sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Veja Florence Welch dividindo o palco com os Rolling Stones

Banda fez o ontem segundo show em celebração aos cinquenta anos de estrada
Rolling Stones letras 

Como havia sido anunciado Florence Welch e Eric Clapton foram os convidados do segundo e último show da banda em Londres em celebração aos seus cinquenta anos. Florence assumiu o posto que no domingo foi de Mary J Blige em Gimme Shelter. Clapton emprestou sua guitarra para Champagne And Reefer clássico blues de Muddy Waters que a banda já havia tocado com Buddy Guy no show que virou o filme "Shine A Light". Os ex-integrantes Bill Wyman eMick Taylor também subiram ao palco para celebrar.

Rolling Stones
Dessa vez o show começou na hora marcada. Com isso nenhuma multa terá que ser paga pela banda por desrespeito à lei do silêncio. Jagger fez brincadeira sobre o assunto e também sobre o alto preço dos ingressos do show que fez com que muitos fãs reclamassem. O vocalista falou que eles pagaram 100 mil libras às autoridades, algo como dez ingressos para a apresentação.

O repertório teve algumas mudanças em relação ao primeiro show. A maior surpresa foi Lady Jane que desde 1967 não era apresentada ao vivo. 

Os Stones também tocaram The Last Time, o primeiro single da banda escrito por Jagger e Richards que também raramente foi apresentado em shows.
A banda agora se prepara para fazer mais três shows nos EUA enquanto o resto do planeta continua esperando que a banda anuncie uma grande turnê mundial para o ano que vem. 

Veja como foi a participação de Florence Welch no show em vídeo feito por um fã:


 
Fonte: Vagalume

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quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Disco de Dado Villa-Lobos já está disponível em formato digital

 
O guitarrista da Legião Urbana vai cair na estrada em 2013
Foto: Divulgação/Christian Gaul
O novo disco de Dado Villa-Lobos, o ex-guitarrista do Legião Urbana, já está disponível em formato digital. A nova produção se chama O Passo do Colapso e pode ser adquirida através do iTunes.

O álbum traz 12 faixas e conta com a participação de músicos como Bi Ribeiro e João Barone (Paralamas do Sucesso), Barba (Los Hermanos), o grupo Cabeza de Panda, Paula Toller (Kid Abelha), entre outros.

A nova produção tem previsão de chegar às lojas em formato físico em março de 2013.

Confira a tracklist de O Passo do Colapso:

1- Colapso
2- Brilho De Gente Que Faz Brilhar
3- Filho
4- Beleza Americana
5- Lucidez
6- Sobriedade
7- Tudo Bem
8- Quando A Casa Cai
9- Overdose Coração
10- O Homem Que Calculava
11- O Parto
12- O Passo Do Colapso
OUÇA AQUI "COLAPSO":
Fonte: Cidade Web Rock

Tarja Turunen: cantora se tornou mamãe

 Imagem
Na quarta-feira (28 de novembro), o ex-NIGHTWISH Tarja Turunen cantora postou uma foto em sua página oficial do Facebook, no qual ela pode ser vista segurando um bebê pequeno em seus braços (ver abaixo). "[Ele] é hora de ir para o aeroporto", escreveu ela na mensagem que o acompanha. "Em poucos dias, uma nova turnê vai começar na Alemanha. Ele vai ser muito especial para nós, de fato."

Porta-voz Turunen, desde então, confirmou que a mulher na foto é realmente Tarja e que ela está segurando ela e seu marido e filho primeiro gerente Marcelo de Cabuli. "O bebê é seu filho biológico", disse Holm Taija Iltalehti. Turunen, que atualmente reside em Buenos Aires, Argentina, com o marido, manteve sua gravidez em segredo até o fim.

Cabuli e seus parceiros comerciais no ano passado exigiu cerca de 100.000 euros (cerca de US $ 135.000) em danos por difamação das partes por trás de "Once Upon a Nightwish: A Biografia Oficial 1996-2006" O livro, que foi publicado em finlandês em 2006 e em Inglês, três anos depois, culpa Cabuli para os acontecimentos que levaram à expulsão dramática Turunen da banda no final de 2005.

O tribunal decidiu que o livro - que critica Cabuli em apenas algumas de suas 380 páginas - não prejudicial afetar seu trabalho ou reputação na América do Sul. Além disso, o tribunal determinou que o autor do livro não maliciosamente retratar Cabuli em uma luz negativa. Turunen foi demitida do Nightwish um ano antes do livro ser publicado.

Fonte:  blabbermouth.net
Tradução : Gabriel Hammer

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Nick Cave And The Bad Seeds divulga detalhes do novo álbum

 
Nick Cave And The Bad Seeds anunciou os detalhes do lançamento de seu novo álbum, “Push The Sky Away”. A banda, que nessa semana anunciou as primeiras datas de shows para 2013, trabalha no 15º disco de estúdio a ser lançado no dia 19 de fevereiro.

De acordo com a revista NME, o sucessor de “Dig, Lazarus, Dig!!!”, de 2008, tem produção de Nick Launay, colaborador de longa data da banda, e foi gravado no estúdio Le Fabrique, no sul da França.


“Entrei no estúdio cheio de ideias, todas ainda sem forma; são os Bad Seeds que as transformam em coisas maravilhosas. Pergunte a qualquer pessoa que já os viu trabalhando”, disse o vocalista Nick Cave em comunicado.


Mick Harvey deixou o Bad Seeds em janeiro de 2009 após 25 anos em atuação. O grupo é formado atualmente pelo multi-instrumentista Warren Ellis no violino, flauta, violão tenor e sintetizadores, Martyn Casey no baixo, Thomas Wydler na bateria, Jim Sclavunos na percussão e Conway Savage nos vocais.


O primeiro ‘single’ de “Push The Sky Away” será “We No Who U R”, que estará disponível para download na próxima segunda-feira (03).

Fonte: Territorio da Musica

Os 70 anos do deus da guitarra

Leia depoimentos de Beto Lee, Andreas Kisser, Luíz Carlini, Fernando Magalhães e outros guitarristas sobre o ídolo Jimi Hendrix 
Andreas Kisser - Jimi Hendrix 
 
Andreas Kisser, guitarrista do Sepultura
“Hendrix foi o verdadeiro inventor da guitarra. Claro que já existiam grandes nomes do instrumento antes dele, como Chuck Berry, mas o Jimi levou a guitarra a níveis nunca vistos. Ele tocava com máxima liberdade, respeitava tudo, desde as desafinadas com o uso da alavanca até as microfonias quase indomáveis vindas do Marshall. Ele respeitou os ‘defeitos’ da guitarra e extrapolou os limites dela. Ninguém foi, ou vai ser, igual a Hendrix. Com certeza sou influenciado por ele, não só musicalmente, mas, principalmente, na atitude livre de encarar a música, sem preconceitos e limites, sendo honesto consigo mesmo e com a guitarra.

Ele vai continuar influenciando muitas gerações por vir, assim como Mozart continua fazendo. Mas é muito difícil dizer o que estaria fazendo hoje. Como ele era um cara sempre à procura de novas experiências, acho que o som dele mudaria bastante com os novos ritmos que foram surgindo nas décadas seguintes a sua morte. Tenho certeza que Bob Marley e o reggae seriam uma influência forte na música de Jimi Hendrix. Eu só posso ficar imaginando uma jam com Jimi Hendrix e Bob Marley em algum estúdio na Jamaica. Alguma obra-prima sairia de lá, com certeza. A festa de 70 anos de Jimi seria uma grande jam, talvez no Royal Albert Hall, em Londres, com várias presenças ilustres, desde Paul MacCartney, Stones, Eric Clapton até Aerosmith e Metallica. Seria maravilhoso!” 

Beto Lee, cantor, compositor, guitarrista e apresentador de televisão
“Jimi Hendrix foi um visionário. Pegou o idioma do blues e acrescentou uma pitada de psicodelia sem medo de navegar por mares nunca antes navegados. Foi unicamente responsável por um novo, e imenso, capítulo sobre como ser um guitarrista. É um rito de passagem ouvir Hendrix, pois muda totalmente a sua percepção sobre o instrumento. É como descobrir uma nova cor na paleta. Hendrix era um showman. O pacote completo. The real fucking deal. O guitarrista mais criativo, mais impressionante de todos os tempos. Ele simplesmente explodiu a tampa da panela do mundo das seis cordas e catapultou a guitarra para além do paradigma daquela época. Os barulhinhos bons ressoam até hoje!

Sou ultrassuspeito pra falar do Hendrix, porque tenho tudo dele. Minha filha nasceu dois dias depois após seu aniversário e se chama Izabella [
nome de uma música de Hendrix com a Band of Gypsys]. Fanático, eu? Tenho um altar em casa com fotos, pôsteres e velas para reverenciá-lo. Acredito que todo e qualquer guitarrista, mesmo que indiretamente, seja influenciado por Hendrix. Do punk ao pop."  

Luíz Carlini, guitarrista e fundador da banda Tutti Frutti
Carlini é colecionador de camisetas relacionadas a Hendrix, sendo a mais preciosa uma que vem acompanhada de um alto-falante, que toca duas canções. “Além de ser um fenômeno, ele criou na época dele algo realmente admirável – uma sonoridade, e com pouquíssimos recursos. É uma referência preciosa que mudou o jeito de pensar na guitarra e também de tocar. Ele foi como o Pelé: criar depois é fácil, mas quem inventou foi ele. Esse é o grande trunfo de Hendrix, que foi o cara mais bem vestido e elegante do rock and roll. Os figurinos dele eram maravilhosos. Eu vou citar uma música, ‘All Along the Watchtower’, que é do Bob Dylan e foi gravada por ele. Ela explica muito o Jimi Hendrix, porque você ouve aquele som e sente os efeitos que a guitarra faz, as texturas que ele utilizava, os ecos e os efeitos de estéreo passando de um lado para o outro. Ele não gostava da voz dele, mas ela é muito sensual. Ele é um fenômeno, mas ainda bem que morreu, porque, se estivesse vivo hoje, ninguém mais tocaria guitarra [risos]”. 

Nuno Mindelis, guitarrista de blues
“Hendrix reinventou a guitarra. Quando ouvi a primeira vez, aos 12 anos, ‘Who Knows’, do disco Band of Gypsys, parecia que era algo vindo de outro planeta. Algo tão seminal e revolucionário só pode mudar para sempre a relação de qualquer guitarrista com a guitarra. É quase como a invenção do automóvel. Acho que a técnica dele era visceral, assim como a postura. Algo único, que acontece a cada 100 anos. Por isso, podemos esperar mais um bom tempo.

Sou bastante influenciado por ele e, durante muito tempo, não percebi isso, porque é uma influência inconsciente, digamos, subliminar. Uma vez caí na real e pensei: ‘Pô, eu transbordo Hendrix desde pequeno e nunca parei para pensar nisso’. Difícil saber como ele estaria hoje, mas daria tudo para ver que tipo de experiências estaria fazendo, para onde tudo aquilo levaria. Consta que ele era frustrado por não tocar jazz. Quem sabe hoje fosse um Wes Montgomery psicodélico. Que, aliás, do ponto de vista de invenção, criatividade, originalidade e significado, já era aos 25 anos de idade. Mas não era para ele fazer 70. Gênios morrem cedo geralmente. A única exceção de que me lembro de gênio longevo é Bob Dylan.”  

Fernando Deluqui, guitarrista do RPM
“Não há como tocar guitarra no pop rock sem conhecer o trabalho de Jimi Hendrix. A quase totalidade do que chamamos hoje de “som de guitarra” contém ao menos um pouco do som que foi moldado por Jimi em sua curta carreira. Quando da sua aparição em 1967, Hendrix causou um terremoto tamanho que o rock se tornou quase Em estúdio, a execução de Hendrix é imbatível, tamanha a emoção que jorrava de seus dedos. O cara, com a ajuda do LSD, encontrou um forte canal com a música, que possibilitou criar de maneira única. Essa virtuosidade, aliada à sua postura incendiária, o levou à frente das bandas em que tocava. Sua força era tamanha que se transformou no primeiro artista pop negro claramente desejado pelas mulheres. Isso numa época em que os Estados Unidos viviam tempos de puro preconceito racial.

É impossível prever como Hendrix estaria hoje, pois sua musicalidade era tão rica que, em apenas três anos, revolucionou a música do planeta. Fico deprimido só de pensar no que perdemos. Como Jimi comemoraria, eu não sei, mas eu vou comemorar no palco, graças a Deus. A minha guitarra tem uma fala que, em muito, lembra Hendrix. O seu primeiro sucesso, “Hey Joe”, foi a primeira música que toquei numa guitarra. Ainda nos anos 70, montei, com colegas no ginásio, a minha primeira banda, para tocar músicas de Hendrix, e acredito ter muita sorte por isso.”

Guto Barros, guitarrista fundador da Blitz
“O virtuosismo dele é evidente, mas, além disso, ele conseguia equilibrar essa técnica apurada através de uma dinâmica que criava um efeito hipnótico, transitando entre as mais tranquilas baladas, como, por exemplo, “Angel”, até as mais incendiárias performances, como “Foxy Lady”. Já tive a oportunidade de tocar em tributos a ele, em que pude sentir o peso de sua obra e a onda que a mesma gera. A maneira sinfônica e, ao mesmo tempo, selvagem com que ele concebia seus riffs e solos me deu base para desenvolver muito do meu próprio conceito.

Acho que, hoje, Jimi Hendrix certamente estaria com aquele look freak e de tremendo bom gosto que ele sempre apresentou. E também pelo fato de ter sido um tremendo improvisador, com certeza estaria em processo de permanente renovação. Acredito, imaginariamente, que ele estaria pesquisando uma área meio que no estilo black na praia de um Miles Davis, ou talvez alguém como Herbie Hancock.”  

Fernando Magalhães, guitarrista do Barão Vermelho
“Nunca alguém tinha ouvido aquela sonoridade, daquele jeito, antes. A pegada do Hendrix é inconfundível e sua destreza, impressionante. Ele criou muitas técnicas e um jeito de tocar que ecoa por décadas, até hoje impressa em estilos de vários guitarristas. O começo da carreira em Londres é fantástico, foi arrebatador, nas palavras de grandes guitarristas e artistas que o assistiram, como Eric Clapton, Andy Summers, Jeff Beck, Paul MacCartney, Pete Townshend... eu adoro o álbum Hendrix in West, que tem partes de dois concertos, um em Berkeley e outro em San Diego. As versões de “Voodoo Chile” e “Johnny B. Goode” são inacreditáveis.

Apesar de ele não ser a minha válvula mestre de referência, todos que tocamos rock/blues temos em algum ponto a sua aura, seja no tocar, no som, nos ruídos ou na atitude.” 

 Fernando Magalhães, guitarrista do Barão Vermelho
“Nunca alguém tinha ouvido aquela sonoridade, daquele jeito, antes. A pegada do Hendrix é inconfundível e sua destreza, impressionante. Ele criou muitas técnicas e um jeito de tocar que ecoa por décadas, até hoje impressa em estilos de vários guitarristas. O começo da carreira em Londres é fantástico, foi arrebatador, nas palavras de grandes guitarristas e artistas que o assistiram, como Eric Clapton, Andy Summers, Jeff Beck, Paul MacCartney, Pete Townshend... eu adoro o álbum Hendrix in West, que tem partes de dois concertos, um em Berkeley e outro em San Diego. As versões de “Voodoo Chile” e “Johnny B. Goode” são inacreditáveis.

Apesar de ele não ser a minha válvula mestre de referência, todos que tocamos rock/blues temos em algum ponto a sua aura, seja no tocar, no som, nos ruídos ou na atitude.” 

 Em 1970, Jimi Hendrix, pouco antes de morrer, fez um histórico show em Berkeley, nos Estados Unidos. Um trecho gravado da apresentação faz parte do documentário Jimi Plays Berkeley, que ganhará um relançamento especial em DVD e Blu-ray no próximo dia 10, nos Estados Unidos. Neste vídeo, você assiste a eletrizantes demonstrações do talento do guitarrista em "Voodoo Child" e "Purple Haze".

Jimi Hendrix ocupa o primeiro lugar da lista de melhores guitarristas da história:
Fonte: Rolling Stones Brasil

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Vida de Michael Hutchence do INXS será levadas às telas

A vida de Michael Hutchence, o eterno vocalista dos INXS, se suicidou em 1997. E em breve sua vida se tornará um filme. As audições para escolha de elenco começarão ano que vem. O roteiro de "Two Worlds Colliding" será adaptado do livro "Just A Man ? The Real Michael Hutchence" escrito pela mãe do cantor.

O roteirista Bobby Galinski disse que a obra terá portanto uma visão de como os familiares de Michael o viam e não uma biografia no estilo "sexo, drogas e rock'n'roll".

Os australianos do INXS foram uma das bandas mais populares do planeta entre a segunda metade dos anos 80 e o começo dos 90 graças principalmente pelo carisma de Hutchence - um dos grandes símbolos sexuais da época.

O grupo continuou na estrada após a sua morte mas sem jamais ter conseguido repetir o sucesso de seus anos de glória. Há algumas semanas o grupo anunciou sua separação definitiva.
Fonte: Cidade Web Rock

Jimi Hendrix: Álbum com canções inéditas sairá em 2013

 
Músicas inéditas de Jimi Hendrix serão lançadas em um álbum chamado "People, Hell and Angels", que chegará ao mercado em marcço de 2013. O disco terá 12 faixas gravadas pela lenda guitarra, entre 1968 e 1969.

Essas canções deveriam fazer parte de "First Days Of The New Rising Sun" o disco em que ele estava trabalhando antes de morrer em 18 de setembro de 1970, aos 27 anos.


“People, Hell and Angels” será o 11º álbum póstumo de gravações em estúdio de Hendrix, entre muitos discos ao vivo, bootlegs oficiais e coletâneas. Em sua vida, o guitarrista lançou apenas três álbuns de estúdio com a Jimi Hendrix Experience e um ao vivo, com a Band Of Gypsys.


Segundo Janie, irmã de Jimi, o músico estava compondo um som mais experimental, tocando também teclado e metais. “Ele descrevia o trabalho, em 1969, como o que teria se tornado o Earth, Wind and Fire”.


De acordo com a revista norte-americana Rolling Stone, o material também conta com mais uma guitarra e percussão. Em “People, Hell and Angles”, Hendrix gravou faixas com Mitch Mitchell e Noel Redding, do Expience, e estara experimentando tocar com outros músicos, como Stephen Stills, o saxofonista Lonnie Youngblood, Billy Cox e Buddy Miles.
          Fonte:  Territorio da Musica

sábado, 24 de novembro de 2012

Tears for Fears: Espaço das Américas - São Paulo/SP

 
Pouco mais de um ano após estrear em palcos brasileiros o Tears for Fears volta ao País com a mesma turnê, as mesmas músicas. Seria de esperar que o interesse do público diminuísse. Mas a dupla Roland Orzabal e Curt Smith encheu o Espaço das Américas, na capital paulista, em plena quinta-feira.

Antes da apresentação do grupo, a cantora Carina Round e seu violão fizeram um curto set de 25 minutos. Você não a conhece? Quase ninguém a conhecia. Até que ela começou a cantar e chamou a atenção do público com sua bela voz, seu carisma e gracejos. Simpática, a moça arrancou sorrisos, assovios e palmas da plateia.

A cantora, que lançou este ano o disco “Tigermending”, prometeu distribuir cópias do CD no final do show para quem fosse encontrá-la na lateral do palco. Ela não imaginava que reuniria um punhado de pessoas que quase a esmagaram para pegar um disquinho. Nosso fotógrafo, Lauro Capellari, sempre esperto, descolou um.

Finda a bela apresentação de Carina, às 22h30, adentra o palco o Tears For Fears, dirigido por Orzabal e Smith, e complementado pelo guitarrista Charlton Pettus, pelo tecladista CJ Vanston, pelo baterista Jamie Wollam e - para a surpresa de muitos - pela vocalista de apoio, Carina Round.

Sem conversa, a banda inicia o show com um de seus muitos ‘hits’: “Everybody wants to rule the World”, com Curt Smith cantando. A reação efusiva do público é como uma garantia de que a noite será mais do que boa. Ela promete ser uma noite incrível.

Assim que a banda encerrou “Sowing the seeds of love”, sob gritos entusiasmados dos fãs, Orzabal manda num belo português que chega a impressionar: “Estamos muito felizes de estar no Brasil. Da última vez que viemos tocamos no Credicard Hall e foi fantástico”. Aproveitou o momento para apresentar a vocalista de apoio. Na sequência, veio a bela “Change”, mais uma vez com Smith nos vocais.

“Call me Mellow”, “Everybody Loves a Happy Ending”, “Advice for the Young at Heart”, “Pale Shelter”, “Breaking Down Again”, “Badman's Song”, “Closest Thing to Heaven” e “Mad World” estavam no repertório. “Head Over Heels” fechou o set antes do bis. 

Lá pelo meio do show, Orzabal brinca ao microfone: “Raoul…”. Com a plateia na expectativa de ouvir “Raoul and the Kings of Spain”, a banda começa a tocar uma versão mais lenta para “Billie Jean”, do Micheal Jackson.

A razão pela qual a banda não tocou a música talvez seja porque ela é de um disco do qual Curt Smith não participa – foi lançado na época em que a dupla se separou. Mais isso não impediu os fãs de pedir: um rapaz gritava: “Toca Raoul!”. Uma piadinha que Oorzabal custaria a entender.

O grande mestre da noite, se podemos chamar assim, foi Roland Orzabal. O palco, ornado com cinco painéis de led – quatro retangulares, de pé, e um meio círculo no centro – criou a moldura perfeita para que uma banda competente deixe Orzabal brilhar. Ele é o dono do show, sem dúvida. Canta, sorri, agradece, brinca. Só Carine divide realmente alguma atenção do público.

Quanto a Smith, mesmo que não questionemos sua competência e talento, não podemos dizer que esteja em seus melhores dias. O músico se dirigiu ao público, agradeceu, brincou timidamente. Tocou seu instrumento - o baixo. Mas como vocalista, desafinou, saiu do tom e perdeu o tempo das canções. Carina assumiu sua parte nos vocais diversas vezes. Em “Woman in Chains”, já no bis, é ela quem canta. Smith nem chega ao microfone.

Para o bis, aliás, o público recebeu a banda com bexigas verdes e amarelas que haviam sido distribuídas para a plateia - a ação que partiu do fã clube. A noite do Tears For Fears encerrou com o mega hit “Shout”, que teve seu refrão cantado pelo público em coro. Promessa de noite inesquecível cumprida, a banda se despede jogando palhetas e baquetas para o público. O baterista ainda apareceu na lateral do palco e tirou fotos com alguns fãs.
Fonte: Territorio da Musica

Deep Purple: Gillan fala sobre a longevidade da banda


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Leslie Wilson Jr. do GulfNews.com's Tabloid entrevistou recentemente o vocalista do DEEP PURPLE, Ian Gillan. Seguem alguns trechos da conversa.
GulfNews.com: Como vocês mantém o entusiasmo e a energia ao longo das turnês e dos anos? Qual o segredo?
Gillan: Bem, eu não sei ao certo. Nós nunca planejamos chegar tão longe. Possivelmente é a forma como nos preparamos no início. Nós não tínhamos ambição, exceto a de fazer da banda a melhor possível. Toda rua em que morei no sul da Inglaterra tinha uma banda, então você tenta e rouba o guitarrista ou o baterista da banda da rua mais próxima, apenas para melhorar sua própria banda e só o que importava para nós era apenas tocar a música que amávamos. Nós não dávamos importância à imagem. Na verdade, nós não temos um relações públicas – nunca tivemos – e nós nunca demos importância a essas coisas de negócios corriqueiras. Então há uma simplicidade básica no caráter da banda que sobreviveu e não acho que tenha mudado de jeito nenhum. A música meio que amadureceu com a gente – ela cresceu um pouco, suponho – mas ainda tem toda a energia e o entusiasmo que tínhamos quando eramos garotos. Tirando isso, não conseguiria responder a sua pergunta porque é algo muito próximo de mim. Tudo o que sei é que há total energia e ainda amamos isso.
GulfNews.com: Você tem gritado rock por mais de 40 anos. Como você consegue?
Gillan: É bem natural, eu faço muito disso, então me mantenho razoavelmente em forma. Meus colegas que foram cantores desistiram para curtir seu sucesso ou constituir famílias e não puderam continuar. Então eles tentaram voltar após alguns anos mas foi muito difícil por causa das cordas vocais, que diferentemente de cordas de guitarra, são imperdoáveis, você não pode trocá-las. A maioria das coisas estão dentro de meu alcance, eu canto bem naturalmente, então não faço força, nunca fiz.
GulfNews.com: Em virtude do sucesso que o DEEP PURPLE alcançou, a banda foi nomeada para o Rock And Roll Hall Of Fame. O quanto isso é uma honra?
Gillan: [risos] Sem que me pedissem, eu foi nomeado para receber um título há um tempo e fiquei meio farto desse tipo de coisa e então racionalizei a situação. Quando eu era menino, a última coisa que eu queria era ser institucionalizado e meio que lutei contra o estabelecimento minha vida toda. Contudo, quando eu tive a chance de pensar a respeito da nomeação, eu tomei consciência de que estava vendo pessoas a meu redor ficando felizes com isso e compreendi que isso é para minha família e para meus amigos e não é só para mim, é para as pessoas que nos apoiaram por todos esses anos, particularmente nos maus momentos. Então vejo isso de uma forma diferente agora, com uma certa dose de humildade.


Fonte: whiplash.net

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Rick Wakeman: Teatro Bradesco - São Paulo/SP

 
Quem viu as apresentações de Jean-Luc Ponty e Jack Bruce sabe que o Teatro Bradesco é um ótimo lugar para se assistir a um show: o conforto da sala e a qualidade do som, além da própria beleza do teatro, fazem a diferença para quem tem como prioridade assistir ao concerto e ouvir a música. Dessa vez não foi diferente, e seria ótimo que esse espaço se firmasse como palco frequente de shows de rock.

O tecladista Rick Wakeman é uma dessas lendas do rock que dispensam apresentações. Sua participação no Yes, no início dos anos 1970, alçou-o ao estrelato, ao status de “mago dos teclados” e a uma bem-sucedida carreira solo, com discos como “The Six Wives of Henry VIII” e “Journey to the Centre of the Earth”. Seu virtuosismo, aliado ao fato de tocar vários teclados diferentes em uma mesma música, algo inédito até então, estabeleceu um novo padrão para instrumentos de teclado no rock. Rick foi o primeiro a empilhar teclados uns sobre os outros no palco, algo impensável àquela época.

No entanto, se o tecladista inglês se tornou um dos pilares do rock progressivo, também contribuiu para sua derrocada. Seu virtuosismo e grandiloquência acabaram sendo associados por muitos ao som exagerado e espalhafatoso que começou a caracterizar esse tipo de música por volta de 1976. E a capa prateada que Rick costumava usar no palco aumentava o teor kitsch da coisa.

Assim, para alguns, o tecladista representa o suprassumo do brega e do exagero; para outros, um músico que revolucionou o rock com sua concepção e técnica. Nessa noite, claro, o público é constituído de pessoas do segundo grupo, mas mesmo os detratores de Rick Wakeman, se não de todo desprovidos de razão em seus argumentos, reconheceriam, ao assistir ao show, que ele ainda é referência quando se trata de rock baseado em teclados. E que há público para sua música, dado que a procura pelos ingressos fez com que fosse arranjada uma segunda sessão, logo após a primeira.

Quando as luzes se apagam, Rick (com sua capa brilhante) e a banda entram no palco, e o show abre com “Journey to the Centre of the Earth”, em eficiente versão compacta, ovacionada pela plateia. Rick demonstra sua técnica, baseada principalmente em música erudita, usando 5 ou 6 teclados, além de dois sintetizadores mini-moog. A banda conta com Ashley Holt nos vocais, Tony Fernandez na bateria, Nick Beggs no baixo e Dave Colquhoun na guitarra. Holt cantou no disco “Journey” original, e Fernandez toca com Rick em seu English Rock Ensemble desde 1975.

Uma faceta de Rick menos conhecida pelo público é a de humorista stand-up, atividade que ele vem exercendo regularmente, tendo até lançado um DVD. Nessa noite, talvez pelo fato de ter de repetir o concerto logo a seguir, ele falou pouco, mas não deixou de fazer piada ao introduzir a música Catherine Howard, de “Six Wives of Henry VIII”, dizendo ter tido quase tantas esposas quanto o monarca do século XVI.

A banda é coesa. Rick está em grande forma, e seu desempenho não fica nada a dever às suas performances de 40 anos atrás. Holt ainda está com todos os agudos “em cima”. O baterista Tony Fernandez confere energia e segurança ao grupo, pois, tocando com Rick há tanto tempo, conhece muito bem as músicas e nunca erra, propiciando uma base sólida e precisa para seus companheiros. Nick Beggs fez até solo de Stick, aquele instrumento de dez cordas popularizado por Tony Levin no King Crimson dos anos 1980.

Em seguida vem “The Visit”, música do álbum “Phantom Power” (1990), em que o guitarrista Dave Colquhoun ganha espaço para improvisar. Apesar de competente, sua guitarra estava um pouco baixa no PA - o que é uma pena, pois Colquhoun merecia mais destaque.

O show continua com material dos discos “Arthur” e “No Earthly Connection”, e a música “Catherine Parr” ilustra bem a técnica irrepreensível de Rick, com a plateia aplaudindo de pé. Em “Merlin”, como já de praxe em seus shows, o tecladista pega seu keytar, ou teclado portátil, e vai à frente do palco duelar com o guitarrista. Logo após, Rick desce no meio do público, dando uma volta pela plateia até voltar ao palco. Uma fã sobe no palco e segura o teclado nas mãos, enquanto Rick sola nele ininterruptamente, até terminar a música e o show, para delírio dos presentes.

Mesmo tendo de fazer outro show logo em seguida, a banda voltou para um bis, com “Starship Trooper”, do Yes. Mas o jogo já estava ganho para Rick, por sua técnica, suas composições mais famosas, seu bom-humor e seu carisma. Mesmo que ele ainda goste de usar capas brilhantes.
VEJA UMA PEQUENA PARTE DO SHOW AQUI:
Fonte: Territorio da Musica

EX-VOCALISTA DO VELVET REVOLVER DIZ QUE RETORNO AO GRUPO É POSSÍVEL



Os boatos sobre um retorno do vocalista Scott Weiland ao Velvet Revolver estão tomando ares mais sérios. O músico declarou que é possível essa reunião acontecer.

"Tiveram algumas coisas que ficaram no nosso caminho que não têm nada a ver com a banda (…) mas agora estamos resolvendo isso e nós queremos começar a escrever, pois surgiu uma oportunidade para um grande filme que vai ser lançado", contou Scott.

Apesar do interesse de Weiland, um dos grandes nomes do Velvet, o guitarrista Slash, não parece interessado em um retorno do vocalista à banda. Recentemente ele disse reintegrar Scott seria como "dar um passo atrás" na carreira da banda.

Mesmo com novo vocalista a banda lança disco novo em maio de 201e, segundo informações  seguras e contara com os vocais de  Scott Welland.
OUÇA UM SOM DE 2007 AQUI:
 
Fonte: Cidade Web Rock

terça-feira, 20 de novembro de 2012

DOCUMENTÁRIO SOBRE KURT COBAIN ESTÁ EM FASE DE PRODUÇÃO


O cineasta Brett Morgan anunciou que está trabalhando em um documentário sobre a vida de Kurt Cobain, o vocalista e guitarrista do Nirvana morto em 1994. As informações foram divulgadas pelo jornal New York Post.

"Foi Courtney [Love] quem trouxe isso para mim", disse Morgan. E também explicou que o projeto já está nosplanos desde 2007. "Estávamos tentando achar o momento certo para trabalhar nesse filme e esse momento chegou".

Brett se mostrou um grande admirador de Cobain. "Kurt não era somente um compositor e músico incrível, ele era um artista e cineasta incrível. Então vamos fazer o filme mais ou menos como uma autobiografia em terceira pessoa, como se Kurt estivesse vivo e fazendo um filme sobre a vida dele", disse o cineasta.

Morgan é o responsável por Crossfire Hurricane, o novo documentário dos Rolling Stones que teve transmissão realizada pelos canais HBO e BBC. Já a produção sobre Kurt tem previsão de ser lançada em 2014.
Fonte: Territorio da musica

COREY TAYLOR DIZ QUE TENTOU FAZER DUETO ACÚSTICO COM JUSTIN BIEBER

 
Em março de 2011, um vídeo foi publicado no Youtube com uma versão de Psychosocial, do Slipknot, remixada com Baby, do cantor canadense Justin Bieber. Ao ouvir a versão, Corey Taylor, o vocalista do grupo de metal, disse que não ficou irritado e ainda tentou encontrar Bieber para gravarem uma versão acústica da novidade.

"Eu estava em Baltimore  com a turnê do meu livro e Justin estava em Washington, DC. Eu tentei trazê-lo para a minha leitura pois gostaria de tentar uma versão acústica de Psychosocial Baby juntos. Mas ele estava visitando crianças em hospitais. Você não pode falar nada de mal sobre um garoto que está visitando crianças em hospitais", disse Corey.

O vocalista ainda disse não acredita que Justin seja o responsável pelo vídeo e elogiou o cantor. "Eu sei queJustin  não foi responsável por isso, mas eu achei muito legal. Todo mundo achou que eu fiquei irritado com isso, mas eu fiquei encantado… Eu lhe dou respeito. Ele é um garoto talentoso e se doa pelos fãs".

Confira a versão de Psychosocial Baby:
Fonte: Cidade Web Rock

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Conheça 10 promessas do rock


De acordo com várias publicações internacionais o rock tem grandes chances de voltar ao gosto popular (leia-se da massa) no ano de 2012. Arriscar quais bandas ou artistas podem estourar durante um ano é uma tarefa muito delicada e que conta quase sempre com a sorte. Mesmo com álbuns elogiados, bons singles e clipes bem trabalhados é impossível dizer com propriedade se aquele grupo ou esse gênero fará a cabeça de uma geração. No entanto, as publicações, músicos e DJs antenados nas cenas underground tentam captar aquilo que melhor representa determinada época ou simplesmente um movimento bacana. Seguindo essa lógica, listo aqui algumas bandas – nem todas são novatas e algumas são deveras conhecidas – que podem ou estão começando a chamar a atenção de um público maior. Se elas irão "bombar" mesmo, só o tempo dirá.
Ritzy Bryan (), Christopher Owens () e Ellery Roberts ()
Pra começar, eu poderia ter feito uma lista com mais de cinquenta bandas e artistas interessantes, mas tentei resumir tudo isso em apenas dez, o que pode acabar sendo injusto com algumas. Optei por não pôr bandas como Cage The Elephant, Foster The People, Yuck ou The Vaccines, pois algumas já são figurinhas carimbadas na programação de canais de clipes, premiações, e diversos singles nos charts da Billboard e que já comentamos bastante aqui no Portal Rockline. Tem rock pra todos os gostos. Do metal "fanfarrão" do ao rock às vezes psicodélico do Girls. Dos brasileiros do ao pop rock do . Confira aí!
Tribes
O Tribes é uma banda britânica de Camden, Londres, formada em 2010 por Johnny Lloyd (vocal e guitarra), Dan White (guitarra), Miguel Demelo (bateria) e Jim Cratchley (baixo). Lançaram dois EPs e o single "Sappho" em 2011. Em janeiro de 2012 lançaram o primeiro álbum de estúdio intitulado "Baby" e o single "We Were Children" no dia 9 de janeiro. A banda estará no "NME Awards 2012 Tour" com a Azealia Banks (que participou do novo single do Scissor Sisters), Metronomy e a atração principal Two Door Cinema Club. Serão 12 datas percorrendo o Reino Unido. O Tribes faz um indie rock mais sujo que o comum, que lembra bandas oitentistas como The Cure – inclusive no visual à la Robert Smith do vocalista. Confira o vídeo de "Sappho":


                                                                          Spector
O Spector é uma banda de rock alternativo britânica que começou a chamar a atenção dos jornalistas especializados no começo de 2011, no entanto somente agora foi listada entre as grandes apostas para 2012. Fred Macpherson (vocal), Christopher Burman (guitarra), Thomas Shickle (baixo), Jed Cullen (guitarra e sintetizador) e Danny Blandy (bateria) formam o Spector. Os próprios integrantes afirmam que a sonoridade produzida por eles é "algo entre Roxy Music e Strokes, The Killers e Kanye West, Pulp, R&B e Frank Sinatra". Em novembro de 2011, eles se apresentaram no programa "Later… with Jools Holland", tocando três faixas que serão lançadas no primeiro álbum da banda esse ano. O Spector irá abrir uma série de shows do Florence + The Machine em março de 2012, no Reino Unido.

Girls
O Girls, formado por Christopher Owens, vocalista e principal compositor, e Chet "JR" White, que além de tocar baixo é o produtor do grupo, tem sido aclamado pela crítica musical, comparado pelo The New York Times com artistas do nível de Elvis Costello e Buddy Holly. O último álbum da banda "Father, Son, Holy Ghost", ficou entre os 30 melhores álbuns de 2011 – especificamente no 19º lugar – na soma entre 120 listas renomadas. O som remete ao rock feito nas décadas de 60 e 70, com momentos mais pesados e psicodélicos ("Die") e outros voltados ao rock progressivo ("Vomit").

Grouplove
Se tem uma banda atual de indie rock que sabe misturar na dose certa o experimentalismo com a música pop com êxito esse grupo é o Grouplove, da Califórnia. A banda é formada por Hannah Hooper (vocal e teclado), Christian Zucconi (vocalista e guitarra), Sean Gadd (baixo), Andrew Wessen (guitarra) e Ryan Rabin (batera). Uma curiosidade, Ryan é filho do músico Trevor Rabin, guitarrista da banda britânica Yes (pra quem não conhece ou não lembra, o Yes é dono desse mega hit aqui). O Grouplove já fez um barulhinho em 2011, lançou diversos clipes e estreou o single "Tongue Tied" no 78º lugar no Hot 100 da Billboard, em dezembro. A faixa faz parte do elogiado "Never Trust a Happy Song", que figurou em diversas listas de melhores álbuns do ano.

Mastodon
No Heavy Metal, o Mastodon já está no quinto álbum de estúdio, entretanto, só agora começaram a sair do nicho headbanger para o mainstream. Troy Sanders (vocal e baixo), Brent Hinds (vocal e guitarra), Bill Kelliher (guitarra) e Brann Dailor (bateria e vocal) conquistaram o topo dos melhores álbuns de 2011 na revista norte-americana Kerrang! com o "The Hunter"(2011). O mesmo álbum foi comparado por alguns críticos com o "Black Album" do Metallica. "Curl of the Burl", primeiro single do disco, foi nomeado ao Grammy com "Melhor Performance de Metal/Hard Rock". Alguns jornais brasileiros noticiaram recentemente que a banda tem planos de tocar no Brasil em 2012.

Madame Saatan
O Madame Saatan já foi notícia aqui no Rockline com seu último vídeo e promete alcançar mais fãs durante esse ano. Liderada pela vocalista Sammliz e formado em 2003 em Belém do Pará, o Madame lançou ano passado seu segundo álbum de estúdio, "Peixe Homem". Além de Sammliz, a banda conta com Ed Guerreiro (guitarra), Ícaro Suzuki (baixo) e Ivan Vanzar (bateria). O último clipe da banda “Respira”, foi dirigido pela dupla americana P.R. Brown e Jaron Presant, que já trabalhou com bandas como Smashing Pumpkins, Evanescence e Slipknot. O novo disco encontra-se disponível para download gratuito no site oficial da banda e foi elogiado pelas publicações Rolling Stone Brasil e Billboard. O som da banda é de peso e não deixa nada a desejar se comparado com bandas gringas. Metal brazuca e de qualidade!

Howler
Os rapazes do Howler são de Minnesota, Estados Unidos, e lançaram seu primeiro álbum "America Give Up", no dia 17 de janeiro, pela gravadora Rough Trade, a mesma do grupo feminino Warpaint, mas já liberaram via streaming gratuitamente todas as músicas. A banda faz um rock dançante, com um som próximo de algumas faixas mais pesadas do Strokes e com pitadas de surf rock. Os integrantes são Jordan Gatesmith (vocal e guitarra), Brent Mayes (bateria), Ian Nygaard (guitarra), Max Petrek (teclado), e France Camp (baixo). O Howler fará diversos shows pelo Estados Unidos, Europa e Japão, voltando para o país de origem onde tocarão em Nova York e no mega festival Coachella. O vocalista Jordan entrou na lista de 50 pessoas mais "cool" de 2011 da NME, e o Howler foi nomeado a terceira melhor banda revelação de 2011, pela mesma revista.

Five Finger Death Punch
Quem disse que quem curte e toca metal só pode fazer clipes soturnos e de temática pouco acessível? Os californianos do Five Finger Death Punch estão ai para provar o inverso. O clipe de "Under And Over It", do último álbum "American Capitalist", tem tudo que um vídeo de hip hop poderia ter: mulheres bonitas, piscinas cheias de luzes de neon, bebida alcoólica e carros em alta velocidade. "American Capitalist" vendeu 90 mil cópias só na primeira semana, alcançando o terceiro lugar no Billboard 200 e ficando entre os 25 discos de rock mais vendidos em 2011. O álbum foi produzido por Kevin Churko, que tem no currículo Ozzy Osbourne, Hinder e Slash. A banda é formada por Ivan Moody (vocal), Jason Hook (guitarra), Zoltan Bathory (guitarra), Chris Kael (baixo) e Jeremy Spencer (bateria). A sonoridade das faixas é algo bem próximo do metal feito pelo Slipknot e Avenged Sevenfold. 

The Joy Formidable 

O Joy Formidable é formado pela bela Ritzy Bryan (vocal e guitarra), Rhydian Dafydd (baixo) e Matt Thomas (bateria). A banda já frequentou de maneira discreta a parada da Billboard na Rock Songs com os singles "Whirring" e "A Heavy Abacus", ambos do álbum "The Big Roar". Tendo também participado da trilha sonora do último filme da saga "Twilight"(Crepúsculo) com a faixa "Endtapes" que abre o disco e encerra o filme "The Twilight Saga: Breaking Dawn". Em 2011 os festivais Lollapalooza (Chicago), Reading e Leeds na Inglaterra contaram com a presença da banda, que também abriu alguns shows do Foo Fighters. Em outubro do ano passado tocaram ao vivo a faixa "Whirring" no famoso "Late Show with David Letterman".
 

WU LYF
Entre todas as bandas citadas anteriormente com certeza o WU LYF (pronuncia-se Woo Life, que significa "World Unit! Lucifer Youth Foundation") é o mais bizarro, mas nem por isso o menos interessante. Formado em Manchester, na Inglaterra, a banda surgiu cheia de mistérios. Os integrantes, Evans Kati (vocal e guitarra), Thomas David Francis McClung (vocal, baixo e guitarra), Ellery James Roberts (vocal e órgão) e Joseph Louis Harlan Manning (bateria e piano), não são rapazes de muitas palavras, são um tanto introspectivos. Algo que fica entre a timidez e arrogância para alguns. O primeiro álbum "Go Tell Fire to the Mountain", foi gravado numa igreja e teve resposta unânime da crítica especializa, colocando-os entre os melhores álbuns de 2011. A banda faz um rock experimental intenso e se apresentou recentemente no programa norte-americano "Late Show with David Letterman", do canal CBS tocando a faixa "Heavy Pop" e deixando o palco antes mesmo que o apresentador encerrasse falando sobre o álbum da banda. No mínimo hilário.
 
Fonte: Uol

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