segunda-feira, 30 de setembro de 2013

MÊS DOS SKATISTAS NA ANTRO

A ANTRO DO ROCK QUE É A LOJA PIONEIRA EM STREET WEAR, SKATE, ROCK, HIP HOP E TODOS OS SEGUIMENTOS DA GALERA RADICAL, APROVEITA PARA LIQUIDAR ESTOQUES INCLUSIVE TUDO DE SKATE E ACESSÓRIOS COM PREÇOS IMBATÍVEIS.
CONFIRA ABAIXO:
É POR ISSO E MUITO MAIS QUE A ANTRO É À LOJA DO SKATE EM TERESINA


Alice Cooper conclui gravação de álbum de covers

Disco tem Beatles, Jimi Hendrix e The Who

alicecooper


As gravações das faixas que vão fazer parte do álbum de covers de Alice Cooper já foram concluídas. O próprio cantor disse isso em uma entrevista que foi ao ar no último dia 26 em uma rádio americana. No repertório, estão músicas que Cooper, em sua maioria, ouvia no início da carreira, como “Break On Through” (The Doors), “Revolution” (Beatles), “My Generation” (The Who) e “Foxey Lady” (Jimi Hendrix). A produção é do veterano Bob Ezrin (Kiss, Pink Floyd), e o lançamento deve acontecer só em 2014.

Fonte: Rock em Geral

domingo, 29 de setembro de 2013

Biografia autorizada do Iron Maiden é lançada no Brasil


A única biografia autoridade pelo Iron Maiden, "Run To The Hills", é lançada no Brasil. O livro, com ano inicial de 1998 e atualizado em 2004, pelo jornalista Mick Wall, chega finalmente ao mercado brasileiro através da Editora Évora. A pré-venda está rolando na Livraria Saraiva.

Confira abaixo a sinopse de "Run To The Hills", biografia do Iron Maiden, e a capa:

"A história do Iron Maiden, desde sua origem nos pubs de Londres até seus shows nos imensos festivais mundiais, nos passa mensagens de auto-confiança, determinação e sacrifício pessoal em uma extraordinária odisseia musical. Muitos dos artistas da nova geração citam a banda como a maior influência que eles tiveram. Entretanto, para um grupo famoso no mundo inteiro por suas excitantes performances ao vivo, enormes espetáculos, mais de 60 milhões de discos vendidos, com inúmeras turnês com ingressos esgotados e sucessos sempre no topo da parada, este fenômeno não aconteceu da noite para o dia." 

Fonte: Cidade Web Rock

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

MAIS PRODUTOS EM LIQUIDAÇÃO NA ANTRO

Todos os produtos da Antro estão em liquidação com descontos que variam de 10 a 60%. 
APROVEITE

SKATES E ACESSÓRIOS






TÊNIS VARIADOS




TUDO ISSO E MUITO MAIS SÓ NA ANTRO

Tudo sobre a turnê de Bruce Springsteen e o maior show de rock da atualidade

No auge de uma carreira de mais de 40 anos, astro tem apresentações agendadas em São Paulo e no Rock in Rio 
Edição 84 

O horário oficial do show de Bruce Springsteen & The E Street Band em 31 de maio, no Stadio Euganeo, em Pádua, Itália, é 20h30. Mas a música começa muito antes, às 17h40, quando Springsteen sobe sozinho no palco, com um violão e uma gaita no suporte do pescoço, para o delírio chocado de dezenas de milhares de fãs que já ocupam a pista e as arquibancadas. Ele já surpreendeu os devotos adiantados com algumas apresentações pré-show na turnê europeia: 33 datas em estádios e festivais terminando na Irlanda, no final de julho. E ninguém sabe o que pode acontecer por aqui, onde ele tem dois shows agendados, em São Paulo (Espaço das Américas, 18 de setembro) e no Rock in Rio (21 de setembro). Na capa deste mês, a Rolling Stone Brasil investiga todos os detalhes da atual turnê do astro – e comprova que este é o maior show do mundo atualmente.
Na Itália, ele abre com uma performance robusta de “The Promised Land”, do álbum Darkness on the Edge of Town (1978), mas são os italianos, muitos deles adolescentes e jovens na faixa dos 20 anos, que terminam a música, cantando em uníssono sensual depois que Springsteen acaba. Eles também chamam a próxima música, entoando o gancho “oooh” de “Growin’ Up”, do disco de estreia, Greetings from Asbury Park, N.J. (1973). O cantor entende o recado, acompanhado pela multidão toda vez que vem o refrão.
 “O mundo é seu idioma”, Springsteen observa mais tarde, no camarim, uma hora antes de o verdadeiro show começar. Ele está respondendo, em um grunhido atencioso, a uma pergunta sobre idade e distância: como o ambiente e as histórias de Nova Jersey em suas primeiras músicas conseguem tocar públicos criados a dezenas de anos e a milhares de quilômetros de distância. “Peguei elementos da minha própria experiência”, continua, “e transformei em uma linguagem universal. O local verdadeiro – eu sou de lá, e mesmo assim, inventei a maioria das coisas.” Há uma explosão de risos. “Essa ideia, de que não são de Nova Jersey” – ele faz um gesto em direção às 40 mil pessoas que esperam do lado de fora – “não é mais relevante do que é para mim. O que conduz isso são a memória e a experiência em comum.”

Em Pádua, sob chuva torrencial, o show dura três horas e conta 27 músicas, incluindo uma leitura completa da obra-prima de 1975, Born to Run. Uma transição vai da batida vingadora de “Death to My Hometown”, de Wrecking Ball, para “Spirit in the Night”, do disco Greetings. Nesta, o destaque é Jake Clemons, 33 anos – sobrinho de Clarence Clemons, saxofonista da E Street que morreu em 2011 –, saindo da seção de sopro para se posicionar do lado direito de Springsteen e tocar os icônicos solos do tio. “Vejo sombras de Clarence”, diz Roy Bittan quando lhe perguntam o que ele presencia do piano sempre que Jake aparece ao lado de Springsteen. “E vejo a passagem de uma tocha que temos a sorte de ter.”


                                             Fontes: Rolling Stones Brasil / MultShow

Um passeio pela Expomusic: Paixão por guitarras ou vício?

 
Acompanhamos um aficionado por equipamentos e intrumentos musicais, especificamente por guitarras, num passeio pela 30ª edição da Expomusic, realizada na última semana na capital paulista.
José Luis Almeida é guitarrista há 28 anos, possui 40 guitarras, 20 amplificadores, mais de uma centena de pedais, entre outros acessórios relacionados como palhetas e correias. O músico fica de olho nos lançamentos nacionais e internacionais e tenta não perder nada. Foi com ele que demos umas voltas pelo Expo Center Norte assim que a Expomusic 2013 abriu as portas - apenas para profissionais do setor e convidados -, na quarta-feira, 18 de setembro. José Luis falou sobre sua paixão e também sobre o mercado musical - nacional e internacional - que acompanha há anos.

O músico conta que ainda tem sua primeira guitarra, uma Finch: "Ela é simples, ruim mesmo, mas eu a guardo até hoje. Está na cas ada minha mãe". Isso porque o músico por hobby - e engenheiro de logísitica com doutorado na Espanha por profissão - não costuma se desfazer de suas aquisições: "Sabe aquele programa 'Acumuladores'? Me identifiquei", conta o guitarrista. "Cheguei num ponto que compro um pedal e quando vou ver eu já tinha aquele modelo", completa. Isso tem nome: chama-se GAS (Gear Acquisition Syndrome), ou síndrome de aquisição de equipamentos.

O passeio começou pela Music Maker, empresa brasileira que faz guitarras customizadas, onde o José Luis já tinha uma encomenda pronta. Na vitrine, chamam a atenção do músico a madeira das guitarras e a qualidade do acabamento. A tocabilidade das guitarras é elogiada e ele se encanta os instrumentos expostos. "Minha guitarra chega amanhã", anuncia depois de conversar com o dono da empresa. Além dessa, o músico espera por mais três guitarras encomendadas, que chegam até o final do ano, vindas dos EUA.

Como viaja a trabalho mais de uma vez por ano, José Luis tem acesso a alguns produtos antes deles chegarem ao Brasil: "Quando chega aqui, já não é novidade. E por causa da internet qualquer um fica sabendo do lançamento antes de chegar por aqui", comenta. Mas para ele, o País não está nada mal: "No Brasil se encontra muita coisa. O preço ainda é muito mais alto por aqui, mas há variedade. O Brasil é bem melhor do que o México e a Argentina, por exemplo. O mercado aqui está bem servido", elogia o músico.

"Nos EUA há muitas lojas que só vendem pela internet, sem loja fisica. Ou então a loja física poussui poucos instrumentos - só os mais populares. Aqui no Brasil a venda por internet não é tão forte então você vai às lojas e os instrumentos estão lá e isso é legal. Dá para testá-los. Houve um tempo em que o mercado aqui era muito carente, mas já não é mais. O problema no Brasil é o preço dos importados", diz o guitarrista dando ênfase aos preços às vezes bem salgados do nosso mercado.

 
Márcio Zaganin e José Luis Almeida | Crédito: Lizandra Pronin/TDMusica

Saindo da Music Maker, a ideia era passar em outro customizador de guitarras, a N. Zaganin. Mas no meio do caminho, amplificadores Mesa chamaram a atenção de José Luis: "Não sabia que encontraria esses amplificadores aqui! Tenho 15 amplificadores dessa marca". Apotando para um dos equipamentos na vitrine, completa: "Eu tenho o modelo anterior a esse. Se pudesse, eu comprava esse agora..."

Se a Expomusic vendesse para o consumidor final, José Luis não tem dúvida, se perderia na feira: "Eu ia torrar muito [dinheiro]". E mesmo sabendo que não há venda direta, entrou no estande - "Vou perguntar quanto custa" - e começou a negociar com o representante. Papo vai, papo vem e ele comprou o amplificador: "Anota aí: agora tenho 21 amplificadores".

O passeio seguiu por outros estandes, sempre com o guitarrista parando para ver detalhes aqui e alí. As compras incluíram ainda dois bags importados que o músico, sacando seu iPad, fez questão de mostrar que estavam em sua lista de desejos de uma loja virtual: "Eu quase comprei pela internet".

Os equipamentos de José Luis ocupam dois dos três quartos de seu apartamento. Mas já há guitarras e amplificadores "invadindo" sua sala. Em breve, terá de se mudar para uma casa maior.

* José Luis mantém um fórum na internet sobre guitarras, o www.greennotes.mus.br. Para comemorar os 10 anos do fórum, ecomendou uma série exclusiva de guitarras artesanais, na já citada Music Maker. 

Fonte: Território da Musica

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

LIQUIDAÇÃO GERAL NA ANTRO

TODO NOSSO ESTOQUE ESTA EM PROMOÇÃO ESPECIAL COM DESCONTOS QUE VARIAM DE 10 A 60%!
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ISSO É SÓ O COMEÇO:




ANTRO DO ROCK É A LOJA STREET MAIS ANTENADA DE TERESINA

Associaçaõ Teresina De Skate Ats


 Associa Teresinense De Skate Ats
CONVOCAÇÃO:

A Diretoria da ATS – Associação Teresinense de Skate convoca seus membros e demais skatistas para reunião ampliada a fim de discutirem e deliberarem sobre a seguinte pauta::
1. Planejamento das atividades em comemoração por 06 anos de construção da Pista de Skate da Praça Ocilio Lago (Praça do Jockey);
2. Planejamento do evento “Coisa de Criança” – Atividade de inclusão social e comemoração ao dia das crianças;
3. Solicitação de serviços de reforma e melhoria da Praça do Jockey;
4. Planejamento do Circuito Piauiense 2013 e 2014;
5. Demais assuntos;
Local: Pista de Skate da Praça Ocílio Lago, no Jockey;
Data: Domingo – 29/setembro/2013
Hora: 16h00
Teresina (PI), 25 de setembro de 2013.
 
Fonte: ATS/Facebook

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Balanço do último dia de Rock in Rio

Segundo dia de metal teve Iron Maiden, Slayer e Avenged Sevenfold, Sepultura e Zé Ramalho trouxeram MPB ao domingo dos camisas pretas. 

 

O segundo dia do metal voltou a provar por que os fãs do gênero têm fama de serem tão dedicados. Os metaleiros voltaram a encher a frente do Palco Sunset desde o começo da tarde do último dia do Rock in Rio, fechada pelo melhor e mais aguardado show da noite. A enorme quantidade de camisas do Iron Maiden deixou bem claro que era noite de "Olê, olê, olê, olê... Maiden, Maiden".

O Palco Mundo recebeu também teve o Slayer, donos do riff da noite; e o Avenged Sevenfold, que enfrentou os gritos dos fãs de Iron com apoio de seu fã-clube e de alguma falação sobre rivalidade de bandas e a força do line-up. O Kiara Rocks, por sua vez, venceu a desconfiança com dois convidados: o ex-vocalista do Iron Maiden, Paul Di'Anno e o ex-guitarrista do Charlie Brown Jr., Marcão.

A noite de fechamento do Rock in Rio foi marcada por apresentações de peso no Palco Sunset, como o Zépultura (mistura de Zé Ramalho e Sepultura) e o grupo sueco Helloween. A história do dia, porém, tem mãe e filha como protagonistas. Janaina Lima e Ana Beatriz descobriram que seus ingressos haviam sido roubados. Foram convidadas por Roberto Medina, organizador do evento, para ver tudo direto da área vip.

 O Iron Maiden fez aquilo que os fãs esperavam, em show que não tinha como decepcionar. O Iron esteve no Rock in Rio de 1985, quando tocou antes do Queen e de 2001, já como banda principal. Desta vez, trouxe a turnê temática baseada em uma antiga excursão do grupo, da época do álbum “Seventh son of a seventh son” (1988).

  
Fonte: G1

sábado, 21 de setembro de 2013

Em apresentação no "Rock in Rio 2013" Bon Jovi beija fã na boca

 Bon Jovi beija fã na boca em Festival


Fechando a sexta-feira (20) de shows no Palco Mundo, o Bon Jovi se apresentou no festival Rock in Rio e fez uma pequena surpresa a uma fã que vai para casa muito feliz.

A fã em questão é Rosana Guedes. A moça que viajou de Campinas, São Paulo, até a Cidade do Rock estava empenhada em repetir o feito do show da banda em 1995, quando foi chamada ao palco, e ficou ao lado de Jon Bon Jovi durante uma canção. "Foi emocionante, chorei muito. Tenho certeza que ele vai me chamar hoje novamente", disse ela em seu perfil na rede social Twitter, antes do show.

E foi exatamente isso que aconteceu. Durante a perfornance da canção "Who Says you Can't Go Home", Rosana foi chamada, permaneceu ao lado do músico e ainda ganhou um selinho na boca!
"Acho que não vou lavar a boca nunca mais", escreveu Rosana. "Será que eu conseguirei dormir hoje, amanhã e depois e depois?", continuou ela, "Foi a melhor noite da minha vida".
Logo após a apresentação, Rosana divulgou uma imagem do visor da câmera fotográfica que usou para registrar o momento.

Rosana já esteve em oito shows da banda no Brasil. Na noite desta sexta, sem Richie Sambora, o Bon Jovi se apresentou também com um baterista substituto. Tico Torres, que estava se recuperando de uma cirurgia de apendicite, teve de retornar ás pressas para o hospital com fortes dores, e passou por outro procedimento cirúrgico, desta vez na vesícula.

  
MOMENTO DO BEIJO:

Fonte:  Com informações do Agora

ANTRO DO ROCK É ÚNICA

A sua referencia de se vestir bem a todos os momentos de sua vida a Antro sempre estará presente
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sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Em 2 horas de show, Metallica faz ode ao thrash metal no Rock in Rio

De volta ao Rock in Rio após dois anos, o Metallica subiu ao palco principal do festival à 0h35 desta sexta (20) com 30 minutos de atraso e a missão de fechar um dia repleto de atrações voltadas ao heavy metal como o Ghost, Rob Zombie e Sebastian Bach. O atraso não tirou a empolgação do público, que, durante 2 horas e 10 minutos, reviu faixas de praticamente toda a discografia da banda -- dos mais antigos "Kill 'Em All" (1983), "Ride The Lightning" (1984) e "Master of Puppets" (1986) a álbuns mais recentes como "Reload" (1997) e "Death Magnetic" (2008). 
Trajado de início com um colete repleto de logotipos de bandas de metal, ao estilo thrash oitentista, o vocalista e guitarrista James Hetfield segurou firme o repertório, semelhante ao da apresentação de 2011 no festival.
O primeiro coro intenso dos fãs veio com a pesada "Masters of Puppets". Hetfield gritou tanto que chegou a cuspir no meio da cantoria. Perto do fim da faixa, ergueu o microfone para captar os gritos de "master, master" emanados da plateia.
O disco que levou o grupo a outro patamar de estrelato, o chamado "álbum preto", de 1991, também foi revisitado com seus principais hits, como "Enter Sandman" e "Nothing Else Matters", mas também com "Holier Than Thou", que foi acompanhada por gritos de "hey" vindos dos headbangers.
 
"Estamos alto o suficiente para vocês?" perguntou o vocalista à plateia antes de emendar "The Memory Remains", do álbum "Reload", de 1997. O trecho final da música, cantarolado na versão original por Marianne Faithfull, foi outro grande momento do público na noite. A banda parou para que os fãs cantassem, em uníssono, por cerca de dois minutos.
 
O miolo da apresentação trouxe ainda músicas que determinam a magnitude que o Metallica conquistou, após trinta anos de heavy metal. De uma só vez, "Wherever I May Roam" invade os ouvidos dos fãs de metal no Rock in Rio, com Ulrich alterando a marcação do tempo da música em pequenos trechos antes do refrão.
 
Quando o ritmo da apresentação diminuiu, a lista de músicas do Metallica traz aos fãs "The Day That Never Comes", faixa do álbum "Death Magnetic", disco que foi lançado em 2008 e marcou o retorno do grupo às raízes do thrash metal. 
 
Hetlfield tenta despistar a plateia sobre o que vem pela frente. Despretensiosamente, conversa com os brasileiros sobre o que eles acharam do festival até o momento."Vocês ficaram com medo, tudo bem", brinca o vocalista ao notar que poucos gostaram da apresentação do grupo sueco Ghost, mais cedo no Palco Mundo. Tudo enrolação para anunciar o hit "Sad But True", acompanhado a plenos pulmões pelos fãs.
 
No bis, o Metallica voltou ao passado com o trio "Creeping Death", "Battery" e a indispensável "Seek and Destroy" -- com direito a um James Hetfield inspirado em Charles Chaplin, fazendo mímicas para a plateia -- para cumprir com a tarefa de entregar aos fãs, até 2h40, tudo o que queriam: peso, metal e presença de palco. E umas bolas bobas de plástico no finzinho, mas que não afetaram a apresentação.
 
"Metallica te ama, Rio", berrou o vocalista, emocionado. Em retribuição, ganhou um efusivo e adptado "olê, olê, olê, olá, Metallica!"
 VEJA  ABERTURA:
CURTA UM POUCO:
 E AQUI O FINAL DO SHOW:

Fontes: Uol / You Tube

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