clipe e até o momento contabiliza mais de 500 mil visualizações (assista abaixo). E não é só isso, eles ainda tem outros números que impressionam: 13 discos lançados, 2 milhões de fãs no Facebook e mais de 150 mil acessos/mês no site oficial.
Confira a entrevista com Rogério Feltrin, baixista e fundador do grupo, e conheça mais sobre a Rosa de Saron:
Reduto do Rock – Como surgiu a ideia de criar uma banda que toca rock cristão? Que artistas gostam de ouvir e foram importantes para que despertasse o interesse em fazer música?
Rogério Feltrin - Éramos um grupo de adolescentes que se conheceu dentro de um grupo de jovens da Renovação Carismática Católica. Tínhamos em comum, além da amizade, a mesma fé e o amor pela música. Isso nos levou a querer montar uma banda. O rock sempre foi nossa preferência musical e surgiu naturalmente. É difícil citar artistas que gostamos de ouvir; isso varia muito em cada fase e também entre os integrantes. Mas dentro do rock, todas as vertentes, desde as mais pop até as mais pesadas.
RR – De onde veio o nome Rosa de Saron? O que a família de vocês acha da banda?
RF - O nome é do livro de Cântico dos Cânticos, do Antigo Testamento. Saron é uma região de deserto, logo uma flor que nasce no deserto é uma metáfora da vida que vence a morte, que supera as adversidades. Achamos que o nome tinha a ver com a proposta do trabalho e o adotamos para a banda.
Nossas famílias compreendem muito nosso trabalho e apoiam como podem. A banda é muito exigente, nos consome muito tempo, não apenas em viagens, mas também em ensaios, gravações de discos, toda parte administrativa, além de reuniões intermináveis de planejamento de novos shows e projetos (risos). É preciso contar com uma família que aguente firme e dê suporte a tudo isso, senão seria impossível.
RR – Parte da Igreja não gosta de rock porque algumas bandas fazem uso de símbolos, ilustrações ou invocações satânicas. Vocês apenas se utilizam da sonoridade rock e transmitem um outro tipo de mensagem. Como veem essa situação?
RF - O rock é algo muito mais amplo do que essa minoria de bandas que faz esse tipo de apologia satânica. Acredito até que dentro do gênero existam mais bandas cristãs do que satânicas, mas nem é essa a questão, a verdade é que o rock é um estilo que tem servido de plataforma para muitas ideologias, por ter essa identificação direta com essa fase da vida em que os ideais estão mais presentes no dia a dia. Rock em si é apenas música e como música te dá muita liberdade de expressar o que você pensa.
RR – A Rosa de Saron já ganhou vários discos de ouro e em 2006 teve o CD Casa dos Espelhos, eleito como o 3° Melhor Álbum de Hard Rock Nacional. Além disso, a banda também foi indicada ao Grammy Latino e contabiliza ótimos números de acessos na internet. Em algum momento, o grupo sofreu algum tipo de preconceito por tocar música com a temática cristã?
RF - Sofreu e sofre. Já ouvimos de programadores de rádio que o som é legal, mas a ideologia não cabe na programação da emissora, por exemplo. Muita gente tem preconceito de tudo que é ligado à temática religiosa e já pressupõe que não vão gostar do trabalho antes mesmo de ouvi-lo. Nosso desafio nesses 26 anos tem sido quebrar o preconceito e levar essas pessoas a ouvirem o trabalho com suas mentes e corações abertos para aquilo que tentamos passar.
RR – Em 2013, a banda se apresentou durante o encerramento da Jornada Mundial da Juventude (JMJ). Qual foi a sensação de tocar no evento, tendo a Praia de Copacabana lotada por cerca de 3 milhões de pessoas?
RF - É algo indescritível, não só pela multidão, mas por todo o clima do evento que só de estar lá já teria sido emblemático, tocando então, muito mais. Nos sentimos honrados por termos estado lá e sabemos que esse evento será dessas histórias que contaremos aos nossos netos.
RR – Com 26 anos de estrada, vocês já se apresentaram em vários shows e festivais. Tem algum lugar onde ainda querem tocar?
RF - Não acalentamos sonhos do tipo “gostaria de tocar em tal lugar”. O que nos move sempre é o desejo de fazer um trabalho cada vez melhor e claro, expandir nosso público, levar nossa música e mensagem para um número de pessoas cada vez maior.
RR – Contem como foi o processo de gravação do novo álbum Cartas Ao Remetente, lançado em junho deste ano. O que ele traz de diferente em relação aos anteriores?
RF - Ele teve o diferencial de ser gravado em duas etapas, com um intervalo, uma pausa, um recesso de um mês que abrimos em função do nascimento da filha do Guilherme, nosso vocalista e também produtor musical do CD. Com isso, conseguimos – após essa pausa, ao retomar as gravações, ouvir o que já tinha sido produzido, sentir o que faltava ao álbum, o que sobrava, e complementá-lo fazendo dele algo mais coerente musicalmente.
RR – Agora, passado a Copa do Mundo, a banda inicia a turnê do mais recente trabalho. Por onde os fãs podem esperar shows? Há alguma surpresa? Quais os próximos planos da banda e o maior sonho de vocês?
RF - Tudo isso depende muito dos convites e propostas de shows que receberemos, mas nosso desejo é sempre poder levar a turnê por todo o país. Nossos próximos planos estão todos ligados à divulgação desse trabalho, novos clipes etc.
Rosa de Saron na internet
Vídeo 

Fonte: Reduto do Rock

Detonautas: veja o novo clipe “Seja Forte Pra Lutar”

 
O Detonautas lançou nesta terça-feira (15), o clipe da música ”Seja Forte pra Lutar”. A canção abre o CD 2 de A Saga Continua. Anteriormente, a banda divulgou o vídeo de “Acredite No Seu Coração”, do mesmo álbum (assista no Reduto).
O disco duplo está disponível para audição neste link e pode ser adquirido aqui! 


Fonte: Detonaltas

Jack White invade o show de Beck e toca três músicas

 
Jack White é incansável. Depois de fazer o show mais longo de sua carreira em Chicago, o guitarrista partiu para Rhode Island para participar do Newport Folk Festival, e não satisfeito na sequência foi à cidade de Providence, no mesmo estado, fazer uma aparição surpresa em um show de Beck, com quem tocou três músicas.

Apresentado apenas como “o melhor bartender do mundo”, White tocou guitarra e fez os vocais de apoio em “Loser”, “Pay no Mind” e “Where It’s At” - a última também com Sean Lennon, que com a namorada forma o duo The Ghost Of A Saber Tooth Tiger, encarregado de abrir os shows dessa turnê de Beck (menos no dia em que o próprio Beck fez isso).

A parceria de White e Beck tem rendido bem ultimamente: em maio a Third Man Records lançou o single "I Just Started Hating Some People Today"como parte de “sua série azul”, e White faz parte do elenco convocado para interpretar as canções de “Song Reader” (álbum de Beck lançado exclusivamente na forma de livro de partituras), cuja versão em disco começa a ser vendida amanhã.

                              Assista abaixo a dupla apresentando “Loser” (vídeo feito por um fã):   
Fonte: Território da Musica

domingo, 27 de julho de 2014

Judas Priest: Redeemer of Souls

Uma coleção de músicas que fazem bonito na quarentona carreira do grupo. 
Quando o Judas Priest anunciou que faria uma turnê de despedida - a "Epitaph Tour" - ainda no final de 2010, muitos fãs ficaram órfãos. E muita gente, é verdade, achou que a banda fazia bem em parar, antes de 'ficar ruim'. Ainda mais quando K.K. Downing, guitarrista da formação original, disse que estava fora da banda.

Mas a história do Judas não terminou nem com a turnê de despedida nem com a baixa na formação. Ainda em 2011, em meio à turnê que seria a última do grupo, Rob Halford e Glenn Tipton começaram a compor novas músicas e anunciaram que um disco estava a caminho. Aos fãs restou segurar a ansiedade.

E finalmente em 2014 "Redeemer of Souls", décimo sétimo álbum da banda, chega às lojas e aos nossos ouvidos. O som é um Heavy Metal tradicional, mas há também, aqui e acolá, um amálgama de tudo o que o Judas Priest já fez.



O disco abre com "Dragonaut" com riffs empolgantes e um ritmo que faz o corpo balançar - vejo 'air guitars' na plateia dos shows. A faixa que dá nome ao álbum segue a mesma fórmula. A épica "Halls of Valhalla" é ainda melhor do que as duas. Só por essa trinca, o disco já vale as três estrelas dessa resenha.

Outros destaques são "Battle Cry", com sua aura de anos 80; a pesada "Metalizer", "Crossfire" e ainda o hard rock "Hell & Back". Elas chamam a atenção ou por causa de sua cadência e pegada ou porque há refrão e passagens que convidam a acompanhar levando as cordas vocais aos limites - vamos admitir, fãs de heavy metal não resistem a cantar gritos/coro/refrão junto com a música.

A versão 'deluxe' do disco traz cinco faixas extras. Mas se você ficar com as 13 da versão padrão, já tem o pacote completo. Não que elas não sejam boas, mas não são essenciais para a obra, ainda que "Redeemer of Souls" não seja um disco conceitual (as faixas falam de um tudo, de dragões a aliens). Ok, vá lá, eu gostei de "Tears of Blood". Ela lembrou minha adolescência lá no comecinho dos anos 90. Mas "Never Forget", a balada com seis minutos e meio que encerra a versão deluxe, é bem chatinha.

A produção, nas mãos de Mike Exeter e do guitarrista Glenn Tipton, soa na medida. Nada sobrando, nada faltando. É a sonoridade que se espera do Judas Priest. E Rob Halford usa sua voz com inteligência e não abusa de agudos que não conseguiria reproduzir ao vivo.

Vale dizer que o novo guitarrista, Richie Faulkner, contribuiu nas composições do disco. E ainda assim, elas soam como o bom e velho Judas Priest - ou ele não pôde, ou não quis se aventurar. Ou isso é o que ele faria dentro ou fora do Judas Priest. O fato é que Faulkner encaixou-se no som do Judas como uma peça em um quebra-cabeça: sem rebarbas, sem erro, sem susto, sem dificuldade.

Faz bem o Judas Priest em sair em turnê com "Redeemer of Souls". Ele pode não ser o melhor disco da banda, mas é uma coleção de músicas que fazem bonito na quarentona carreira do grupo.
Playlist:
01. Dragonaut
02. Redeemer of Souls
03. Halls of Valhalla
04. Sword of Damocles
05. March of the Damned
06. Down in Flames
07. Hell & Back
08. Cold Blooded
09. Metalizer
10. Crossfire
11. Secrets of the Dead
12. Battle Cry 

Fonte: Território da Musica

sexta-feira, 25 de julho de 2014

JT do Metal Nobre candidato a deputado?

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Vocalista da banda de heavy metal cristã brasiliense, JT aparece em página de relacionamento fazendo campanha política.

Candidatos famosos e semi-famosos da mídia secular e até mesmo gospel se candidatando a cargos públicos numa eleição já não é nenhuma novidade (vide casos de deputados como Tiririca, Popó, Romário, Jean Wyllys, Marcos Antônio e Marco Feliciano, só pra citar alguns), o que surpreende é um candidato da cena mais “underground” como JT, vocalista do Metal Nobre (que, bem, nunca foi uma banda 100% underground, já que sempre teve um contato com o gospel), banda que se apresentou em Recife em 2011 na Noite do Metal I.

Na página oficial do cantor e candidato, aparece uma postagem do guitarrista Leonel Valdez (Metal Nobre, ex-Dark Avenger):

“A voz que canta e encanta a geração gospel do DF e do Brasil agora precisa da sua voz..
Precisamos do seu grito em favor de um propósito que Deus colocou no coração deste homem e desta banda que tantos amam e são ricamente abençoados ao ouvirem o rock and roll de Deus nas suas canções. 

Ouça aqui Metal Nobre:

Fonte: Templo Metal

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quarta-feira, 23 de julho de 2014

Cavalera Conspiracy encabeça Porão do Rock, em Brasília

cavaleraconspiracy

CJ Ramone é outra atração internacional confirmada 
O Cavalera Conspiracy, banda formada pelos irmãos Max e Iggor, fundadores do Sepultura, é a principal atração desse ano do Porão do Rock. O festival, que chega a 17a edição, acontece nos dias 30 e 31 de agosto no Complexo do Ginársio Nilson Nelson, e tem ainda a banda do ex-Ramone CJ Ramone no elenco. Entre os nacionais já estão confirmados Ratos de Porão, Raimundos, Dillo D’Araujo, Madrenegra, Suicídio Coletivo e The Evil Rock. Outras atrações ainda serão anunciadas, incluindo as bandas que participam das seletivas que estão sendo realizadas na Grande Brasília. Mais informações em breve.

O Cavalera Conspiracy é também a principal atração do Metal Manifest, festival que comemora o aniversário de 20 anos do Manifesto Rock Bar e será realizado em São Paulo, no dia 12 de setembro, com Krisiun e Korzus como atrações.
O novo álbum do CC se chama “Pandemonium” e vai ser lançado em outubro. A produção é de John Gray, que já havia trabalhado com Max Cavalera no Soulfly. Entre as músicas, há títulos como “Cramunhão”, “Blood Splatter”, “Doom Storm”, “Fist Fuck” e “Babylonian”. O disco marca também a entrada do novo baixista, Nate Newton, do Converge. Completa a atual formação o guitarrista Marc Rizzo, também do Soulfly. 


Fonte: Rock em Geral


Quiet Riot: 10

 

Em homenagem ao falecido vocalista, banda volta com disco enérgico ainda que cheio de saudosismo.
 Quando o baterista Frankie Banali anunciou que o Quiet Riot não mais se apresentaria, nem lançaria material novo, os fãs ficaram pesarosos. Isso foi logo após a morte do vocalista Kevin DuBrow, em 2007, por uma overdose de cocaína. Acima de tudo, Kevin e Frankie eram amigos. A banda havia lançado "Rehab" um ano antes.

Mas o tempo passou e Banali, o único da formação original da banda, repensou sua decisão. Em 2010, o músico reformulou o grupo com Chuck Wright, Alex Grossi e um vocalista convidado. A turnê que seguiu foi um sucesso. Mas o vocalista foi trocado. E depois trocado novamente até que Jizzy Pearl (L.A. Guns, Adler’s Appetite, Ratt) se juntou à banda no final do ano passado. Parece que com Pearl a coisa funcionou. E assim o Quiet Riot podia finalmente pensar em seu décimo segundo álbum.

Produzido por Frankie Banali, "10" é dividido em duas partes. A primeira traz seis faixas inéditas, gravadas em estúdio com Jizzy Pearl e a segunda, com as quatro faixas restantes, foi gravada ao vivo em 2007, ainda com Kevin DuBrow. No baixo, o lançamento traz dois outros músicos além de Chuck Wright: Rudy Sarzo, Tony Franklin.

Por causa disso, o disco pode parecer pouco coeso - e de certa forma é - mas ele reflete uma fase de transição para o Quiet Riot. E não deixa de ser uma homenagem a DuBrow - e aos fãs - ter algumas faixas com sua voz. A escolha das faixas ao vivo coube a Frankie Banali, que também produziu o disco, e fogem do lugar comum - nada de "Mama Weer All Crazee Now" ou "Cum on Feel the Noize" (aquela do Slade que todo mundo acha que é do Quiet Riot).

O material novo é empolgante. O repertório abre com "Rock in Peace", óbvio tributo a DuBrow. É um hard rock/rock n' roll pesado, de vocais rasgados, pra cima, que convida a seguir em frente. Depois vem "Bang For Your Buck", que parece que foi tirada do baú do Quiet Riot e lançada só agora. O mesmo vale para "Backside of Water". "Back on You" é do tipo 'alegrinha', as favoritas das moças. "Band Down" e "Dogbone Alley" dão uma desacelerada, mas não perdem a pegada.

O material novo de "10" é enérgico. Mas ainda assim fica uma sensação de tristeza, daquela que sempre se associa à saudade. Talvez porque muitas vezes Pearl lembre o falecido vocalista.

Já as quatro faixas ao vivo, "Free", "South of Heaven" - ambas de "Rehab"- "Put Up or Shut Up" (do "QR III", de 1986) e "Rock 'n' Roll Medley" - essa com referências a Led Zeppelin e Humble Pie - são do tipo que mexem com os fãs. Um ar de melancolia pode ficar para os mais fiéis.

Não há o que recear na capacidade de Banali - não apenas em seu instrumento, mas também na produção - ou na dos demais músicos, incluindo o novo vocalista, de fazer um bom álbum. Mas ainda é cedo para saber qual será o futuro do Quiet Riot. Tudo ainda gira muito em torno da ausência de DuBrow.

Talvez após o lançamento do documentário "Well Now You're Here, There's No Way Back" - sem previsão de lançamento -, a banda finalmente termine seu luto. Por enquanto fiquemos com "10", com suas ótimas faixas e clima de saudade.

01. Rock in Peace
02. Bang For Your Buck
03. Backside of Water
04. Back on You
05. Band Down
06. Dogbone Alley
07. Put Up or Shut Up (ao vivo)
08. Free (ao vivo)
09. South of Heaven (ao vivo)
10. Rock 'n' Roll Medley (ao vivo) 

Fonte: Território da Musica

segunda-feira, 21 de julho de 2014

Primeiro single de Elvis Presley completa 60 anos no último sábado, 19

Elvis Presley 
 Disco tinha “That’s All Right (Mama)” no lado A e “Blue Moon of Kentucky” no verso 

No dia 19 de julho de 1954 era lançado pela Sun Records, gravadora independente de Memphis, o primeiro single de Elvis Presley, contendo as músicas de “That’s All Right (Mama)”, no lado A, e “Blue Moon of Kentucky”, no verso (ouça abaixo). O disco mudou a história da música popular e deu inicio à carreira do Rei do Rock.

Elvis tinha gravado as canções no dia 5 de julho daquele ano. Porém, antes mesmo de Elvis pisar na Sun Records, o estúdio localizado na 706 Union Avenue já era conhecido pelas gravações de blues, R&B, country e folk. O proprietário e produtor Sam Philips enxergava longe: queria dar vez para quem estivesse fora do mainstream, especialmente artistas negros. O estúdio de Sam Philips era cobiçado por vários motivos. Memphis era parada lógica para quem transitava pelo sul dos Estados Unidos - era cômodo gravar lá. O uso de eco e reverberação e excelente qualidade sonora dos discos da Sun saltavam aos ouvidos. Sem recursos para lançar os discos por conta própria, Phillips licenciava o material para outros selos, especialmente os do norte do país. O produtor, por exemplo, gravou em 1951 “Rocket 88” com o cantor e saxofonista Jackie Brenston, acompanhado pela banda de Ike Turner, considerado um dos primeiros discos de rock. O material foi licenciado para a Chess, de Chicago. As maravilhas sonoras criadas por Sam Phillips começaram se espalhar pelos Estados Unidos. B.B. King, Rufus Thomas e Howlin’ Wolf foram algumas das lendas do blues que gravaram na Sun, no começo dos anos 50.

Elvis conhecia bem os discos que saíam da Sun. A romântica e pouco confiável teoria era que ele queria fazer uma gravação para dar de presente para sua mãe. Existiam outros meios mais fáceis, rápidos e baratos para registrar a própria voz. Elvis não precisava entrar em um estúdio de verdade para fazer isso. Ele queria mesmo ouvir a própria voz gravada em um ambiente profissional como o da cobiçada Sun Records. Se nesse processo ele fosse “descoberto” pelo dono do local, melhor ainda.

O aspirante a cantor pisou na Sun pela primeira vez em agosto de 1953 para registrar em um acetato particular as canções “My Happiness” e That's When Your Heartaches Begin". No dia 4 de janeiro do ano seguinte, retornou à gravadora para fazer outro acetato, desta vez com "I'll Never Stand In Your Way" e "It Wouldn't Be the Same Without You”. Mesmo sem nenhuma produção e com Elvis acompanhado apenas do violão rudimentar, já era possível sentir nessas quatro gravações (todas elas, baladas) um futuro astro. E foi exatamente isto que Sam Philips percebeu quando ouviu as gravações - isso depois de muita insistência de sua secretária, Marion Keisker.

Apesar de alguns puristas ainda insistirem na ideia de que os brancos usaram a música negra com fins de exploração, basta colocar lado a lado as gravações de “That’s All Right (Mama)” feita por Elvis e por seu autor e intérprete original, Arthur “Big Boy” Crudup, para ver que essa teoria simplesmente “não cola”. Naturalmente, a versão de Crudup, que ele registrou originalmente em 1946 pela RCA (ironicamente, a futura gravadora de Elvis), é ótima, mas em nada lembra o clima de celebração e o frescor que foi alcançado por Elvis, Scotty Moore e Bill Black. O vocal de Elvis é livre e sem esforço, enquanto a interpretação de Crudup é um típico lamento do blues. Com Elvis e músicos, tudo flui. Elvis, Scotty e Bill imprimem a dinâmica da música country a uma estrutura típica de blues.

Para o lado B, Elvis e trupe aplicaram a mesma equação. “Blue Moon of Kentucky”, era originalmente de Bill Monroe, o pai do bluegrass (o som das montanhas, considerado um dos gêneros musicais mais puros dos Estados Unidos). Uma das principais características do bluegrass é o chamado “high lonesome”, o vocal agudo e cortante. Elvis abandonou os maneirismos regionais da canção e não seguiu o original de Monroe de forma alguma. Se em “That’s All Right (Mama)” ele transformou um blues em country, em “Blue Moon of Kentucky” fez o contrário. A canção caipira ganhou uma cadência de blues acelerado. Quando o disco saiu, há exatos 60 anos, ninguém mais poderia dizer o que era blues, o que era country - mas hoje uma coisa é certa: a mistura intuitiva feita por Elvis já indicava o que, em termos mercadológicos, seria chamado de rock and roll. Elvis nunca se esqueceu de “That’s All Right (Mama)” e resgatou a canção no especial de TV que fez em 1968, conhecido como Comeback Special. E ele interpretou a canção regularmente durante toda a década de 70. Recentemente, o selo inglês Not Now Music relançou o single em vinil, em edição limitada (vide imagem).
Single Elvis 

Elvis Presley - that's alright mama  


Fonte: Rolling Stone Brasil

Eddie Vedder toca para fãs em praia portuguesa

 Ver imagem no Twitter
Eddie Vedder surpreendeu alguns fãs portugueses no último fim de semana. O Pearl Jam foi uma das atrações do festival Super Bock Super Rock, na Praia do Meco, e antes de subir ao palco, o vocalista foi curtir a praia e resolveu cantar e tocar para admiradores que estavam no local.  


Ver imagem no Twitter 
Com informações da Rádio Cidade

sexta-feira, 18 de julho de 2014

Scott Weiland voltaria para o Velvet Revolver por dinheiro

 Scott Weiland voltaria para o Velvet Revolver por dinheiro
O vocalista do supergrupo que contava com Slash , Duff McKagan e Matt Sorum do Guns N ‘Roses, além de Dave Kushner do Wasted Youth, declarou que gostaria de voltar a tocar com seus ex-companheiros.

De acordo com a publicação canadense “La Presse“, Scott estaria disposto a tocar apenas em alguns festivais com o objetivo de ganhar uma “grana fácil”.

Inclusive, ele teria feito a proposta de retornar ao grupo do qual foi demitido em 2008, devido a seu envolvimento com drogas.

Weiland também explicou que os caras do Velvet não querem seu retorno porque não precisam de tanto dinheiro como ele.

Em entrevista ao Radio.com, o baterista Matt Sorum falou sobre uma possível volta da banda para breve e que esse retorno seria “orgânico”, dando a entender que o vocalista estaria nessa investida. 
" Loving The Alien"

Com informações da 89 FM

E A COPA VEIO, E A COPA JÁ FOI

 
Antes mesmo dela começar já se protestavam contra a sua realização no país que ainda tinha – e tem – muitos problemas para resolver, mas mesmo assim a Copa veio. Jornalistas, turistas e fãs do esporte bretão compareceram em ótimo número nos jogos para abrilhantar o espetáculo apesar dos preços abusivos dos ingressos. E com o decorrer do certame, os jogos foram se tornando um mais emocionante que o outro, até mesmo aqueles realizados com times com pouca ou nenhuma tradição em copas do mundo.
 
Mas, nos bastidores da política brasileira, o que se exaltava era a palavra “dividendos”. Qualquer ameaça que pairava sobre a integridade do evento – economicamente falando – era “dividendos”. Ou seja, bilhões investidos nos estádios, na infraestrutura, aeroportos, tudo seria revertido em “dividendos” aos cofres do país. Sinceramente, não vi e com certeza não vou ver os tais “dividendos”. Talvez não agora, mas não sei se os tais dividendos vão ser superfaturados em alguma licitação a ser aceita pelo Congresso, e por aí vai.
 
O fato é que nesses 30 dias a Alemanha simplesmente fez o que o nosso governo simplesmente ignora. Além de ganharem a Copa 2014 e esbanjarem simpatia, os alemães ainda doaram o valor de R$ 30.000 reais para os índios Pataxós como forma de agradecimento.
 
Sou fã do futebol, mas fico enojado com as entidades que comandam, e a atitude da seleção alemã foi uma espécie de tapa na cara com luva de pelica. O triunfo dela representa a vitória da organização em cima da presepada, da seriedade em cima da malandragem, da eficiência alemã em cima do jeitinho brasileiro.
 
O Heavy Metal nasceu em Birminghan, Inglaterra, mas hoje ele reside na Alemanha. O futebol também nasceu na Inglaterra, e adivinhem em que país ele irá reinar por 4 anos? 

Fonte:

quinta-feira, 17 de julho de 2014

"Blues man" americano, Johnny Winter morre aos 70 anos

Cantor, guitarrista e produtor, Winter era conhecido e respeitado por ter se dedicado à fusão do 'rock-blues' britânico com o 'rock-blues' americano. 

 

Genebra, 17 jul (EFE).- O cantor e guitarrista Johnny Winter, uma verdadeira lenda do 'blues' americano, morreu nesta quinta-feira na cidade suíça de Zurique, onde residia, aos 70 anos, informaram fontes próximas ao músico.

A notícia veio à tona no começo da manhã através de Jenda Derringer, esposa de Rick Derringer, que durante anos fez parte da banda de Winter. Em declarações ao 'American Blues Scene', Jenda chegou a dizer que o estado de saúde do músico era precário.

Cantor, guitarrista e produtor, Winter era conhecido e respeitado por ter se dedicado à fusão do 'rock-blues' britânico com o 'rock-blues' americano.

Nascido em Beaumont, no Texas, Winter era um dos 'indispensáveis' do 'blues' entre os anos 70 e 80, assim como os lendários Muddy Waters e John Lee Hooker, com quem colaborou em diversas ocasiões.

Winter foi indicado sete vezes aos prêmios Grammy, mas nunca foi agraciado em sua carreira solo, embora tenha levado três prêmios como produtor de Waters. Segundo a revista 'Rolling Stone', Winter aparece na 63ª posição entre os melhores guitarristas de todos os tempos.

Em uma de suas últimas entrevistas, concedida ao site 'JournalStar.com' no mês passado, Winter disse: 'Aos 12 anos, eu já sabia que queria ser músico. O 'blues' é pura emoção e sentimento; se não tens isso, nunca serás bom'.

Winter, que lançou mais de 20 álbuns ao longo de sua vasta carreira, se preparava para lançar um novo disco de estúdio, 'Step Back', que trazia convidados do nível de Eric Clapton, Ben Harper, Billy Gibbons, Joe Perry, Dr. John, Leslie West, Brian Setzer e Joe Bonnamassa. Agora, 'Step Back' se transformará em um disco póstumo e deve chegar às lojas a partir de setembro.
CURTA UM VÍDEO DO CARA!

Fonte: MSN

Krisiun: "emo pagando de roqueiro não dá, isso não é rock"

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Max Kolesne, baterista do Krisiun, é um dos músicos mais respeitados do metal mundial. Dono de técnica e rapidez absurda, o artista recentemente concedeu entrevista ao site Batera.com.br, justamente para falar sobre o Dia Internacional do Rock.

Ele não poupou criticas ao novo cenário do rock nacional. "(...) A grande maioria é uma bela porcaria, não tem nada de rock. Muito batonzinho e frescura... musiquinhas de melodias... EMO pagando de roqueiro não dá, isso não é rock. Muito garotinho se preocupando com visual, e som pesado mesmo não tem nada. Rock é peso e atitude, e são pouquíssimas as bandas que tem esta essência", disparou.

Os próximos shows do Krisiun pelo Brasil são:
19.07.14 - Martin Cerere - Goiânia/GO
26.07.14 - Praça Antonio Prado - São Carlos/SP
27.07.14 - Plaza Hall - Sorocaba/SP
09.08.14 - Arena Vibe - Leopoldina/MG
02.09.14 - Complexo Armazém - Fortaleza/CE
12.09.14 - HSBC Brasil - São Paulo/SP
21.09.14 - Territory Day - Jundiaí/SP
18.10.14 - Rock Festival Edição Halloween - Uberlândia/MG

Fonte: Whiplash

Morre a ex-vocalista do Nau, Vange Leonel

Cantora sofria com um câncer

vangeleonel 

Morreu nesta ultima segunda, 14/7, a ex-vocalista da banda Nau, Vange Leonel. A musicista estava internada para tratar de um câncer no ovário diagnosticado há poucas semanas e não resistiu. O Nau foi uma das bandas que surgiram na década de 1980 e lançou um único disco, autointitulado, cujo hit era a faixa “Corpo Vadio”, lançado em 1986. O grande sucesso se Vange se deu, contudo, em sua carreira solo, com a música “Noite Preta”, tema da novela “Vamp”, exibida pela da “Rede Globo” em 1991. A cantora, que também foi ativista de direitos gays, tinha 51 anos. 

Fonte: Rock em Geral

quarta-feira, 16 de julho de 2014

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segunda-feira, 14 de julho de 2014

Copa do Mundo: como alguns rockstars reagiram ao título

Alemanha é tetra campeã do mundo. Os germânicos conseguiram levar para casa o tão sonhado título mundial, após 24 anos. Como já era de se esperar (e com um palpite bem dado deste que vos escreve) o time de 'Tobias Sammet' e companhia conseguiu vencer o campeonato. O Páreo foi duro, a Argentina foi bem durante toda a partida, mas o cansaço fez com que a seleção sul-americana cedesse.

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Como publicado anteriormente, alguns rockstars estavam torcendo como uns loucos para os seus países, tanto nativo quanto de consideração. Agora é a hora de comemorar, veja abaixo algumas reações de músicos de metal que acompanharam e torceram para os seus times. Grande vitória da Alemanha.
Tarja Turunen (ex-NIGHTWISH)
Como uma boa "argentina" que é, Tarja foi até o fim, torceu até o último segundo, amargou um vice-campeonato, mas respeitou o adversário.
"Bom trabalho Argentina. Parabéns Alemanha"
Antes do jogo a vocalista havia postado uma foto dela com seu filho mandando um recadinho para os seus amigos alemães.
"Esperando o jogo! Saudações da Argentina para todos os meus amigos alemães!"
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RATA BLANCA
A mais famosa banda de metal do país, os argentinos do Rata Blanca fizeram questão de dar uma forcinha um pouco antes da grande final começar. Valeu a intenção, pois o jogo foi muito disputado, várias chances para ambos os lados, mas como só poderia haver um campeão, a Alemanha levou essa.
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Tobias Sammet (EDGUY/AVANTASIA):
O gênio/vocalista Tobias Sammet não escondeu sua alegria em seu comentário. Mas mantendo o respeito ele deu os parabéns pela bela atuação de seus adversários.
"Legal, somos campeões do mundo! Mas meus pensamentos estão com a corajosa equipe da Argentina. Ambas as equipes mereceram! Amor a todos os meus amigos Hermanos!"
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Simone Simons (EPICA)
Já a nossa ruiva favorita deixou um singelo "Parabéns Alemanha" em seu twitter oficial. Por ser um país bastante querido entre os músicos europeus, a Alemanha está sendo parabenizada de boca cheia. O Wacken Open Air estará em festa durante sua programação no país do power-metal.
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Dave Mustaine (MEGADETH)
Parece que Mustaine vai levar o troféu de novo pé-frio dessa copa, não é que ele errou de novo. Como nos últimos jogos do Brasil, ele errou o seu palpite novamente apostando na vitória da Argentina.
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"Eu acho que #Argentina vai levar hoje. O que vocês acham? #FIFA #GermanyvsArgentina"
Parece mentira, mas realmente ele apostou na Argentina, e mais uma vez errando o seu palpite, confira no print abaixo e comprove:
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Fonte: Whiplash

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