segunda-feira, 30 de junho de 2014

Exodus volta ao Brasil em outubro

Grupo toca em três capitais

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O Exodus toca no Brasil em outubro, com shows em três capitais. As apresentações acontecem em Belém, no dia 1o, no Botequim; em São Paulo, no dia 4, no Carioca Club; e no Rio de Janeiro, no dia 5, no Circo Voador. Detalhes como os valores dos ingressos e esquemas de vendas ainda serão anunciados. Os shows fazem parte de uma turnê pela América Latina que marca o retorno do vocalista Steve “Zetro” Souza, no lugar de Rob Dukes. Como o grupo já está gravando um novo álbum, pode ser que músicas inéditas sejam apresentadas. A formação atual do grupo conta com, além de Zetro, Gary Holt e Lee Altus (guitarras), Jack Gibson (baixo) e Tom Hunting (bateria). 
Fonte: Rock em Geral

Eric Clapton, enfim, anuncia aposentadoria dos palcos

Durante entrevista a uma revista britânica, o lendário Eric Clapton disse, enfim, que vai se aposentar dos palcos. De acordo com o músico, que completa 70 anos em 2015, as turnês estão cada vez mais "insuportáveis". Em março, quando se apresentou no Japão, Clapton avisou aos japoneses que aquele poderia ser o último show dele no país. Na época, o dono de Cocaine falou que vai continuar participando de eventos, mas que já pensava na possibilidade de dispensar turnês longas.
Atualmente, Clapton trabalha no projeto chamado Eric Clapton & Friends "The Breeze An Appreciation of JJ Cole", homenageando o músico que faleceu há quase um ano.

Se aposentando ou não aqui ele continua na ativa!
Com informações da Rádio Cidade

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sexta-feira, 27 de junho de 2014

Líder do Nirvana lutava para se tornar o maior nome do rock

Líder do Nirvana lutava para se tornar o maior nome do rock 
A afirmação é da viúva de Kurt Cobain, Courtney Love, em uma entrevista para a nova série do canal National Geographic, “The 90′s: The Last Great Decade?”.

A reportagem aborda o sucesso do Nirvana, que passou de uma banda local de Seattle a fenômeno mundial. Ouvida pela produção do programa, Courtney conta que Cobain queria muito ser famoso, a ponto de estar desesperado para se tornar a maior estrela do rock do mundo.

No entanto, a viúva explica que o músico fez com que isso parecesse ter sido imposto a ele, quando na verdade buscava o reconhecimento mundial.

A entrevista contradiz o “mito” de que Kurt Cobain tentava evitar o estrelato, o que pode ser observado em uma gravação na qual ele diz: “Sou muito teimoso para me permitir comprometer a nossa música ou nos transformar em grandes estrelas do rock, eu simplesmente não gosto disso”.

Veja a declaração de Courtney Love ao programa que tenta responder se os anos 90 foram realmente a última grande década. 
Fonte: Rádio Rock

quarta-feira, 25 de junho de 2014

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Avenged Sevenfold: edição especial de ‘Waking The Fallen’

Lançamento tem CD, DVD e vinil

avengedwalking 
Chega ás lojas no dia 26 de agosto a caixa “Waking The Fallen: Resurrected”, do Avenged Sevenfold. Trata-se de um relançamento especial do segundo álbum da banda, “Waking The Fallen”, que saiu originalmente em 2003. São dois CDs com faixas demo, versões alternativas para várias músicas e gravações da banda tocando ao vivo na época. No DVD, o filé é um documentário com a banda revendo as circunstâncias nas quais o disco foi gravado, mas há performances ao vivo também. Além dos CDs, uma versão em vinil também será lançada na mesma data. A caixa pode ser encomendada nesse endereço, e um trailer mais detalhado está postado nesse outro local. Abaixo, a lista das faixas:
CD1
1- Waking The Fallen
2- Unholy Confessions
3- Chapter Four
4- Remenissions
5- Desecrate Through Reverence
6- Eternal Rest
7- Second Heartbeat
8- Radiant Eclipse
9- I Won’t See You Tonight Part 1
10- I Won’t See You Tonight Part 2
11- Clairvoyant Disease
12- And All Things Will End
CD2
1- Waking The Fallen: Resurrected
2- Second Heartbeat (Alternate Version)
3- Chapter Four (Demo)
4- Remenissions (Demo)
5- I Won’t See You Tonight Part 1 (Demo)
6- I Won’t See You Tonight Part 2 (Demo)
7- Intro/Chapter Four (Live In Ventura)
8- Desecrate Through Reverence (Live In Pomona)
9- Eternal Rest (Live In Pomona)
10- Unholy Confessions (Live In Ventura)
11- Second Heartbeat (Live In Ventura)
12- I Won’t See You Tonight Pt. 1 (Live In Ventura) (Hopeless Records pre-order only)
13- I Won’t See You Tonight Pt. 2 (Live In Ventura) (Hopeless Records pre-order only)
DVD
1- Waking The Fallen: Resurrected Documentary
2- Chapter Four (Live Footage Video)
3- Unholy Confessions (Official Music Video)
4- Unholy Confessions (Original First Cut Music Video) 

Fonte: Rock em Geral

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Paul McCartney diz que já está recuperado e confirma turnê nos EUA

Paul McCartney já está recuperado e pronto para voltar com força total para sua turnê. A próxima parada do cantor inglês seria os Estados Unidos, mas ele precisou cancelar os shows para cuidar de uma infecção viral há cerca de um mês.

Agora, o cantor já está bem e afirma que os shows serão remarcados. Para fazer o anúncio, ele até gravou um vídeo.

“Oi, como vocês estão? Olha, todo mundo está me perguntando como me sinto. Eu me sinto ótimo. Muito obrigado por perguntarem. Estou aqui também para dizer que as os shows que foram adiados serão remarcados para setembro e outubro. Então, venham nos ver porque estamos indo ver vocês. Estou me sentindo ótimo, rock’n’rolling. Yeah!”, disse McCartney no vídeo.

 

Fonte: Extra

terça-feira, 24 de junho de 2014

O blues de Jeff Beck

O blues de Jeff Beck

Ao chegar aos 70 anos de idade e 50 de carreira, o guitarrista segue expandindo a linguagem do instrumento – e jamais pensou em parar 

Houve uma época, especificamente nas décadas de 1960 e 1970, em que Jeff Beck tinha fama de ser difícil e temperamental. Se isso foi verdade, então é possível afirmar que ele suavizou consideravelmente com o passar do tempo. Hoje, Beck parece apreciar o papel de venerável embaixador da guitarra britânica. Em meados de maio, o músico esteve em São Paulo – foi a terceira passagem dele por aqui –, desta vez como a atração principal do Samsung Galaxy Best of Blues, festival criado por Pedro Bianco, presidente da produtora Dançar Marketing.

Apesar das inevitáveis marcas do tempo no rosto, Beck parece não ter mudado nada desde os anos 1970. Permanece cool e elegante. Tem o jeito típico de um astro de rock, mas não é espalhafatoso. Segue com o mesmo estilo de cabelo “ninho de corvo” que ele, Rod Stewart, Keith Richards e Ron Wood imortalizaram há quatro décadas. Fala tranquilamente e não tem problemas em discorrer sobre o passado, além de contar animadamente sobre o que vem pela frente. “Percebo que os lugares onde eu toco no Brasil ficam maiores”, ele diz logo de cara, abrindo um sorriso discreto e fazendo gestos com a mão. “Na primeira vez, era desse tamanho. Depois, só foi aumentando.”

Neste mês, o guitarrista, nascido em 24 de junho de 1944 em Surrey (Inglaterra), completa 70 anos. O ano de 2014 também marca oficialmente os 50 anos de carreira de Jeff Beck. E ele é afeito a honrarias: em 2011, foi eleito o quinto maior guitarrista de todos os tempos pela Rolling Stone Brasil. Talvez outros instrumentistas sejam mais técnicos, ou mais rápidos, mas em termos de ecletismo, fluidez e influência poucos se comparam a Beck. Quase sempre utilizando uma Fender Stratocaster personalizada, ele já passou pelo blues, proto-metal, fusion, rockabilly, new age, experimentou música eletrônica e ainda não parece estar satisfeito. Ao contrário de outros ícones virtuosos como Jimi Hendrix, Eric Clapton, Keith Richards e Jimmy Page, Beck nunca frequentou as colunas de fofocas. O músico não gosta de ser uma mera celebridade do rock, e tirando o interesse em colecionar carros raramente surge na imprensa algum escândalo ou detalhe sobre interesses pessoais ou a vida particular dele. O fato mais importante é que ele nunca parou de tocar. Grava discos em longos intervalos, mas está sempre na estrada, tocando com diferentes bandas, abrindo ou fechando para artistas de inúmeros estilos e procurando diversificar as apresentações.

Beck é também o “músico dos músicos” – já tocou ou colaborou com gente de gêneros musicais tão
díspares quanto Stevie Wonder, Brian Wilson, David Gilmour, Jan Hammer, David Bowie, Joss Stone (com quem tocou uma música no show de São Paulo), e muito outros.

Beck adianta que neste ano de celebrações dará um presente aos fãs – e a ele mesmo. O guitarrista já prepara um novo álbum, o primeiro de estúdio desde o bem-sucedido Emotion & Commotion (2010), e garante que será um marco na carreira, com um tipo de som totalmente diferente do que já fez. “Praticamente acabamos agora os trabalhos. Eu procurei fazer tudo em segredo. Vai ser um tipo de disco em que não só a gravação em si vai contar. Vai ter muito a ver com a mixagem, overdubs e pós-produção. Estou trabalhando nele há três anos”, ele explica, justificando o empenho. “Vai ter uma sonoridade diferente, nada a ver com música ocidental. Vai ser um reflexo do trabalho da minha nova banda, especialmente explorando a experiência e a técnica do [guitarrista] Nicolas Meyer.”

Ainda hoje, Beck colhe os louros de Emotion & Commotion, um dos campeões de vendas do catálogo dele. O chamariz é a versão de “Nessun Dorma” (de Giacomo Puccini), que é atualmente um dos pontos mais celebrados das apresentações ao vivo. “A proposta desse disco foi ser um trabalho popular e comercial. E conseguimos. Ele foi muito bom para mim”, Beck diz. “Realmente, todos gostaram da minha versão de ‘Nessun Dorma’. Gostaria de tocá-la ao vivo com orquestra, do jeito que ela foi gravada, mas resolvemos tudo com o teclado.”

Apesar de ter experimentado estilos e ter o nome marcado pelo blues e pelo fusion, Beck nunca
se esqueceu dos primórdios, quando foi incentivado por outro tipo de som. Logo cedo, descobriu o estilo de Les Paul, um dos grandes mestres pioneiros da guitarra. Quando era adolescente, Beck se encantou pelo rockabilly.

“Minha irmã era uns cinco anos mais velha do que eu,” ele comenta, dissecando um relato cheio de detalhes. “No começo do rock, ela comprava os compactos do Gene Vincent. Quando ouvi esses discos, fiquei louco – não necessariamente pelo Gene, mas sim pelo cara que tocava guitarra para ele, o Cliff Gallup, que morreu totalmente esquecido. Só anos mais tarde o nome dele passou a ser divulgado. Quando vi Gene Vincent and the Blue Caps tocando ‘Be Bop a Lula’ no filme Sabes o Que Quero, deu um clique e percebi que era aquilo que eu gostava e queria fazer. Isso foi antes de eu entrar de cabeça no blues, ouvindo Muddy Waters, Howling Wolf e toda aquela gente.”

Com 20 anos, Beck se tornou um nome conhecido quando fez parte do Yardbirds, em que entrou para substituir Eric Clapton e permaneceu por dois anos. A banda emplacou inúmeros hits, como “Heart Full of Soul”, “Evil Hearted You” e “Shapes of Things”, com a guitarra de Beck sempre fazendo a diferença. Ao contrário de alguns artistas que não gostam de avaliar os primeiros passos da carreira, o britânico ainda sente orgulho da época. “Ah, os Yardbirds. Nós éramos incríveis”, ele afirma. “Quem nos viu ao vivo sabe muito bem disto. Eu arrisco a dizer, não, eu afirmo: nós éramos melhores do que os Rolling Stones. Claro, eles eram legais, mas nós levamos a música para a frente, juntando blues com psicodelismo, e colocando toques de música oriental. A guitarra no rock nunca foi a mesma depois do Yardbirds.”

Beck ainda mantém um relacionamento próximo com Jimmy Page. Os dois eram amigos antes de Beck entrar para o Yardbirds, e quando o baixista Paul Samwell-Smith saiu, Beck chamou Page para o lugar dele. Logo o guitarrista Chris Dreja assumiu o baixo, o que liberou Beck e Page para que assumissem a dobradinha de guitarras. Uma pena que a parceria dos sonhos só tenha durado por poucos meses de 1966. Os resultados foram o single “Happenings Ten Years Time Ago”/ “Psycho Daisies”, uma breve turnê nos Estados Unidos e uma lendária aparição no filme Blow Up – Depois Daquele Beijo, de Michelangelo Antonioni, tocando “Stroll On”. A dupla tem tocado junta de forma intermitente durante os anos – a última vez foi em 2009, na cerimônia do Hall da Fama do Rock and Roll, onde executaram “Immigrant Song” e “Train Kept a Rollin’”.

Ao responder sobre um boato surgido na internet que diz que ele e Page estariam planejando uma turnê juntos, Beck fica surpreso: “Page? Ué, ele não está tocando mais! Ele passa o dia inteiro remasterizando aqueles discos antigos do Led Zeppelin. Jimmy é um cara que valoriza muito a privacidade. Nós sempre damos risada juntos. Seria legal tocarmos juntos, mas acho
que não vai rolar tão cedo”.

Depois que Jeff Beck saiu do Yardbirds, o produtor Mickie Most tentou transformá-lo em um astro pop. Ele gravou alguns singles, como “Hi Ho Silver Lining” e “Tallyman”, nos quais tentou cantar, mas logo todos perceberam que não funcionaria tão bem. “Eu odiei cada minuto quando gravei essas coisas”, Beck conta. Depois da experiência um tanto desconfortável, o próximo passo foi o Jeff Beck Group, cuja primeira formação tinha Rod Stewart no vocal e o futuro stone Ron Wood no baixo. O grupo evoluiu de uma banda de blues pesado para a fusão de jazz com rock, antecipando o trabalho posterior de Beck. “O Jeff Beck Group foi a minha maneira de liderar uma banda”, ele diz. “Não deixou de ser uma experiência interessante. Rod e Ron sobressaíram lá. Eu acho que o Rod não teria o sucesso que teve se não tivesse passado por ali.”

A década de 1970 serviu para Jeff Beck se reinventar como um dos mestres do fusion, gravando álbuns  clássicos no gênero, como Blow by Blow (1975) e Wired (1976), produzidos por George Martin. “Eu sempre admirei o trabalho de George com os Beatles”, Beck afirma. “Ele conseguia criar coisas incríveis com as composições da banda. Quando eu o convidei para trabalhar comigo, pensei que ele não iria ter tempo para mim.” A conexão Beatles/George Martin se faz presente nas apresentações de Beck, por meio da versão dele para a clássica “A Day in the Life”. “George veio a público dizendo que estava perdendo a audição e prestes a se aposentar”, Beck relembra. “Em 1998, ele fez esse disco [In My Life] de despedida, com um monte de gente interpretando canções dos Beatles. Tinha Sean Connery, Jim Carrey, Bobby McFerrin... Fui convidado e pensei: ‘Puxa, não posso dizer não’. Fui para o estúdio AIR e escolhemos ‘A Day in the Life’, que para mim seria perfeita, cheia de mudanças de tempo e diferentes atmosferas sonoras.”
Em 2013, Beck fez conexão com outra lenda do rock: Brian Wilson, ex-líder dos Beach Boys. A turnê que fizeram em conjunto tinha sets separados dos dois artistas, e Beck se juntava a Wilson para dar um toque especial a canções como “Surf’s Up” e “Our Prayer”. “Antes da turnê, cheguei a gravar algumas faixas para o próximo disco dele”, conta o guitarrista. “Mas eles acabaram me chamando para fazer a turnê e tudo foi meio corrido. Eu acho que o saldo foi positivo. Mas, sinceramente, acho que Brian não está bem. Ele não tem condições de estar na estrada por tanto tempo.”

Depois da rápida passagem pelo Brasil, Beck seguiu para alguns shows na Europa. Em setembro, volta para a estrada, desta vez nos Estados Unidos, para fazer dobradinha com o ZZ Top. “Eu gostava dos caras já na década de 1970”, explica. “Sempre quis tocar com eles, mas teve uma época que eles eram tão grandes que isso era impossível. Mas agora deu certo e acho que vamos nos divertir muito.”

Quando digo que boa parte do público dos shows de Jeff Beck é constituída por aspirantes a guitarrista que olham fixamente para as mãos dele, o músico dá uma risadinha marota. “Pois é, mas para mim isso parece tão fácil...”, ele diz, tímido e modesto, relativizando o rótulo de lenda viva do instrumento. “Sou apenas um sujeito que segue tocando por aí.”  
Dois momentos do cara!
1975
1985
Com informações da Rolling Stone Brasil

Rolling Stones deve passar pelo Brasil em 2015


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Parece que dessa vez vai, depois de uma quase certa turnê pro fim do ano na América do Sul, os Rolling Stones planeja passar por aqui no começo do ano que vem.

Conforme anunciado pela coluna do Jornal Destak, a banda passa pelo Brasil entre fevereiro e março de 2015, os locais de shows devem ser anunciados em breve, o mesmo antecipa que no Rio por sugestão do grupo, o show deve acontecer no Maracanã. Ainda não há confirmação oficial, então só resta aguardar e torcer.

A banda está com a turnê “On Fire” celebrando os seus 50 anos, recentemente tocaram no Rock in Rio Lisboa pra uma platéia de mais de 90 mil pessoas. A última vez que passaram por aqui foi em 2006, naquele show histórico na praia de Copacabana.  
Com informações do Blitz Rock Gyn / Jornal Destak

segunda-feira, 23 de junho de 2014

"Eduardo e Mônica" vira filme e previsão de estreia é para 2016

 
De acordo com o jornal O Globo, a música Eduardo e Mônica, lançada pela Legião Urbana no álbum Dois, em 1996, vai virar filme. A direção vai ficar por conta de René Sampaio, que também dirigiu Faroeste Caboclo - O Filme, que chegou aos cinemas no primeiro semestre de 2013. Segundo o jornal, o filho de Renato Russo, Giuliano Manfredini, teria aprovado a escolha da direção. Ainda não foram informados os atores que interpretarão Eduardo e Mônica nas telonas. A previsão é de que o filme chegue aos cinemas em 2016.

Com esta informação deu até vontade de ouvir a musica? Então curta!
Fontes: O Globo / Rádio Cidade

Foo Fighters faz cover de Rolling Stones e Queen durante festival

Galeria – Discos aguardados 2014 – Foo Fighters

O bis da banda no Firefly Festival ainda teve “School's Out" (Alice Cooper) e "Ain't Talkin' 'Bout Love" (Van Halen) 

O Foo Fighters, headliner do Firefly Music Festival, em Dover, Delaware, na última sexta, 20, aproveitou a ocasião - quando o grupo fez a única performance que tem marcada para esta temporada de verão norte-americano - para mostrar algumas covers aos 80 mil fãs presentes.


Depois das 16 canções iniciais, dentre as quais estavam clássicos como "This is a Call", "Times Like These" e "Monkey Wrench", a banda voltou ao palco para fazer uma série de versões no bis. Para começar, "School's Out", de Alice Cooper. Então foi a vez de "Miss You", dos Rolling Stones, "Ain't Talkin' 'Bout Love" (Van Halen) e, por fim, "Under Pressure", faixa do Queen com David Bowie. "Vamos fazer algo que nunca fizemos antes”, disse Grohl quando começou a sequência de covers. "Nos próximos 20 minutos, somos uma banda de bar chamada The Holy Shits e tocamos clássicos do rock”, completou ele, de acordo com o site da MTV. Assista abaixo.


O novo disco do Foo Fighters sai em novembro e a série de documentários Sonic Highways estreia na HBO norte-americana este ano. Ainda não há previsão de chegada do material à HBO brasileira. 

 

Fonte: Rolling Stone Brasil
 

sábado, 21 de junho de 2014

Hendrix Experience Tour vai rolar apenas nos EUA

Hendrix Experience Tour vai rolar apenas nos EUA

A nova turnê do tributo itinerante a Jimi Hendrix confirmou as datas da pernada, que este ano vai abranger apenas o território americano.
A formação da banda Hendrix Experience deste ano é a seguinte: Zakk Wylde, Eric Johnson, Jonny Lang, Buddy Guy e Chris Robinson (The Black Crowes).
Outros músicos convidados também marcarão presença ao longo das apresentações, agendadas para rolar entre setembro e outubro deste ano.
Janie Hendrix, irmã do guitarrista homenageado e presidente da Experience Hendrix, declarou para a imprensa americana que a turnê deixa claro que Jimi Hendrix continua ligando músicos e plateias e cruzando fronteiras.
“Meu irmão era um visionário musical cujo impacto transcende sua vida”, disse Janie. 
Com informações da Rádio Rock

AC/DC deve sair em turnê ainda este ano

“Fique atento para mais música”, disse Brian Johnson 

AC/DC - Brian Johnson

Brian Johnson, vocalista do AC/DC, escreveu em seu site que talvez tenha que dar um tempo em sua série televisiva Cars That Rock por conta da “pequena distração que é seu trabalho principal com o AC/DC”. Mais especificamente, ele escreveu, “É muito provável que saiamos em turnê de novo antes do fim deste ano”. Ao final, ele prometeu: “Fique atento para mais música”.

No final de abril, o AC/DC anunciou a saída de Malcolm Young devido a um problema de saúde do guitarrista. O texto publicado pelo grupo não especificou qual a doença de Young, mas pediu para “respeitar a privacidade da família durante este período”. O AC/DC também anunciou que continuaria na ativa e entraria em estúdio em maio, mesmo sem Malcolm, apesar de ter sido amplamente noticiado que a saída do músico colocaria também um ponto final na trajetória do grupo australiano.

Johnson também disse que o grupo estava planejando uma turnê de aniversário dos 40 anos a banda. A ideia inicial era apresentar 40 shows como uma forma de agradecimento aos fãs. 

 Com informações da Rolling Stone Brasil


quinta-feira, 19 de junho de 2014

Within Temptation volta ao Brasil em novembro

Shows acontecem em três capitais

withintemptation 
O Within Temptation volta ao Brasil em novembro para três apresentações. Os shows acontecem no Recife, dia 28, no Clube Português; no Rio de Janeiro, dia 29, no Circo Voador; e em São Paulo, no Audio SP, no dia 30. Os ingressos para os shows do Recife e de São Paulo já estão disponíveis - veja no final do texto - e, para o Rio, os detalhes ainda serão revelados. A turnê é a do novo álbum do WT, “Hydra”, lançado no início do ano, e que tem uma série de convidados, incluindo a soprano Tarja Turunen e o ex-vocalista do Killswitch Engage, Howard Jones. A última vez que a banda se apresentou no Brasil foi em fevereiro de 2012. Abaixo, os detalhes dos shows:
Within Temptation
Recife
Clube Português do Recife: Av. Rosa e Silva, 172
Dia 28/11, sexta, 21h
Preços: R$ 80 (Pista meia entrada), R$ 110 (Pista social), R$ 160 (Pista), R$ 190 (Camarote meia entrada) ou R$ 250 (Camarote social)
Informações vendas: www.ingressosparashows.com.br
Rio de Janeiro
Circo Voador: Rua dos Arcos, s/n - Lapa
Dia 29/11, sábado, 22h
Preços: a definir
Informações e vendas: a definir
São Paulo
Audio SP: Av. Francisco Matarazzo, 694
Dia 30/11, domingo, 20h
Preços: R$ 120 (Pista meia entrada), R$ 150 (Pista promocional), R$ 240 (Pista), R$ 200 (Camarote meia entrada) ou R$ 400 (Camarote)
Informações e vendas: www.ingressosparashows.com.br 

Com informações do Rock em Geral

Pé-frio de Mick Jagger volta a atacar a Inglaterra em Copas do Mundo

Antes do jogo, líder do Rolling Stones escreveu no Twitter que a partida contra o Uruguai seria a da vitória dos ingleses 


O vocalista Mick Jagger não consegue dar sorte quando o assunto é Copa do Mundo. Depois de uma série de episódios de azar em 2010, na África do Sul, o líder do Rolling Stones prejudicou a Inglaterra com o seu pé-frio pela segunda vez na edição do Brasil.
Antes do jogo contra o Uruguai nesta sexta-feira, Jagger escreveu em sua conta no Twitter: "Vamos, Inglaterra. Essa é a partida para se ganhar". 

Reprodução/Twitter
Mick Jagger deseja sorte à Inglaterra
Ao contrário do desejo de Jagger, a Inglaterra foi derrotada por 2 a 1 em São Paulo e segue sem pontos no Grupo D, com chances remotas de classificação às oitavas de final. Na partida de estreia, ele já tinha desejado sorte ao time inglês antes do revés contra a Inglaterra.

Os dois episódios no Brasil aumentam a reputação de pé-frio do ícone do rock. Em 2010, Jagger estava no estádio em Bloemfontein, na África do Sul, acompanhando a goleada que a Inglaterra sofreu diante da Alemanha por 4 a 1 nas oitavas de final. Na mesma fase, acompanhou ao jogo dos EUA ao lado de Bill Clinton, ex-presidente norte-americano, e acabou vendo Gana levar a melhor. Nas quartas de final, ele levou o filho para assistir ao jogo do Brasil com a Holanda e declarou sua torcida para o time de Dunga, que foi derrotado por 2 a 1.

Fonte: IG/Twitter

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