domingo, 31 de março de 2013

Portões abertos para o terceiro e último dia do Lollapalooza



Lollapalooza 2013 - Estão abertos os portões do Jockey Club em São Paulo para o terceiro e último dia do Lollapalooza. Ao contrário dos dois primeiros dias do festival, os portões abriram com antecedência na manhã deste domingo.

No sábado e na sexta-feira houve atraso de 50 minutos para a abertura dos portões. Neste domingo, dez minutos antes das 11h00, horário previsto, os fãs começaram a entrar no local do evento.

O festival Lollapalooza começou na sexta, dia 29, e encerra hoje, apresentando atrações em cinco palcos além de um espaço infantil. O Lollapalooza hoje terá Foals, Puscifer, Kaiser Chiefs, Vanguart, Hives, Hot Chip e Pearl Jam.


Ainda há ingressos disponíveis para o festival. Eles podem ser adquiridos na bilheteria do Jockey Club e nos pontos de venda. Custam R$ 350,00 e R $175,00 (meia-entrada). 

Fonte: Territorio da Musica

sábado, 30 de março de 2013

Lollapalooza 2013: Holger apresenta músicas do disco novo para público do festival

Holger

A banda inaugurou o palco Butantã do evento nesta sexta, 29 
De disco novo, o Holger teve a oportunidade de se apresentar em mais um grande festival nacional, o Lollapalooza. Atestado do público já cativo que o grupo conquistou na cidade foi o fato de que mesmo com sol forte – e inesperado – e em um horário ruim, no começo da tarde, iniciando os trabalhos do palco Butantã, estava relativamente cheia e animada. Ainda assim, os integrantes fizeram questão de se anunciar como alguém que “a maioria de vocês provavelmente não conhece”.
O Holger aproveitou a oportunidade que festivais dão, com público menos restrito a gêneros e disposto a ser conquistado, para misturar de forma equilibrada o trabalho já bastante conhecido, Sunga, com o disco Ilhabela (leia-se: relembrando músicas mais bem-sucedidas do primeiro, mas dando um ligeiro enfoque no segundo). Este, postado na íntegra para download no site do grupo, terá lançamento oficial no próximo dia 11, com show em São Paulo, segundo os próprios integrantes revelaram no palco.
O início, às 13h15, foi com “Let’em Shine Below” e “Beaver”, ambas do disco antigo. Os garotos agradeceram muito a presença de quem chegou cedo. Depois da sempre bem-recebida “Caribbean Nights”, destaque de Sunga, a performance ganhou um surpresa. O quinteto recebeu, para participar de algumas faixas, o produtor de seu novo disco, o norte-americano Alex Pasternak, da banda Lemonade.
A performance de menos de uma hora ainda teve “Tonificando”, “Abaía”, “Me Leva Pra Nadar” (“já que amanheceu frio e agora esquentou”), “Another One”, “Se Você Soubesse”, “Ilhabela”, “Infinita Tamoios” (do disco novo), entre outras. 

CURTA UM POUCO DO THE KILLERS 2013 EM SÃO PAULO:

 

Fonte: Rolling Stones Brasil

sexta-feira, 29 de março de 2013

Capital Inicial retorna ao palco do Credicard Hall em SP com show da turnê Saturno




  No último dia 23 de março, o Capital Inicial voltou ao Credicard Hall, em São Paulo, para apresentar seu show da turnê Saturno, álbum lançado no final de 2012. A banda é formada por Dinho Ouro Preto (vocais e guitarra), Flávio Lemos (baixo), Fê Lemos (bateria), Yves Passarell (guitarra) e, pelos músicos de apoio Robledo Silva (teclado e violões) e Fabiano Carelli (guitarra e violão). No setlist constaram músicas dos 30 anos de carreira do grupo e também do último álbum "Saturno".
Às 22h30, após um atraso de meia hora, o Capital Inicial subiu ao palco da casa de espetáculo ao som de "O bem, o mal e o indiferente" e a euforia dos fãs foi geral. Em seguida eles tocaram as clássicas "Depois da Meia-Noite" e "À sua maneira". A casa estava completamente lotada para conferir o show da banda, que está cada vez mais entrosada.
A cada música que eles tocavam, o frontman Dinho interagia com o público. Como, por exemplo, em "Música Urbana" ele perguntou para os fãs se o seguravam e em seguida ele se jogou literalmente nos braços do público e cantou enquanto era amparado pela galera até retornar ao palco. Em "Primeiros Erros" ele pediu para o público levantar as mãos, calculando que teriam 12 mil mãos levantadas para cima.
Antes de tocar "Saquear Brasília" o politizado Dinho entrou no palco com um nariz de palhaço e fez um discurso inflamado criticando a permanência do deputado Marco Feliciano (PSC-SP), na presidência da Comissão de Direitos Humanos, depois chamou um rapaz da plateia para tocar guitarra com eles.
No setlist do show ainda constaram as músicas "Fatima", "Como se sente", "Primeiros Erros", "Fogo" (que teve um solo de guitarra de Fabiano Carelli de tirar o fôlego!), "Natasha" (com Dinho tocando violão nessa hora), "Independência", "O passageiro", "Mulher de fases", o punk rock "Veraneio Vascaína" (Aborto Elétrico), "Quatro vezes você", entre outras. Dinho dedicou esse show do Capital Inicial ao cantor Chorão do Charlie Brown Jr, que morreu no último dia 6 de março.
Dinho cantou à capella, o refrão de "I Love Rock and Roll" (Joan Jett), dizendo que essa música tinha uma letra difícil de cantar. Para os aniversariantes que estavam na casa ele cantou o refrão "Feliz aniversário", de "Envelheço na Cidade", da banda Ira, pediu a volta deles. "Nasi e Edgard (Scandurra) bem que eles poderiam se entender."
Quase no final, Dinho falou ao público "Esse foi o show mais longo que já fizemos, com 2 horas e 15 minutos". Depois disso eles ainda fizeram duas encores e tocaram mais algumas músicas e essa grande apresentação do Capital Inicial em São Paulo estava encerrada! 


Fonte: Virgula

Lollapalooza: movimento é normal na abertura dos portões

lollapalooza

                   Festival começa nesta sexta, em São Paulo



Acabam de ser abertos os portões de acesso do Lollapalooza, no Jockey Club de São Paulo, e o movimento ainda é pequeno. Não há congestionamentos nos arredores e o transporte público funciona sem problemas. O primeiro show de hoje é do duo chileno Perrosky, no Palco Cidade Jardim, marcado para às 12h30. A atração principal é o The Killers; clique aqui e saiba tudo sobre a noite de sexta.
LOLLAPALOOZA
O Lollapalooza acontece nos dias 29, 30 e 31 de abril, no Jockey Club, em São Paulo. Ao todo, são cinco palcos: Cidade Jardim (o principal), Butantã (secundário), Kidzapalooza (com programação infantil), Alternativo (nacional) e Perry (eletrônico e afins). As atrações principais desse ano são Pearl Jam, The Killers e The Black Keys. Clique aqui para ver a programação completa do festival, com o horário de cada um dos shows.
Além do evento principal, uma mini edição do Lollapalooza acontece no final de março/início de abril, no Circo Voador, no Rio. Vão tocar as bandas Hot Chip, dia 28; Two Door Cinema Club, dia 29; Passion Pit, dia 30; e Alabama Shakes, dia 1o de abril. Os ingressos estão à venda no www.ingresso.com, e saem por R$ 140.
São Paulo terá também os chamados “side shows”, com quatro bandas, no Grand Metrópole. São elas Passion Pit, dia 28; Hot Chip, dia 20; Of Monsters And Men, dia 30; e Alabama Shakes, dia 31. Os ingressos custam R$ 150 e também estão à venda. Clique aqui para mais detalhes.

Fonte: Rock na Geral

quarta-feira, 27 de março de 2013

Lollapalooza: Queens Of The Stone Age inicia turnê no Brasil

Grupo deve tocar músicas inéditas no festival

qotsaimagem 

Desde setembro que o Queens Of The Stone Age não sobe em um palco, de modo que o show do Lollapalooza deve ser o primeiro de uma nova turnê. Novidade é que noi). É que não falta para o grupo, cuja última passagem pelo Brasil aconteceu no SWU de 2010 (veja como fesse meio tempo, a banda, encabeçada por Josh Homme, concluiu a gravação do novo álbum, “…Like Clockwork”, a ser lançado em junho; capa ao lado.
Só que um disco do QOTSA não é apenas um disco. Para esse, Homme recrutou mais ou menos a mesma formação que gravou “Songs For The Deaf”, lançado em 2002 e considerado um dos melhores do grupo. Estão na parada o cantor Mark Lanegan, Dave Grohl (Foo Fighters, bateria) e o baixista Nick Oliveri. Outros convidados no álbum são o líder do Scissor Sisters, Jake Shears, o dono do Nine Inch Nails, Trent Reznor, e até o veterano Elton John. Agora há pouco, saiu a notícia de que o vocalista do Arctic Monkeys, Alex Turner, também passou pelo estúdio.
Mas podem ir tirando o cavalinho da chuva que essa galera toda não está na lista de hospedagem dos hotéis alugados pela produção do Lolla BR. Para a bateria, por exemplo, quem vem não é Dave Grohl, mas sim, segundo consta, Jon Theodore, que era do Mars Volta. Mas é bom ficar de olho quando o grupo subir ao palco no sábado, para dar uma escaneada básica e ver quem é quem. O certo é que dever música nova na parada.

Fonte: Rock em Geral

terça-feira, 26 de março de 2013

My Chemical Romance anuncia fim da banda


A banda My Chemical Romance anunciou através de um comunicado em seu site oficial o fim das atividades. A nota, publicada na noite de sexta-feira, 22 de março, é curta e não detalha os motivos para o termino do grupo.


"Ser uma banda nos 12 últimos anos foi uma verdadeira benção. Pudemos estar em lugares que nunca pensamos que estariamos. Tivemos a possibilidade de viver e experimentar coisas que nunca imaginamos. Dividimos o palco com pessoas que admiramos, e melhor que isso, com nossos amigos. E agora, como todas as coisas boas, chegou a hora disso acabar. Muito obrigado pelo seu apoio e por ser parte dessa aventura. My Chemical Romance".


O My Chemical Romance se formou em 2001 em Nova Jersey nos EUA e tem quatro albuns lançados, sem contar EPs e singles. Seus integrantes são Gerard Way (voz), Mikey Way (baixo), Ray Toro (guitarra), Frank Iero (guitarra ritmica) e Christopher Constantine (bateria).



Fonte: Territorio da Musica

Rob Zombie é confirmado no Rock in Rio

Rob Zombie 
Músico e cineasta é atração do palco Sunset e deve apresentar seu novo disco, que será lançado em abril 
Outro nome de peso está confirmado para a edição deste ano do Rock in Rio. Rob Zombie fará uma pausa em seus projetos cinematográficos para levar ao Rio de Janeiro os sons pesados de seu trabalho como músico.
Está marcado para o próximo mês de abril o lançamento de Venomous Rat Regeneration Vendor, o quinto disco da carreira solo de Zombie, nono se considerados os lançamentos com a banda White Zombie. Ao mesmo tempo ele prepara o filme The Lords of Salem, que será estrelado por sua mulher, Sheri Moon Zombie.
Rob Zombie será uma das atrações do Palco Sunset do evento, pelo qual já sabemos que passarão nomes como Metallica, Iron Maiden, Slayer, Alice in Chains, Sepultura, Avenged Sevenfold, entre outros. O Rock In Rio 2013 acontece nos dias 13, 14, 15, 19, 20, 21 e 22 de setembro, e os ingressos começarão a ser vendidos dia 4 de abril por R$130 (meia) e R$260 (inteira).


Fonte: Rolling Stones Brasil

segunda-feira, 25 de março de 2013

Médicos aconselham Morrissey a se aposentar

 
O cantor Morrissey afirmou que foi aconselhado por seus médicos a se aposentar da música por conta dos recentes problemas de saúde que tem enfrentado. Recentemente, o músico precisou cancelar sua turnê norte-americana por causa desses problemas. Ele foi internado com úlcera hemorrágica e pneumonia.
O ex-líder do The Smiths, no entanto, disse que isso seria algo “muito difícil” para ele. Em entrevista à rádio mexicana Reactor, ele contou:

"Eu tive um momento péssimo. Tive hemorragia interna e fui levado ao hospital às pressas, tinha perdido muito sangue. Eles tentaram me 'consertar' para as semanas subsequentes, mas não funcionou... toda vez que parecia que minha saúde ia voltar ao normal, ela piorava. Eu perdi tanto sangue que fiquei anêmico, mas ainda estou recebendo tratamento e estou muito otimista", disse o músico.

“Quase se tornou absurdo o número de coisas que me atacaram de uma vez. Minhas defesas ficaram muito, muito baixas. Se eu tomasse só um pouquinho de vento, já pegaria um resfriado terrível”, completou. 



Fonte: Territorio da Musica

quinta-feira, 21 de março de 2013

FACÇÃO CENTRAL NÃO ACABOU!

Há poucos dias o público do RAP NACIONAL foi surpreendido com o depoimento do rapper Eduardo comunicando que iria sair do Facção Central e seguir em carreira solo.  
 
Veja o que o Dum Dum diz :


Fonte: Jornal do Rap
 

Lollapalooza: Agridoce arremata turnê e volta a ser ‘projeto’

Apresentação, na tarde de abertura do festival, deve ser a última como prioridade; cantora já compõe para disco de rock. Foto: Caroline Bittencourt /Divulgação.

agridoce 

Era para ser um projeto paralelo intimista, mas quando Pitty e Martin levantarem as cabeças verão um mundo de gente do palcão do Lollapalooza para cantar junto durante quase uma hora de show. O Agridoce - quem diria - atingiu para as massas. Em tese o show era para ser o último da bem sucedida turnê do duo, que tem ainda o guitarrista Martin. Mas Pitty não vê problema: caso a demanda por apresentações continue, fazem um show ou outro - aí, sim - como projeto paralelo.
Porque para a alegria e felicidade geral dos fãs, Pitty já está compondo para um álbum com a banda de rock. “Tô com uma saudade da porra de subir num palco e gritar altão, tô na pilha de fazer um disco, tô escrevendo à beça e estão pintando músicas”, diz a pequerrucha, com a empolgação de uma iniciante. Para o show do Agridoce, no palco Cidade Jardim, na sexta, dia 29, Pitty e Martin vão fazer uma “peneirada maior” para resumir o projeto nos 50 minutos que o festival lhes reserva (veja como foi no Rio). Veja isso tudo e mais um balanção do Agridoce, que a Pitty mandou para nós, via e-mail:
Rock em Geral: Como você recebeu a notícia de que iria tocar no Lollapalooza com o Agridoce? Afinal o duo é mais intimista, e o Lolla tem capacidade pra 70 mil pessoas…
Pitty: Achei ótimo por ser um festival que eu adoro, e claro que pensei nessa questão som intimista X arena. Mas já tivemos algumas experiências ótimas ao longo dessa turnê com shows em praça pública, Viradas e festivais, e isso mostrou para a gente que Agridoce pode funcionar assim também. Nos primeiros ficamos super cabreiros porque a ideia que concebemos era diferente, mas decidimos fazer o teste e rolou super bem. Acaba que vira outro show, diferente do ambiente controlado do teatro.
REG: Por ser um palco grande, o show deve ter modificações em relação aos da turnê, com mais convidados e/ou efeitos visuais?
Pitty: Sonoramente não seria necessário porque usamos MPC e cabe uma orquestra ali dentro (risos). Visualmente seria interessante ter mais gente e até pensamos nisso, mas ainda estamos no processo de montar esse show e não sei o que vamos decidir até lá. De qualquer forma, é possível transformar um palco grande no tamanho que você quiser com recursos de montagem, luz, etc. Mas as projeções que ajudam a contar a história estarão presentes, estamos ajeitando novo conteúdo essa semana.
REG: Quanto ao repertório, vocês pretendem fazer modificações, colocando ou tirando músicas da lista?
Pitty: Sempre fazemos, e nesse caso, por ser 50 minutos de show, a peneirada vai ser maior. Deixá-lo mais preciso, mais direto ao assunto, que em festival sempre funciona melhor também.
REG: Este será realmente o último show dessa fase do Agridoce? O que acha que vai acontecer com a retomada da (banda) Pitty, que você anunciou para este ano?
Pitty: Olha, eu vou vivendo as coisas à medida em que elas acontecem. Tenho minhas ideias e planos, mas os vou adaptando ao acaso do universo. Não é papo hippie não, é uma coisa de jogar junto com a natureza de todas as coisas e de admitir que não se sabe tudo. De modo que, o PLANO é dar um tempo nessa tour do Agridoce e começar a compor material para o meu disco. E aí o Agridoce tá tendo uma demanda absurda, toda hora pinta um show, ingressos esgotados. Então entramos numas de que a turnê oficialmente se encerra, mas se pintar algum show muito legal mais para a frente que não atrapalhe os planos de gravação do disco, ele pode rolar. Agridoce vai ficar, de fato, paralelo. E com minha banda, não sei “o que vai acontecer” em termos externos. Mas internamente o que eu sei é que tô com uma saudade da porra de subir num palco e gritar altão, e que tô na pilha de fazer um disco, e que tô escrevendo à beça e estão pintando músicas. Primeiro eu vou fazer isso, depois eu vejo o que faço com isso.
REG: Como você avalia todo o projeto Agridoce, desde o inicio, postando músicas no MySpace, até tocar em um festivalzão?
Pitty: Doideira, né? Amei ter passado por isso tudo. Me modificou, me bagunçou, me fez aprender, me desafiou, me tirou do meu lugar comum e confortável. Mexeu, movimentou, entortou tudo o que eu e os outros sabíamos sobre mim, e sabe de uma? Esse caos, essa desconstrução, é perigosa e necessária. Eu preciso dela o tempo todo para me sentir viva e criativa. Nunca imaginávamos no começo que fôssemos gravar um disco. Gravamos. Nunca imaginávamos que iríamos de fato “pra estrada”, e estamos a quase um ano e meio em turnê. Foi, de fato, um aprendizado enorme. Eu nunca tinha tocado piano ao vivo. Fui no instinto total. Eu nunca tinha escrito desse jeito. No Agridoce, eu fiz muitas coisas que nunca tinha feito antes e dei vazão a uma parte de mim que eu nem conhecia direito. Foi uma descoberta, e sou muito grata por tudo isso e também a Martin, que desde o começo incentivou e me ajudou a ultrapassar limites musicais.
REG: Na matemática artística e de mercado, você acha que ganhou mais ou perdeu dando um tempo na banda para seguir com o duo?
Pitty: Sei lá! Minha matemática interna me mostra um baita dum lucro pessoal como artista, e é nele que eu me baseio.
LOLLAPALOOZA
O Lollapalooza acontece nos dias 29, 30 e 31 de abril, no Jockey Club, em São Paulo. Ao todo, são cinco palcos: Cidade Jardim (o principal), Butantã (secundário), Kidzapalooza (com programação infantil), Alternativo (nacional) e Perry (eletrônico e afins). As atrações principais desse ano são Pearl Jam, The Killers e The Black Keys. Clique aqui para ver a programação completa do festival, com o horário de cada um dos shows.
Além do evento principal, uma mini edição do Lollapalooza acontece no final de março/início de abril, no Circo Voador, no Rio. Vão tocar as bandas Hot Chip, dia 28; Two Door Cinema Club, dia 29; Passion Pit, dia 30; e Alabama Shakes, dia 1o de abril. Os ingressos estão à venda no www.ingresso.com, e saem por R$ 140.
São Paulo terá também os chamados “side shows”, com quatro bandas, no Grand Metrópole. São elas Passion Pit, dia 28; Hot Chip, dia 20; Of Monsters And Men, dia 30; e Alabama Shakes, dia 31. Os ingressos custam R$ 150 e também estão à venda. Clique aqui para mais detalhes.

Fonte: Rock em Geral

Devon Allman: Turquoise

 
“Turquoise” é o nome do álbum de estreia de Devon Allman. Pois é, Allman. Ele é filho de ninguém menos que Gregg Allman, tecladista, guitarrista e um dos fundadores do The Allman Brothers. Sei que é muito Allman para um só parágrafo, mas é somente um reflexo da importância que este sobrenome tem na música, especialmente no blues/rock.

Embora seja este seu primeiro disco solo, Devon tem bastante tempo de estrada e, inclusive, lançou álbuns com as bandas Honeytribe e Royal Southern Brotherhood, além de ter contribuído com outros artistas. O disco “Turquoise” é uma saída pela esquerda da sombra dos Allman, não que ele vivesse sob ela, mas aqui ele deixa claro que é um indivíduo, um músico único e com sua própria personalidade. Apesar de ser um ótimo cantor (como o pai), seu som é uma outra história. E na guitarra, não lembra seu tio Duane e essa nem é sua meta.

Bem, é óbvio que a inspiração do blues está lá, muitas vezes está nas frases de guitarra e nas levadas de bateria. Mas o mais curioso é o tanto de soul, jazz e especialmente R&B que trazem essas composições, como em “Into The Darkness”.

Com produção de Jim Gaines, “Turquoise” conta com o Myles Weeks (baixo) e Yonrico Scott (guitarra), além das participações especiais de Luther Dickinson, Ron Holloway, Rick Steff e Bobby Schneck Jr.

A faixa de abertura, “When I Left Home”, tem ares rock pop com uma pitada de Eagles e é seguida de “Don’t Set Me Free”, um pouco mais country rock. O disco é recheado de letras fáceis e autobiográficas, além de melodias seguras. Exceto na faixa “Key Lime Pine”, que me deixou intrigada com a linha de baixo meio dissonante, mas tem um bom ritmo tropical.

“Time Machine”, uma das melhores faixas do trabalho, lembra Eric Clapton. Na sequência, a melhor canção, ironicamente um ‘cover’, chega para dar novo ar ao álbum: “Stop Dragging My Heart Around”, hit de 1981, do Tom Petty, ganha uma ótima versão em um dueto com Samantha Fish, que faz lindamente a parte de Stevie Nicks. Destaque também para a bela instrumental acústica, “Yadira’s Lullaby”. Aos que procuram uma continuação das raízes dos velhos Allman, este não é o disco ideal. No entanto, é um ótimo disco.
 
Capa do disco:

Musicas:

01. When I Left Home
02. Don’t Set Me Free
03. Time Machine
04. Stop Draggin My Heart Around
05. There’s No Time
06. Strategy
07. Homesick
08. Into The Darkness
09. Key Lime Pie
10. Yadira’s Lullaby
11 . Turn Off The World  

Com informações de Territorio da Musica
Edição: ANTRO

quarta-feira, 20 de março de 2013

Bon Jovi supera David Bowie nas paradas norte-americanas

Banda vendeu 95 mil cópias contra 85 mil do músico britânico 
Bon Jovi e David Bowie 
 
O disco The Next Day, de David Bowie, sem dúvida foi o mais comentado dos últimos tempos e pegou todo mundo de surpresa após um hiato de dez anos. Mas mesmo assim não foi páreo para superar a popularidade de Bon Jovi nos Estados Unidos. Após acirrada disputa pelo primeiro lugar nas paradas, foi mesmo a banda norte-americana quem venceu..
Há tempos a lista de top 200 da Billboard não era palco de uma briga tão comentada. What About Now, do Bon Jovi, alcançou o primeiro lugar no ranking ao vender 95 mil cópias, enquanto Bowie vendeu 85 mil. O músico britânico fez até campanha no Facebook para pela primeira vez na história chegar ao topo nos Estados Unidos, mas não deu certo. De toda forma, a segunda posição é a melhor já alcançada por Bowie no país.
Esta não é a primeira vez que Bon Jovi estreia no topo das paradas – o grupo repete o feito de 2007, com Lost Highway, e 2009, com The Circle. Bowie, por sua vez, se não conseguiu a liderança nos Estados Unidos, em sua terra natal foi absoluto, algo que não acontecia desde Black Tie White Noise , de 1993. 

Fonte: Rolling Stones Brasil

Cabeça de chave

Única banda brasileira a ocupar posição de headliner em um festival com atrações internacionais, Planet Hemp comemora sucesso de turnê de reunião e planeja gravação de DVD. Foto: Divulgação.

planet2012 
Prometida há mais de três anos, a turnê de retorno do Planet Hemp está saindo melhor que a encomenda. Quando o grupo entrar no Palco Butantã do Lollapalooza no domingo, dia 31 estará, como se diz no jargão jornalístico pouco criativo, fazendo história. É a primeira vez que um artista brasileiro vai tocar como headliner em um dos palcos principais de um festival repleto de atrações internacionais. É o tal tratamento em igualdade de condições reivindicado desde o primeiro Rock In Rio, no nascedouro de eventos do gênero no Brasil. De quebra, o Planet ainda vai participar da edição americana – a original do festival – em agosto, em Chicago.
Não é só o desfecho do giro, entretanto, o motivo de comemoração. Por onde passou, desde a estreia, num Circo Voador abarrotado, no Rio (veja como foi), o Planet Hemp arrastou multidões, descobriu que tinha uma coleção de hits e viu um público renovado cantando músicas que já fazem parte do cancioneiro da música brasileira. Serviu, ainda, como reconhece Marcelo D2, o mais bem sucedido integrante em carreira solo, para acabar com as brigas entre eles, fruto de farpas soltas aqui e acolá. Foi o que ele acabou revelando nessa entrevista exclusiva.
Prestes a lançar um novo álbum solo, “Nada Pode Me Parar”, o primeiro com músicas inéditas desde “A Arte do Barulho”, de 2008, D2 espera arrematar a turnê do Planet com a gravação da íntegra de um show para o lançamento de um DVD. As cenas de bastidores ele já tem, por conta do equipamento adquirido para gravar um clipe para cada uma das músicas de “Nada Pode Me Parar”. A turnê subsequente ao lançamento começa em São Paulo e vai carregar uma loja temática do álbum para todos os cantos do Brasil. E chega de mpb: o disco novo, segundo o animado D2, é “rap, rap, rap!”. Leia abaixo a íntegra da entrevista:
Rock em Geral: Como tem sido a turnê do Planet Hemp? Melhor do que você esperava?
Marcelo D2: Foi demais, agora já estamos nos finalmentes, tem os dois Lollapalooza, o do Brasil e o de Chicago. Foi demais voltar a tocar hardcore depois de tanto tempo. O engraçado é que, na minha cabeça, o Planet não era tão pesado. Ficar sem tocar essas músicas tanto tempo – 10 anos – especialmente as do primeiro disco, e tocar isso tudo de novo e ver o sorriso de satisfação na cara da galera foi maneiro pra caramba.
REG: E que galera é essa? É gente mais nova ou o pessoal das antigas?
Marcelo D2: Depende muito do lugar, mas eu acho que em média 80% do público nunca tinha visto o show. Em São Paulo acho que 90%, porque fizemos Estância (Alto da Serra, em São Bernardo do Campo), num dia deu 13 mil pessoas e no outro oito mil, foram mais de 20 mil pessoas em dois dias, parecia até festival. Lá era muita molecada mesmo. No Recife já acho que tinha muita gente que já tinha visto. Mas basicamente 80% da galera que foi nos shows nunca tinha visto o Planet Hemp, só no youtube.
REG: Você acha que a galera vai mais pelo som ou pra poder acender um baseado e ter essa onda de liberdade?
Marcelo D2: Na época do Planet Hemp era mais isso. Fazendo uma análise de longo tempo eu acho que o Planet representava muito mais que o ato de fumar maconha. Era contravenção, xingar a polícia, mandar logo se foder todo mundo, fumar maconha, botar o dedo médio pro alto. Eu acho que com essa galera nova teve a mesma coisa de antigamente, mas tinha mais a curiosidade de ver. Eu vi muita gente assustada também, por causa das rodas abrindo, gente com cara de “o que é isso?”. Tocamos no Planeta Atlântida entre Ivete Sangalo e Michel Teló e foi foda. Não poderia ser melhor. Podiam ter botado a gente no outro dia, que era Charlie Brown, O Rappa, só que o Bernardo (BNegão) não tinha data. Como foi cancelado por causa da parada de Santa Maria, mudou a data. Foi engraçado pra caralho, depois daquela parada axé da Ivete a porradaria do Planet Hemp, e depois o Michel Teló, que eu aproveitei para sair fora.
REG: Em geral o pessoal conhece as músicas?
Marcelo D2: Eu fiquei impressionado como o Planet Hemp tem hit. Eu sempre achava que o Raimundos e O Rappa, principalmente, tinham muito mais hit que o Planet, mas eu vi a galera cantando. Uma coisa engraçada é que musicas que não eram tão hit, tipo “Raprockandrollpsicodeliahardcoreragga”, que é a maior porrada, todo mundo cantando. Eu não sabia que o pessoal cantava assim, que conhecia. Fui ver no youtube e tem view pra caralho. A coisa mais legal de tudo foi a gente voltar a se falar…
REG: Quem estava brigado na banda?
Marcelo D2: Basicamente todo mundo, ou melhor, basicamente eu com todo mundo (risos). Na verdade era eu e o Bernardo. Nem estávamos mais brigados, nos encontrávamos por aí e falávamos um “e aí, beleza?”, um “olá, tudo bem?”, mas tava distante. E agora voltamos a falar.
REG: Foi fácil lidar com isso?
Marcelo D2: Foi fácil. Primeiro me deu um receio, porque o Bernardo não foi nos primeiros ensaios, aquele jeito do Bernardo, todo enrolado com datas… Ele tava no Nordeste, sei lá, aí fomos ensaiando. Primeiro ensaiaram os três, sozinhos, o Formigão (baixo), o Rafael (guitarra) e o Pedrinho (bateria), não tinha o que eu fazer lá. Depois fomos eu e eles três, e aí quando Bernardo chegou foram dois ensaios só. Tiramos todas as músicas e quando chegou no show do Circo Voador (estréia da turnê, veja como foi), ensaiamos dois dias antes de novo para dar um gás. No ensaio já tava tudo certo, falei para o Bernardo que tava tudo certo, se tivesse algum problema pra ele falar comigo. A nossa briga foi uma besteira fodida, no final nem lembrávamos porque brigamos. Tudo isso é besteira, ainda mais quando você vai ficando mais velho.
REG: E como rolou de colocar os vídeos em todas as músicas?
Marcelo D2: Fica mais legal em lugares maiores. No Barra Music (no Rio) ficou irado, porque o telão é gigante. Como diz o Wilson (Power, DJ que abre os shows da turnê), foi a primeira roda de pogo de camisa pólo com a gola levantada (risos). Ele foi importante pra caralho, botou musicas da época que tinham a ver, uns raps no inicio, no final era Dead Kennedys. Escrevemos as músicas que iríamos tocar, e com essa lista decidimos dividir em atos, um para cada disco. O primeiro ato foi “Usuário”, o segundo, “Os Cães Ladram Mas a Caravana Não Para”, e o terceiro “A Invasão do Sagaz Homem Fumaça”. Depois até mudamos, colocamos o primeiro ato como “O Usuário e a Luta Pela Legalização da Maconha”, só pra ficar um nome maior (risos). Decidimos fazer um cenário, mas é caro pra caramba, então optamos pelo vídeo, porque nunca tínhamos feito turnê com vídeo. Foi interessante porque ajudou a contar um pouco da história. Eu já tinha trabalhado com o Apavoramento (Sound System), o Joãozinho, ele coordenou tudo, chamou a maior galera do Rio. São 27 musicas, não dava tempo de ele fazer 27 vídeos.
REG: Dessa vez teve problema de show cancelado, mandado da justiça, essas coisas?
Marcelo D2: Nada de polícia dessa vez (os integrantes do grupo foram presos em 1997, em Brasília, acusados de apologia ao uso de drogas e passaram algumas noites na cadeia). Tivemos um problema em Salvador, porque o produtor de lá não era muito confiável. Não tava indo bem as vendas, teve discussão e o show foi cancelado. Em Curitiba ia ser num festival, mas o festival foi cancelado, mudou para São Paulo e aí não rolou. Só esses.
REG: Se não teve nada de polícia é porque melhoram as coisas…
Marcelo D2: Acho que sim. Foi foda porque em cada cidade apareceram os amigos das bandas da época. Em Porto Alegre os caras o Ultramem, do DeFalla. No Recife os caras do Devotos, Mundo Livre. Os caras foram aparecendo, foi legal pra caramba reencontrar todo mundo.
REG: Vocês vão lançar alguma coisa desses shows?
Marcelo D2: Vamos gravar um DVD, sim. Devemos fazer uma data extra em São Paulo e fazer um DVD. Eu tenho coisas gravadas, comprei um equipamento porque nesse meu disco novo eu fiz um clipe para cada música, e aí eu chamei um cara para fazer um documentário da turnê. Agora precisamos de um show bem gravado, e estamos com a proposta de uma produtora de São Paulo de gravar lá, só para fechar a tampa de novo. Para ter material, senão depois você esquece o que rolou, porque não tem nada. Música nova vai ser difícil…
REG: Não rola?
Marcelo D2: Ia rolar, mas vai dar um trabalho do caralho (risos). Nego não tá muito a fim também, é meio fora de timing. O mais legal, quando nós voltamos, foi ver que tínhamos parado na hora certa, porque tem banda que começa a ficar velha que fica cover de si mesmo. Essa volta foi maneira pela amizade, a maneira de vermos que não tem essa de “acabou, nunca mais”. Vamos fazer esse DVD, esses dois shows do Lollapalooza e vamos ver qual vai ser daqui a dois, três anos, se der vontade… A nossa meta é a seguinte: cada ano que o Formigão for arrebentando, vamos fazendo um show pra ele (risos). Agora foi o rim, vamos fazer o rim do Formigão. A próxima é o fígado… (mais risos).
REG: No Lollapalooza vocês vão tocar como banda principal do Palco Butantã, depois de duas bandas internacionais e antes do Pearl Jam, no outro palco. É a primeira vez que isso acontece com uma banda nacional em um grande festival, cheio de bandas estrangeiras. Como você vê isso?
Marcelo D2: Quando começaram a nos chamar para tocar… Nós fazendo a nossa turnê, enchendo, botando 13 mil pessoas em São Paulo, para que vamos querer tocar no festival?
REG: Quando eles chamaram já tinha começado a turnê?
Marcelo D2: Não, estávamos começando a fechar as datas e não foi só o Lollapalooza que chamou. Dissemos que não íamos fazer. Aí o Planeta Atlântida fez a proposta de um bom cachê, com o respeito que tem que ser dado a banda, tudo direitinho, e decidimos fazer. O Lobão mesmo reclamou do Lollapalooza no ano passado, que não queria tocar cedo (entenda o caso). Quando o (Marcello) Lobatto (empresário) falou que o Lollapalooza estava nos chamando, todo mundo ficou amarradão, mas vamos tocar lá por quê? Só porque é o Lollapalooza? Desde a década de 90 todo mundo ouve falar no Lollapalooza, desde que começou com o Jane’s Addiction achamos a ideia do caralho. Quando o Lobatto falou com os caras, disse que queria um tratamento de banda grande, não o que é dado para banda nacional, de tocar ao meio-dia. Mesmo no Rock in Rio, eu toquei à noite (veja como foi), mas antes das bandas gringas. Muitas vezes bandas que ninguém conhece, como o Queens Of The Stone Age, que na época (2001) ninguém conhecia, tocam no melhor horário, e uma banda brasileira que tem um público do caralho toca às seis da tarde. Tipo o Black Keys, que é do caralho, eu adoro, mas falando em público, não tem. E eles toparam, fechamos e vamos encerrar um palco. Acho que é a primeira vez que acontece isso. É do caralho ver o anúncio na TV (imita a locução): Black Keys, Pearl Jam e Planet Hemp! Parece até uma banda gringa, já que o nome é gringo. E é do caralho fechar a turnê do Planet no Lollapalooza.
REG: E o lance de tocar em Chicago, era a ideia desde o começo da conversa?
Marcelo D2: Logo no começo eles falaram e nós achamos mais negócio ainda. O Planet fez pouca coisa fora do Brasil, só Estados Unidos e Portugal.
REG: E lá já sabe em que horário vai tocar?
Marcelo D2: Lá deve ser ao meio-dia e tá bom (risos). Deve ter um Planet Hemp local que tá dizendo: “não vai trazer esses caras do Brasil pra tocar no horário bom, não”.
REG: Se não fosse fechando um dos palcos, vocês não tocariam?
Marcelo D2: Não tocaríamos mesmo, queríamos ter o tratamento de banda principal, porque a projeção é outra. Queremos fazer parte do festival desse jeito, que aí vale à pena. Mas tem sido excepcional o tratamento dos caras (da produção do Lollapalooza) até agora, estão de parabéns, todo mundo legal pra caramba. Tô louco para chegar o festival, tanto aqui quanto em Chicago.
REG: A polêmica que o Lobão causou no ano passado acabou ajudando vocês a serem o headliner esse ano…
Marcelo D2: Talvez… Se ele não tivesse exigido um horário melhor… Acho que ele teve mais espaço arrumando essa confusão do que se tivesse tocado. Se ele não tivesse feito essa bagunça ninguém nem ia lembrar, caso ele tivesse tocado. Se bobear você toca num festival e ninguém lembra.
REG: O show vai ser o mesmo da turnê ou vai ter novidades?
Marcelo D2: Vai ter que ser um pouco menor, mesmo porque o nosso show tem quase duas horas, são 27 músicas. Nem dá duas horas, de show mesmo é uma hora e meia, mas dependendo do teor alcoólico acaba dando 1h45, por aí. Acho que no festival vai ser uma 1h15, vamos montar o set list no camarim, é só editar os vídeos.
REG: E o que se pode esperar do seu novo disco solo?
Marcelo D2: Esse é um disco de rap, rap, rap! Até tem música brasileira, tem até um samba, tocado, diferente dos outros discos. Mas tem bastante rap, eletrônico pra caralho, são 14 músicas com quase nada tocado, uma só tocada, o resto é tudo sampler. Deu uma trabalheira fodida para gravar essa porra toda.
REG: É uma prova de fogo, porque você vem de uma onda de misturar samba, rap e mpb…
Marcelo D2: É, não da para ficar parado, não gosto de ficar no conforto, senão acaba caindo na armadilha. Eu não posso acabar com o Marcelo D2 como acabou com o Planet. O Marcelo D2 tem que durar para o resto da vida. Então tem que se reinventar, voltar lá atrás, fazer aqui, fazer ali.
REG: Tá animado com o disco, hein?
Marcelo D2: Tô animadaço, inclusive com o momento do rap também. Estamos em um momento legal, passou um pouco daquela coisa de bandido e tal, um momento mais musical, tem muita gente ouvindo rap, tô amarradão. O disco se chama “Nada Pode Me Parar”, que é uma música do Thaíde, de 88. To vindo com gás, com vontade, quero fazer turnê nova com esse disco porque o “A Arte do Barulho” é de 2010 (na verdade é de 2008) e tô tocando esse disco até hoje. Teve o do Bezerra em 2011 (“Marcelo D2 Canta Bezerra da Silva”, 2010), toquei samba pra caralho, fiz uma turnê praticamente de samba.
REG: A turnê desse álbum vai ser com banda?
Marcelo D2: Com banda, é isso que eu tô a fim de voltar, com a minha banda. Eu vou abrir uma loja, que é o conceito do disco para receber a galera, lá em São Paulo. Vou ficar um mês em São Paulo com essa loja e depois vou viajar com ela na turnê, vai ficar uma semana em cada cidade. É loja do disco, camisa, boné, a loja “Nada Pode Me Parar”. Vou vender bottom, adesivo, moletom, relógio, roupa, tudo série limitada. Mas a loja é para mostrar o disco. Eu estou empenhado nisso, quero que as pessoas ouçam o disco. No “A Arte do Barulho” o que me decepcionou muito foi que ninguém liga mais para o álbum, então eu vou me empenhar para que ouçam o álbum. Por isso tem um clipe para cada música, para ouvir o disco inteiro, não só a música de trabalho. Eu tô montando a loja para o dia 26 de abril, que é a data que estamos pensando em lançar o disco, mas só vamos ter a data certa nessa semana.

Fonte: Rock em Geral

terça-feira, 19 de março de 2013

Nick Cave & The Bad Seeds: Push The Sky Away


Depois de lançar seu segundo álbum com o divertido e interessante projeto paralelo Grinderman, Nick Cave retoma a carreira “de verdade” com “Push The Sky Away”, o 15º ao lado dos rapazes do The Bad Seeds.
Novamente contando com Nick Launay na produção, o australiano reassume a sobriedade e a melancolia em um repertório um tanto quanto lento e arrastado, repleto de baladas para serem degustadas solitariamente. O início com “We No Who U R”, escolhida para ser o primeiro ‘single’, porém, não chega a impressionar e até causa uma certa apreensão pelo o que virá pela frente.

Felizmente, Cave tranquiliza a todos com a simples, mas inegavelmente bela, “Wide Lovely Eyes”. Em seguida, temos a intrigante “Water’s Edge”, com um contrabaixo condutor certeiro e arranjos discretos, que criam um clima perfeito para a performance teatral do vocalista.

Depois temos o segundo ‘single’ do álbum, “Jubilee Street” e a lisérgica “Mermaids”, apenas dentro da média (a média de Nick Cave, que fique claro!). O baixo volta a ser protagonista em “We Real Cool”, outro destaque do disco.

Assim, “Push The Sky Away” vai passando e seu repertório ficando um pouco mais estranho. “Finishing Jubilee Street” e a longa “Higgs Boson Blues”, por exemplo, exigem um pouco mais de paciência tanto do ouvinte ocasional quanto dos fãs de longa data.

A faixa-título, que encerra o trabalho, também vai nessa linha e nos faz pensar que, sim, é preciso ouvir tudo de novo. Mas isso não é nenhum sacrifício. Afinal, Nick Cave está de volta.


01. We No Who U R
02. Wide Lovely Eyes
03. Water’s Edge
04. Jubilee Street
05. Mermaids
06. We Real Cool
07. Finishing Jubilee Street
08. Higgs Boson Blues
09. Push The Sky Away
 
 
Fonte: Territorio da Musica

segunda-feira, 18 de março de 2013

ANTRO DO ROCK

 
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Variantes Constantes do Pearl Jam

Pearl Jam 
O Pearl Jam é uma das bandas mais imprevisíveis dos últimos 20 anos. Mas como os integrantes ainda assim conseguem se manter no topo, agradar aos fãs e simplesmente não sucumbir à pressão de uma indústria tão opressora? Eles mesmos explicam 
 Tudo começou com uma fita cassete, em um gravador de quatro canais”, reflete o baterista Matt Cameron, enquanto dirige em Seattle, indo para um encontro com os companheiros de Pearl Jam. Na reunião, o quinteto começaria a definir o planejamento para as atividades de 2013. Por enquanto, sabe-se pouco: há os shows da América do Sul nas próximas semanas (incluindo um como atração principal da terceira noite do Lollapalooza, em São Paulo) e duas datas na América do Norte, em julho. Fora isso, a banda – completada pelo vocalista Eddie Vedder, pelos guitarristas Stone Gossard e Mike McCready e pelo baixista Jeff Ament – pensa em finalmente terminar de gravar o sucessor de Backspacer (2009), que começou a ser concebido mais de 30 meses atrás. Mas a mente de Cameron está em uma época bem mais distante, em canções e memórias que há tempos já se tornaram parte dos livros de história do rock.
No verão de 1990, Gossard e Ament passavam por um momento de desilusão e dor. Apple, o álbum de estreia da banda em que tocavam, o Mother Love Bone, deveria chegar às lojas em abril, por uma grande gravadora, e a expectativa geral era a de que fosse um sucesso. Mas, em março, o vocalista Andrew Wood morreu (vítima de uma overdose de heroína) e levou com ele o sonho pelo qual os integrantes haviam trabalhado nos últimos meses. Devastado, Gossard decidiu repensar seus rumos musicais, gravando uma fita demo instrumental. Convocou o ex-guitarrista do Shadow, McCready, e o também parceiro musical de longa data, Ament. Como não tinham um baterista ainda, o titular do Soundgarden, Matt Cameron, deu uma ajuda aos companheiros. “O Stone tinha umas tabelas gigantes mostrando para onde cada música ia, o Matt achou aquilo engraçado”, relembra McCready. “Gravamos tudo em uns dois ou três dias, no loft dos pais do Stone.”

“Trabalhamos em coisas que acabaram virando‘Alive’, ‘Once’, ‘Even Flow’ – todos esses hits monstruosos”, conta Cameron. “Eu gostava muito do que o Stone escrevia, na época foi uma ótima oportunidade de trabalhar com ele.” A história que veio a seguir ficou famosa: as músicas acabaram nas mãos de um desconhecido de São Diego, um surfista chamado Eddie Vedder, que usou um gravador caseiro para colocar vocais em três canções. Quando a banda ouviu o resultado, mal conseguiu acreditar. O que parecia extremamente improvável havia acontecido: mais do que um cantor, eles haviam encontrado uma alma gêmea. A junção perfeita entre o instrumental pesado (mas radiofônico), as letras confessionais e conturbadas e a voz única de Vedder gerou Ten (1991), primeiro disco do Pearl Jam e uma das pedras fundamentais do rock produzido nos anos 90.
Quase 22 anos depois, em fevereiro deste ano, Ten chegou a 10 milhões de cópias vendidas somente nos Estados Unidos. Mais do que isso, segue vendendo até 4 mil unidades por semana naquele país – um feito invejável em tempos não exatamente favoráveis para bandas de rock. No Brasil foram 140 mil discos comercializados. “É meio surpreendente ter uma coisa assim acontecendo 20 anos depois”, afirma Jeff Ament. “Temos sorte de ainda sermos surpreendidos a esta altura.” Para McCready – que diz ter achado a notícia engraçada, já que fazia anos que ele não pensava em Ten –, atingir a marca representa uma verdadeira e completa realização artística. “Só tenho a agradecer por as pessoas ainda quererem ouvir aquelas músicas e que elas signifiquem tanto para elas a ponto de ainda fazerem o disco ser vendido – em uma situação na qual não se compra mais música”, lembra. “Acho que ele tem algum valor mesmo, significa algo. É tudo o que se quer como artista, sabe? É importante fazer algo que tenha significado.”
Conquistas como essa ajudaram o Pearl Jam a relaxar. Isso e o fato de atualmente o grupo conseguir levar uma carreira quase sem influências externas. No começo, entretanto, isso tudo parecia ser impossível para a banda mais combativa das últimas décadas, como provaram vários conflitos notórios entre os músicos e as grandes corporações. Foram eles que levaram às últimas consequências uma disputa sobre preços com a gigante das entradas de shows Ticketmaster; não cederam quando a Epic Records tentou impor “Black” como single de Ten; recusaram-se por anos a dar entrevistas ou promover novos lançamentos, inclusive sem produzir clipes em uma época em que a MTV era um meio essencial para a divulgação da música de massa. E tudo parece ter valido a pena, mesmo que tenha gerado quantidades enormes de estresse. “Se você quer sobreviver como banda, é preciso lutar pelo que você acha certo”, resume McCready, sem hesitar. “O Ed e o Jeff certamente fizeram isso ao longo da nossa carreira, com nossas gravadoras e todo o resto. E hoje, fazemos negócios com a Ticketmaster. Você tem de fazer o que for necessário para levar as pessoas aos seus shows. Esse é o ponto principal. Você aprende como na vida: errando. Às vezes acha que precisa controlar coisas sobre as quais não tem controle.” O guitarrista dá como exemplo a própria indústria da música, que passou por um número incrível de reviravoltas nos últimos 20 anos – e que ainda não dá sinal algum de estabilidade. “Quem sabe como vão ser os próximos dez anos, como as pessoas ouvirão música? Isso tem mudado a cada dia. Tentamos nos manter atualizados quanto a isso também.”

Fonte: Rolling Stones Brasil

sexta-feira, 15 de março de 2013

Paul Banks, vocalista do Interpol, apresenta o projeto solo em São Paulo

 Músico fez show condizente com os dois discos lançados longe da banda, apoiando-se em versos melancólicos embalados por sua voz aveludada 
 
Difícil desassociar Paul Banks da melancolia da sua banda, o Interpol. A voz, cheia de ecos, e baixo e bateria marcantes, tudo dialoga com a sonoridade que estamos acostumados da banda de Nova York. Ainda assim, é diferente: a vibração é outra. Como se viu no Cine Joia, na noite desta quinta-feira, 14, no Cine Joia, em São Paulo.
Em show realizado via crowdfunding, promovido pela Playbook, na estreia da plataforma de Club NME, a atmosfera criada em torno dele era de veneração e fugiu do luto fúnebre que costuma acompanhar os shows da sua banda. O Interpol, aliás, é ignorado por Banks durante a redonda apresentação de 1h30.
Não que ele renegue o material produzido pelo grupo ao longo de pouco mais de uma década, desde o belo Turn on the Bright Lights (2002), mas Banks, com dois discos solo, possui material para carregar uma apresentação sozinho, sem precisar recorrer a hits como "PDA", "NYC", e "Specialist", do álbum de estreia, por exemplo.
Ainda que, no palco, ele mantenha aquela postura já conhecida por aqui, paradão e pouco interativo, Banks está diferente. Mesmo que o pós-punk ainda esteja presente, ele é apresentado de uma forma diferente do Interpol – ou melhor, da visão individual do músico. E isso significa linhas de baixo menos acentuadas e ainda mais espaço para o que há de melhor: a voz barítono reverberante do músico, uma das melhores da geração dos anos 2000, com versos poéticos e doloridos. No palco, o músico toca guitarra e é acompanhado por um baixista também tecladista, outro guitarrista e um baterista.
Banks passeia com elegância pelos dois discos lançados como artista solo, Julian Plenti Is... Skyscraper (2009) e Banks (2012). Se no primeiro deles, ele se mantinha escondido pelo alter ego Julian Plenti, para evidenciar um distanciamento da banda, ainda que musicalmente isso não seja tão explícito, no segundo, Banks evidencia referências e traz mais elementos eletrônicos, que compõem uma diversidade sonora interessante.
Ele abriu a apresentação com 12 minutos de atraso. As duas primeiras canções são da fase de Julian Plenti, “Unwind” e a ótima “Fun That We Have”. No lugar da agitação e interação comum em lugares pequenos – e das sempre chatas conversas paralelas -, o público permanece num silêncio respeitoso e apreciativo. Paul Banks não toca temas alegres e saltitantes e a quietude dos presentes mostra que os fãs entendem isso – ainda que fosse a primeira vez que daquelas músicas ao vivo para o público brasileiro.
Justamente por ser um show de crowdfunding, a sinergia entre banda e plateia foi criada rapidamente. Palmas vinham quando necessário, após cada canção. Ninguém pediu por Interpol – não alto o bastante para chegar aos ouvidos do educado e contido Paul Banks, que se arriscou com um “obrigado” em alguns momentos do show.
Ele seguiu a performance com “I’ll Sue You”, “Only If I Run” e “Arise, Awake”. Aos poucos, a plateia pareceu despertar do transe inicial e passou a ser mais participativa a cada canção. Ainda que o Cine Joia não estivesse abarrotado, a casa se mostrou o lugar ideal para o tipo de música executada por Banks – completamente diferente do show do Interpol no Planeta Terra, em 2011, quando público e banda não pareciam estar na mesma sintonia. A iluminação estava mais clara que o ideal para um show desse porte, mas nada que atrapalhasse a fluência das canções.
O músico experimentou um momento mais intimista com “Fly as You Might” e “No Chance Survival”. A banda colocou o pé no freio e deixou a voz de Banks ecoar com elegância e precisão. Foi a calmaria antes de “Young Again”, cujos versos mais solares e irônicos – no universo sombrio e carrancudo dele, entenda-se -, receberam um dos grandes coros da noite. “No Mistakes”, “The Base” e “Paid For That, do segundo disco do músico, vieram na sequência, para completar a etapa mais “empolgante” do show – entre aspas, por se tratar de Paul Banks.
A apresentação se perde, contudo, na pouca variação rítmica e melódica do material solo do vocalista. Há, sim, um experimentalismo diferente da fórmula do Interpol, mas Banks mantém o conforto que vem assolando, como uma praga, o repertório da banda original: apoia-se em versos sentimentalistas e em sua voz aveludada. Enquanto outros artistas procuram o trabalho solitário para explorar novas sonoridades – arriscando-se mais, portanto –, ele decidiu não dar um passo completo para fora da zona de conforto e manteve um pé dentro e o outro, fora. Não que o público tenha reclamado, pelo contrário. Mesmo com o fim da apresentação vindo de forma anticlimática com a marcha reduzida de “Summertime is Coming”, Banks agradou a plateia, que inclusive ajudou a financiar o show.
Com “Skyscraper” e “Games for Days”, no bis, ele encerrou a apresentação da forma que começou: com uma vibração diferente de quando está à frente do Interpol e correto com o que foi apresentado em seus dois discos como artista solo. Ao vivo, contudo, fica evidente que o material está distante daquilo que poderia ser se corpo e alma dele estivessem determinados a dar um verdadeiro passo adiante – mesmo que equivocado.

Fonte: Rolling Stones Brasil

quinta-feira, 14 de março de 2013

Iron Maiden lança sua própria cerveja, Trooper

 
Depois do Sepultura e do AC/DC, o Iron Maiden lançará sua própria cerveja. Batizada de Trooper, a produção ficará a cargo da Cervejaria Robinsons, criada há 175 anos em Stockport, no Reino Unido e ainda dirigida pela família fundadora.

De acordo com Bruce Dickinson: "Eu sou um fã de longa data da tradicional cerveja inglesa. Achei que tinha morrido e ido para o Paraíso quando fui convidado a criar nossa própria cerveja. Tenho que dizer que eu estava muito nervoso: os Robinsons são as únicas pessoas em 30 anos com as quais fiz um teste. A mágica tem sido criar um casamento químico de sabor e textura que é a Trooper. Eu amo isso".

Com graduação alcoólica de 4,7% e do tipo "Ale", a Trooper estará disponível a partir de maio de 2013.

Confira o site oficial do produto: www.ironmaidentrooper.co.uk.

Abaixo, assista ao vídeo promocional que o vocalista Bruce Dickinson gravou na fábrica da cerveja:
Fonte: Territorio da Musica

quarta-feira, 13 de março de 2013

Morre Clive Burr, ex-baterista do Iron Maiden

 
Morreu, nesta madrugada, aos 56 anos, o ex-baterista  do Iron Maiden, Clive Burr, que sofria com esclerose múltipla, diagnosticada ainda nos anos 90. Em nota, o baixista Steve Harris disse estar extremamente triste com a notícia e concluiu, dizendo que Burr era uma pessoa maravilhosa e um baterista incrível, que fez uma contribuição valiosa para o Maiden nos primeiros dias, quando estavam começando a carreira. O baterista, substituído por Nicko McBrain, em 1982, gravou os três primeiros discos da banda: "Iron Maiden" (1980), "Killers" (1981) e "The Number of The Beast" (1982).

 Fonte: Cidade Web Rock

Missa de setimo dia de Chorão acontece hoje


Em um comunidado no site oficial do Charlie Brown Jr., foi anunciado que a Missa de Sétimo Dia de Chorão acontecerá hoje, dia 13 de março, às 18 horas, na Igreja Nossa Senhora do Carmo, localizada na Rua Egídio Martins, 182, Ponta da Praia, em Santos, São Paulo.

Chorão foi encontrado morto em seu apartamento no bairro de Pinheiros, na zona oeste de São Paulo, no último dia 06 e a causa de sua morte ainda não foi divulgada. A Cidade  Web Rock está prestango homenagens ao músico durante toda a semana, por isso, não percam a reprise do programa Rock na Aula, amanhã às 22:00 horas.

Fonte: Oficial

terça-feira, 12 de março de 2013

Prepare-se para os maiores eventos do Brasil usando produtos Antro


 

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Rock In Rio: saiba como trocar o ingresso do dia 15

Prazo vai até 14 de abril

Conforme noticiado antes, os músicos Bruce Springsteen e John Mayer, antes escalados para tocar no dia 15 do Rock In Rio, agora vão se apresentar no dia 21 de setembro. Quem comprou o ingresso para o dia 15 e quer fazer a troca, deve acessar “Histórico de Compras” no site www.rockinrio.ingresso.com.br, entre os dias 14/03/2013 e 14/04/2013 e realizar a alteração ou confirmar a permanência no dia. Quem não alterar ou confirmar o pedido neste período não poderá realizar qualquer alteração ou cancelamento após este prazo. O site também disponibiliza um autoatendimento para o caso de dúvidas. O procedimento só é válido para ingressos adquiridos ou Rock in Rio Card habilitados até dia 11/03/2013.
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Fonte: Rock na Geral

segunda-feira, 11 de março de 2013

Rock In Rio: Frejat abre noite hard rock E Kiara Rocks toca no último dia do festival

frejat 
A banda do guitarrista Roberto Frejat vai abrir a noite da sexta, dia 20, no Rock In Rio. Nessa mesma data tocam Matchbox Twenty, Nickelback e Bon Jovi. Já o Kiara Rocks vai ser a primeira banda a tocar no último dia do festival, antes de Slayer, Avenged Sevenfold e Iron Maiden.
O Rock In Rio acontece nos dias 13, 14, 15, 19, 20, 21 e 22 de setembro. Outras atrações do festival são Metallica, Bruce Springsteen, Muse e Alice In Chains. Clique aqui para ver como está a programação completa do Rock In Rio.
O primeiro lote com 80 mil ingressos para o festival se esgotou em cerca de 52 minutos, no dia 30 de outubro de 2012 (saiba mais). Os ingressos foram vendidos no formato “Rock In Rio Card”, e desde o dia 1º de fevereiro o público já pode escolher o dia de festival ao qual deseja associar o seu cartão. A escolha da data pode ser feita até o dia 1º de abril, no site www.rockinrio.ingresso.com.
No dia 1º de março, foi iniciada a pré-venda exclusiva para os clientes dos cartões Itaucard Platinum, Personnalité, Itaucard MasterCard Black e Itaucard VISA Infinite. Os clientes têm direito a 15% de desconto em até quatro entradas inteiras por dia de festival e parcelamento em até seis vezes sem juros — exclusivo para pagamento com estes cartões.
Já os associados do Rock in Rio Club têm direito a 15% de desconto em até quatro ingressos durante o período da pré-venda. A pré-venda exclusiva termina no dia 1º de abril, às 20h, ou enquanto houver disponibilidade de ingressos.
A venda oficial de ingressos para o Rock in Rio começa no dia 4 abril de 2013, às 10h, no site do festival, www.rockinrio.com.br. O valor do ingresso é R$ 260 (inteira) e R$ 130 (meia-entrada). Os bilhetes serão entregues pelos Correios. 

Fontes: Rock Na Geral / Mult Show

domingo, 10 de março de 2013

Nikki Sixx anuncia fim do Mötley Crüe

Depois de mais de três décadas na estrada, o baixista e compositor Nikki Sixx disse, em entrevista antes do show da última quinta-feira, em Etihad, na Austrália, que o Mötley Crüe vai sair de cena no topo. Nikki tem planos de terminar a adaptação para o cinema de "The Dirt", fazer a trilha sonora para o filme, lançar um novo álbum e sair em uma turnê de despedida. Sixx enfatizou que essa separação implica no fim da banda de uma vez por todas, sem chances de retorno no futuro.

"É importante que quando você fizer uma turnê de despedida, que as pessoas entendam que quando você mete uma bala na cabeça de um cavalo, não é uma bala de plástico, é uma porra dum tirambaço. Sabe, estoura os miolos, não tem volta. Tem que ser assim (...) Então é muito comovente e eu só acho que é importante que terminemos o que começamos e daí, você sabe, vai ser o que tiver que ser. É o único modo que eu posso me olhar no espelho e fazer uma turnê de despedida. Deu. Então quando fizermos nosso último agradecimento, DEU. Eu vou chorar. Eu choro pensando nisso."

Depois de algumas mudanças na formação e anos de turbulência, a formação original do Mötley se reuniu e anunciou a turnê "Carnival of Sins, em dezembro de 2004. Desde então, lançaram o nono de estúdio, chamado "Saints of Los Angeles", em 2008 e tem excursionado sem parar, incluindo sua própria turnê, a Crüe Fest.

  Agora é esperar o último disco do Mötley e curtir um video dos caras abaixo:
 
 
Fonte: Cidade Web Rock
 

“Fazia quatro anos que ele tinha voltado a cheirar”, diz esposa de Chorão

Em entrevista à revista IstoÉ, a estilista Graziela Gonçalves falou sobre a tentativa de internar o cantor em uma clínica de reabilitação 
Chorão - Galeria - Capa 
 
O cantor Chorão, encontrado morto na madrugada da última quarta, 6, em São Paulo, havia voltado a consumir cocaína há quatro anos, revelou Graziela Gonçalves, esposa do músico, em entrevista exclusiva à revista IstoÉ. “E, de um ano para cá, ele passou a usar cocaína com maior intensidade”, afirmou ela, descrevendo a relação recente do músico com a droga como “compulsiva”.
Como já havia sido revelado, Graziela, ao lado da ex-mulher de Chorão, Thaís, o filho dele, Alexandre e a empresária do músico procuraram um advogado para tentar uma internação involuntária. Segundo Graziela, por questões de trabalho a internação não aconteceu.
Ela também contou que na última vez que viu Chorão, no dia 25 de fevereiro, no apartamento dela em Santos, novamente tentou conversar com o marido sobre um tratamento. Chorão, no entanto, sempre dizia que estava melhorando. Mas Graziela afirmou que sentiu que havia algo errado. “Lembro que, antes de o Chorão ir embora do apartamento, eu tive a certeza de que era a última vez que eu o via. Ele me disse: ‘Eu quero que você prometa que, se acontecer alguma coisa comigo, você vai ficar bem e vai se cuidar’. Na hora que ele estava saindo, nos beijamos e ele me falou: ‘Eu vou te amar para sempre. Pode ter certeza disso’.”
O separação informal do casal – Graziela conta que não foi feito um pedido de divórcio – se deu por causa do vício de Chorão. A estilista revelou que essa foi uma tentativa de fazer com que ele deixasse as drogas. “Eu fiz de tudo para tentar salvar o Chorão”, completou.
Alexandre Magno Abrão tinha 42 anos e foi encontrado morto no apartamento que, segundo amigos de familiares, era o espaço comumente usado por ele para se drogar. O corpo foi achado pelo segurança e pelo motorista do cantor, Victor Vasconcelos e Kleber Atalla, respectivamente. O imóvel, localizado em Pinheiros, na zona oeste de São Paulo, estava muito danificado por dentro, com um buraco na parede, tacos arrancados, portas e interruptores quebrados, e até um ar condicionado arrancado da parede. Chorão tinha problemas para controlar a agressividade, principalmente quando estava sob efeito de cocaína, reportam conhecidos. Ele tinha ainda ferimentos em uma das mãos, no pé e no rosto. Além do medicamento Lexotan e do anestésico bucal Nene Dent, havia no apartamento um pó branco, que acredita-se ser cocaína, e um canudo feito com uma folha de cheque.
O velório e o sepultamento de Chorão aconteceram em Santos. Cerca de cinco mil pessoas passaram pela Arena Santos, onde ele foi velado. Após as investigações – em duas semanas, exames devem revelar a causa da morte –, o corpo do vocalista será cremado, como era o desejo dele. 

Fonte: Rolling Stones Brasil

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