sexta-feira, 31 de maio de 2013

GRANDES NOVIDADES EM BONÉS NA ANTRO

CONFIRA AQUI ALGUMAS DAS NOVIDADES:
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Aerosmith: veja os detalhes do novo DVD

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Lançamento acontece em julho 
Conforme noticiado antes, o Aerosmith lança, em junho, o DVD “Rock For The Rising Sun”, com o registro do show do grupo realizado no Japão, em 2011. O vídeo foi dirigido por Casey Patrick Tebo e mistura as performances ao vivo do show com cenas de bastidores e da reação do povo japonês, que na época sofreu com um tsunami. O lançamento acontece também em Blu-ray e download digital, no dia 22 de julho. Clique aqui e assista a trailer do filme e veja abaixo a lista da músicas:

1- Draw The Line
2- Love In An Elevator
3- Livin’ On The Edge
4- Hangman Jury
5- No More No More
6- Mama Kin
7- Monkey On My Back
8- Toys In The Attic
9- Sweet Emotion
10- Boogie Man
11- Rats In The Cellar
12- Movin’ Out
13- Last Child
14- S.O.S. (Too Bad)
15- Walk This Way
16- Train Kept A Rollin’ (credits) 

Fonte: Rock na Geral

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quinta-feira, 30 de maio de 2013

Cinco anos depois, Nine Inch Nails anuncia que novo disco está pronto

“Não tenho sido muito honesto sobre o que tenho feito de verdade ultimamente”, disse Trent Reznor 

Trent Reznor  

O Nine Inch Nails vai lançar novo disco de estúdio, o primeiro desde The Slip, de 2008, ainda neste ano, por nova gravadora, a Columbia Records.
“Não tenho sido muito honesto sobre o que tenho feito de verdade ultimamente”, disse Trent Reznor em depoimento. “No último ano, trabalhei secretamente com Atticus Ross e Alan Moulder em um novo e completo disco do Nine Inch Nails, que estou feliz em dizer que está pronto e francamente muito bom”.
Reznor disse à Rolling Stone EUA no ano passado que estava trabalhando em novo material da banda depois de uma despedida em turnê de 2009. No início deste ano, o frontman confirmou que o NIN estaria de volta com disco inédito e participações em festivais, tais como Lollapalooza em Chicago, a partir deste meio de ano.
Reznor se manteve ocupado desde o fim do NIN, fazendo músicas para filmes como Millennium - Os Homens que Não Amavam as Mulheres e A Rede Social, ambos do diretor David Fincher, este último parceria com Atticus Ross que lhe rendeu um Oscar.
“Este é o ímpeto verdadeiro e a motivação por trás da decisão de reunir uma nova banda e fazer turnê novamente”, afirmou o vocalista. “Minhas incursões pelo cinema e outros projetos me estimularam de verdade criativamente e decidi focar essa energia para levar o Nine Inch Nails a um novo lugar”.
Junto a Reznor, a nova formação da banda conta com Alessandro Cortini, Josh Eustis, Robin Finck e Ilan Rubin. A aguardada reestreia do grupo acontece no dia 26 de julho, no Festival Fuji Rock, no Japão.


Fonte: Rolling Stones Brasil

CJ Ramone no Brasil: Ingressos à venda

 
Devido ao grande sucesso da mais recente turnê de CJ Ramone, o ex-baixista dos Ramones volta ao Brasil para uma série de shows entre junho e julho. São 12 apresentações confirmadas no país.

Nesta turnê, CJ Ramone apresenta diversas músicas clássicas dos Ramones, além das excelentes composições de seu álbum solo "Reconquista". Christopher Joseph Ward foi escolhido para substituir Dee Dee, o lendário baixista dos Ramones, em 1989, e ficou até o fim da banda em 1996. Com o grupo, e já usando nome de CJ Ramone, lançou os álbuns Loco Live (1991), Mondo Bizarro (1992), Acid Eaters (1994) e Adios Amigos (1995).

As datas pelo Brasil são as seguintes:

26/06/2013 - Florianópolis/SC
John Bull Lagoa - Avenida das Rendeiras, 1046 - Lagoa da Conceição
Ingressos: R$ 50,00
Informações: 48 3232-8535
Vendas online: www.blueticket.com.br

27/06/2013 - Curitiba/PR
John Bull - R. Mateus Leme, 2204 - Centro Cívico
Horário: 21h00
Ingressos: Pista Promocional Antecipado Lote 1 R$ 50,00; Pista Inteira Lote 1 R$ 100,00; Pista Meia Lote 1 R$ 50,00
Vendas online: https://ticketbrasil.com.br/show/cjramone-curitiba-pr/

28/06/2013 - Goiânia/GO
Goiânia Arena - Tattoo Rock Festival

29/06/2013 - Palmas/TO
Tendencies Music Bar

30/06/2013 - Taguatinga/DF
America Rock Club

02/07/2013 - Santos/SP
Fênix Coffee Pub

03/07/2013 - Maringá/PR
Nite Club

04/07/2013 - Bragança Paulista/SP
Clube de Regatas Bandeirantes

05/07/2013 - São Paulo/SP
Hangar 110 - R. Rodolfo Miranda, 110 – Metrô Armênia
Horário: 19h00
Banda de abertura: Garotos
Ingressos: R$ 70,00 (1° lote – promocional/estudante) e R$ 90,00 (2° lote – promocional estudante)
Pontos de venda:
Galeria Presidente: London Calling - R.24 de Maio, 116 - (11) 3223.5300
Galeria do Rock: Consulado do Rock (11) 3221.7933 | Loja 255 (11) 3361.6951
Santo André: Metal CDs - R. Dona Flaquer, 184 - (11) 4994.7565 | Ratus Skateshop - R. Dona Flaquer, 286 – (11) 4990.5163
Venda online: http://www.ticketbrasil.com.br
Informações: 11 3229-7442

06/07/2013 - Fortaleza/CE
Barraca Biruta

07/07/2013 -  Betim/MG
Espaço Garage Park 


Fonte: Território da Musica

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Deep Purple: Now What?!

Rock setentista com ecos progressivos: o novo disco traz som denso, rico e apaixonado. 

Se por um lado é como se o tempo não tivesse passado desde "Rapture of the Deep", lançado em 2005, devido ao entrosamento da banda e à continuidade que "Now What?!" dá à carreira do grupo, por outro lado é fácil dizer que o novo disco do Deep Purple não é para audiências novatas.

É claro que o público mais jovem pode - na verdade, deve - apreciá-lo. Mas "Now What?!" não é um disco feito pensando nos tempos atuais. Nada de modernices tolas nem experimentações que não tem absolutamente nada a ver com a banda. O Deep Purple mostra o rock setentista que sabe fazer de um jeito muito único.

E é por isso que melhor de "Now What?!" é que ele soa como Deep Purple. A afirmação parece estúpida? Mas acredite, há muita banda 'veterana' querendo soar moderna e o resultado acaba sendo um disco esquisito (no mau sentido) e fora de contexto. Quem ajudou a garantir isso ao Deep Purple foi Bob Ezrin, responsável pela produção do álbum. 
Bob Ezrin - conhecido por ter trabalhado em clássicos do Pink Floyd, Alice Cooper e Kiss, entre outros - precisou ser convencido a produzir o disco. Ele não queria. O renomado produtor recentemente tem trabalhado com artistas mais pop e mais novos. Ele foi a uma apresentação do Deep Purple e depois de ver o grupo fazendo o que chammou de uma "jam progressiva", ficou encantado. Sua proposta para a banda era fazer um disco nessa linha ou não fazer.

Como a banda embarcou na ideia, ouvimos ecos de rock progressivo - o progressivo peculiar do Deep Purple, óbvio - em faixas como "Out of Hand" ou "Above and Beyond" e em tantas outras. Em todas, sejamos sinceros. Repare especialmente em "Après Vous": dos seus quase cinco minutos e meio, a maior parte é feita como se a banda estivesse tocando ao vivo. Há uma parte da música que é como um improviso em cima do palco. A energia da faixa, com seus riffs pesados e teclados contundentes, é contagiante.

O disco começa com "A Simple Song", que se parece com uma balada. Mas não se deixe enganar pelo começo etéreo e calmo da música, pois aos dois minutos ela explode entre riffs e teclados nervosos. Mesmo a balada presente no repertório, "All the Time in the World", traz essa pegada 'jam' citada acima, esse som denso, rico e apaixonado. "Vincent Price" (veja o videoclipe acima), um dos momentos mais 'comerciais' do disco quase que não serve para a programação normal de uma FM - seria editada.

Não posso deixar de citar "Uncommon Man" - cujo tema é inspirado na "Fanfare for the Common Man" de 1942 - e "Above and Beyond", canções que a banda dedicou ao ex-integrante Jon Lord, morto no ano passado. O disco encerra com um delicioso blues rock, "It'll Be Me". 
 
Musicas: 
01. A Simple Song
02. Weirdistan
03. Out of Hand
04. Hell to Pay
05. Bodyline
06. Above and Beyond
07. Blood from a Stone
08. Uncommon Man
09. Après Vous
10. All the Time in the World
11. Vincent Price
12. It'll Be Me 


Fonte: Território da Musica
 

terça-feira, 28 de maio de 2013

FERIAS DE NOVIDADES NA ANTRO

Não deixe de conferir as novidades semanais da Antro do Rock
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Morre o baixista do Made In Brazil

mrruffino

Mr. Ruffino sofria com um câncer 
Morreu neste domingo (26/5), em São Paulo, o baixista Ruffino Lomba Neto, da banda Tutti-Frutti, e integrante de outras grupos históricos do rock nacional como Patrulha do Espaço e Made in Brazil. Mr. Ruffino, como era conhecido, fez parte ainda de formações remotas do Mutantes, e chegou a morar na casa dos integrantes da banda na Serra da Cantareira. O músico lutava contra um câncer e não resistiu. Tinha 60 anos.

Fonte: Rock na Geral

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segunda-feira, 27 de maio de 2013

foragido pela morte de integrante da banda Detonautas é preso

A Polícia Militar (PM) do Rio de Janeiro prendeu na madrugada desta segunda-feira um dos envolvidos na morte do guitarrista Rodrigo Netto, o Netinho, da banda Detonautas. O crime aconteceu durante uma tentativa de assalto em dia 4 de junho de 2006.
Peterson Oliveira da Costa, 25 anos, foi detido sem resistência por policiais da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) da Mangueira em um pagode na comunidade. De acordo com a PM, ele é considerado foragido da Justiça após ter sido beneficiado por um indulto de Natal e não retornar à unidade prisional.
Ele havia sido preso em agosto de 2006, na vila Aliança, em Bangu, zona oeste da capital fluminense. Na ocasião, confessou a participação no homicídio. 
Segundo a PM, Peterson foi encaminhado logo após a prisão na Mangueira para a 17ª Delegacia de Polícia (DP), mas como o sistema de consulta da corporação estava fora, foi levado para a 19ª DP, que estava com o mesmo problema. Só após a confirmação do mandado de prisão em aberto ou a emissão de um novo é que ele poderá ser encaminhado para a unidade prisional. Caso contrário, precisará ser solto.  



Fonte: Terra

Scott Weiland reprova Stone Temple Pilots com novo vocal

Em texto publicado em rede social, vocalista, expulso e processado pelos integrantes remanescentes, ainda se sente como membro do STP. Foto: Reprodução/internet.

scottweiand 
O ex-vocalista do Stone Temple Pilots, Scott Weiland, não gostou de ver seu antigo grupo tocar, na semana passada, com Chester Bennington, do Linkin Park, como novo cantor. A birra de Weiland, no entanto, não é com Chester, mas pelo fato de o STP continuar sem ele.
Em um post na página do Facebook, publicado na sexta (24/5), o vocalista chama o grupo de “minha banda”, e diz que “a banda que tocou na semana passada não foi Stone Temple Pilots”. Weiland também acha que ainda faz parte do grupo. “Eles não têm o direito legal de se chamar STP, porque eu ainda sou um membro da banda”, diz, em outro trecho; leia a íntegra do texto no final desta nota.
Mal sabia o vocalista que, enquanto se posicionava sobre o assunto, apareceu a notícia (via site de celebridades TMZ) de que os três integrantes remanescentes da formação original - Dean DeLeo (guitarra), Robert DeLeo (baixo), e Eric Kretz (bateria) - entraram com um processo contra ele. Eles alegam, entre outras coisas, que Weiland não se comunicava de propósito com o grupo, de modo a “roubar” a turnê; leia mais aqui.
Scott Weiland foi demitido do STP em fevereiro (saiba mais). Enquanto os integrantes conversavam sobre fazer ou não uma turnê tocando a íntegra de um álbum clássico (no caso “Core” ou “Purple”), Weiland, ao perceber que o projeto não iria pra frente, montou sua própria banda, a Scott Weiland and the Wildabouts, para uma turnê tocando não a íntegra de um dos álbuns, mas músicas dos dois, representando, segundo o vocalista, “90 a 95%” do material desses discos.
A tal turnê está em andamento pelos Estados Unidos (veja as datas), o que teria irritado os outros integrantes do grupo, daí a demissão de Weiland. O vocalista, de outro lado, diz que sua nova banda tem mais de 30 músicas novas, já gravadas, para o lançamento de um álbum. Clique aqui para ler a íntegra da entrevista (em inglês), na qual Scott Weiland ainda se diz interessado em voltar para o Velvet Revolver, outra banda da qual foi limado, em 2008.
Conforme noticiado há uma semana, o vocalista do Linkin Park, Chester Bennington, é o novo cantor do Stone Temple Pilots. O grupo fez uma aparição surpresa em um evento promovido por uma rádio - o KROQ Weenie Roast - em Irvine, na Califórnia, Estados Unidos.
Na ocasião, uma música nova, “Out Of Time”, já composta pela nova formação, foi apresentada, o que leva a crer que o grupo pretende não só sair tocando por aí com Chester, mas gravar um álbum de inéditas. Por outro lado, o vocalista não vai deixar de lado o Linkin Park como projeto principal. Clique aqui para escutar “Out Of Time” ou aqui para ver um trailer e baixar a música, gratuitamente.
Leia abaixo a íntegra do post publicado por Scott Weiland no Facebook:
Carta aos meus fãs
Como todo mundo, li sobre minha banda, Stone Temple Pilots, e sua apresentação no fim de semana passado com um novo vocalista. Para dizer a verdade, isso me pegou de surpresa. E doeu.
Mas a banda que tocou na semana passada não foi Stone Temple Pilots e foi um erro eles se apresentarem como tal.
Em primeiro lugar, eles não têm o direito legal de se chamar STP, porque eu ainda sou um membro da banda. E o mais importante, eles não têm o direito ético de se chamar Stone Temple Pilots porque isso é desonesto com os milhões de fãs que nos têm seguido por tantos anos.
Quando eu faço shows sozinho, nunca é como Stone Temple Pilots. É como Scott Weiland. Os fãs merecem saber o que eles estão recebendo.
Como qualquer banda que resistiu ao teste do tempo e fez música por mais de duas décadas, STP teve uma alquimia especial - nós quatro juntos éramos melhor do que qualquer um separadamente. Então, se meus ex-companheiros de banda querem fazer uma turnê com um novo vocalista, é prerrogativa deles.
Eu não dou a mínima para como eles vão se chamar, mas eles não são o Stone Temple Pilots.
E por isso eu digo a vocês, nossos fãs, eu vou vê-los neste verão durante minha turnê como Scott Weiland, com a minha banda The Wildabouts. Mas não desistam de STP. Eu sei que eu não vou desistir.
Scott 

Fonte: Rock na Geral

domingo, 26 de maio de 2013

The Clash lança caixa com discografia e extras em formato de aparelho de som portátil

The Clash - Sound System
Coleção terá os cinco discos da banda remasterizados, singles, raridades, DVD, entre outros badulaques; grupo também prepara o lançamento de nova coletânea  


Os fãs do The Clash ganharão um motivo para comemorar – e para economizar. A banda inglesa se prepara para lançar uma grande caixa com discos e outros extras em formato de aparelho de som portátil dos anos 1980, em setembro.
Chamado Sound System, o box terá a versão remasterizada dos cinco álbuns do Clash -
The Clash (1977), Give 'Em Enough Rope (1978), London Calling (1979), Sandinista! (1980) e Combat Rock (1982) -, três discos com singles, raridades, demos e lados B, um DVD com todos os clipes do grupo e imagens inéditas gravadas por Julien Temple e Don Letts, reimpressões do fanzine da banda Armagideon Time, pôsteres, adesivos, entre outros itens.
A caixa foi desenhada por Paul Simonon, baixista do grupo, e chega às lojas do Reino Unido em 9 de setembro e no dia seguinte nos Estados Unidos – não há previsão de venda oficial no Brasil. Já é possível reservar uma em sites como Amazon e Live National por US$ 169 (cerca de R$ 346).
A banda também se prepara para lançar, na mesma semana, a coletânea dupla The Clash Hits Back, com 33 músicas.

Fonte: Território da Musica 



Spin Doctors: If The River Was Whiskey

 
A banda norte-americana Spin Doctors, que fez bastante sucesso nos anos 90, está lançando seu sexto álbum de estúdio, chamado “If The River Was Whiskey”, que pode causar certo choque à maioria das pessoas que associam a banda ao mega hit “Two Princes”.

Digo que é um choque dos bons, não porque o som que a banda fazia era ruim, pois não era mesmo, mas a mudança apresentada aqui é absolutamente refrescante. Se a dica do whiskey no título do disco não revelou do que se trata, aqui vai um ‘spoiler alert’: trata-se de um belo disco de blues rock.

O Spin Doctors se formou no final dos anos 80 e, na época, apresentava justamente um repertório de blues nos bares onde tocavam regularmente em Nova York, o que faz de “If The River Was Whiskey” um retorno às raízes. Quem diria, não?

Passada a surpresa de ouvir o novo disco pela primeira vez, a personalidade do quarteto vai se mostrando nas letras, na voz marcante de Chris Barron e na leveza com que o quarteto encara a música e, especialmente por ter sido gravado ao vivo, “If The River...” capta ainda mais esse espírito.

O vocalista, Aaron Comess (bateria), Eric Schenkman (guitarra) e Mark White (baixo) acertaram na escolha do repertório do álbum, que tem um pouco de todas as variações do blues. “Some Other Man Instead”, canção que abre o álbum com aquela pitada de reggae que blues permite incorporar, foi composta por Chris há cerca de dois anos, assim como a faixa título do trabalho. Isso porque o Spin Doctors estava em um momento de desânimo após o lançamento do antecessor “Nice Talking To Me”, em 2005.

“About A Train”, apesar de ter riffs de guitarra à la Hendrix, é uma música que bem representa a banda, mas não necessariamente a melhor do disco. Esta e a seguinte, “The Drop”, soam arrastadas demais.

Destaque para “What My Love?”, “So Bad” e “Sweetest Portion”, canções que Barron compôs quando tinha 19 anos, e agora ganharam vida. Mas o maior destaque do disco mesmo é o guitarrista Eric Schenkman, que exibe milhares de licks e solos, mostrando que entende da coisa.


Musicas:
01. Some Other Man Instead
02. If The River Was Whiskey
03. Sweetest Portion
04. Traction Blues
05. Scotch And Water Blues
06. About A Train
07. The Drop
08. Ben’s Looking Out The Window blues
09. So Bad
10. What My Love? 


Fonte: Território da musica

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Pearl Jam lança álbum ao vivo do show do Lollapalooza Brasil

 
 Confira abaixo a capa e tracklist de Pearl Jam South América São Paulo 2013
Disco 1
Elderly Woman Behind The Counter In A Small Town
Why Go
Interstellar Overdrive
Corduroy
Comatose
Olé
Do The Evolution
Wishlist
Got Some
Even Flow
Nothingman
Insignificance
Daughter
World Wide Suicide
Jeremy
Unthought Known
State Of Love And Trust

Disco 2
Rearviewmirror
Given To Fly
Not For You
Better Man
Black
I Believe In Miracles
Go
Alive
Baba O'' Riley
Yellow Ledbetter
    























Fonte: Universo do Rock

Peter Murphy no Brasil: Ingressos já estão à venda

 
O músico Peter Murphy traz ao Brasil a "Mr. Moonlight Tour", com shows que comemoram os 35 anos de criação do Bauhaus, grupo criado por Murphy em 1978. Além do Brasil, onde a única apresentação acontece em São Paulo, no próximo dia 14 de agosto, a turnê passa também pelos EUA e Europa.

O repertório da apresentação será especial, contando somente com canções da época do Bauhaus como "Bela Lugosi Is Dead", "Kick In The Eye" e “She's In Parties". O Bauhaus saiu de cena em 1983, mas se reuniu em 1998 para uma turnê que resultou no álbum ao vivo "Gotham", lançado no ano seguinte. Em 2008 o grupo reuniu-se mais uma vez para gravar um novo disco de estúdio, "Go Away White". Peter Murphy segue em carreira solo desde 1986.

Os ingressos para a única apresentação de Peter Murphy tocando Bauhaus no Brasil já estão à venda. Confira o serviço completo do show.

14/08/2013 - São Paulo/SP
Carioca Club - Rua Cardeal Arcoverde, 2899
Horário: 21h30
Ingressos: R$ 95,00 (pista, meia ou antecipada, 1º lote), R$ 190,00 (pista, inteira, 1º lote), R$ 150,00 (camarote, meia ou antecipada, 1º lote)
Pontos de venda: Hole (Galeria do Rock); CadaQual (Rua Augusta, 2171); Chilli Beans (Vila Leopoldina); Metal Music (Santo André); Age of Dreams (São Bernardo)
Vendas online: www.ticketbrasil.com.br
Classificação etária: 18 anos 
Fonte: Território da Musica

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Korzus: 30 anos de muito amor ao Heavy Metal

 
Ter uma carreira consolidada e bem edificada no mundo da música não é para qualquer um. A lista fica menor ainda quando a banda ou artista está beirando a terceira década de atividade, gozando da vitalidade e criatividade de iniciantes aliada à experiência dos anos na estrada.

A banda paulistana Korzus é um dos nomes do heavy metal nacional, e nela as atribuições acima recaem como uma luva. Para saber um pouco mais dos momentos marcantes nesses trintas anos de história e planos futuros que fomos bater um papo com o vocalista, Marcello Pompeu.

O álbum “Discipline of Hate”, desde seu lançamento no ano de 2010, foi e ainda é muito cortejado pela base de fãs da banda. Nesse ínterim de dois anos, o que foi possível colher com esse trabalho de estúdio?

Marcello Pompeu
: Olha, foi muito boa a repercussão do álbum, foi além do que esperávamos. O público gostou, a mídia gostou e elevou a banda para um grau acima, então, nós só temos a agradecer por esse sucesso.

Em meados anos 1980 o Korzus já era, sem dúvida, um nome muito importante para a cena metálica nacional. Mas foi nos anos 1990 que a banda cravou a ferro quente seu nome na história da música pesada brasileira com os discos “Mass Illusion” (1991) e “KZS” (1995). Entretanto, “Discipline of Hate” parece elevar, ainda mais, o padrão da banda. E seria exagero taxá-lo como o melhor álbum da banda?

MP
: O melhor eu não acho, porque discos são como filhos, como você pode gostar mais de um do que de outro? Eu, particularmente, gosto de todos, mas tenho um pé atrás com o disco “Sonho Maníaco” por causa da força que contém nele e que não me agrada nesse momento da minha vida. Em relação ao “Discipline”, talvez sua maior importância foi reafirmar o Korzus após a saída do Silvio, já que ele era um cara muito importante e considerado na cena. Sua saída poderia deixar a banda fraca, porém, o “Discipline” pôs um ponto final nisso e essa mudança de formação passou quase despercebida perante a força do disco.

O primeiro registro de estúdio do guitarrista Antônio Araujo (ex-ChaosSphere) foi justamente o “Discipline of Hate”. O que ele pôde agregar à identidade sonora do Korzus? Houve certa pressão em estúdio por estar com integrante novo e com a responsabilidade de superar o álbum anterior, “Ties of Blood”?

MP:
No começo, ele teve um tempo para se adaptar ao nosso som, à nossa filosofia e entender como as coisas funcionam aqui. Passado isso, era como se ele estivesse a vida toda com a gente. Ele trabalhou de uma forma convincente, como um verdadeiro membro da família Korzus, compondo, escrevendo e, o principal de tudo, vivendo a vida da banda como nós. Pressão? Acho que só nos testes que ele fez para entrar na banda.

O guitarrista Silvio Golfetti foi substituído, no ano de 2007, por complicações em seu braço esquerdo, cedendo, oficialmente, seu posto no ano seguinte. Qual o envolvimento de Silvio com a banda hoje em dia?

MP:
Ele não é mais membro da banda. Ele colabora no que é possível se precisarmos dele para compor algo e a agenda dele bater, pois nossa amizade, nossa história juntos, somam mais de 25 anos. Penso que o Silvio, em termos artísticos, é um grande colaborador, caso a banda necessite, e nossa ligação é eterna e, como todos sabem, a maioria dos fonogramas pertencentes à banda estão sendo relançados pela Voice Music (gravadora do Silvio), ou seja, ele é um grande parceiro que torce pela banda e nós torcemos por ele também.

Em 2010, vocês assinaram com a gravadora alemã, AFM Records. Como se deu esse encontro entre vocês? Foi um porta aberta para futuras excursões pelo velho continente?

MP:
Sim, a AFM nos abriu o mercado europeu e nossa parceria começou um ano antes do lançamento do “Discipline”. Na real, nós nem tínhamos o disco composto quando veio um de seus gerentes artísticos pro Brasil para nos ver no palco, e depois disso começaram as negociações normais até o fechamento do contrato e o lançamento do disco. As coisas vão bem por lá, então, logo mais, colocaremos um novo CD para nossos fãs pelo mundo e, certamente, a AFM fará a distribuição fora das Américas.

A tradicional marca de bebida destilada alemã, Jägermeister, tem relação muito próxima do mundo da música, mas especificamente ao heavy metal, apoiando nomes como: Slayer, Behemoth e Epica. O Korzus é a primeira Jägerband brasileira. Como chegaram nessa parceria? O apoio da marca se limita a ações promocionais como seção de fotos ou há incentivos mais incisivos como apoio a turnês internacionais?

MP:
Temos um apoio muito bom com eles, além das campanhas promocionais. Para nós, eles foram fundamentais no andamento de nossas carreiras e também é uma honra fazer parte desse seleto time e só temos a agradecê-los por todo apoio na campanha do “Discipline”, eles foram muito importantes nas nossas conquistas.

Comemorar 30 anos de carreira não é para qualquer um, não. E no ano que vem vocês chegam a essa marca. Vocês planejam algo especial para celebrar a data? Há planos de lançar um Box comemorativo, rememorando o passado da banda?

MP:
Sim! Em outubro se dá o aniversário, e até lá será anunciada toda a festividade. Os relançamentos já começaram, haverá novo álbum, DVD e uma turnê de 30 anos já esta sendo projetada, e com certeza até virar o ano muito mais informações sobre nossos 30 anos será divulgada.

O álbum KZS foi relançado em versão digipack com inúmeros bônus tracks. Existe a possibilidades de os demais discos receberem o mesmo tratamento? Ou possíveis versões em vinil?

MP
: Sim, você verá logo mais, e lembre-se que estamos em festa de 30 anos.

Vocês tocaram em parceria com Punk Metal Allstars na última edição do festival Rock in Rio. Vocês poderiam compartilhar com a gente o que representou aquele dia na carreira do Korzus?

MP
: Foi uma grande conquista para o Korzus fazer parte da historia do Rock in Rio e é algo que será marcado para sempre no metal nacional, além de ter sido um show contagiante e com o publico nos apoiando insanamente. Para nós foi inesquecível, e esperamos que tenha sido para quem estava lá também.

Em contrapartida ao sucesso do festival Rock in Rio, a banda estava também no fatídico festival Metal Open Air que fora uma das coisas mais mal arranjadas na história do rock/metal brasileiro. E coube a vocês a tarefa de “encerrar” o festival. O que extrair de uma experiência tão, digamos, desagradável?

MP:
Sinceramente, o nosso show foi maravilhoso e os bangers amaram, mas ficamos tristes pelas pessoas que sofreram por lá. Quanto à debandada das bandas gringas, eu quero que se fodam, porque sei que teve gente com não sei quantos mil dólares no bolso que implicaram com camarim e caixa de guitarra e, nem ao menos, pensaram nas pessoas que lá estavam. Teve banda que não queria respirar o mesmo ar que o Korzus ou outros brasileiros respirariam com medo sei lá do que. Bando de filhos da puta! É fato que rolou muita cagada da produção, mas o pior que ninguém enquadrou essas bandas que receberam muita, muita grana, para ir até lá, resultando num evento beirando ao circense com nosso amado metal na bandeira. Então, a lição que fica a todos nós, headbangers, é que não podemos mais tolerar produtores gananciosos e nem bandas gringas com o rei na barriga. Eu quero aproveitar para parabenizar as bandas que tocaram tendo recebido ou não, pois sei que fizeram em nome do metal para os headbangers que estavam lá.

O Korzus sempre foi uma banda acessível aos fãs, passando longe da vaidade que alguns músicos teimam manter. Gostaria que vocês comentassem essa proximidade e relação em pé de igualdade e respeito que vocês mantêm com os fãs.

MP:
Cara, isso não tem fórmula, não se combina, isso tem que ser natural e fazer parte da sua vida, do seu jeito, do seu caráter. Nós somos assim e morreremos assim. É nossa filosofia, nada contra os outros, mas o Korzus é uma banda feita por headbangers que toca para headbangers, então, presumimos que a única diferença é que subimos no palco, porque no resto somos todos iguais, nem melhor nem pior.

O mundo da música é cíclico e, nesse giro, voltou com mais força ao mercado o formato ‘single’. Vocês lançaram, no ano passado, a canção “I Am Your God” nesse molde. Foi uma ação pontual para promover o nome Korzus, visto que foi na véspera da apresentação no Rock in Rio? Há chance de lançamento de novos ‘singles’ a fim de dar um gostinho do que está por vir?

MP:
Sim, claro, o novo CD está chegando...

A banda parece viver o seu melhor momento da carreira. Estou certo?

MP:
Acho que nossa experiencia, nosso formato e nossa filosofia a serviço do metal são os pontos que nos destacam dos outros. Tenho falado com outras bandas e vejo um grande futuro para o metal brasileiro, porque todos estão virando guerreiros de verdade sob uma única bandeira que é o metal brasileiro, e nosso futuro será brilhante, pode esperar que verás. 

CURTA O SOM DA BANDA:

 

ANTRO DO ROCK 
 
Fonte: Territorio da música

terça-feira, 21 de maio de 2013

Placebo lança novo álbum em setembro

Disco terá quatro formatos diferentes 

plabeboloud 
O novo álbum do Placebo se chama “Loud Like Love” e vai ser lançado no dia 16 de setembro. Trata-se do sétimo disco do grupo, que foi gravado em Londres e produzido por Adam Noble. O lançamento ocorre em quatro formatos diferentes (veja aqui), mas a lista das faixas ainda não foi revelada. O disco é o primeiro do grupo desde “Battle For The Sun”, que saiu em 2009. No ano passado, o grupo colocou no mercado o EP “B3″.
 
Vamos recodar MEDS de 2006:

 
Fonte: Rock em Geral
 

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Documentário sobre Sepultura

O cineasta Otávio Juliano está produzindo um documentário que conta os 30 anos de história de uma das maiores bandas de heavy metal mundial: Sepultura. Após lançar uma campanha de crowdfunding, através do site Kickstarter, foi liberado, na última semana, um trailer mostrando o que virá por aí. No vídeo, Phil Anselmo (ex-Pantera) aparece dizendo sobre a paixão que o Sepultura exibia em estar fazendo aquilo, tocando rock, e Scott Ian (Anthrax) relatando como foi especial e único quando ouviu pela primeira vez "Refuse/Resist".

O Sepultura, que atualmente é composto por Derrick Green (vocalista), Andreas Kisser (guitarra), Paulo Xisto (baixo) e Eloy Casagrande (bateria), vem divulgando pela Europa seu último disco, "Kairos". A banda é atração do Rock in Rio, no dia 19, e prepara o lançamento de mais um álbum, ainda sem nome, e da biografia, "Relentless – The Book Of Sepultura". No fim de abril, Max Cavalera disse que uma reunião já poderia ter rolado, dando esperanças aos fãs mais fervorosos do grupo.

Confira abaixo como baixar o documentário sobre o Sepultura:
 

Com informações da Cidade Web Rock

Testament e Anthrax: noite thrash metal da velha guarda em São Paulo

 
A noite da última quarta-feira (15) estava quente na capital paulista e era apenas um prenúncio do que estava por vir no palco do HSBC Brasil.

A fila para retirar a credencial de imprensa acabou se misturando com a fila pra quem ainda ia comprar ingressos e com a fila de quem iria para os camarotes da casa. Talvez seja por essa razão que o show, informado pra iniciar pontualmente às 21h00, começou mesmo quase por volta das 21h20, com gente ainda do lado de fora, comprando ingressos.

De qualquer maneira, quem já estava dentro da casa mal parecia se importar com o pequeno atraso quando o carismático vocalista Chuck Billy, ou “Chief,” se preferir, saudou o público ao som dos primeiros riffs da porrada “Rise Up”, do fenomenal “Dark Roots of Earth”, um dos melhores discos de 2012.

A participação do público, que parecia ser composto na maioria por fãs das antigas, já conhecia as novas músicas de cabo a rabo e agitaram do início ao fim do show do Testament.

E novamente, a banda, que esteve em São Paulo em 2011, não decepcionou. O ‘setlist’ continuou com “More Than Meets The Eye” dando uma aula de thrash metal. Além da dupla de guitarristas Alex Skolnick e Eric Peterson dando show com seus duelos, Chief roubava a cena fazendo um air guitar digno de vencer campeonatos com o pedestal de luz de led do seu microfone.

Chief aproveitou uma breve pausa para anunciar como era bom estar de volta em São Paulo reencontrando os amigos e perguntou se as pessoas já tinham conferido o videoclipe de “Native Blood”, também do último disco. Essa música já virou uma das minhas favoritas composições de thrash metal dos últimos anos. E parece que pra muita gente ali, também. Rodas já se formavam no meio da casa, mas tudo muito pacífico e em tom de festa.

Porém, roda de verdade mesmo se formou quando Chief anunciou “True American Hate”. Foi pescoçada pra tudo quanto é lado. “Dark Roots of Earth” amoleceu um pouco o público, por ter um ritmo mais cadenciado. Logo o público entrou nos eixos de novo com as viscerais “Into the Pit”, “Practice What You Preach” e “The Haunting”.

Luzes vermelhas serviram como um cenário apocalíptico para a execução de “The New Order”. Chief explicou com orgulho a origem do primeiro videoclipe da banda e anunciou “Over The Wall” deixando os fãs estarrecidos, fechando a primeira hora do show. A pausa foi muito breve e a banda voltou para o bis com “D.N.R (Do Not Resuscitate)”, “Three Days in Darkness” e “The Formation of Damnation”.

O show terminou ainda com uma promessa em aberto de Chuck dizendo que vem pra Copa de 2014. Se ele vem pra copa mesmo, nem importa. Importante mesmo é que o Testament continue com essa pegada e voltando sempre para nos lembrar do seu posto de uma das mais importantes bandas de thrash metal da atualidade. Deixaram o palco muito aplaudidos e sob os gritos de “Testament, Testament!”.


Para quem achou que isso já estava bom, era só alegria pensar no que ainda estava por vir. Por volta das 22h45, o palco dos nova-iorquinos do Anthrax já estava todo montado com luzes alaranjadas destacando o pentagrama símbolo da banda.

Sem muitas novidades pra apresentar, o Anthrax, que esteve no Brasil há pouco mais de um ano ainda promovendo o disco “Worship Music” de 2011, empolgou mesmo assim o público do HSBC Brasil quase que lotado.

A galera tentou ficar o mais perto possível do palco - não sendo possível pra todos, claro, por conta da famigerada pista VIP - para então recomeçar o quebra pescoço ao som de “Among the Living”, que já ateou fogo na galera. E teve “Caught in a Mosh”, com direito a Joey Belladonna roubando a câmera da casa para filmar as rodas se abrindo. E a animada “Efilnikufesin (N.F.L.)”, cantada em uníssono.

Sem nem ainda esboçar sinal de cansaço depois uma quarta-feira de trabalho, o público ainda tinha energia de sobra pra agitar ao som de “Fight 'Em 'Til You Can't”, “March Of The S.O.D.” e “In The End”.

A banda aproveitou o clima de festa pra prestar alguns tributos e mandaram um ótimo cover de “T.N.T” do AC/DC, com direito a 5 segundos de “Back in Black”. Mas só pra deixar o pessoal com vontade dessa última.

Durante a execução de “Indians” a banda continuou prestando suas homenagens e então enfeitaram o palco com duas bandeiras; uma de Ronnie James Dio e outra do guitarrista Dimebag. Seguiram com “Medusa”, a inevitável “Got The Time” e “I am the Law”, encerrando a primeira parte do show.

Com muita gente já indo embora, devido ao horário, a banda rapidamente voltou para o bis e mandaram um trecho emocionante de “Raining Blood” do Slayer. Scott Ian aproveitou para lembrar o falecido guitarrista gritando “We Love you Jeff”. Encerraram a noite com “Madhouse” e “Antisocial” colocando o ponto final numa verdadeira noite thrash metal da velha guarda.

Foi bom ver que a aula dada ali também serviu pra muito fã de uma geração bem mais nova, que estão sabiamente optando por vestir uma camiseta do Testament ou do Anthrax, ao invés de uma do Restart. A juventude ainda tem salvação.

 

Fonte: Territorio da Musica

Assista ao novo videoclipe do Pink Cream 69

pinkcream69ceremonial

Música é do álbum mais recente, que saiu em janeiro 

O novo videoclipe do Pink Cream 69, para a música “Special”, está em exibição nesse endereço. A faixa faz parte do álbum mais recente do grupo anglo-germânico, “Ceremonial”, lançado em janeiro. A banda de hard rock, mais conhecida por ter cedido o vocalista Andi Deris ao Helloween, hoje tem na formação David Readman (vocal), Alfred Koffler e Uwe Reitenauer (guitarras), Dennis Ward (baixo) e Chris Schmidt (bateria). 




sexta-feira, 17 de maio de 2013

SABADO É DIA DE FAZER SEU VISUAL NA ANTRO

PASSE NA ANTRO E CONHEÇA O QUE HÁ DE NOVO PARA SEU ESTILO E DIVIRTA-SE!
 

ACEITAMOS TODOS OS CARTÕES!

Rhapsody of Fire: Live from Chaos to Eternity

Quem está acostumado às artes dos CDs do Rhapsody of Fire vai se desapontar logo de cara com esse registro ao vivo intitulado “Live From Chaos to Eternity”.

Mas calma! Apesar da arte ser relativamente simples, apenas com uma montagem das fotos dos integrantes em ação ao vivo, musicalmente, é o mesmo Rhapsody (of Fire) de sempre.

O capricho vem na forma de um material, distribuído dessa vez pela alemã AFM Records, em CD duplo edição de luxo e também uma versão com 3 discos de vinil, contendo ainda algumas faixas inéditas gravadas durante a tour de 2012 pela Europa.

Falando do que interessa, os discos contêm 12 faixas cada um e ambos misturam passagens clássicas misturando-se a composições mais recentes como no caso do último álbum “From Chaos to Eternity”. Desde então, o único registro ao vivo oficial da discografia dos italianos era “Live in Canada”, de 2005.

É dispensável comentar a performance ao vivo dos músicos e a capacidade musical de cada um. Porém, uma coisa me incomodou foi o uso excessivo de overdub em cima da voz do público. Como as faixas foram gravadas em diversos lugares, percebe-se a diferença de entonação de cada platéia, seja lá por número de presentes ou tamanho da casa de show. Isso meio que abalou com a empolgação de se ouvir composições como a emocionante “Dawn of Victory”.

Bom, mas no fim, quem se importa, já que Fabio Lione brilha e ostenta uma voz poderosíssima, especialmente ao vivo.
O destaque não é só da voz, o guitarrista norte-americano Tom Hess agora prova também ao vivo porque foi uma ótima escolha para a banda assim como Roberto de Michelli que já acompanha a banda há certo tempo assumindo o posto de ninguém menos que Luca Turilli. Os irmãos Holzwarth seguram a cozinha do Rhapsody já faz um bom tempo e esbanjam uma forma impecável ao vivo. Oliver se destaca no seu solo em “Toccata on Bass”, que dá abertura para a folclórica “The Village of Dwarves” de maneira arrebatadora. 

 As passagens que merecem destaque são “From Chaos to Eternity”, que abre o disco depois das longas introduções de “Dark Mystic Vision” e “Ad Infinitum”, esta última com as famosas narrações de sir Christopher Lee, também conhecido pelo mago Saruman da trilogia O Senhor dos Anéis, “Triumph or Agony”, “Unholy Warcry”, a clássica “Land of Immortals”, “The March of the Swordmaster”, a belissíma “The Magic of The Wizard’s Dream”, a pomposa e rápida “Holy Thunderforce”, “Epicus Furor” e sua abertura para “Emerald Sword”.
O disco já podia acabar por aí, mas ainda vem mais duas: “Erian’s Lost Secret” e “The Splendour of Angel’s Glory (A Final Revelation)”, que apesar de belissímas, tornam o disco longo demais sem necessidade.

Esse lançamento não garante grandes surpresas, dando margem até pra questionar o por quê de um disco ao vivo num momento que o Rhapsody of Fire não vive o seu auge já faz um tempo.

De resto, é diversão garantida com o ‘hollywood metal’ dos italianos, com direito à toda sua pompa e grandeza, no melhor estilo que prestigiou a banda durante quase duas décadas. E esse tempo voa, já que parece que foi ontem que lembro de ter ouvido e ficado embasbacado com “Legendary Tales” e “Symphony of Enchanted Lands”.
Músicas:
CD 1
01. Dark Mystic Vision
02. Ad Infinitum
03. From Chaos to Eternity
04. Triumph or Agony
05. I Belong to the Stars
06. The Dark Secret
07. Unholy Warcry
08. Lost in Cold Dreams
09. Land of Immortals
10. Aeons of Raging Darkness
11. Dark Reign of Fire
12. Drum Solo

CD 2
01. The March of The Swordmaster
02. Dawn of Victory
03. Toccata on Bass
04. The Village of Dwarves
05. The Magic of the Wizard's Dream
06. Holy Thunderforce
07. Reign of Terror
08. Knightrider of Doom
09. Epicus Furor
10. Emerald Sword
11. Erian's Lost Secrets
12. The Splendour of Angels’ Glory (A Final Revelation)

Fonte: Territorio da Música


quinta-feira, 16 de maio de 2013

Flo Rida lança faixa "Tell Me When You Ready" com Future

 
 Flo Rida divulgou seu novo  single chamado Tell Me When You Ready, que conta com a participação do rapper Future. A musica faz parte do novo album do cantor, Wild Ones, que já disponivel para compra no iTunes.
O rapper ainda deve divulgar em breve o videoclipe de um outro single, "Sweet Spot", faixa em parceria com a cantora Jennifer Lopez, que também integra o disco.

Ouça "Tell Me When You Ready (Feat. Future)": 

Fonte: Territorio da Música

Ingressos para o Bon Jovi em São Paulo custam até R$ 680

Grupo se apresenta no Estádio do Morumbi, no dia seguinte à apresentação do Rock In Rio; Nickelback faz o show de abertura. Foto: Divulgação.

bonjovi
Conforme noticiado antes, o Bon Jovi vai se apresentar em São Paulo, um dia após o show do Rock In Rio, em 21 de setembro. O show acontece no Estádio do Morumbi e tem a abertura feita pelo Nickelback, que também toca no festival. Os ingressos começam a ser vendidos a partir de 00h01 do dia 21 de maio no site www.livepass.com.br. Agora, foram revelados os valores dos ingressos, que custam entre R$ 680 e R$ 90; veja os detalhes no final do texto.
A turnê faz parte do disco mas recente do grupo, “What About Now”, lançado em março. Atualmente, o grupo enfrenta problemas com o guitarrista Richie Sambora, que deixou a turnê em muitas explicações. Em 2011, o guitarrista também se ausentou da turnê do Bon Jovi para se tratar numa clínica de reabilitação. O líder do grupo, Jon Bon Jovi, garante que ” ele ainda é absolutamente um integrante da banda”, mas não se sabe se Sambora virá ao Brasil; veja mais aqui.
O Bon Jovi é uma das atrações do Rock In Rio, que acontece nos dias 13, 14, 15, 19, 20, 21 e 22 de setembro. O grupo encerra a “noite hard rock”, que tem ainda Nickelback, Matchbox Twenty e Kiara Rocks. Outras atrações do festival são Metallica, Iron Maiden, Muse e Bruce Springsteen. Clique aqui para ver como está a programação completa do Rock In Rio. Veja abaixo todos os detalhes do show de São Paulo:
Bon Jovi
Abertura: Nickelback
Estádio do Morumbi: Praça Roberto Gomes Pedrosa, nº 1 - Morumbi
Dia: 21/9, sábado, 18h30
Classificação Etária: 14 anos
Abertura de portões: 16 horas
Horário: 18h30
Inicio das vendas: 21/05, 00:01, no www.livepass.com.br
Preços: R$ 680 (Pista Premium), R$ 400 (Cadeira Premium “C”), R$ 400 (Cadeira Coberta “A” “B” e “C”), R$ 350 (Cadeira Inferior “B” e “A”), R$ 240 (Arquibancada “A” e “B”), R$ 300 (Pista) ou R$ 180 (Arquibancada “C”)

Fonte: Rock em Geral

SE PREPARE PARA O ROCK IN RIO 3013 COM TODAS AS NOVIDADES DO ROCK E OUTROS ESTILOS NA ANTRO DO ROCK.
 

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Skid Row: United World Rebellion, Chapter One


O Skid Row costuma demorar para colocar no mercado novos lançamentos, exceto na sequência dos dois primeiros discos, os sucessos “Skid Row” e “Slave To The Grind”, lançados em 1989 e 1991. Por isso, em 24 anos de carreira, a banda registra apenas cinco álbuns de estúdio. Com o novo EP “United World Rebellion: Chapter One”, o Skid Row muda este padrão, planejando dividir em três capítulos esse título.

É uma tendência nova que o Skid Row parece seguir. O lançamento de EPs tem sido uma estratégia comercial para muitas bandas. Como a venda de álbuns não representa mais a principal fonte de receita para os músicos, que precisam arrecadar com as apresentações ao vivo, a liberação de material novo gera divulgação na mídia e ansiedade nos fãs, o que ajuda nas vendas de ingressos. Desde que o material seja bom, claro.

Se esse é o plano do Skid Row, “United World Rebellion: Part One” é uma arma eficiente. O EP começa com uma das melhoras músicas dos norte-americanos, o arrasa-quarteirão “Kings of Demolition”, cujo título expressa bem esse potente petardo com a forte voz de Johnny Solinger em destaque, principalmente no refrão melódico que não deixa o peso de lado. A parte com linha de guitarra dedilhada perto do final é um detalhe que acrescenta classe à faixa.

“Let’s Go” é um rockão com andamento rápido, com alguns trechos levados por Solinger acompanhado só da batera. E, apesar de haver somente cinco faixas no EP, uma delas é uma balada. Ótima, por sinal. “This Is Killing Me” espelha a balada hard que tem sentimento sem ser piegas, baseando-se mais em acordes do que em dedilhados.

“Get Up” se aproxima mais do heavy metal e tem timbres mais graves e “Stitches” se diferencia por seu compasso pulsante marcado pelo baixo de Rachel Bolan que, ao lado do batera Rob Hammersmith, forma uma cozinha de mão cheia. Scotti Hill e Dave "The Snake" Sabo completam o time com uma dupla de guitarras que respeita as composições com solos que se encaixam bem nas músicas.

Ou seja, um lançamento que mostra um Skid Row próximo do alto nível de seus dois primeiros discos e que, certamente, atrairá espectadores para suas turnês.
Playlist:

01. Kings of Demolition
02. Let's Go
03. This Is Killing Me
04. Get Up
05. Stitches 


Fonte: Territorio da Música

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