segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Os 25 melhores álbuns de 2013

 
Não, não ouvimos todos os álbuns lançados este ano. Isso seria impossível. Mas dentro de um universo de 420 albuns que tivemos prazer (ou não) em analisar, escolhemos 25 albuns que considerarmos os melhores do ano.

A votação foi feita pela equipe do Território da Música/Rock Online e a única unanimidade foi o "...Like Clockwork" do Queens of the Stone Age. "Seesaw", de Beth Hart e Joe Bonamassa; "The Next Day" de David Bowie e "Made Up Mind" da Tedeschi Trucks Band também foram muito bem cotados por todos.

Se por um lado listas são subjetivas, eventualmente chatas e certamente não vão desacelerar a expansão do universo, por outro lado podem ser úteis para conhecer alguma banda ou artista que por algum motivo deixamos passar batido nos últimos doze meses. Veja se é o caso para você.

Os 25 melhores álbuns de 2013
(a lista está em ordem alfabética)

Amorphis: Circle
Apanhador Só: Antes que Tu Conte Outra
Arctic Monkeys: AM
Beady Eye: BE
Ben Harper e Charlie Musselwhite: Get Up!
Beth Hart e Joe Bonamassa: Seesaw
Black Sabbath: 13
Buddy Guy: Rhythm & Blues
David Bowie: The Next Day
Dropkick Murphys: Signed and Sealed in Blood
Ed Motta: AOR
Iggy Pop And The Stooges: Ready To Die
Jimi Hendrix: People, Hell & Angels
Joe Satriani: Unstoppable Momentum
Matuto Moderno: 5
Motörhead: Aftershock
Natalie Maines: Mother
New Order: Lost Sirens
Pat Metheny: The Orchestrion Project
Paul McCartney: New
Pearl Jam: Lightning Bolt
Queens of the Stone Age: ...Like Clockwork
Steve Lukather: Transition
Steven Wilson: The Raven That Refused to Sing (and Other Stories)
Tedeschi Trucks Band: Made Up Mind 
Então para brindar  tanta coisa boa ficamos aqui com  "Like Clockwork" do Queens of the Stone Age:

Com informações do Território da Musica

Humberto Gessinger vai tocar "Insular" em Twitcam


Humberto Gessinger, mais conhecido por ser o vocalista da banda Engenheiros do Hawaii, vai tocar seu álbum de estreia na íntegra. O músico irá fazer a performance de "Insular" em uma Twitcam no dia 11 de janeiro de 2014, às 21 horas. Além de tocar o registro todo, a ocasião marcará o lançamento do videoclipe da faixa "Sua Graça". "Insular" chegou às lojas em setembro deste ano.
Ouça agora a musica "Insular" do novo disco solo:

 

Com informações do Cidade  Web Rock

domingo, 29 de dezembro de 2013

TOMARA QUE ESSA MODA NÃO PEGUE" Pink Floyd: dupla sertaneja desvirtua clássico da banda!"

 
Uma dupla de sertanejo universitário de Minaçu-GO fez sua versão própria para o clássico máximo do Pink Floyd, "Another Brick in The Wall", presente no álbum The Wall, de 1979.

O tom sarcástico e politizado da canção perde-se em meio a frases feitas e versos românticos de "Até o Céu", hit do duo ganhador de vários concursos musicais na região.

Na verdade é uma coisa tosca e vergonhosa para que ama o som Pink Floyd e a letra é completamente sem sentido e horrorosa.

Com direção de Saulo Palmerston, produção artística de Neto Queiroz e aval da VM Produções, a versão de Max e Luan pode ser conferida abaixo. Já que o nosso papel é mostrar a noticia.


 E PARA NÃO DAR ENJOOU NO ESTÔMAGO CURTA O VERDADEIRO SOM DO PINK FLOYD:

ISTO SIM É PINK FLOYD O RESTO É RESTO!
Com informações do Whiplash

Exclusivo: "Eu não sou culpada, não preciso da anistia", diz integrante do grupo Pussy Riot

 Maria - Pussy Riot
 Maria Alyokhina foi libertada da prisão na Rússia nesta segunda, 23
Na segunda, 23, Maria Alyokhina e Nadezhda "Nadya" Tolokonnikova, do Pussy Riot, foram libertadas da prisão depois de quase dois anos. Elas foram condenadas por vandalismo e ódio religioso em 2012. Depois de sair da casa de detenção, Maria foi imediatamente ao trabalho. Depois de uma hora em liberdade, ela se encontrou com defensores dos direitos humanos do Comitê Contra a Tortura para discutir reformas nas prisões da Rússia. A ativista e artista de 25 anos também encontrou tempo para falar à Rolling Stone EUA sobre as razões por trás da soltura dela, o futuro do Pussy Riot e como ela plantou as sementes para a reforma prisional lá de dentro.
Qual a sensação de estar livre?
Sabe, eu sempre fui livre, porque me sentia livre. É muito importante ser livre por dentro. A coisa mais importante é se sentir livre. Você tem o direito de escolher. Se tornar consciente desse fato é o que faz uma pessoa.
Por que eles te soltaram agora?
Simplesmente por causa de Sochi [cidade russa que vai sediar os Jogos Olímpicos de Inverno, em fevereiro]. Eles queriam ficar mais atraentes antes dos Jogos. É por isso que resolveram fazer a anistia. Mas a anistia não é geral – é uma mentira. Eu sou a única que foi libertada da prisão e aí é que está o problema. Eles não vão deixar mais ninguém sair. Formalmente, é uma anistia geral, mas é uma mentira.
É verdade que você queria resusar a anistia?
Eu queria. Eu queria, mas infelizmente não estava nas minhas mãos. Se eu tivesse tido a possibilidade de fazer isso, eu definitivamente teria recusado essa anistia. Eu não preciso dela. Eu não sou culpada, não sou uma criminosa, eu não considero isso misericórdia.
O Pussy Riot continuará a existir?
[Pausa] Acho melhor darmos mais detalhes quando aparecermos juntas, assim não haverá nenhuma divergência. Precisamos nos encontrar primeiro. Tudo precisa ser conversado com Nadya. O que quer que façamos, estaremos definitivamente conectadas com aquele tipo de ação que achamos efetiva. E, acima disso, eu diria que se uma pessoa é conectada à arte, é para sempre. É impossível parar. É algo que vem de dentro.
Mas vocês estão planejando fazer algo juntas?
Será uma organização de defesa dos direitos humanos, mas de um novo tipo. Vamos usar a transparência de recursos da mídia para revelar problemas, com foco nas prisões, mas talvez também de maneira mais geral. Ainda estamos decidindo a forma, mas eu e Nadya somos unânimes quanto a esse assunto.
Como foram os últimos meses na prisão?
Minha vida tem sido bastante ativa, então eu não me senti como uma prisioneira. Estive fazendo trabalho de direitos humanos, explicando às mulheres como elas podem resolver suas queixas elas mesmas. E o que aconteceu é que essas mulheres decidiram começar a resolver elas mesmas os problemas com a administração. Essa voz que apareceu na prisão é muito importante. Porque quando uma pessoa em uma prisão russa decide começar a falar, a começar a falar a verdade – ela começa a rejeitar a opressão. É uma coisa muito importante, muito significativa.
Os prisioneiros russos precisam trabalhar 12 horas por dia e recebem – você não vai acreditar – entre um e dez euros por um mês de trabalho. Isso não é suficuente para nada. Todo mundo sabe que isso é injusto, mas não conseguiam provar isso. Eu sugeri como comprovar.

Fonte: Rolling Stone Brasil

sábado, 28 de dezembro de 2013

FIM DE ANO NA ANTRO

VENHA CONHECER E LEVAR TUDO DE BOM NA MODA ESTILO QUE AINDA TEM PRO FINAL DE 2013 COM PREÇOS QUE SÓ JOÃO FILHO PODE OFERECER! 
 BLUSAS MASCULINAS E FEMININAS





 BONÉS


 MOCHILAS
ACESSÓRIOS




E TUDO NA LINHA SKATE E SEUS ACESSÓRIOS




AGUARDE QUE EM 2014 ESTAREMOS AINDA MAIS MELHOR

Iron Maiden aumenta a frequência de shows no Brasil para se aproveitar da pirataria

Iron Maiden

Brasil, Colômbia, Venezuela, entre outros países da América Latina, foram apontados como grande centros de trocas ilegais de arquivos 
 Ao invés de processar os fãs que fizeram downloads ilegais de músicas da banda, o Iron Maiden começou a fazer shows para eles. O site de tecnologia CiteWorld revelou que o grupo vem se consultando com a empresa britânica Musicmetric, que avalia desde citações em redes sociais à performance de bandas em sites como BitTorrent. Usando os dados enviados pela companhia, o Iron Maiden começou a agendar suas turnês baseado no interesse que as pessoas demonstram pela banda – seja legal ou ilegal.
Rock in Rio 2013: os melhores momentos dos sete dias de festival, como o show do Iron Maiden.
Nos últimos anos, a banda vem focando em turnês pela América do Sul, depois do aumento de tráfico no continente. Além da pirataria, principalmente no Brasil, o Musicmetric revelou que grande parte dos seguidores do grupo no Twitter são da América Latina. Brasil, Venezuela, México, Colômbia e Chile estão entre os dez países com maior número de seguidores. Com isso, a banda vem feito turnês pelo continente, onde ela, inclusive, gravou o filme Flight 666. Somente o show em São Paulo, sozinho, rendeu à banda US$ 2,5 milhões.
A estratégia do Maiden funcionou ainda melhor online. O Musicmetric informou que entre maio de 2011 a maio de 2012, a banda ganhou 3,1 milhões de novos fãs nas suas redes sociais. Mais recentemente, na turnê Maiden England, que foi de junho de 2012 até outubro deste ano, passando pelo Brasil, a banda atraiu outros 5 milhões de fãs, principalmente após a nova passagem pela América do Sul.
Crítica: Iron Maiden, Slayer e Ghost fazem “noite do metal” com problemas de som em São Paulo.
Atualmente, a banda vem buscando novas fontes de receita em turnês e vendas de produtos relacionados à banda. “O Maiden foi bem sucedido em transformar trocas de arquivos gratuitas em fãs pagantes”, disse Gregory Mead, presidente da Musicmetric. “Se você faz com que seus fãs se envolvam, há uma chance de transformar uma parte deles em clientes pagantes. Você pode perceber que várias bandas estão usando a rede BitTorrent como uma forma legalizada de trocar conteúdo”. 


Fonte: Rolling Stone Brasil

Retrospectiva: A música em 2013

Um apanhado geral da música nos últimos doze meses.

É sempre difícil sintetizar em um únco texto - quem nem pode ser muito longo, afinal isso é apenas um artigo - tudo o que aconteceu em um ano. E em 2013 aconteceu muita coisa. Muita mesmo.

Primeiro vamos aos pontos altos. Depois descemos às profundezes da cena musical, incluindo suas tristezas. Mas encerrarei com as coisas divertidas, com esperanças, para não deixar no leitor o amargo do ano como última lembrança.

Os pontos altos, os médios e as novidades em geral

O ano de 2013 começou bem porque David Bowie voltou à ativa. De repente, do nada, lá no comecinho do ano, apareceu um single e um vídeoclipe do músico. Era aniversário do artista, 08 e janeiro, mas foi a música quem ganhou um presente. Logo, saiu o disco novo, já candidato a aparecer nas listas de melhores do ano. Outro que voltou - às paradas, nâo à ativa, claro - foi Jimi Hendrix com um disco novo, resgatado de um espólio que parece não ter fim.

E o ano trouxe outros belos presentes: disco novo do Pearl Jam, do Arcade Fire, do The National e do Vampire Weekend. O eterno ex-Beatle Paul McCartney também deu o ar da graça com "New". E o maravilhoso disco do Queens of The Stone Age? E o Black Sabbath com Ozzy nos vocais e disco novo? Para os fãs brasileiros foi ainda mais sensacional: a banda veio ao Brasil. Puro delírio.

Ainda que não tenha sido toda a maravilha que o auê antecipou, o disco do Daft Punk, impulsionado pelo 'hit' "Get Lucky", agitou as pistas e a cena eletrônica/dançante mundial. Até uma versão com o presidente norte-americano Barak Obama a música ganhou. Era uma brincadeira, claro, feita de colagens de discursos do Homem mais poderoso (?) e amado (?) do mundo. Por falar em colagem, a Cher lançou disco novo em 2013. Um belo disco, por sinal, dançante e moderno sem perder a 'pegada' Cher.

Eminem e Kanye West também mandaram bem. O primeiro provando que não esmoreceu e o segundo buscando novos caminhos musicais. MIA, Rihanna e Tyler The Creator também tiveram um bom ano. Por aqui, Emicida, Ed Motta, Jota Quest, Sepultura, Arnaldo Antunes, Marcelo Jeneci e Vanguart fizeram belos discos. Na cena pop, Katy Perry, Lady Gaga, Justin Timberlake, Britney Spears e Miley Cyrus também lançaram novo material. A primeira de forma bem sucedida, a segunda abaixo do esperado, o terceiro com folga, a quarta passou raspando e a última causando celeuma. Não pela música, como costuma acontecer no mundo pop, mas pelo comportamento.

Cansou ver a língua da ex-Hanna Montana anunciando a 'maturidade' da cantora. Quem quem pensou que o ápice foi a apresentação na premiação da MTV norte-americana, não esperou muito para a ver nua num videoclipe. Sem esquecer a briga via Twitter com Sinead O'Connor. Mas a polêmica ou o choque nem é tanto assim, sejamos sinceros. Lady Gaga já vestiu carne numa prmiação. E já tivemos Madonna 'causando' nos anos 80, não é mesmo? Cada época tem sua artista pop polêmica e 2013 foi o ano da língua da Miley Cyrus.

Já Bob Dylan não lançou disco novo, mas chamou a atenção com um sensacional vídeo interativo para "Like a Rolling Stone". O que me lembra que o ano de 2013 provou que imagem é tudo também no mundo da música. Pelo menos atualmente. Nunca antes se deu tanta importância para vídeos associados à música. Além dos já estabelecidos videoclipes, as bandas/artistas lançam agora 'lyric videos', que é um tipo de videoclipe mais simples com a letra da música. E dá-lhe vídeo no YouTube.

Já na reta final, quem deu as caras foi a Beyoncé, que fechou o ano pop com um disco surpresa, feito às escondidas e lançado numa madrugada de dezembro. Vendido exclusivamente via iTunes, o disco ultrapassou a marca de um milhão de copias na primeira semana. Mas os Beatles não ficaram atrás no quesito surpresa: a gravadora Apple colocou no mercado na semana passada nada menos do que 59 faixas da banda, entre raridades e versões alternativas. Enquanto isso, no Brasil, Annita foi a mais vendida no iTunes. Nenhuma surpresa aí...

Das profundezas

Ah lelek, lek, lek... Pois é, 2013 também teve coisas ruins. Muitas. Vamos pular a referência feita no início desse parágrafo, por que ninguém merece rememorar algumas coisas. É como reviver um pesadelo. O mesmo vale para 'hits' de pegação na balada, dancinhas ridículas (nota: o Psy não emplacou sua novidade), arrochas, funknejos e afins. Ganharam as paradas populares de 2013, é fato. Mas já deu, né? Não precisamos voltar nisso.

Vamos de Caetano Veloso. Ícone da MPB. Sim, ele lançou um disco novo, gravou o show para um DVD. Mas e aquela foto vestido (?) de Black Block? Ah, me poupe. E o Justin Bieber causando no Brasil e Argentina? Chegou a anunciar sua aposentadoria duas vezes no final do ano, numa entrevista e via Twitter. Será mesmo? Ah, ele lançou álbum novo e um novo filme/documentário.

Não podemos esquecer a polêmica das biografias que chacoalhou medalhões da música nacional. Pedir autorização ou liberar? Roberto Carlos, Caetano Veloso (ele, de novo) e outros artistas fizeram um movimento para impedir a mudança na lei que prevê a publicação de biografias sem a autorização do biografado ou de sua família. Chamaram de censura. Os artistas se defenderam, dizendo que estavam se protejendo de calúnias. Biógrafos reclamaram que só haveria biografias chapa branca. A votação do Projeto de Lei 393/2011, conhecida como a Lei das Biografias, ficou para 2014.

Outro que gostou de causar foi o Morrissey. Foi hositalizado com pneumonia dupla. Depois, cancelou shows por chilique, incluindo as apresentações no Brasil. Cancelou sua autobiografia (?) para depois autorizá-la com os devidos cortes. Seis editoras disputam a publicação do livro no Brasil. Ah, não podemos deixar de mencionar: Jonas Brothers e My Chemical Romance encerraram suas atividades.

Falecimentos

O mais triste do ano de 2013 são os falecimentos. Perdemos muita gente boa e de talento neste ano. Reginaldo Rossi, Jim Hall, Lou Reed, Paulinho Tapajós, Champignon (Charlie Brown Jr.), Jackie Lomax, Jon Brookes (Charlatans), Jan Kuehnemund (Vixen), Allen Lanier (Blue Öyster Cult), Cornelius Lúcifer (ex-Made In Brazil), JJ Cale, Dominguinhos, Alan Myers, (Devo), Joey Covington (ex-Jefferson Airplane), Trevor Bolder (Uriah Heep), Ray Manzarek (The Doors) Peu Sousa (ex-guitarrista da Pitty), Jeff Hanneman (Slayer), Paulo Vanzolini, Richie Havens, Chi Cheng (Deftones), Emílio Santiago, Clive Burr (ex-Iron Maiden), Chorão, Peter Banks (ex-Yes), Alvin Lee (Ten Years After), Dan Toler (ex-Allman Brothers), Magic Slim, Kevin Ayers (Soft Machine) e Patti Page foram alguns dos que nos deixaram nos últimos doze meses.

No Brasil: Shows, festivais e uma poupança só para isso

Não vou citar todos os shows e festivais que tivemos no Brasil em 2013 pois isso seria improdutivo. Basta dizer que foi um ano especialmente lotado de shows, para todos os gostos. E para poucos bolsos, já que acompanhar a quantidade de bons shows com os preços atuais é só para quem tem muito dinheiro. Ou uma poupança especialmente feita para esse fim.

Vale mencionar que os show internacionais não estão concentrados apenas no eixo Rio-São Paulo. As duas capitais continuam sendo o maior destino dos artistas internacionais no Brasil, mas outras cidades entraram definitivamente no circuito, provando que o País tem mercado e estrutura para receber grandes turnês. O show do Paul McCartney em Belo Horizonte vendeu mais de 50 mil ingressos em algumas horas.

Divertido e engraçadinho

Esse foi também um ano divertido. Teve "Harlem Shake", lembra? - "...Con los terroristas!!" - Aquele meme em vídeo que tomou o mundo. Quem não riu? Baauer, o cara que fez a música deve ter gargalhado. De ilustre desconhecido saiu na capa de grandes revistas. Depois teve o lance das cabras gritando no meio das músicas - sendo a versão de "Living on a Prayer", do Bon Jovi, uma das melhores.

E tem coisa mais engraçada que comediante pagando de artista folk? Um doce para quem lembrou da docinha Clarice Falcão. Ah, a gente viu Perry Pharrel, do Jane's Addiction, pegando trem em São Paulo para divulgar o próximo Lollapalooza. Priceless.

Como diria o duo humorístico Ylvis, com aquele vídeo musical que ficou entre os mais assistidos do YouTube neste ano, "What does the fox say?". Talvez a raposa dissesse sobre 2013: "Ding-ding-ding-ding-dingeringeding! Ding-ding-ding-ding-dingeringeding".


Fonte: Território da Musica

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Saxon: Unplugged and Strung up

Uma excelente oportunidade de ouvir grandes pérolas da NWOBHM repaginadas e revigoradas.
Quem vê um violino na capa do novo álbum do Saxon e lê o título “Unplugged And Strung Up”, pode tomar um susto ao apertar o ‘play’. É que a abertura do repertório se dá com uma versão remixada de “Stallions of the Highway” totalmente plugada e sem nenhum elemento sinfônico.

Mas um pouco dessa confusão inicial logo se desfaz na faixa seguinte, o hino “Crusader”. Aqui, os ingleses adicionaram arranjos de orquestra, mas mantiveram as guitarras devidamente distorcidas. E o resultado ficou absolutamente fantástico.

O fato é que “Unplugged And Strung Up” traz uma bela coleção de clássicos, devidamente revisitados, que o Saxon lançou ao longo de seus 35 anos de carreira. Assim como nas duas faixas de abertura, algumas foram remixadas e outras ganharam ares eruditos, mas também existem versões acústicas.


O mais interessante é que, de maneira geral, o veterano Andy Sneap, que assinou a produção, mistura tudo isso, criando um estilo e uma sonoridade bastante peculiar. Assim, o disco que à primeira vista tinha tudo para parecer esquizofrênico ou um simples caça-níquel, acaba soando forte, coeso e inspirado.
Além da já citada “Crusader”, merecem destaque “The Eagle Has Landed”, “Broken Heroes” e “Frozen Rainbow”, todas velhas conhecidas dos fãs, mas que vão surpreender pela forma com que foram registradas. Também é preciso mencionar a versão acústica de “Requiem”- simples, belíssima e com uma performance irretocável de Biff Byford.

“Unplugged And Strung Up” é uma excelente oportunidade de ouvir grandes pérolas da NWOBHM repaginadas e revigoradas. A única reclamação vai ser que faltou essa ou aquela música. Por mim, bem que eles poderiam ter incluído “Dogs of War” nessa brincadeira.  


Playlist:
01. Stallions of the Highway
02. Crusader
03. Battle Cry
04. The Eagle has Landed
05. Red Star Falling
06. Broken Heroes
07. Call to Arms
08. Militia Guard
09. Forever Free
10. Just Let me Rock
11. Frozen Rainbow
12. Iron Wheels
13. Requiem
14. Coming Home

Fonte: Território da Musica

Filme sobre black metal estreia na web; assista

filmeoutoftheblack

“Out of the Black - A Black Metal Documentary” está disponível 

O documentário “Out of the Black - A Black Metal Documentary” acaba de ser lançado e está disponível, na íntegra. Assista no final desta matéria. Dirigido por William Shackleford, o filme traça a trajetória do gênero nos Estados Unidos, em uma comparação com o black metal feito na Europa. Além de entrevistar nomes da cena americana, o diretor ouviu pessoas de fora dela, em busca de entender o o segmento.  


Com informações do Rock em Geral

terça-feira, 24 de dezembro de 2013

NATAL NA ANTRO É MAIS EMOÇÃO












 BOAS COMPRAS E FELIZ NATAL MEU FILHOOOOO!!!!!

SÃO OS VOTOS DE JOÃO FILHO E TODA A FAMÍLIA ANTRO.

NATAL NA ANTRO

APROVEITE O DIA DE HOJE PARA COMPRAR O PRESENTE IDEAL PARA QUEM VOCÊ QUER BEM E PRA VOCÊ TAMBÉM! 
Este é João Filho e abaixo algumas dicas para seu natal fica bem mais feliz:













ISTO É SÓ UM POUQUINHO DE NOSSA ENORME VARIEDADE: 


A ANTRO ESTA SEMPRE LOTADA ESPERANDO POR VOCÊ PARA FELICIDADE DE TODOS EM REENCONTRAR ANTIGOS AMIGOS E CONHECER NOVAS PESSOAS!




 BOAS COMPRAS E FELIZ NATAL MEU FILHOOOOO!!!!!

SÃO OS VOTOS DE JOÃO FILHO E TODA A FAMÍLIA ANTRO.

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