quarta-feira, 30 de abril de 2014

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terça-feira, 29 de abril de 2014

Noel Gallagher diz que não volta ao Oasis por quinhentos milhões de libras

 
Noel Gallagher resolveu responder, mais uma vez, sobre uma possível volta da sua antiga banda, com seu irmão Liam, o Oasis. O próprio músico desmentiu que retornaria ao grupo por quinhentos milhões de libras. Segundo a ironia de Noel, ele se juntaria a Liam por meio bilhão de camisinhas, ou de sachês com chá de Yorkshire e macarrão instantâneo.

A história da volta do Oasis se repete porque, na semana passada, Liam escreveu no Twitter a palavra "Oasis", mas não deu maiores informações sobre o assunto. No ano passado, também havia sido especulado que os irmãos Gallagher comemorariam os 20 anos de lançamento do disco Definitely Maybe com uma união da banda em apresentações no mês de agosto de 2014. 
Noel Gallagher :

Fonte: Rádio Cidade

Megadeth: turnê não tem a íntegra do álbum ‘Youthanasia’

Líder do grupo, Dave Mustaine diz que não pode comemorar aniversário de 20 anos do disco, que só se completam em outubro; show do Brasil é no domingo, dia 4, em São Paulo. Foto: Divulgação.

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A atual turnê do Megadeth pela América Latina, que passa pelo Brasil no próximo domingo, dia 4, não terá a banda tocando a íntegra do álbum “Youthanasia”, que este ano completa 20 anos de lançado, com tem sido anunciado pelos produtores.

Quem diz é o próprio vocalista e líder do grupo, Dave Mustaine, em um post em sua página pessoal no Facebook, lançado na última sexta, dia 25. Mustaine trata o fato como “boato” e uma “situação terrível”, e alega que o aniversário do lançamento do disco é 31/10/2014; ou seja, não seria o caso de tocar a integra do álbum em turnê antes disso.

“O boato de que estamos fazendo shows do 20º aniversário é uma situação terrível e assim que eu descobri que essa turnê foi apresentada a vocês, os fãs (…) como o 20 º Aniversário da ‘Youthanasia’, eu disse em todas as entrevistas que eu fiz que antecederam a nossa chegada, que era um erro terrível”, diz o post, espécie de carta aberta aos fãs. Para amenizar a situação, entretanto, Mustaine afirma, num trecho mais adiante, que o grupo vai tocar, nos shows, “tantas músicas do ‘Youthanasia’ quanto conseguirmos”.

Os produtores dos shows no Brasil, que desde dezembro anunciam a apresentação como sendo com a íntegra do disco, divulgaram um vídeo no qual o próprio Mustaine afirma que, no show de São Paulo, a banda vai “tocar várias músicas do ‘Youthanasia’. Para ler a íntegra do post de Dave Mustaine (em inglês), clique aqui.

Como a turnê já está em andamento, sabe-se que, no show de Quito, no Equador, no dia 22, foram tocadas apenas três das 11 faixas do referido álbum: “A Tout Le Monde”, “Reckoning Day” e “Youthanasia”. Na apresentação de ontem (26/4), no Chile, foram tocadas as mesmas três músicas. Antes do show do Brasil, o Megadeth tem outras quatro datas, uma no Uruguai e três na Argentina. Clique aqui para ver os detalhes do show de São Paulo.

Lançado em 1994, “Youthanasia” é o sexto álbum do Megadeth e chegou ao 4o lugar da parada americana. São desse disco músicas como “Reckoning Day”, “A Tout le Monde” e a faixa-título. Na época o grupo tinha a formação clássica, que contava com Dave Mustaine (vocal e guitarra), David Ellefson (baixo), ambos ainda na banda, Marty Friedman (guitarra) e Nick Menza (bateria).

Fonte: Rock em Geral

segunda-feira, 28 de abril de 2014

Entrevista: “Eu quero que os pais possam deixar seus filhos ouvirem Misfits”, diz Jerry Only


De volta ao Brasil para a turnê “The Devil’s Rain”, o Misfits já tocou em Vitória, no Rio de Janeiro e em Belo Horizonte. Na quinta-feira é a vez de Porto Alegre, seguido por Curitiba, Maringá e São Paulo, onde a passagem pelo País chega ao fim.

Mais do que simpático, Jerry estava animado com as apresentações no Brasil quando atendeu o Território da Música/Rock Online diretamente de New Jersey e falou sobre sua admiração pela música dos anos 50, como algumas questões familiares vão influenciar os próximos passos do Misfits, e sobre preferir ser um cara legal a deixar as pessoas com raiva.

Vocês já vieram para o Brasil algumas vezes, mas um show em especial foi bem caótico (Jerry dá risada), em 2011. Essa foi a apresentação mais insana que vocês fizeram no País?

Jerry Only: Bom, já fizemos uns shows bem malucos, em El Salvador, lugares assim, onde tivemos problemas inclusive com o exército... Mas você está falando daquele que foi no meio da cidade, em São Paulo?

Esse mesmo.

JO: Esse foi muito bom, eu me diverti muito.

E você acha que esse caos é parte do espírito do punk rock ou foi demais?

JO: Não, quer dizer, foi maluco, mas eu não vi... Bom, nós continuamos tocando. Já houve alguns shows tão loucos que nós tivemos que parar. Eu me diverti, é um festival muito bom, eu curti.

E quanto aos próximos shows? Vocês tem alguma surpresa planejada para as apresentações no Brasil?

JO: Não, na verdade não. Estamos divulgando nosso álbum ao vivo, “Dead Alive!”, que conta com nosso novo line-up. Estamos muito felizes com o resultado, temos viajado bastante ao redor do mundo com ele. Mas quando nós vamos ao Brasil temos que voar todos os dias, e só podemos carregar uma certa quantidade de equipamentos no avião, o que nos limita nesse aspecto. Mas estamos tocando muito bem. Acabamos de voltar da Rússia e da Grécia, que foram shows muito bom para nós. E estamos muito animados de ir para o Brasil, especialmente São Paulo.

Logo antes de vocês tocarem na Grécia você deu uma entrevista dizendo que tinha alguns lançamentos planejados para este ano. Em outra entrevista você disse que agora focariam em EPs e outras coisas do tipo, como singles, já que o formato de álbum completo não se encaixa mais na indústria da música. Vocês planejam lançar um álbum completo dos Misfits em 2014 ou de agora em diante devemos esperar apenas EPs e singles?

JO: Bom, acontece que meu pai faleceu, não sei se você sabe disso. Meu irmão Doyle estava trabalhando com ele esses últimos anos, e agora eu estou na oficina (machine shop, espaço para trabalho com metais ou materiais resistentes como polímeros), tentando colocar ela de volta nos trilhos, porque meu irmão esteve com meu pai por uns dez anos - e eu acho incrível -, eles deixaram tudo desabar. Eu tive que consertar tudo quando voltei, não sei nem como eles estavam fazendo as coisas. Eu também tenho uma situação com a minha ex-mulher e minha filha. Ela está muito longe de mim agora, então pensei em fazer turnê o máximo que pudesse até o verão (no hemisfério norte), e então passar parte do verão com a minha filha. Ela tem 7 anos, o nome dela é Eva Marie - como Eva e Maria, da Bíblia, a avó dela que escolheu o nome. Estou tentando passar um tempo com ela, manter o negócio da família funcionando, cuidar da minha mãe, e nesse meio tempo nós vamos terminar algumas coisas. Ano passado lançamos um EP de Natal e uma série de singles, mas agora vamos fazer deles um álbum porque perdemos a oportunidade de vender no varejo. Já era muito tarde no ano quando finalmente terminamos o álbum, então vamos tirar isso da frente. Também temos nosso “Project 1950” com novas músicas, que será lançado no verão [do hemisfério norte], e eu tenho algumas canções novas que gostaria de gravar enquanto estou em casa com a minha filha. Eu espero ter alguma coisa para o Halloween. Não posso prometer, mas sei que teremos um disco para o Natal, isso é certeza. E continuamos trabalhando, construindo a gravadora e o nome, continuamos fazendo camisetas, quer dizer, eu sei que você vê elas.

Sim, em todo lugar. É praticamente um ritual de rebeldia adolescente começar a usar camisetas do Misfits.

JO: É, elas estão em todos os lugares, e sabe de uma coisa? Com todo direito. Os Misfits fizeram muitas coisas inovadoras no decorrer dos anos e inspiraram muita gente a seguir em frente e se tornar grande, como os caras do Metallica, Rob Zombie, Green Day, quer dizer, todo mundo sabe quem somos, todo mundo respeita, é legal.

Falando sobre todos esses materiais que vocês produzem, o Misfits sempre teve uma atitude do-it-yourself no que diz respeito a merchandising, e vocês também fazem seus próprios instrumentos, certo?

JO: É, na verdade eu faço tudo aqui na oficina. Nós fazemos os spikes das jaquetas, construímos nossas guitarras e sempre fazemos alguma coisa especial para bateria. Agora nós temos luzes na bateria, são bem legais. Não acho que podemos levá-la no avião, espero ir aí um dia e tocar em um festival grande, porque aí vale a pena levar os equipamentos, cenários e coisas do tipo. Nós levamos esse equipamento pra Inglaterra, mas nós voamos até a Inglaterra e então fizemos uma turnê pela Europa e Reino Unido. Aí ficamos geralmente no chão. Nós temos um caminhão, um ônibus, nos buscam no aeroporto e nós viajamos, mas quando vamos ao Brasil tem tanto espaço entre os lugares, e tão pouco tempo pra cobrir essa distância, que temos que voar todos os dias, então ficamos restritos no que podemos levar.

Espero que um dia vocês consigam trazer todo o equipamento para que possamos viver a experiência completa dos Misfits.

JO: Eu gostaria de tocar naquele festival grande de novo, quando é aquilo?

Qual festival?

JO:
Aquele gigante e maluco, com milhares de palcos. Quando eles fazem, em que época do ano?

A virada Cultural? É em Maio

JO: Ah, então está chegando. Bom, acho que estamos fora este ano, mas gostaria de poder fazer parte novamente ano que vem. Eu me diverti muito, entramos à meia noite em um palco bem grande, tinham facilmente 50 mil pessoas lá, rua abaixo, quarteirão acima, se pendurando de janelas... Estavam jogando latas de lixo em viaturas da polícia e eu pensei “puta merda, lá vamos nós”. Mas tocamos bem, sabe, é tudo que você pode fazer.


 
Misfits na Virada Cultural 2011 | Foto: Lauro Capellari / TDMusica

E vocês tem alguma linha própria de instrumentos, um baixo modelo assinatura?

JO: Nós fizemos nossas guitarras desde o princípio. O baixo que eu toco se chama “The Devastator”, eu desenhei ele em 1987 e agora estou falando com algumas pessoas que conheço para começar uma linha de guitarra dos Misfits. Não sei se vocês tem a Guitar Center no Brasil, mas é uma super loja de guitarras. É uma empresa muito grande, eles são todos bons amigos meus e espero convencê-los a vender minha linha. Acho que pode ser uma guitarra americana muito boa, e mesmo que o preço seja bem alto, acho que as pessoas vão querê-la. Estou animado com isso.

Quando vocês voltaram à ativa, com o lançamento de “American Psycho” em 1997, o cenário musical era diferente, e apesar de vocês terem uma base de fãs muito leal, a cena era dominada pelo pop e pelo rap nessa época. Como foi voltar e permanecer fiel à própria identidade?

JO: Nós terminamos no começo dos anos 80. Bom, o Glenn saiu em 83, a banda nunca terminou de verdade. Enquanto não estávamos tocando nós víamos bandas como o Iron Maiden e Judas Priest, víamos que estúdios estavam ficando melhores, a qualidade das gravações estava ficando melhor... Então quando voltamos em 1995 levamos mais ou menos um ano e meio para pegar a estrada e gravar um álbum, que saiu pela Geffen. Eu acho que “American Psycho” é um disco muito bom, e a recepção foi boa também. Acho que a galera mais nova gosta mais das coisas novas do que das coisas antigas. Quando nós tocamos ao vivo algumas das músicas que estão lá como “Dig Up Her Bones”, “American Psycho”, canções assim, a galera realmente enlouquece com elas. Acho que o público mais novo valoriza mais a evolução do Misfits. Os Misfits não são como Bing Crosby ou alguém que faz a mesma coisa todo disco, sabe, só mais uma melodia que pega com um título. Nós evoluímos, trocamos de músicos, e nós reavaliamos o que fazemos. Eu acho que a coisa mais importante em qualquer forma de arte é sempre tentar se recriar, inventar algo que seja novo, fazer algo um pouco diferente, tentar abrir novos caminhos e experimentar coisas novas. Nós fizemos isso desde o começo, e fizemos de novo quando voltamos. Sim, tinha um pouco mais de metal, mas também temos um toque de música dos anos 50, um pouco de rockabilly, quer dizer, nós misturamos as coisas um pouco. E acho que nós permitimos que as canções se tornem elas mesmas, então se escrevemos uma canção e ela soa como metal, sai como metal, se escrevemos uma canção que parece mais uma música dos anos 50, ela soa assim também. Eu acho que essa liberdade de criação é o elemento mais importante que colocamos na mesa. Nós realmente não nos sentimos obrigados a servir a mesma refeição que você comeu ontem à noite. É como se fossemos cozinhar, e vamos experimentar coisas novas. Eu lembro que “Helena” foi um problema. Nós queríamos gravar e todo mundo falava “Que tipo de música é essa?”. Os jovens adoram!

Eu venho dessa geração de fãs e particularmente acho “Helena” e “Saturday Night” duas das melhores canções de amor que existem.

JO: Sim, eu adoro! Toda noite eu tento cantar “Saturday Night”. Se sinto que minha voz está boa e não vou fazer papel de bobo, eu faço uma tentativa. E eu gosto de “Saturday Night” porque sou muito fã dos anos 50, então para mim parecia que era o caminho a seguir. Uma canção assim se encaixava com os Misfits, mas também era muito Elvis. Era um rock n roll original, mas você não tem como errar com o básico, é o que eu sinto.

Nas letras de “The Devil’s Rain” há referências diretas ao filme de horror B “The Devil’s Rain” e à “Dark Shadows”, o filme com Johnny Depp. Há alguma outra referência nas letras? Bom, fora aquela que fala sobre garotas.

JO: (Risos) Bom, na nossa era mais recente, agora que eu escrevo a maior parte das letras, tento escolher como tema principal um filme de monstro, ou de horror, e adaptar minhas letras a ele. Tento criar um conceito que diga alguma coisa, achar alguma coisa que se encaixe melhor com a história, e escrevo de acordo com isso. Eu quero que os pais possam deixar seus filhos ouvirem Misfits, não quero que eles digam “ah, eles falam lixo, falam merda, eles estão falando sobre machucar mulheres, matar bebês, falam disso e daquilo e não quero que meus filhos escutando esse tipo de coisa”. Eu não quero essa merda. Eu gosto da minha banda, eu acho que sou uma boa pessoa. Eu acho que os integrantes da banda são boas pessoas, e acho que tocamos e nos apresentamos com os melhores. Então para que me limitar, tentar ser legal, falar coisas tipo “eu vou comer suas tripas” ou merdas assim... Quer dizer, se estiver num filme eu vou usar, mas se é alguém falando assim no meio da rua, não precisamos dessa merda. Eu tento ser responsável. No passado nós tentamos ser bem abrasivos, quer dizer, quando você ouve as letras vai ficar com raiva. Eu não quero que as pessoas fiquem com raiva, quero que digam “cara, que letra legal”, “ah, me fez entrar no filme”. Quando eu vejo o filme, escuto a canção e estou lá. E é isso que eu quero fazer. Mais do que ser um bad guy, eu prefiro ser um cara legal.

Alguma última mensagem para os fãs do Brasil?

JO: Sim, eu tenho. Eu mal posso esperar para voltar pro Brasil. E vocês são sempre ótimos, então vamos nos divertir muito. Keep rockin, kid.
 
Fonte: Território da Musica

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Iron Maiden: Harris e Dickinson imortalizados em música do Edguy

Os nomes de STEVE HARRIS, BRUCE DICKINSON e do IRON MAIDEN são entoados em alto e bom som por TOBIAS SAMMET, na música England, faixa bônus do novo álbum do EDGUY, Space Police: Defenders Of The Crown.
Imagem
Um dos trechos da música:
"England's got Steve Harris
and if that wasn't enough for you
England's got Bruce Dickinson
and of on top of it - the other ones
and Iron Maiden too, yes it's true" 

"A Inglaterra tem Steve Harris
e se isso não fosse o suficiente para você
Inglaterra tem Bruce Dickinson
e em cima dela - os outros
e Iron Maiden também, sim, é verdade



Fonte: Whiplash

sexta-feira, 25 de abril de 2014

Jon Bon Jovi inaugura conjunto habitacional nos Estados Unidos

Na terça-feira (22), o líder do Bon Jovi, Jon Bon Jovi, inaugurou um conjunto habitacional na Filadélfia, nos Estados Unidos. A morada recebe o nome de JBJ Soul Home e conta com 55 unidades distribuídos em quatro andares. O local será ocupado por pessoas de baixa renda e desabrigados. Toda a obra foi custeada pela Soul Foundation, de Bon Jovi, e pela Middleton Partnership, onde gastaram mais de 16 milhões de dólares.

Não é a primeira vez que Jon auxilia na construção de conjuntos habitacionais para quem necessita de moradia. O músico fez o mesmo em Newark e Nova Jérsei, por exemplo. Todos os moradores do conjunto da Filadélfia terão serviços sociais disponibilizados pelo projeto HOME. 

Fonte: Rádio Cidade

Guns N’Roses: guitarrista prevê disco de inéditas para 2015

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Grupo pretende compor durante temporada em Las Vegas
Os caras do Guns N’Roses vão aproveitar o tempo que vão passar juntos durante a nova residência do grupo, em um cassino em Las Vegas, para acertar a composição de músicas inéditas que estarão em um novo álbum. Foi o que disse o guitarrista Richard Fortus, ao se abordado pela imprensa no tapete vermelho do “Revolver Golden Gods awards”, em Los Angeles, na quarta passada. Ao ser retrucado pela reportagem, Fortus não hesitou em dizer que a ideia é lançar o tal disco em 2015.

Ao todo, são nove apresentações no Hard Rock Hotel and Cassino, entre os dias 21 de maio e 7 de junho, com intervalos mais que suficiente para a banda se acertar e sair de lá, ao menos, com as músicas prontas.

Da última vez em que o Guns fez uma temporada em Vegas foi gravado o DVD “Appetite For Democracy”, que comemora aniversário de 25 anos do álbum “Appetite For Destruction”, o primeiro do grupo, e o de quatro anos de “Chinese Democracy”, o mais recente, lançado em 2008.
Da formação original só permanece o vocalista Axl Rose, e o time é completado por, além de Fortus, DJ Ashba e Ron “Bumblefoot” Thal (guitarras), Tommy Stinson (baixo), Frank Ferrer (bateria) e Dizzy Reed e Chris Pitman (teclados).

No último dia 17, uma turnê de nove shows pelo Brasil foi encerrada em Fortaleza. No giro, o grupo atraiu cerca de 140 mil pessoas; clique aqui para ler uma resenha do shows do Rio, e aqui para saber tudo sobre a turnê brasileira.

Tags desse texto: Guns N'Roses


quarta-feira, 23 de abril de 2014

Tentando voltar ao topo, Courtney Love lança “You Know My Name”

 
Verdade seja dita: faz tempo que Courtney Love não mostra ao público um trabalho relevante. Mas a viúva de Kurt Cobain continua tentando e lança no início de maio um single com as músicas “Wedding Day” e “You Know My Name”. Esta última foi liberada na internet e você confere logo abaixo.
O single contendo as duas faixas será lançado oficialmente no próximo dia 04 de maio. Em seguida ao lançamento a cantora voltará aos palcos para uma série de apresentações no Reino Unido.

Em recente entrevista ao The Quietus, a vocalista comentou sobre a pressão que sofre ao compor novo material. “Bem, você se senta e trabalha duro por um mês como Queens of the Stone Age e simplesmente não funciona - não que o Queens of the Stone Age seja um saco, mas as pessoas esperam muito mais de mim”, declarou a cantora, usando o grupo de Josh Homme como comparação.

“Josh Homme pode tocar quatro notas em seu baixo e as pessoas tiram o chapéu, mas eu tenho um nível maior [para alcançar] por alguma razão. Tem que ser muito, muito bom.”

Ouça a nova “You Know My Name” e diga se Courtney Love atingiu esse tal alto nível que ela diz buscar: 
 Fonte: Território da Musica

terça-feira, 22 de abril de 2014

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Terror pascal

Misfits atende ao pedido do público, recebe fã mirim no palco, comemora aniversário e passa o rodo com cerca de 40 músicas no Circo Voador

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O sujeito sobe no palco com um casaco repleto de objetos pontiagudos, ainda sem o instrumento, como quem não quer nada, e agradece a quem foi ao Circo Voador passar a Páscoa com ele. No meio do show, pede para um daqueles fãs chatos que ficam o tempo todo segurando um cartaz com o nome de uma música para que ela seja incluída no repertório, passe para ele a tal faixa. Mostra para os comparsas de banda e, num passe de mágica, aquela desejada canção que não era tocada há um tempão é executada sem nenhuma combinação prévia. Depois, leva ao palco um garoto de uns 10 anos que flutuava nas costas de outrem no meio da multidão para cantar o singelo refrão “preciso de seus crânios”, a plenos pulmões. E, ainda, distribuiu munhequeiras para os fãs antes de ir embora. Tem como não gostar de um show do Misfits depois disso?

E não só por isso. No desfecho do domingo de Páscoa, em meio ao feriadão, um excelente público se empoleirou na frente do palco para ver o trio liderado por Jerry Only, o tal gente fina, mandar umas 40 músicas (ah, se fosse o The Cure!) sem dar muito tempo para cultivar aquele sentimento de renovação; é terror puro. Se não é um sucesso planetário, o Misfits pode se orgulhar de ter músicas interpretadas por gente grande como Guns N’Roses (“Attitude”), Metallica (“Die Die My Darling”) e Green Day (“Hybrid Moments”), todas devidamente incluídas no show. Ok, faltou “Last Caress”, mas diante desse contexto estão suspensas as reclamações. É o que subscreve ao grupo o status de lenda vida do rock, fonte de inspiração para tudo e todos. Uma espécie de Ramones, que, contudo, jamais saiu da penumbra do underground.

O show é do tipo atropelamento sem prestar socorro ou anotar placa, e a citação ao Ramones faz todo o sentido, musicalmente falando. Difícil não se lembrar da banda que inventou o punk rock quando o trio executa pérolas como “She”, a primeira que Only compôs para o grupo; “The Monkey’s Paw”, dedica às meninas e “Saturday Night”, já no bis, tida como música romântica no jeito Misfits de ser e que faz o público pular e cantar abraçado, entre outras. Mas na maior parte do tempo o cenário é de rodas de pogo e muitos body surfings, sem que isso prejudique a cantoria do povão numa inspirada interação público e banda; convenhamos, não é sempre que acontece. Em músicas como “20 Eyes”, com refrão cantado em uníssono; “From Hell They Came”, dedicada ao Rio; e “Skulls”, aquela na qual o menino foi erguido ao palco, reforçam um ambiente quase íntimo entre palco e plateia.

“Essa banda está fazendo 38 anos e amanhã (hoje, 21) é meu aniversário e é por isso que vale á pena prosseguir”, disse Only após o garoto ser devolvido ao público. Difícil imaginar que há ainda quem não valide essa formação liderada pelo baixista e vocalista, que já dura mais de 10 anos com o guitarrista Dez Cadena, como sendo o “Misfits de verdade”. Jerry Only estava lá no início, assumiu os vocais cantando num tom sinistro/sombrio e semelhante ao de Glenn Danzig, cantor da formação original e desafeto, e vida que segue. Cadena, de seu lado, é um monstro – sem trocadilhos – que já integrou o Black Flag, outra lenda do punk rock/hardcore mundial. Por isso, entre outras músicas cantadas por Dez, sempre há uma do Black Flag, e a desta noite é “Thirsty and Miserable”, praticamente ignorada pelo público. E o batera Eric “Chupacabra” Arce, revelado no Murphy’s Law, é melhor do que muito ex-integrante cansado por aí. Ou seja: definitivamente o mundo não pode ser privado de um Misfits como esse.

É o que a juventude acotovelada no Circo Voador está cansada de saber, mas, por outro lado, não há muito que pensar quando as potentes caixas de som cospem clássicos do naipe de “Die, Die My Darling”, comemorada como um gol do Brasil em final de Copa; quando “Return of the Fly”, a tal pedida pelo sujeito do cartaz, é tocada depois de uns oito anos na geladeira; ou mesmo em músicas mais recentes, do álbum “The Devil’s Rain”, lançado em 2011, como “Father” e “Jack the Ripper”, muitíssimas bem recebidas na parte inicial do show. Mas é no bis, sem jaqueta e camisa, mas com a maquiagem cadavérica intacta, que o ainda fortão aniversariante comanda o filé do churrasco: “Halloween”, música-símbolo do Misfits; a ótima “Descending Angel”, dedicada a Jesus Cristo (!); e a já citada “Saturday Night”, com status de hino. Não custa repetir: alguém aí anotou a placa?
Set list completo:
1- The Devil’s Rain
2- Vivid Red
3- Land of the Dead
4- Scream!
5- Hybrid Moments
6- Teenagers From Mars
7- Attitude
8- Some Kinda Hate
9- Curse Of Mummy’s Hand
10- Dark Shadows
11- Father
12- Jack the Ripper
13- Static Age
14- TV Casualty
15- She
16- 20 Eyes
17- Angelfuck
18- Vampira
19- Horror Business
20- From Hell They Came
21- American Psycho
22- Don’t Open ‘Til Doomsday
23- Dig Up Her Bones
24- Kong at the Gates/The Forbidden Zone
25- Ghost of Frankenstein
26- Return of the Fly
27- The Monkey’s Paw
28- I Turned Into a Martian
29- Skulls
30- Where Eagles Dare
31- Hatebreeders
32- Horror Hotel
33- Ghoul’s Night Out
34- We Are 138
Bis
35- Descending Angel
36- Helena
37- Thirsty and Miserable
38- Saturday Night
39- Die, Die My Darling
40- Halloween
Fonte: : Misfits

sexta-feira, 18 de abril de 2014

Raimundos lança videoclipe da nova “Baculejo”

 

O Raimundos lançou na internet nesta semana um videoclipe para uma das músicas do novo álbum. A faixa escolhida para o vídeo é “Baculejo”, uma das 12 músicas do álbum “Cantigas de Roda”, lançado pelo grupo em fevereiro.
O clipe de “Baculejo” traz cenas da banda em um show realizado este ano em Piracicaba, no interior de São Paulo, além de filmagens em estúdio. No vídeo é possível ver que as apresentações da banda continuam animadas.

No início de março o baixista Canisso conversou com o Território da Música sobre o novo álbum e outras curiosidades. A entrevista você confere neste link. Aproveite e leia a resenha do disco novo, “Cantigas de Roda”, aqui.

                                            Abaixo você assiste ao clipe de “Baculejo”:


Fonte: Território da Musica

Muse se prepara para entrar em estúdio


Pelo jeito o sucessor de The 2nd Law (2012) logo será preparado. Muse anunciou que entrará em estúdio a partir de maio.
A previsão de lançamento ainda não foi divulgada, mas as gravações serão feitas nesse ano.

Será que o pressentimento de Matt Bellamy se concretizará? Em dezembro de 2013, o vocalista disse para a Rolling Stone que teve um "pressentimento sobre o novo disco voltar às raízes do Muse, sem elementos eletrônicos, sinfônicos e orquestrais".

Caso o novo trabalho chegue às lojas ainda em 2014, será uma grande festa comemorando 20 anos de banda. 

Com informações do Universo do Rock

quinta-feira, 17 de abril de 2014

Guns N’Roses encerra sua maior turnê brasileira hoje, em Fortaleza

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Apresentação desta quinta é a nona do giro que começou no dia 20 de março, no Rio, e passou por outras sete cidades; grupo agora segue com shows nos Estados Unidos. 
Termina nesta quinta, em meio ao feriadão da Semana Santa e Tiradentes, a atual turnê do Guns N’Roses pela América Latina. O grupo se apresenta no Centro de Eventos de Fortaleza, finalizando sua maior turnê pelo Brasil; ao todo, são nove shows. Ainda há ingressos para todos os setores, a partir de R$ 110; veja o serviço completo no final do texto.

O show é o segundo depois de um pequeno intervalo em que o Guns fez três shows, na Argentina, Paraguai e Bolívia. Na terça, o grupo se apresentou no Recife, no Chevrolet Hall, para cerca de 11 mil pessoas. Na ocasião, a música música “A Praiera” (do verso “Uma cerveja antes do almoço é muito bom pra ficar pensando melhor”), de Chico Science e Nação Zumbi, foi citada numa numa jam na parte final do show, e o  Hino do Estado de Pernambuco, instrumental, foi tocado no solo do guitarrista Rom “Bumblefoot” Thall.
O show do Recife foi o primeiro do Guns N’Roses no Nordeste, atrasou cerca de duas horas e teve duração de outras três, sem intervalo para o bis. A abertura ficou por conta da banda cearence Vatz, que misturou músicas próprias com covers.

A atração a mais tanto no Recife quanto no show de hoje, em Fortaleza, é o retorno provisório do baixista da formação original, Duff McKagan, que voltou a tocar com o grupo no show do dia 6, em Buenos Aires. Duff McKagan está substituindo Tommy Stinson, o baixista da formação atual, que por sua vez está com sua banda de origem, o The Replacements, no Coachella Festival, em Indio, na Califórnia.

Duff tem cantado nas músicas “Attitude”, do Misfits, e “Raw Power”, dos Stooges. “Attitude” costuma fazer parte do repertório da banda liderada por Duff McKagan, a Loaded. Além da citações às músicas locais, o repertório não teve grandes alterações; veja o set list completo no final do texto.

O Guns chegou no Recife na segunda (13/4), quando o recluso Axl Rose circulou pela cidade. O vocalista foi fotografado junto com fãs e uma imagem dele junto com a cantora Alcione fez sucesso nas redes sociais.
O guitarrista Richard Fortus, de seu lado, não teve tanta sorte. Sua esposa teve a bolsa roubada nos arredores do hotel onde o grupo se hospedou. Ron “Bumblefoot” também fez um workshop em uma loja na zona sul do Recife, que atraiu cerca de 150 pessoas e deixou muitos fãs do lado de fora.

Essa turnê brasileira começou pelo Rio, no dia 20 de março; para ler a resenha completa, e aqui para ver uma geral dessa turnê pelo Brasil. Agora, o Guns N’Roses parte para o trecho americano da turnê, com três shows, nos dias 17 e 23 de abril e 13 de maio. A partir de 21 de maio, volta a fazer residência, dessa vez de nove shows, em um cassino, em Las Vegas.

A turnê tem o repertório baseado nas músicas que estão no DVD “Appetite For Democracy”, que comemora aniversário de 25 anos do álbum “Appetite For Destruction”, o primeiro do Guns, e o de quatro anos de “Chinese Democracy” , o mais recente. O vídeo foi gravado em uma temporada de shows em Las Vegas, em 2012.

Da formação original só permanece o vocalista Axl Rose, mas hoje o Gun N’Roses está longe de ser um “cata-cata” de amigos de Axl. O último a entrar foi o guitarrista DJ Ashba, em 2009, sendo que o restante da formação está junta já há oito anos: Richard Fortus e Ron “Bumblefoot” Thal (guitarras), Tommy Stinson (baixo, que temporariamente cede lugar a Duff McKagan), Frank Ferrer (bateria) e Dizzy Reed e Chris Pitman (teclados).

Veja abaixo o repertório do show de terça passada, no Recife, e, depois, o serviço de cada cidade por onde a turnê ainda vai passar:
1- Chinese Democracy
2- Welcome To The Jungle
3- It’s So Easy
4- Mr. Brownstone
5- Estranged
6- Nice Boys
7- Rocket Queen
8- Attitude
9- Raw Power
10- My Michelle
11- Better
12- Solo guitarra Richard Fortus
13- Live and Let Die
14- This I Love
15- Solo teclado Dizzy Reed
16- Catcher in the Rye
17- You Could Be Mine
18- Solo guitarra DJ Ashba
19- Sweet Child O’ Mine
20- November Rain
21- Abnormal
23- Solo Bumblefoot (Hino de Pernambuco)
24- Don’t Cry
25- Civil War
26- Knockin’ On Heaven’s Door
27- Nightrain
28- Patience
29- Praiera
30- The Seeker
31- Paradise City
Serviço
Fortaleza
Centro de Eventos de Fortaleza: Av. Washington Soares, 999 – Edson Queiroz)
Dia 17/4, quinta, 21h
Preços (2° Lote): R$ 220 (Pista), R$ 350 (Paradise Frontstage, com acesso à Pista) ou R$ 550 (Camarote Level One - Open bar, com acesso à Pista)
Informações e vendas: www.blueticket.com.br

Tags desse texto: Guns N'Roses


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Produtor de Nevermind diz que Foo Fighters já gravou metade do novo disco

Capas RS Brasil 66 - Dave Grohl

Butch Vig e Steve Albini estão trabalhando com Dave Grohl e companhia no sucessor de Wasting Light
 Pelo menos metade do novo disco do Foo Fighters, sucessor do poderoso Wasting Light, lançado em 2011, já está pronta. A revelação foi feita por Butch Vig, produtor do clássico Nervermind, do Nirvana, ao site Kerrant.
Exclusivo: Dave Grohl relembra as caóticas e históricas apresentações do Nirvana no Brasil, há 20 anos; ouça a entrevista.
“Nós estamos gravando em vários luares diferentes, mas temos metade das gravações prontas. Está indo bem”, disse Vig. “Soa diferente, nós fizemos alguns mixes no processo de gravação, que darão ao disco um som e uma sensação diferente. É um desafio, mas é também bem excitante.”
Enquanto Wasting Light foi gravado na garagem da casa de Grohl, com interrupções para levar a filha dele à piscina, por exemplo, o novo álbum promete ousar musicalmente, segundo revelou o líder do grupo neste retorno da banda iniciado em dezembro, quando o Foo Fighters voltou aos palcos no estádio Foro Solo, na Cidade do México.
Foo Fighters publica imagem de guitarra ensanguentada após ensaio.
“Vamos fazer algo que ninguém sabe o que é, é radical. Começaremos a gravar em breve, mas vamos fazer de uma forma que ninguém nunca fez antes, e vamos escrever o disco de um jeito que acho que nunca foi feito antes”, disse Grohl à Rolling Stone EUA recentemente.
Em janeiro deste ano, uma foto das fitas com a etiqueta “Foo Fighters LP 8” foram recebidas com comemorações pelos fãs da banda de Dave Grohl. Em novembro de 2013, a imagem de uma guitarra ensanguentada já havia noticiado o retorno do grupo que em outubro de 2012 anunciou que ficaria um tempo longe dos palcos.
Steve Albini, que também trabalhou com o Nirvana (em In Utero, de 1993), também foi ligado à produção do oitavo álbum da banda. 

Fonte: Rolling Stone Brasil

terça-feira, 15 de abril de 2014

Nirvana: Brasileiros prestam homenagens a Kurt Cobain

Imagem
No mês em que se completam 20 anos da morte de KURT COBAIN, foram rendidas várias homenagens ao líder do NIRVANA. Aqui poderemos apreciar algumas feitas por artistas brasileiros.
 

  




Fonte: Whiplash

Doença de integrante pode determinar o fim do AC/DC

Mídia australiana segue apurando detalhes dos problemas de saúde do guitarrista Malcolm Young, que não estaria mais conseguindo tocar; sem ele o grupo não seguiria adiante na gravação do novo álbum e na turnê de aniversário de 40 anos.

acdc3 

As notícias que surgem do ouro lado do Globo na manhã desta terça (15/4) não são nada agradáveis para os fãs de rock. Segundo a mídia australiana, o AC/DC pode determinar o fim de das atividades por conta de uma grave doença diagnosticada no guitarrista Malcolm Young.

Veículos mais tradicionais como o “Herald Sun”, de Melbourne, tratam o caso no campo das hipóteses e de rumores. O jornal usa como fonte o twitter de Peter Ford, “comentarista de mercado artístico”, que diz que “talvez eles (o AC/DC) jamais voltem a gravar um álbum”.

Já o blog “The Orstrahyun” crava o fim do grupo já no título do post “RIP AC/DC: 1973 - 2014″. Segundo o texto, assinado pelo jornalista Darryl Mason, ao se reunir para ensaiar para a gravação de um novo álbum e para a turnê de 40 anos da banda, Malcolm Young teria apresentado um coágulo no cérebro, e não teria conseguido sequer tocar.

Mason tem como fontes familiares e amigos próximos a Malcolm Young. O texto é bem claro: “O AC/DC não vai continuar tocando ou gravando sem Malcolm. Isso não é possível” .

Malcolm Young, 61, o mais à direita na foto acima, é o guitarrista base do AC/DC, irmão de Angus, 59, o guitarrista solo e mais famoso integrante do grupo. Ambos são, junto com o outro irmão, George Young (produtor e compositor), 67, os fundadores do AC/DC.

Enquanto a notícia se espalha pelo resto do mundo, no ritmo do fuso horário em que as redações de veículos confiáveis vão se abrindo nesta terça, espera-se um comunicado formal do gerenciamento do AC/DC sobre o assunto na maior brevidade possível.

Conforme noticiado antes, o AC/DC previa entrar em estúdio para começar a gravar um novo álbum com músicas inéditas em maio. O estúdio escolhido fica em Vancouver, no Canadá, e a banda ainda planeja para este ano uma turnê comemorativa do aniversário de 40 anos, com 40 shows pelo mundo.

As informações foram passadas pelo vocalista Brian Johnson, em uma entrevista via telefone à rádio “98.7 The Gater”, da Flórida, nos Estados Unidos, em fevereiro. Na ocasião, Johnson já admitia que um dos integrantes do grupo se recuperava de uma doença, ao confirmar os planos do disco de da turnê pela primeira vez.

“Acho que que vamos entrar em estúdio em maio em Vancouver, o que significa que estremos prontos”, dizia o vocalista. “São 40 anos da existência da banda, então vamos tentar fazer 40 shows para agradecer pela lealdade dos fãs. Nossos fãs são os melhores do mundo, e gostamos de todos eles. E quer saber? Já são quatro anos fora da estrada e eu estou muito a fim de voltar”, completou Brian Johnson.

Nos últimos tempos, cartazes com uma suposta turnê do AC/DC que incluiria o Brasil circulam pela web, mas até agora nenhuma data chegou a ser confirmada oficialmente. De acordo com fontes ouvidas por este Rock em Geral, é desejo da produção e da alta cúpula do Rock In Rio trazer o grupo para a edição de 30 anos do festival, que acontece em setembro de 2015.

O disco de inéditas mais recente do AC/DC é “Black Ice” (resenha aqui), lançado em 2008. A turnê subsequente durou cerca de dois anos e passou pelo Brasil em 2009, numa única apresentação em São Paulo que reuniu cerca de 70 mil pessoas;. O registro oficial desse giro está no DVD “Live At River Plate”, com o show de Buenos Aires, lançado em 2011

Tags desse texto: AC/DC/Rock em Geral

A loja ANTRO apoia o esporte e ainda veste bem a galera

Com a chegada do feriadão pascoal à ANTRO agradece a todos que sempre prestigia à loja. E recomenda que não deixe de lado sua fé e reze bastante nestes dias que simbolizam a morte e ressurreição de Cristo. 
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