quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Mötley Crüe assina contrato para aposentadoria

motleycrue

Turnê de despedida começa em julho 
Conforme noticiado antes, o Mötley Crüe anunciou, nesta terça (28/1), que vai mesmo encerrar as atividades depois de uma turnê de despedida. A novidade é que, para dar credibilidade ao fato, os quatro integrantes assinaram um contrato que impede que qualquer um deles volte aos palcos usando o nome Mötley Crüe depois de 2015. A turnê de despedida, que eleva o sugestivo nome “RIP: All Bad Things Must Come To An End”, terá a participação especial de Alice Cooper, mas não está claro se Cooper irá tocar um show completo com sua banda ou se vai cantar em uma ou outra música com o Crüe. O giro começa no dia 2 de julho, em Grand Rapids, Michigan, e segue pelos Estados Unidos e Canadá até 21 de novembro. Em 2015, eles seguem para uma turnê internacional. 
ESTA BANDA MEREÇE MAIS UM VÍDEO:
Com informações do Rock em Geral

Morre a lenda do folk Pete Seeger, ídolo de Bob Dylan e Bruce Springsteen

Pete Seeger

Seeger foi uma figura seminal da música norte-americana; ele estava com 94 anos 
Morreu aos 94 anos Pete Seeger, figura seminal da música norte-americana, que manteve a música folk viva e influenciou gerações de músicos, de Bob Dylan a Bruce Springsteen. Ele morreu na última segunda, 27, em Nova York, de causas naturais, de acordo com que o neto dele confirmou ao jornal The New York Times.

Como artista solo, compositor, intérprete e integrante da lendária banda de folk The Weavers, Seeger levou músicas tradicionais e politizadas ao mainstream ao longo de seus 70 anos de carreira. Ele compôs ou ajudou a compor "If I Had a Hammer" (um hit do Peter, Paul and Mary) e "Where Have All the Flowers Gone?" (que ficou famosa com o Kingston Trio). O Byrds chegou ao primeiro lugar das paradas com "Turn! Turn! Turn!", que Seeger adaptou do Livro de Eclesiastes e transformou em música. Nas mãos de Seeger, canções de Cuba ("Guantanamera") e da África do Sul ("Wimoweh") se tornaram standards adorados no mundo todo, e "We Shall Overcome", uma música gospel tradicional que Seeger tinha ouvido no começo da carreira, se tornou parte do repertório regular dele e presença constante em manifestações pelos direitos civis nas décadas seguintes.

Apesar de Seeger nunca ter conseguindo entrar nos primeiros 40 lugares da parada por conta própria, o top 40 nunca foi uma indicação do impacto impressionante que tinha. Sua enorme influência na música nunca foi tão óbvia quanto no show que comemorou seus 90 anos, no Madison Square Garden (Nova York), em 2009. Entre os que compareceram para prestar homenagem a ele estavam Springsteen, Joan Baez, John Mellencamp, Dave Matthews, Emmylou Harris, Tom Morello, Ben Harper e Billy Bragg. "A história da vida de Pete é a história da música mudando o mundo”, disse Tom Morello para a Rolling Stone EUA em 2007.
Uma figura alta e imponente, conhecido por sua voz e por tocar banjo, Seeger era também a encarnação da conexão entre o folk e a política da esquerda. Ao longo da carreira, ele participou de eventos a favor dos direitos civis, e protestou contra guerras e energia nuclear. Isso e o fato de ele ser membro do partido comunista o colocaram na lista negra de um comitê que lutava contra atividades “anti” norte-americanas, na década de 50. Para conseguir se sustentar, ele chegou a fazer quatro shows por dia, cada um por US$ 25. “Eu ainda acredito que a única chance que a raça humana tem de sobreviver é abrindo mão de prazeres como a guerra, racismo e lucro pessoal”, ele disse à Rolling Stone EUA em 1979 – crença que ele manteve até a morte.

Nascido em 3 de maio de 1919, em Nova York, Seeger tinha tanto a música quanto a política no sangue desde o início. Seu pai, Charles Seeger, que morreu em 1979, ensinava música em Yale e na Julliard e era muito crítico em relação à Primeira Guerra Mundial. Apesar de ele ter freqüentado escolas privadas de elite, descobriu o banjo quando era adolescente e, depois de largar os estudos na Universidade de Harvard, no fim da década de 30, trabalhou com o folclorista Alan Lomax para catalogar e preservar canções tradicionais. Ao longo dos anos seguintes, Seeger e outros amigos de Nova York formaram o Almanac Singers, morando em uma versão embrionária de uma comuna no bairro Greenwich Village. Nessa época, Seeger conheceu e ficou amigo de Woody Guthrie, outro membro do Almanacs, que durou pouco.
Em 1948, Seeger, junto a Ronnie Gilbert, Lee Hays e Fred Hellerman, formou o The Weavers. Com seus ternos (os homens), pérolas (Gilbert) e harmonias delicadas, o Weavers fundiu o folk e a música “polida” de forma que foi capaz de atingir um público bem amplo: a versão deles de "Goodnight, Irene" (Leadbelly) conseguiu vender impressionantes dois milhões de cópias, em 1950. O repertório do grupo também incluía "Wimoweh" e uma música folk israelita, ("Tzena, Tzena, Tzena"); pode-se dizer até que, de certa forma, o Weavers inventou a world music.

Mas o sucesso do Weavers não durou muito. Assim como muitos outros no mundo do entretenimento, o grupo entrou para a lista negra do comitê de caça aos comunistas durante a caça às bruxas que aconteceu em 1952, o que prejudicou o grupo financeira e criativamente. Eles se reuniram três anos mais tarde, mas Seeger deixou o grupo em 1958 depois de se recusar a participar de um comercial de cigarro com eles. Seeger chegou a ser condenado depois de se recusar a responder perguntas sobre suas crenças políticas em uma audiência do comitê, mas a condenação foi revogada um ano depois por causa de uma questão técnica.
Graças à cobertura da mídia, quando foi condenado, e a um novo contrato com a Columbia Records, a carreira de Seeger e a influência dele voltaram a crescer na década de 60. Dylan, Baez, Judy Collins e Peter, Paul and Mary estavam entre os novos artistas folk de consciência política que idolatravam Seeger. Faixas como "Waist Deep in the Big Muddy", a respeito da Guerra do Vietnã, mostraram que Seeger ainda se recusava a deixar a política de lado na música. Ele também estava produzindo muito: mesmo antes de deixar o Weavers, Seeger começou a gravar sozinho e nas décadas seguintes lançou dezenas de coleções de baladas folk, músicas infantis, além de discos que ensinavam a tocar guitarra e banjo.

O palco, e não o estúdio, era o lar natural de Seeger. Desde o começo da carreira, Seeger estava igualmente em casa cantando para crianças afro-americanas, em acampamentos de verão, para o público universitário ou no programa de TV Colbert Report (em meados de 2012). Sobre o palco, Seeger não tinha dificuldade de reunir em seu vasto repertório músicas internacionais, histórias sobre a própria vida e sua marca registrada, que era colocar o público para cantar junto. Seeger nunca perdia o bom temperamento – o que foi a chave de sua popularidade duradoura – mas ficou famosa a história de como ele perdeu a paciência com a lendária participação de Bob Dylan no festival Newport Folk, em 1965. Vendo Dylan se apresentador com uma banda “plugada”, Seeger ficou revoltado (talvez fosse, na verdade, por causa do volume alto demais). Segundo reza a lenda, Seeger agarrou um machado e tentou cortar os cabos, mas esse relato já foi refutado. Posteriormente, Seeger chamou a performance de Dylan de "um pouco da música mais destrutiva deste lado do inferno”.

Fora do palco, Seeger ajudou a limpar o rio Hudson com seu Projeto Clearwater, que começou no fim da década de 60. Nos últimos anos, Seeger — que morava com sua esposa de longa data, Toshi, na casa que ele construiu em Nova York, diminuiu o ritmo, mas não muito. Ele continuou a gravar e fazer shows. Em 2012, ele lançou não apenas um, mas dois discos, um deles era um tributo a Guthrie. Ele também marcou presença em uma manifestação do Occupy ano passado. 
Ouça Pete Seeger - Forever Young

Fonte: Rolling Stone Brasil
 

Bruce Dickinson fala sobre empreendedorismo na Campus Party 2014

 
O vocalista do Iron Maiden, Bruce Dickinson, foi um dos palestrantes na tarde dessa terça-feira, 28 de janeiro, da Campus Party 2014, na capital paulista. Em sua sétima edição, o evento de tecnologia segue em seu segundo dia e encerra no dia 02 de fevereiro.

Bruce Dickinson, que também participou de uma entrevista coletiva à imprensa, falou sobre negócios e empreendedorismo. Investidor, empresário - ele possui uma companhia aérea, a Cardiff Aviation, e a escola de aviação Real World Aviation na Grã-Bretanha - e piloto de avião, o músico contou na entrevista que foi só depois de se tornar famoso que passou a investir em outros negócios: "Meu pai era um empreendedor e eu virei cantor, algo insperado para minha família".

Na palestra, o vocalista falou sobre a importância do envolvimento/relacionamento com o consumidor e para isso usou de exemplo o Iron Maiden. Para Bruce Dickinson, é preferível ter fãs do que clientes: "Os clientes têm escolha, eu odeio isso, eles podem ir para outro lugar. O que precisamos é ter fãs (...) O que você vende é um relacionamento com o consumidor, não um produto".

A indústria fonográfica foi outro tema abordado e o vocalista conta que a banda conseguiu se manter apesar da crise do mercado de discos porque diversificou investindo em outros produtos com a marca da banda, como o lançamento da cerveja "The Trooper": "E se todos que baixam nossos discos tiverem outra coisa nossa para comprar? Pensamos: 'O que as pessoas fazem enquanto escutam música? Bebem cerveja!'"

O músico também falou sobre investir nos seus sonhos, mas com os pés no chão. Ele afirmou ainda que não é preciso ser engenheiro ou especialista em tecnologia para transformar uma ideia em um negócio que dê lucro: "É preciso dar duro, trabalhar com paixão". 
 

Fonte: Território da Musica

Megadeth: Nic Menza foi esnobado por Mustaine no NAMM

 
O ex-baterista do MEGADETH, Nick Menza, afirma que tentou se reconectar com seu ex-companheiro de banda, o líder do MEGADETH, Dave Mustaine, no show do NAMM no último final de semana, na Califórnia, só para ser esnobado para "ir embora".

Menza, que foi um membro do MEGADETH entre 1989 e 1998, e apareceu em quatro álbuns de estúdio do grupo, escreveu em sua página no Facebook: "Me diverti muito no NAMM, andando com os fãs e velhos amigos, eu também fiz um grande erro ao tentar dizer um oi a Dave Mustaine no estande da Dean e ele me esnobou totalmente, e nem olhava na minha cara, então ele chamou seus capangas/guarda-costas para me mandarem ir embora. Muito ruim de sua parte. Isso está no passado e a vida segue em frente!!!"
Ele adicionou: "Eu não odeio Dave ou estava tentando voltar à banda. Eu só queria fazer um cumprimento amigável, só isso. Nada mais, nada menos."

"Eu tenho tantas outras coisas acontecendo agora, que mesmo se Dave me chamasse de volta, eu teria que recusar a oferta."

Quando perguntado em setembro passado pelo jornalista argentino, Lucas H. Gordon, se existe a possibilidade de ele algum dia fazer algo com o MEGADETH novamente, Menza disse: "Você nunca sabe o que vai acontecer no futuro. Estou aberto a qualquer coisa. Nunca direi que 'Nunca vou voltar ao MEGADETH', mas isso é com Mustaine. A bola está com ele."

Imagem


Fonte: whiplash

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Aquecimento Guns n' Roses no Brasil: A ascensão e as mudanças na formação

 
O jovem Axl
O Guns N' Roses está de volta ao País para uma série shows nos próximos meses de março e abril. Para fazer um aquecimento para o show, traremos diversas postagens, com informações e curiosidades sobre a banda. Segue uma breve biografia do grupo.

Formado em Los Angeles, California (EUA), em 1985, o grupo viu o sucesso chegar com o primeiro álbum, "Appetite for Destruction", lançado dois anos depois. O EP "Live ?!*@ Like a Suicide" circulou na cena independente antes do disco, o que ajudou a espalhar a música do grupo. Esse EP foi relançado em 1989, com a adição de quatro faixas acústicas com o título de "G N' R Lies", já aproveitando a inércia do sucesso alçado pelo disco que chegava ao primeiro lugar nas paradas da Billboard por causa do 'hit' "Sweet Child o' Mine" - quem é que não conhece aquela introdução icônica?


 Vale dizer que a formação original da banda não é a formação clássica, que chegou ao topo das paradas. No início de tudo, o Guns N' Roses tinha Axl Rose (voz), Izzy Stradlin (guitarra), Tracii Guns (guitarra), Ole Beich (baixo) e Rob Gardner (bateria). Além de Axl - hoje o único integrante da formação original - somente Izzy estava na banda quando "Sweet Child o' Mine" estourou nas rádios. Os outros integrantes eram Slash (guitarra), Steven Adler (bateria) e Duff McKagan (baixo).

Foi uma ascensão explosiva e, junto ao sucesso, apareceram os problemas um tanto clichês no meio rock n' roll: as drogas. Steven Adler foi o primeiro a sair da banda, em julho de 1990, impossibilitado de se apresentar ou mesmo gravar e ensaiar devido ao vício em cocaína e heroína. Izzy e Slash também pegavam pesado na dança com Mr Brownstone, como dizia a música que fazia referência à heroína.

Um ano depois de Adler foi a vez de Izzy sair da banda - ele voltou a tocar com o Guns tempos depois, quando seu substituto, Gilby Clarke, sofreu um acidente e precisou ficar um tempo afastado das atividades. Izzy também deixou a banda por causa de drogas: ele havia parado de usar heroína e alcool e não aguentou mais a convivência com os integrantes que abusavam dos entorpecentes. Ele voltou a tocar com a banda em 'reuniões' posteriores. 
O clima na banda não estava dos melhores depois do lançamento de "The Spaghetti Incident?" e a banda começou a desmanchar: Clarke saiu em 1994, Slash em 1996 e Duff McKagan em 1997. O único que ficou com Axl foi o tecladista Dizzy Reed, que havia entrado em 1990 e permanece na formação até hoje. Pela banda passaram ainda Matt Sorum (bateria), Paul Tobias (guitarra, teclado), Robin Finck (guitarra), Josh Freese (bateria), Buckethead (guitarra) e Bryan "Brain" Mantia (bateria).

Hoje, a banda é formada por Dizzy Reed (teclado), Tommy Stinson (baixo), Chris Pitman (guitarra, teclado), Richard Fortus (guitarra), Ron "Bumblefoot" Thal (guitarra), Frank Ferrer (bateria) e DJ Ashba 9guitarra) além de Axl Rose nos vocais. A discografia do Guns n' Roses conta com seis discos de estúdio, listados abaixo:

Appetite for Destruction (1987)
G N' R Lies (1988)
Use Your Illusion I (1991)
Use Your Illusion II (1991)
"The Spaghetti Incident?" (1993)
Chinese Democracy (2008)

A turnê sulamericana da banda terá início no festival Hell And Heaven, no México e, após a passagem pelo Brasil, o Gun N' Roses segue para Argentina e Paraguai. Confira os detalhes das apresentações pelo Brasil:

20/03/2014 - Rio de Janeiro/RJ
Informações em breve

22/03/2014 - Belo Horizonte/MG
Informações em breve

25/03/2014 - Brasília/DF
Ginásio Nilson Nelson - Srpn Trecho 1
Horário: 21h00
Ingressos: R$ 250,00 (GNR Zone - Pista Premium), R$ 160,00 (Pista / Cadeira), R$ 100,00 (Arquibancada)
Vendas online: www.ingressorapido.com.br/Evento.aspx?ID=31859
Classificação etária: 16 anos

28/03/2014 - São Paulo/SP
Parque Anhembi - Avenida Olavo Fontoura, 1209
Ingressos: R$ 550,00 (Paradise City, 1º lote) e R$ 270,00 (Pista, 1º lote)
Vendas online: www.ingressorapido.com.br/Evento.aspx?ID=31972
Ponto de Venda Sem Taxa de Conveniência: Teatro Tuca (Rua Monte Alegre, 1.024)
Classificação etária: 16 a 17 anos entrarão apenas acompanhados pelo responsável mediante apresentação de documentos originais

30/03/2014 - Curitiba/PR
Estádio Durival Brito
Ingressos: Jungle Zone R$ 600,00; Paradise (Pista Premium) R$ 480,00; Cadeiras R$ 450,00
Pista R$ 320,00; Arquibancada R$ 220,00
Vendas online: www.blueticket.com.br

01/04/2014 - Florianópolis/SC
Stage Music Park
Ingressos: Paradise (Pista Premium) R$ 280,00; Camarote R$ 220,00; Pista R$ 220,00
Vendas online: www.blueticket.com.br

03/04/2014 - Porto Alegre/RS
Ginásio Gigantinho
Ingressos: Paradise (Pista Premium) R$ 460,00; Pista R$ 360,00; Cadeiras R$ 260,00; Arquibancada R$ 160,00
Vendas online: www.blueticket.com.br

Fonte: Território da Musica

Do campo

O vocalista do Cálix, Renato Savassi, que ainda se desdobra tocando violão, flauta e bandolim O vocalista do Cálix, Renato Savassi, que ainda se desdobra tocando violão, flauta e bandolim

Cálix atualiza o rock rural e interiorano em participativa apresentação na Mostra Internacional de Rock Progressivo, no Rio. Fotos: Daniel Croce.

Apesar de uma boa rodagem, o Cálix é certamente a mais nova entre as bandas escaladas para esta edição de estreia da Mostra Internacional de Rock Progressivo, no Rio. O grupo também é de longe o que mais se distancia das características do prog rock, e flerta o tempo todo com o rock propriamente dito e com a mpb, com uma piscadela para o pop sem medo de ser feliz. O que de modo algum prejudica a performance no encerramento da segunda semana do festival, ontem (26/1); muito ao contrário. “O clima está excelente para tocar aqui no palco”, diz o vocalista Renato Savassi, antes de o grupo tocar “Kian”, numa espécie de premonição. O público, embora pequeno, recebeu a banda acaloradamente, com muitos cantando as letras das músicas de cor e salteado.

Há quem equivocadamente compare o Cálix com o Jethro Tull só porque Savassi, que também toca violão e bandolim, eventualmente inclui flauta em uma ou outra música. O engano faz com que o próprio músico indique o caminho certo para os menos atentos, antes de “Dança com Devas”, uma das que todos sabem a letra. A grande referência está não só no Sagrado Coração da Terra, cuja já citada “Kian” foi regravada no álbum de estreia, mas no rock rural, de interior, especialmente das Minas Gerais. A poesia esotérica semi hippie, as vocalizações rebuscadas como as do Clube da Esquina não afastam banda de suas origens. Há algo mais mineiro do que o baixista Marcelo Cioglia contar que compôs “Passeo Por Los Campos” depois de sonhar com um pássaro gigante? A música, a propósito, é uma das poucas instrumentais em um festival em que a virtuose técnica é quase exercício obrigatório.

Sânzio Brandão é o guitarrista que por vezes salva o Cálix de cair no mau gosto do pop banal
Sânzio Brandão é o guitarrista que por vezes salva o Cálix de cair no mau gosto do pop banal
Ela também se manifesta no som do Cálix, mas de outros jeitos. Um deles é quando o guitarrista Sânzio Brandão abre a caixa de ferramentas, fornece o peso indispensável ao rock e chega até a salvar certas canções que, inadvertidamente, pendem para o mau gosto do pop banal. Em “Ventos de Outono”, por exemplo, o público vibra quando um solo impulsivo retira a má impressão do início modorrento. Por vezes, o Cálix investe em baladaças que, do nada, ganham um tom épico de fazer inveja a Slash solando na beira de um precipício no clipe de “November Rain”. É o caso de “Canções de Beruim”, que por isso mesmo fecha a noite em grande estilo, e de “Acordei Devagar”, esta com alternância de bons momentos e outros bem chatinhos.

Brandão, que é canhoto, também ajuda a realçar a melodia das músicas, seja no efeito slide guitar de “Kazoo” ou inserindo acordes como quem não quer nada em “Looking Back” ou em “Deserto”, produzindo belo efeito. Curiosamente o violão tocado por Renato Savassi não prejudica o som do grupo como um todo, em que pese as inserções discretas, mas bem sacadas de Rufino Silvério, que se reveza entre piano e teclado. Numa as melhores performances da noite, em “Olhos Fechados”, os três – Savassi, Brandão e Cioglia - cercam o Silvério em uma interessante evolução instrumental. Na sequência, a flauta à Jethro Tull realmente aparece, e Renato Savassi, de seu lado, ensaia os passinhos do grande Ian Anderson, como se debochasse de si próprio e do fato de se achar – vai saber - mal compreendido.

Flauta da discórdia: Savassi, com o baixista Marcelo Cioglia, não curte às comparações com o Jethro Tull
Flauta da discórdia: Savassi, com o baixista Marcelo Cioglia, não curte às comparações com o Jethro Tull

Acontece também em “Homens-Pedra”, música pedida de antemão por um gaiato lá de trás, e que tem um tom marcial-épico e não nega as referências ao trabalho de Marcus Vianna, numa outra grande performance. O bis, que em princípio não estava nos planos do quinteto – completa o time o batera André Godoy – é com “A Roda”, tida como um hit do grupo, com melodia fácil, sotaque pop e, por isso mesmo, cantada pelo público no gás. “Se a gente contar isso lá em Minas, ninguém vai acreditar”, resume Sânzio Brandão, com um sotaque carregado, enquanto a banda não sabe se toca mais uma ou se tira uma foto daquelas com o público ao fundo; fizeram os dois. Vão acreditar sim, pode contar à vontade.
Set list completo:
1- Kazoo
2- Deserto
3- No More Whispers
4- Efeito Lunar
5- Kian
6- Carmina Burana
7- Olhos Fechados
8- Águas
9- Passeo Por Los Campos
10- Dança com Devas
11- Can You See It
12- Acordei Devagar
13- Ventos de Outono
14- The Journey
15-Homens-Pedra
16- Looking Back
17- Canções de Beurin
Bis
 
18- A Roda
O guitarrista Sânzio Brandão, o batera André Godoy, Renato Savassi e o baixista Marcelo Cioglia
O guitarrista Sânzio Brandão, o batera André Godoy, Renato Savassi e o baixista Marcelo Cioglia

A Mostra Internacional de Rock Progressivo continua na próxima sexta, dia 31, com o show do Terreno Baldio. No sábado (1/2), quem toca é o italiano Premiata Forneria Marconi. Abaixo, todos os detalhes:
Programação:
Sexta, dia 31, 21h: Terreno Baldio
Sábado, dia 1/2, 21h: Premiata Forneria Marconi
Serviço:
Mostra Internacional de Rock Progressivo
Tenda CCBB na Praça dos Correios: Rua Visconde de Itaboraí, 20, Centro - Rio de Janeiro
Preços: R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia-entrada)
Vendas: Bilheteria do CCBB, www.ingressorapido.com.br ou www.ingressomais.com.br
Início das vendas: 6 de janeiro
Capacidade: 600 pessoas
Formas de Pagamento: dinheiro e cartões Mastercad, Redeshop e Visa
Funcionamento da Bilheteria: de quarta a segunda, das 9h às 21h
Informações: (21) 3808-2020 

fonte: Rock em Geral


segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Há 40 anos, “embrião” do Ramones fazia o primeiro ensaio

Ramones - 600 x 600 

Primeira formação da banda se reuniu apenas quatro dias depois de Johnny Ramone comprar sua icônica guitarra Mosrite 

 Johnny Ramone

Se é possível celebrar a primeira data histórica relacionada aos Ramones, esta seria 27 de janeiro de 1974. Há 40 anos cravados, três rapazes do bairro nova-iorquino do Queens, John “Johnny” Cummings, Douglas “Dee Dee” Colvin e Jeffrey “Joey” Hyman, reuniram-se em um estúdio e fizeram o primeiro ensaio como uma banda de rock. Alguns meses mais tarde, o grupo estaria devidamente batizado e emprestaria a cada integrante o sobrenome que os imortalizou: Ramones.
Apenas quatro dias antes do ensaio de estreia, em 23 de janeiro, Johnny comprou a guitarra que se tornaria sua marca registrada. Foi uma Mosrite modelo Ventures II, em uma tradicional loja de instrumentos musicais, a Manny’s, na esquina da rua 48 com a Broadway, em Nova York. Pagou cerca de US$ 50 por um modelo azul que ele mesmo escolheu – o mais barato entre tantas guitarras disponíveis no local.
“Eu gostava das Mosrites porque quase ninguém as usava. O The Ventures e o Sonic Smith do MC5 tocavam com Mosrites. Eram ótimas referências”, ele relatou na biografia Commando: A Autobiografia de Johnny Ramone (editora Leya). “Eu a coloquei em uma sacola, porque não tinha dinheiro suficiente para comprar um estojo. Mais tarde eu fui fotografado carregando essa guitarra em uma sacola de compras. Eu nunca planejei que essa se tornasse uma imagem icônica.” A guitarra azul acabou roubada em 1977, mas Johnny jamais deixaria de usar instrumentos Mosrite em apresentações ao vivo.


Apesar de ter sido o líder administrativo e principal articulador conceitual dos mais de 20 anos da carreira do Ramones, Johnny demorou a se convencer de que poderia levar a música a sério. Na época em que trabalhava como operário em obras de construção civil, passava os horários de almoço com o amigo Dee Dee, falando sobre as bandas que gostavam e fantasiando sobre a remota possibilidade de um dia tocarem juntos. A ideia sempre foi estimulada por um amigo comum dos dois, Tommy Ederly, que insistia que Johnny e Dee Dee deveriam montar um projeto, mesmo que nenhum deles esbanjasse uma notável habilidade musical. Johnny já havia tocado em bandas durante a adolescência e ficava tentado pela proposta, mas sentia que tinha a obrigação de ter um emprego estável e uma trajetória de vida “normal”.


Após cinco anos dedicados à construção civil, Johnny acabou demitido. Não lhe restavam muitas opções a não ser dar chance ao antigo sonho. No dia em que decidiu comprar a guitarra, foi acompanhado por Dee Dee, que acabou adquirindo um baixo da marca Danelectro. Entre a saída da loja e os primeiros acordes daquele “proto-Ramones” passaram-se pouco mais de 90 horas. O encontro ocorreu no Performance Studios, no número 23 da East 20th, local de ensaio de outras bandas da nova cena nova-iorquina, como o New York Dolls e o Blondie. A formação ali reunida era ligeiramente diferente da que se tornaria icônica mais tarde: Johnny e Dee Dee eram os guitarristas, com o segundo acumulando o papel de cantor. Para a bateria, chamaram um colega da mesma vizinhança, Jeffrey “Joey” Hyman. Outro amigo de Johnny, Richie Stern, tocaria o baixo. Tommy, o mentor espiritual do projeto, faria o papel de empresário e produtor.
“Eu não sabia nenhuma música, e não sabia tocar musicas de ninguém”, Johnny confessou em Commando. “Eu tinha de escrever as minhas próprias, ou aprender músicas que as pessoas me mostravam que fossem simples o bastante. Eu não tinha paciência, mas queria muito ser bom."
Se musicalmente muito pouco foi aproveitado daquela primeira tentativa, uma semente pelo menos estava plantada. Richie deixou a banda após alguns ensaios e Dee Dee assumiu em definitivo o baixo - sem conseguir cantar e tocar ao mesmo tempo, transferiu a função de vocalista para Joey. Quando ficou claro que este também não conseguiria tocar e cantar simultaneamente, o grupo decidiu procurar um novo baterista. Após buscas frustradas, Tommy foi convencido a comandar o instrumento. A formação clássica do Ramones estava enfim estabelecida. O primeiro show “de verdade” ocorreu no clube CBGB, em Nova York, em agosto de 1974. O disco de estreia, homônimo, sairia em abril de 1976. E o rock não foi mais o mesmo desde então.

Fonte: Rolling Stones Brasil

Veja o novo videoclipe do Pixies

Veja o novo videoclipe do Pixies 

O novo clipe dos caras chega para a música “Magdalena”, eque faz parte de “EP2″.
Trata-se de uma das quatro músicas inéditas lançadas no início de 2014 pelo Pixies, apenas no formato digital.
Em setembro, o grupo já havia lançado o “EP’”, com outras quatro faixas novas.
Esses lançamentos ocorrem em meio a chegada da baixista argentina Paz Lenchatin, que tocava no projeto Zwan, de Billy Corgan (Smashing Pumpkins), substituindo Kim Shattuck, que anunciou no final de novembro que estava fora do grupo. Shattuck havia entrado para o grupo em julho, no lugar de Kim Deal.
O Pixies é uma das atrações do Lollapalooza, que rola nos dias 5 e 6 de abril, no autódromo de Interlagos, em São Paulo. A 89 é a Rádio Oficial do evento.
Confira aqui a novidade:

Fonte: 89FM

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domingo, 26 de janeiro de 2014

Vocalista do The Who lança disco de parceria com Wilko Johnson em 2014


Roger Daltrey, o vocalista do The Who, anunciou recentemente um projeto em parceria com Wilco Johnson, ex-Dr. Feelgood. O resultado já tem data para ser lançado. O disco, batizado de “Going Back Home” estará disponível a partir de março de 2014.

O álbum conta com 10 músicas de Wilco, além de um cover da música “Can You Please Crawl Out Your Window?”, de Bob Dylan. As gravações aconteceram em novembro de 2013, no período de uma semana. Dez meses antes, Johnson foi diagnosticado com câncer.

Para a divulgação do novo trabalho, a dupla marcou apenas uma apresentação. O show acontece no dia 25 de fevereiro, no Shepherd Bush Empire, em Londres. 
RELEMBRE THE WHO:
 THE WHO - WHO ARE YOU?
Fonte: Cidade Web Rock

sábado, 25 de janeiro de 2014

P.O.D. volta ao Brasil para três shows

 
A banda norte-americana Payable on Death, ou simplesmente P.O.D., volta ao Brasil em março para uma série de novas apresentações. Por enquanto, três shows estão confirmados em território nacional.

Os shows no País estão agendados em Porto Alegre, Curitiba e São Paulo, entre os dias 11 e 14 de março. Na atual turnê mundial o grupo divulga o mais recente trabalho, "Murdered Love", oitavo álbum de estúdio na discografia da banda, lançado em 2012.

"Murdered Love" foi produzido por Howard Benson, que havia trabalhado com o grupo no disco "Satellite". "Há algumas músicas realmente pesadas neste novo disco, mas, novamente, existem alguns belos momentos", comentou o vocalista Sonny Sandoval, em entrevista, ao falar sobre o disco.

"De certa forma, é como o P.O.D. ter voltado às raízes. Estamos tocando o tipo de música que gostamos e não nos importamos com que tipo de música é considerada quente no momento. Nós não acompanhamos o que está no rádio. Estamos fazendo esse tipo de música porque amamos tocar isso ao vivo. É muito simples", completou o músico.

Confira as informações sobre os shows:

11/03/2014 - Porto Alegre/RS
Opinião - Rua José do Patrocínio, 834
Ingressos: R$ 70,00 (pista 1º lote / meia-entrada) e R$ 80,00 (pista 1º lote promocional)
Vendas online: www.minhaentrada.com.br/opiniao

12/03/2014 - Curitiba/PR
Master Hall - Rua Itajubá, 143
Ingressos: R$ 70,00 (pista 1º lote / meia-entrada) e R$ 80,00 (pista 1º lote promocional)
Vendas online: www.diskingressos.com.br

14/03/2014 - São Paulo/SP
Carioca Club - Rua Cardeal Arcoverde, 2.899
Ingressos: R$ 70,00 (pista 1º lote / meia-entrada) e R$ 80,00 (pista 1º lote promocional)
Vendas online: www.ticketbrasil.com.br

* o valor da taxa administrativa pode variar de uma cidade para outra.
Fonte: Território da Musica 

O Futuro: que bandas serão lembradas daqui a 100 anos?

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Texto original em inglês por LUCY JONES para a revista inglesa NME
“O ano é 2113. Os humanos se comunicam via telepatia sintética e viagens intergalácticas são mais fáceis do que atravessar Londres de ônibus. O clima é controlado com o clique de um botão e namorar com robôs é normal. Seus bisnetos podem carregar facilmente aquela GIF com você fantasiado em seu aniversário de 18 anos depois de 20 doses, ou aquele blog que você escrevia – mas quais bandas e artistas de nosso tempo terão importância para eles?

Figuras históricas propensas a serem lembradas tendem a ser: a) maníacos genocidas; b) indivíduos que inventaram algo que mudou o mundo ou c) artistas que revolucionaram seu meio. É improvável, na verdade, que a música do ONE DIRECTION e de LADY GAGA será ensinada nas escolas do século XXII. É bastante provável que muitos artistas nem tenham sequer sua existência lembrada. 100 anos é muito tempo, e muitos músicos e artistas excelentes terão sido despejados na lixeira digital. Se olharmos para o ano de 1914, a música popular incluía o ragtime, calypso, músicas de IRVING BERLIN e HENRY BURR, e muitos compositores clássicos como DELIUS, SATIE, VAUGHAN WILLIAMS e RAVEL, mas não há muito que seja lembrado pelo cidadão leigo comum. O vasto acesso à internet tornará a pesquisa mais fácil, mas nossos descendentes estarão ocupados demais em outro planeta para se importarem com The Weekend ou Brooke Candy.

Do ponto de vista histórico, artistas como RUN DMC, os BEATLES, ELVIS, LOU REED, CHUCK BERRY, BOB DYLAN, APHEX TWIN, JAMES BROWN estarão lá, apesar da lista de nomes em potencial ser longa. Artistas como uma história associada a eles têm uma boa chance de sobreviver. MICHAEL JACKSON pode ser lembrado por ‘Thriller’ ter sido o primeiro vídeo de um artista negro a ser veiculado na MTV, mas ele também pode ser lembrado por sua vida bizarra e as acusações de pedofilia. BIGGIE e TUPAC podem ser lembrados por sua rivalidade de morte, as SPICE GIRLS pelo ‘Girl Power’ – mais, infelizmente, até que o BIKINI KILL – e AMY, JANIS, JIMI, KURT e o ‘Clube dos 27’ por esse fato facilmente associado. E daí você tem os Harlem Shakes e Gangnam Styles, exemplos da histeria em massa do começo do século XXI e da psicologia viral da internet. Faixas usadas em filmes por diretores como Martin Scorsese, Quentin Tarantino ou os irmãos Coen provavelmente serão mais longevas, e mesmo aquelas usadas em musicais como ‘Mama Mia’ [a música de Sondheim com certeza durará muito mais do que a de Drake, por exemplo].

Sugestões do escritório da NME incluem BEYONCÉ, KANYE WEST, LED ZEPPELIN, PJ HARVEY, NICK CAVE, DAVE GROHL, DAVID BOWIE, RADIOHEAD, ADELE e JUSTIN TIMBERLAKE. O autor do texto vota em PHILIP GLASS, THE ROLLING STONES, BOB DYLAN, KRAFTWERK e KANYE WEST. É improvável que bandas enormes como KINGS OF LEON, COLDPLAY ou OASIS sejam lembradas.

Então, se você tivesse que chutar cinco artistas ou bandas que virarão hologramas em festivais de 2114, quais seriam? Os parâmetros são: eles devem estar vivos no século XXI, ou com algum membro ainda sobrevivente. Então o NIRVANA conta mesmo com Cobain tendo morrido em 1994. Quem estaria na sua cápsula do tempo? Hashtag to Twitter: #in100years.“

Fonte: whiplash

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

24 de janeiro no mundo do rock

24 de janeiro no mundo do rock 
John Myung, baixista do Dream Theater, faz hoje 47 anos.

Michael Kiske, ex-vocal do Helloween e atual do Unisonic, completa 46 anos.

Chris Hesse, baterista do Hoobastank, faz 40 anos.

Mitchell Marlow, ex-guitarrista do Filter (de 2008 a 2010), chega aos 35 anos.

John Belushi, do The Blues Brothers, faria 65 anos. Ele morreu em 5 de março de 1982, vítima de overdose de cocaína e heroína.

Há 56 anos (em 1958), o Quarrymen se apresentou pela primeira e única vez no Cavern Club, em Liverpool. Três anos depois, eles voltaram a se apresentar lá, só que com o novo nome: The Beatles.

No dia 24 de janeiro de 1995 o Van Halen lançava o disco “Balance”. Ele tem os singles “Can’t Stop Loving You”, “Not Enough” e “Don’t Tell Me (What Love Can Do)”, entre outros.

Nessa mesma data, em 1998, o Oasis chegava ao topo da parada britânica com o single “All Around The World”.
Há 15 anos, em 1999, o Offspring atingia o topo da parada britânica com o single “Pretty Fly (For A White Guy)”. 
Fonte: 89FM

Lacuna Coil: veja a lista das músicas do novo álbum

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Lançamento acontece em março 

Conforme noticiado antes, o novo álbum do Lacuna Coil se chama “Broken Crown Halo” e vai ser lançado no dia 31 de março. Agora, a lista das músicas que estão no disco foi liberada; veja no final do texto. O álbum foi gravado na Itália pelo produtor Jay Baumgardner (P.O.D., Evanescence), com o engenheiro de som Kyle Hoffmann. Trata-se do sétimo disco do grupo, que sucede “Dark Adrenaline”, lançado em 2012. Em fevereiro, o Lacuna já inicia uma turnê pelos Estados Unidos, que deve contar com músicas desse novo trabalho. Veja abaixo a lista das músicas que estão em “Broken Crown Halo”:

1- Nothing Stands In Our Way
2- Zombies
3- Hostage To The Light
4- Victims
5- Die & Rise
6- I Forgive (But I Won’t Forget Your Name)
7- Cybersleep
8- Infection
9- I Burn In You
10- In The End I Feel Alive
11- One Cold Day
 CURTA ALGO DA BANDA:
 Fonte: Rock em Geral

Saiba como Noel Gallagher avalia os clipes do Oasis hoje em dia

Noel Gallagher

Músico parece não gostar muito dos vídeos que fez durante os anos 90 

Noel Gallagher, como se sabe, não tem vergonha de expressar sua opinião – especialmente quando o assunto é sua antiga banda, a lenda do brit-pop, Oasis. Em 2010, Gallagher fez comentários para o DVD Time Flies, sobre a banda, e não poupou crítica aos clipes visivelmente datados do grupo.
12 brigas históricas do rock and roll.
Na época, muitas citações ficaram conhecidas apenas pelos maiores fãs da banda, que adquiriram o DVD, mas agora todo nós podemos aproveitar os comentários. Graças a um usuário do Youtube, os dez minutos estão disponíveis para qualquer pessoa.
Quase não faz sentido escolher os melhores momentos, já que todo o vídeo vale a pena. Mas eis aqui alguns trechos selecionados, que vão de tiradas furiosas a comentários cínicos sobre suas diferenças criativas com os diretores dos vídeos.
As 15 separações mais conturbadas do rock.
Sobre a voz de Liam durante o clipe de “Live Forever”: “Ele desistiu de cantar em falsete um pouco depois disso. Acho que ele achava que era um pouco gay, embora não tenha nada de errado em ser gay, obviamente”.
Sobre as diferenças criativas com o diretor do clipe de “Live Forever”: “Parece que esse cara estava inventando tudo enquanto a coisa caminhava”.
Sobre as mulheres em “Cigarettes and Alcohol”: “Tinha mesmo tantas garotas nesse clipe? Parece uma cena de Britain's Next Top Model.”
Sobre as distrações durante as filmagens de “Whatever”: “Estou bêbado nesse clipe. Olha como eu estou bravo... Não consigo descrever quão bravo eu estava.”
Sobre o palhaço em “Wonderwall”: “Não era um palhaço de verdade”.
Sobre os desencontros criativos com o diretor de “Don't Look Back in Anger”: “Você quer que eu fique te olhando como se fosse um serial killer?”
Mas a melhor parte não envolve nenhuma palavra: a gagueira atordoada de Gallagher durante o clipe de “Stand By Me” vale por milhares de palavrões.
Veja:


Fonte: Rolling Stone Brasil

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quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Evanescence: Amy Lee anuncia gravidez

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A vocalista da banda EVANESCENCE, Amy Lee, anunciou sua gravidez hoje à tarde através de sua conta oficial no Twitter.
"Eu não posso mais guardar segredo: eu estou trabalhando em um novo projeto muito especial para 2014: um bebê. Josh e eu estamos esperando. Eu estou tão feliz!"
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Fonte:whiplash

Golpe de Estado: Faleceu o lendário guitarrista Hélcio Aguirra

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 Cauê Badaró, primo de Helcio Aguirra (GOLPE DE ESTADO, ex HARPPIA), fez um post no Facebook onde anuncia o falecimento do guitarrista:

"É com muita tristeza que informo sobre o falecimento do meu primo Hélcio Aguirra. Um dos maiores guitarrista do Brasil, fundador da banda Golpe de Estado, uma das maiores bandas de Rock dos anos 80 e 90. Que tristeza !! Vá em paz Hélcio."

Hélcio foi encontrado sem vida por volta das 16h. A família suspeita de infarto.
Eu, Adriano Ribeiro, o conheci pessoalmente na Expomusic de 2012, e tive a oportunidade de vê-lo tocar pela última vez há menos de dois meses, no Sesc Consolação. Foi um dos caras mais legais que já conheci, e fica aqui a minha homenagem. Descanse em paz, Helcio! Você fez parte de duas das mais incríveis bandas que já conheci, brasileiras ou não!



Fonte: Uol/whiplash

Banda U2 é convidada para inaugurar novo programa de Jimmy Fallon

 
No dia 17 de fevereiro o apresentador Jimmy Fallin estreará seu novo programa, chamado "Tonight Show". Para a ocasião, o comediante e ator, que também apresenta o "Late Night with Jimmy Fallon", na NBC, convidou a banda U2 para abrir inaugurar sua nova atração. Durante o programa, está previsto que os irlandeses apresentem faixas de seu novo álbum, que ainda não teve seu nome divulgado. O ator Will Smith
também estará presente no primeiro "Tonight Show".

No último dia 12, o U2 levou para casa o prêmio no 71º Globo de Ouro, na categoria "Melhor Canção Original", com "Ordinary Love". A música está na trilha sonora do filme "Mandela: A Long Walk to Freedom", que retrata a vida do líder africano Nelson Mandela, morto no final de 2013. Agora, os irlandeses aguardam a premiação do 86º Academy Awards 2014, onde concorrem com a mesma faixa na categoria "Melhor Canção". A cerimônia está marcada para o dia 02 de março, no Teatro Dolbly, em Hollywood.

Fonte: Cidade Web Rock

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Bruce Springsteen: High Hopes

Material inédito, covers e novas versões que valem a audição
 Bruce Springsteen acabou de lançar seu novo disco de estúdio, “High Hopes”, o 18º de sua carreira, que se mantém longa e em momento especialmente bom. Sucessor de “Wrecking Ball”, lançado em 2012, o novo trabalho é constituído de faixas que haviam sido compostas pelo músico, algumas nunca lançadas, covers e versões de estúdio para músicas que só havia apresentado ao vivo.
As gravações de “High Hopes” aconteceram nas pausas de sua mais recente turnê, que passou pelo Brasil e incluiu a enérgica apresentação do Sr. Springsteen no Rock in Rio, em setembro do ano passado. O disco contou com os produtores Ron Aniello (responsável por “Wrecking Ball”) e Brendan O’Brien, que tratou de extrair dois importantes momentos dos arquivos: um solo de sax de Clarence Clemons, falecido em 2011, na faixa “Harry’s Place” e o incrível órgão em “Down In The Hole”, tocado por Danny Federici, que morreu em 2008. Ambos eram membros da banda que acompanha Bruce há anos, a E Street Band.

Com 12 faixas, o álbum abre com um dos três covers: “High Hopes”, composta e lançada em 1987 por Tim Scott McConnell, da banda The Havalinas. Bruce havia gravado a canção nas sessões para o “Greatest Hits”, em 1995, e a lançou em um EP no ano seguinte. Aqui, ela dá um animado início ao CD, que segue com a boa e já mencionada, “Harry’s Place”, que nos lembra das melhores coisas que Springsteen traz como compositor. 


Fonte: Território da Musica

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

NA ANTRO, CARNAVAL E ROCK TEM TUDO A VER!

 
Tem tudo a vê galera! 
Em primeiro lugar a galera rock aproveitam as promoções para melhorarem seu estilo e a galera que curte o corso e o carnaval aproveita esta época para encontrar produtos exóticos e radicais para incrementarem seu visual no carnaval que se aproxima e fazer bonito nas festas de momo.

São camisas, blusas, bermudas, brincos, piercings, pulseiras, tênis, bonés e  uma variedade de artigos e acessórios.
CONFIRA ALGUMAS:















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