domingo, 30 de setembro de 2012

The Cult mostra processo de composição em formato digital

 
A banda The Cult anunciou o lançamento de um novo álbum, um espécie de prequela de "Choice Of Weapon", disco que a banda colocou no mercado este ano. Com o título de "Weapon Of Choice" o lançamento acontecerá apenas em formato digital, no dia 16 de outubro, via iTunes.

A intenção da banda é mostrar o processo de composição e gravação do disco, para que os fãs saibam como as músicas se trasnformaram ao longo das sessões de composição e ensaio.

A faixa "Twisted and Bleeding" teve seu download liberado pela banda, em seu site oficial, http://thecult.us. Confira o repertório completo de "Weapon Of Choice":

01. Aurora
02. Blackie
03. The Bones
04. Decado
05. Elemental
06. Gibraltar
07. Twisted and Bleeding
08. Militant
09. Supreme
10. Lucifer 
Fonte: Territorio da musica

Música inédita de Cazuza será lançada em disco comemorativo

A gravadora Som Livre lançará uma música inédita de Cazuza no álbum comemorativo de 30 anos do disco de estreia do Barão Vermelho, banda da qual o vocalista, falecido em 1990, era integrante. A informação é de Mônica Bergamo no jornal Folha de S. Paulo.

A canção inédita, composta em parceria com Roberto Frejat, se chama "Sorte ou Azar" e faz parte de uma material que foi descartado na época do lançamento do primeiro disco do Barão Vermelho.
Enquanto não chega a musica nova vamos recordar !
 Fonte: Territorio da musica

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Dappy – Good Intentions

Dappy 
Dappy continua em alta com seu trabalho solo e agora chega mais perto de lançar seu primeiro álbum, que está previsto para o final de outubro. Dessa vez, o rapper chega com um estilo mais diferente em Good Intentions, que tem seu ritmo ditado por um piano e teve seu clipe gravado no Havaí. O artista continua a procurar o topo das paradas com seu mais novo sucesso. Veja aqui!

Fonte: Hits de Verão

Coldplay lançará primeiro álbum ao vivo em nove anos

“Temos uma química que ninguém no mundo possui”, diz Chris Martin no trailer do disco 

Coldplay 

Mylo Xyloto, quinto álbum do Coldplay, foi lançado ano passado mostrando a banda com grandes planos para integrar (e liderar) o time da turma do pop. Com apresentações grandiosas, cheias de efeitos de luz e canções feitas para arenas, a banda decidiu lançar um novo registro ao vivo da carreira, Live 2012.
O disco foi anunciado nesta terça, 25, no site oficial da banda, com um trailer (veja abaixo) que apresenta um pequeno depoimento do vocalista Chris Martin. “Eu amaria se, depois de 20 anos, eu voltasse e percebesse: 'Nossa, era isso que eu sentia quando começamos a ficar realmente bons'.”
Martin ainda diz que a banda, como todas as outras, passa por momentos difíceis, mas que eles superam os desafios pelo amor à música. “Não contamos para as pessoas os momentos obscuros. Nós passamos por rompimentos, vícios, e tudo isso, mas temos uma química que nenhum no mundo tem. Então, não nos estragamos isso.”
O álbum será lançado no dia 19 de novembro e teve a direção de Paul Dugdale, o responsável por Royal Albert Hall, da Adele, e Worlds on Fire, do Prodigy. Estarão presentes partes dos shows na banda em Paris, Montreal e o mega show no Glastonbury Festival, do ano passado.
A turnê de Mylo Xyloto começou em junho de 2011 e foi assistida por três milhões de pessoas. O Rio de Janeiro também recebeu o Coldplay no fim de 2011, quando eles fecharam uma das noites do Rock in Rio.
Em 2003, a banda já havia lançado um trabalho ao vivo, com o nome de Live 2003. Na ocasião, eles reuniram canções dos dois primeiros discos, Parachutes (2000) e A Rush of Blood to the Head (2002).

 Assista abaixo ao trailer de Live 2012:

Fonte: Rolling Stones Brasil

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Led Zeppelin: banda não é, nem nunca foi, um "plágio" Fonte: Led Zeppelin: banda não é, nem nunca foi, um "plágio"

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De uns tempos para cá, virou lugar comum acusar o Led Zeppelin de ser uma banda construída, essencialmente, em cima de canções baseadas em supostos “plágios” de outros artistas. Resumir a obra e o legado da banda formada por Jimmy Page, Robert Plant, John Paul Jones e John Bonham a isso é uma estupidez baseada em desinformação e preconceito, mas infelizmente muitos têm cometido este erro apoiados em análises equivocadas de terceiros.
Em primeiro lugar, é preciso entender o que é considerado plágio e o que é uma simples referência. Sim, há diferença entre os dois conceitos, apesar de os mais apressadinhos ignorarem isso. Em uma definição ampla, o plágio é o ato ou o efeito de tomar para si o trabalho autoral de outra pessoa. No aspecto musical, criou-se uma jurisprudência que define o plágio a partir do uso de sete compassos praticamente idênticos a um trecho de uma canção antecedente. A rigor, o Led Zeppelin foi julgado e condenado por apenas um caso: “Whole Lotta Love” tem um riff muito similar ao de “You Need Love”, composição de Willie Dixon imortalizada por Muddy Waters.
O rock de maneira particular, e a música popular de forma geral, alimentam-se de uma base de fórmulas e clichês bem definidos. Todo gênero musical tem os seus. O blues, considerado o pai de todos os estilos, soa parecido para um ouvinte leigo. Explico: quem nunca ouviu blues, ou tem um contato apenas superficial com o gênero, confundirá a linguagem e a estrutura características do estilo, erroneamente, como similaridade excessiva entre as músicas. Ouça as gravações originais de Robert Johnson, lá na década de 1930, e pegue um artista atual como Joe Bonamassa, por exemplo. De maneira geral, é tudo parecido, porque essa é a identidade do blues, o DNA do gênero. Agora, afirmar que Bonamassa é um clone de Johnson é uma estupidez imensa.
O mesmo vale para o rock, que é um estilo construído a partir de uma escala de acordes comum a todos. Essa escala, obviamente, é finita, e repetições e similaridades são comuns. Pegue os riffs dos Rolling Stones e do AC/DC e os compare aos gravados e compostos por grandes nomes do blues como Willie Dixon, Muddy Waters e John Lee Hooker. Você irá encontrar semelhanças em várias músicas, e de maneira bem fácil. Entretanto, não trata-se de plágio, mas sim do uso de um referencial histórico sobre o qual não apenas a obra dessas duas bandas, mas todo o rock, foi construído.
Você pode fazer esse exercício com vários nomes diferentes. Pegue os discos do Judas Priest e do Iron Maiden e compare com qualquer banda de metal melódico, ou os primeiros álbuns do Metallica, Slayer e Exodus e o thrash metal. Basta mudar o ponto de origem e a sonoridade alcançada, o resto é um processo cíclico.
O que ocorre com o Led Zeppelin em particular irrita porque propaga, de maneira equivocada, a visão de que a banda construiu a sua carreira roubando a criatividade de outros artistas, o que não é verdade. Jimmy Page desde sempre foi um prodígio na guitarra, e ainda criança já se apresentava na TV inglesa. Conforme foi crescendo, fez a sua reputação como músico de estúdio, tocando em centenas de gravações (muitas delas não creditadas) de artistas do porte dos Stones, Kinks e The Who, por exemplo. Essa experiência fez Page ter uma visão única do estúdio, e que ele aplicaria com êxito no Led Zeppelin. O primeiro disco da banda, lançado em 1969, foi produzido pelo guitarrista, assim como os posteriores, demonstrando desde cedo que ele era o chefe da jogada, e que o comando era seu.
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Se você perguntar para qualquer pesquisador ou jornalista musical sério a respeito da importância do Led Zeppelin, receberá respostas entusiasmadas sobre a banda. O Led redefiniu o blues, foi fundamental para o hard, mostrou que uma banda de rock não precisava e nem deveria ficar limitada ao estilo. Liderado por Page, o grupo fez experimentos com diversos gêneros no decorrer de sua carreira, sempre com êxito e com resultados muito superiores às bandas contemporâneas. O Led Zeppelin caminhou pelo folk (“Babe I’m Gonna Leave You”, “Your Time is Gonna Come”), psicodelia (“Dazed and Confused”), o rock da década de 1950 (com a dobradinha “Heartbreaker” e “Living Loving Maid”), o já falado blues (“Since I’ve Been Loving You”, “Tea for One”), música celta (“The Battle of Evermore”), reggae (“D’yer Mak’er”), prog (“No Quarter”, “Carouselambra”), música indiana (“Kashmir”), pop (“All My Love”, “Houses of the Holy” - a música, não o álbum), sons orientais (“In the Light”), country (“Down by the Seaside”), rockabilly (“Boogie with Stu”), heavy metal (“The Rover”, “Achilles Last Stand”), funk (“Trampled Under Foot”) e até mesmo samba (“Fool in the Rain”), além de vários outros estilos musicais.
Tudo isso foi resultado do “roubo” de ideias alheias? Da “chupação” pura e simples? É claro que não! Resumir os oito álbuns gravados pelo grupo - "Led Zeppelin" (1969), "Led Zeppelin II" (1969), "Led Zeppelin III" (1970), "Led Zeppelin IV" (1971), "Houses of the Holy" (1973), "Physical Graffiti" (1975), "Presence" (1976) e "In Through the Out Door" (1979) ("Coda", de 1982, não entra na conta por ser uma compilação póstuma) -, o impacto da música do quarteto, à mera imitação da obra de outros artistas pode ser definido com várias palavras como preguiça, inércia, negligência, apatia, preconceito, desinformação, passividade e outras tantas. Se fosse tão simples assim, se a verdade fosse de fato tão simplória como é vendida, eu pararia agora mesmo o que faço, aprenderia a tocar guitarra, montaria uma nova banda e seria o novo Led Zeppelin!
Resumir a obra do grupo ao plágio puro e simples é, acima de tudo, desconhecimento. O Led Zeppelin foi uma banda única por diversos aspectos. O principal é que tratavam-se de músicos extraordinários. Robert Plant, John Paul Jones e John Bonham eram músicos incríveis e únicos. E, acima do trio, pairava a genialidade de Jimmy Page, um dos maiores guitarristas da história do rock - na minha opinião, o melhor, mas isso é assunto para outro texto. A união da criatividade inerente aos quatro fez nascer uma sonoridade intensa e profundamente influente. Alguns podem afirmar que não tratava-se de um som necessariamente inédito, já que Jeff Beck havia mostrado ao mundo uma sonoridade semelhante no álbum "Truth", de 1968. Vou ainda mais longe: o próprio Yardbirds, banda da qual Page e Beck fizeram parte, caminhava para o tipo de som que o Led Zeppelin faria na década de 1970. Porém, isso não elimina o grandioso e seminal trabalho executado por Page, Plant, Jones e Bonham. De novo: se fosse assim tão simples, porque não surgiram outras bandas como o Led Zeppelin? Se fosse tão fácil, porque ninguém fez nada sequer parecido?
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O impacto da música do Led Zeppelin na cultura popular é gigantesco. Arrisco dizer que só encontra patamar similar no legado deixado pelos Beatles e pelos Rolling Stones. O auge do grupo, durante meados da década de 1970, definiu o comportamento padrão dos músicos de rock, com excessos, orgias e o que mais desse na telha. Há inúmeros filhos bastardos do Led Zeppelin espalhados por todas as décadas. Nomes como Aerosmith, Guns N’ Roses, White Stripes, Black Keys e Rival Sons, só para ficar nos mais óbvios, apresentam influências gigantescas da música do grupo. E esse é um processo que não terá fim, pois todos os dias um menino, uma menina, tem o seu primeiro contato com o som da banda e descobrem o maravilhoso universo criado pelo grupo.
Antes de afirmar e acreditar nas acusações de plágio que cercam o Led Zeppelin, pesquise mais não apenas sobre a discografia dos caras, mas, sobretudo, sobre a história do rock, do blues e da música popular como um todo. Entenda como funciona esse mecanismo, como se dá o processo criativo, onde o cérebro de cada um busca suas referências, e você perceberá, de maneira clara, que a ideia de “ineditismo” puro e simples na música é algo bastante questionável. Há os artistas originais aos montes - como o próprio Led Zeppelin, diga-se de passagem -, mas todos eles partiram de algo já existente. Se formos aplicar esse conceito ao pé da letra, nada será original, tudo será cópia.
Não me venham tentar diminuir a obra de uma das maiores bandas da história da música com acusações e informações que já estão ultrapassadas e já foram negadas e não aceitas até pelos próprios músicos dos grupos que teriam sido, supostamente, “roubados”.
Finalizando, para quem nunca ouviu o grupo ou ainda duvida da sua influência e impacto, sugiro uma audição atenciosa de Physical Graffiti, um dos álbuns mais completos já gravados por uma banda de rock. Depois disso, a gente volta a conversar.



Fonte:whiplash

Documentário sobre B.B. King estreia em outubro

bbking

Músico volta ao Brasil esta semana
Um documentário sobre a vida de B.B. King estreia em outubro nos cinemas do Reino Unido. Intitulado “Life Of Riley”, numa referência ao nome de registro do músico, Riley King, o longa tem a narração do ator Morgan Freeman e as participações de cobras como Eric Clapton, Bono Vox, Ringo Starr, Carlos Santana, Buddy Guy e Mick Jagger. Em DVD, o filme será lançado ainda este ano. O diretor Jon Brewer conviveu com o Rei do Blues durante cerca de dois anos e coleciona mais de 250 horas de gravações. Clique aqui para ver um trecho do longa, cujo lançamento no Brasil não está definido. 

Mesmo depois de ter feito aquela que foi considerada a última turnê, o guitarrista e lenda viva B.B. King pode voltar ao Brasil em 2010. A informação foi publicada por Mônica Bergamo na edição de ontem da Folha de S. Paulo.
Segundo a colunista, B.B. King, de 84 anos, tem uma apresentação agendada no Bourbon Street, em São Paulo, no primeiro semestre do ano que vem. Mais detalhes não foram apurados pela Folha.
Fonte: Rock em Geral

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quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Metallica domina lista de melhores discos do heavy metal

Grupo emplaca quatro títulos nos primeiros lugares

metallica

Em uma rápida pesquisa feita entre os leitores do site da revista “Rolling Stone” americana, durante menos de uma semana, quatro álbuns do Metallica aparecem entre os 10 melhores discos de heavy metal em todos os tempos. Além de ficar no topo da lista, com “Master Of Puppets”, o grupo ainda abocanhou o quinto, o oitavo e o décimo lugares. O Black Sabbath, um dos fundadores do gênero, por sua vez, aparece nos segundo e terceiro lugares. Veja a lista completa com os dez primeiros colocados:

1- Master Of Puppets - Metallica
2- Paranoid - Black Sabbath
3- Black Sabbath - Black Sabbath
4- The Number Of The Beast - Iron Maiden
5- …And Justice For All - Metallica
6- Reign In Blood - Slayer
7- Appetite For Destruction - Guns N’ Roses
8- Metallica - Metallica
9- Led Zeppelin II - Led Zeppelin
10- Ride The Lightning - Metallica

Fonte: Rock na Geral

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Rise Against e Pennywise no WROS Fest em novembro no Brasil

 
A produtora Web Rockers traz pela primeira vez à América do Sul, o festival WROS Fest que acontece nos dias 03 e 04 de Novembro de 2012, no Espaço das Américas em São Paulo.
As bandas americanas RISE AGAINST e PENNYWISE são os grandes destaques do WROS Fest, emcabeçando o line up do festival.

As duas bandas brasileiras que tocam no WROS Fest em São Paulo são Dead Fish no sábado e Garage Fuzz no domingo.

SERVIÇOS - São Paulo/SP
Data: 03/novembro/2012 (sábado)
Bandas: RISE AGAINST - ALKALINE TRIO - ANTI-FLAG - STREETLIGHT MANIFESTO - STRIKE ANYWHERE + DEAD FISH.
Local: Espaço das Américas – Rua Tagipuru, 795, Barra Funda – São Paulo – SP.
Horários: Abertura da casa 14hrs – shows de 15h30 às 23h45.
Ingressos: Double WROS (válido para os 2 dias) = ESGOTADOS! | Single WROS (válido para 1 dia) = R$ 150,00 (inteira) e R$ 75,00 (meia-entrada).
Pontos de Venda de Ingressos em SP: Flame Store – Av. São João, 439 – Galeria do Rock – 2º Andar – São Paulo | Sick ‘n’ Silly - Alameda Jaú, 1529 – Jardins – São Paulo | Chilli Beans - Rua Carlos Weber, 654 – Vila Leopoldina – São Paulo.
Venda de Ingressos online: www.ticketbrasil.com.br/show/wrosfest-sp
Informações: www.wrosfest.com.br
Classificação: 16 anos.

Data: 04/novembro/2012 (domingo)
Bandas: RISE AGAINST - PENNYWISE - ANTI-FLAG – GLASSJAW – A WILHELM SCREAM + GARAGE FUZZ.
Local: Espaço das Américas – Rua Tagipuru, 795, Barra Funda – São Paulo – SP.
Horários: Abertura da casa 14hrs – shows de 15hrs às 23hrs.
Ingressos: Double WROS (válido para os 2 dias) = ESGOTADOS! | Single WROS (válido para 1 dia) = R$ 150,00 (inteira) e R$ 75,00 (meia-entrada).
Pontos de Venda de Ingressos em SP: Flame Store – Av. São João, 439 – Galeria do Rock – 2º Andar – São Paulo | Sick ‘n’ Silly - Alameda Jaú, 1529 – Jardins – São Paulo | Chilli Beans - Rua Carlos Weber, 654 – Vila Leopoldina – São Paulo.
Venda de Ingressos online: www.ticketbrasil.com.br/show/wrosfest-sp
Informações: www.wrosfest.com.br

Classificação: 16 anos.
 Pennywise
Fonte: Universo do Rock

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Evanescence dará um tempo após novembro

Vocalista Amy Lee diz não saber qual será o futuro depois do fim da turnê da banda 

 Evanescence 

Nem bem o Evanescence voltou aos trabalhos e Amy Lee já quer dar um tempo. Em entrevista ao site do tabloide inglês NME, a vocalista planeja uma extensa pausa após terminar a turnê no Reino Unido, em novembro.
“Eu estou pensando que nós podemos dar um tempo. Eu realmente não sei o que fazer depois”, diz Amy Lee. “No fim de qualquer longa turnê você precisa colocar sua cabeça em ordem. Acho que no fim da turnê, nós iremos dar um tempo e pensar nas coisas”.
Evanescence, o terceiro disco da carreira do grupo, foi lançado em outubro do ano passado e quebrou um hiato de cinco anos sem álbum. “Dar esses longos intervalos são vistos como uma coisa ruim, mas eu não acho. As pessoas têm a ideia de que você precisa continuar lançando as coisas para ser lembrado. Mas eu prefiro fazer algo ótimo que faça com que os outros se lembrem de novo. Espero que não dure cinco anos, mas também não vou colocar um prazo”.
Amy Lee diz tocar piano e harpa sempre que pode, mas nunca com o intuito de compor novas músicas e a decisão parece ser definitiva: “Todos nós vamos fazer nossas coisas. Eles [banda] são muito talentosos, vão ficar bem”.
Antes da nova parada, a cantora e a banda virão para shows em quatro capitais brasileiras: Rio de Janeiro, dia 6, no HSBC Arena; São Paulo, dia 7, no Espaço das Américas; Recife, no dia 11, no Chevrolet Hall; e Fortaleza, no dia 13. Depois, a banda segue para a Inglaterra. 
 EVANESCENSE - TOUGHESS
 Fonte: Rolling Stones Brasil

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Helloween lança novo álbum em janeiro


helloween

E sai em turnê com o Gamma Ray em março
O novo álbum do Helloween se chama “Straight Out Of Hell” e vai ser lançado no dia 18 de janeiro de 2013. A produção está à cargo do cascudo Charlie Bauerfeind, que mais uma vez trabalha com o grupo no estúdio do vocalista Andi Deris, na Espanha. A partir de março, o Helloween volta a sair em turnê com o Gamma Ray, a “Hellish Rock Part 2″.
Fonte: Rock em Geral

The Voice chama Usher e Shakira para substituir Cee Lo Green e Christina Aguilera


Pitbull e Shakira - “Get It Started”

Já Adam Levine e Blake Shelton retornam para a quarta temporada do reality show musical
Cee Lo Green e Christina Aguilera estão dando um tempo de The Voice depois de três temporadas consecutivas como jurados na competição de canto da NBC, de acordo com o que a emissora anunciou. Usher e Shakira (foto) irão se juntar os jurados restantes, Adam Levine e Blake Shelton, na comissão julgadora da quarta temporada do programa, no próximo outono.
Tanto Aguilera quanto Green estão investindo em novos projetos: Aguilera lançará um novo disco,Lotus, em novembro, e sairá em turnê logo depois. Já Green está trabalhando tanto em um disco solo, quanto em um álbum com seu grupo de rap, o Goodie Mob. Ele também planeja uma residência em Las Vegas, um livro de memórias e uma sitcom baseada na vida dele para a NBC. Os dois cantores indicaram que voltariam ao programa depois de tirar essa próxima temporada de folga.
"Tenho muito orgulho de fazer parte do show desde o começo, de todo o trabalho que fizemos, e tenho orgulho do que o programa representa como um todo”, disse Aguilera em um comunicado. "Sou uma cantora e artista acima de tudo e estou muito animada de voltar ao que amo... Correndo atrás da minha primeira paixão pela música, durante esse intervalo, eu também poderei voltar e oferecer ainda mais à minha equipe em The Voice no futuro."
"Estou muito entusiasmado de me concentrar completamente em meus outros projetos e interesses", disse Green. "Eu vou voltar para a quinta temporada e vou assistir à quarta”. A NBC é minha casa e no que diz respeito a Usher e Shakira – mi casa su casa."
Curta um pouco da diva no Rock in Rio:
Fontes: Mult Show / revista Rolling Stones

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Creed anuncia quatro shows no Brasil


O Creed anunciou quatro shows no Brasil em novembro, em seu site oficial. A banda se apresentará em Belo Horizonte (dia 19, no Chevrolet Hall), Rio (22, no Citibank Hall), São Paulo (25, no Credicard Hall) e Porto Alegre (26, no Pepsi On Stage). Ainda não há informações sobre valores dos ingressos.

Antes, a turnê sul-americana passará por Lima, no Peru. Depois do Brasil, será a vez de Santiago, no Chile, e Buenos Aires, na Argentina. 

A banda formada por Scott Stapp (voz), Mark Tremonti (guitarra), Scott Phillips (bateria) e Brian Marshall (baixo) fez uma pausa em 2004 e retornou em 2009. O Creed é conhecido por canções como “My Sacrifice”, “With Arms Wide Open”, “One Last Breath”, “One” e “Higher”.
Fonte: Território da Musica
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Oasis não voltaria “nem se todas as crianças famintas do mundo dependessem disso”, diz Noel Gallagher

Noel Gallagher
“Ele não deveria ter tentado me processar”, afirmou ainda o músico sobre o irmão, Liam
Ao que parece, o Oasis deve mesmo permanecer no passado. As provocações mútuas frequentes entre os irmãos Gallagher não dão espaço a um retorno, mesmo depois de declarações de Liam Gallagher de que a banda poderia voltar a tocar em 2015. “Ele não devia ter tentado me processar”, bradou Noel à rádio da revista britânica NME.
“Nem se todas as crianças famintas do mundo dependessem disso. Eu sei que é o tipo de coisa que as pessoas fazem hoje em dia, mas não é o que eu faço”, disse ele. “Oasis foi uma das maiores bandas do mundo”, afirmou Noel, e continuou: “Éramos a maior coisa que saiu da Inglaterra em 35 anos. Por que faríamos isto [voltar a tocar juntos]? Pelos fãs? Ninguém nunca ligou para os fãs desta banda”.
Noel, enquanto isso, confirmou que irá lançar um DVD ao lado de sua nova banda, a High Flying Birds. International Magic Live At The O2 inclui filmagens de shows do grupo ao vivo, apresentações acústicas e videoclipes. O DVD será lançado no dia 15 de outubro.
VAMOS RELEMBRAR O SOM DO OASIS:
Fonte: Rolling Stones Brasil
Edição: Gabriel Hammer

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Bon Scott: será feito um filme sobre a vida do primeiro vocalista do AC/DC


a-feira, 10 de setembro de 2012
3 comentários

Bon Scott, o eterno vocalista da banda AC/DC, terá sua história contada nos cinemas. Segundo informações da companhia norte-americana High Voltage Productions, “Bon Scott: The Legend Of AC/DC” (“Bon Scott: A Lenda Do AC/DC”, em tradução livre) terá roteiro escrito pelo cantor americano Rob Liotti, da veterana banda cover TNT, que é centrada no período de Scott à frente do AC/DC.

O papel principal da trama ficará com Liotti, que retrará toda a passagem de Bon Scott pela banda australiana, entre os anos de 1974 e 1980. O vocalista morreu aos 33 anos engasgado com seu próprio vômito após uma noite de bebedeira na Inglaterra.

O filme será custeado pelo governo australiano e terá a direção de Eddie Martin.
Fonte: Heavy Metal Center

Setembro Negro Festival: Carioca Club - São Paulo/SP

 
Em meio a um feriado prolongado quente na capital de São Paulo, neste último sábado, 08, aconteceu a décima edição do Festival Setembro Negro, já tradicionalmente aguardado pelos fãs de música extrema. Novamente, o lugar escolhido para o evento foi o Carioca Club, que nos oferece conforto e fácil locomoção e sempre é uma ótima opção para eventos desse porte.

Por ter muitas bandas e pelo local ter outros eventos madrugada afora, o festival se iniciou pontualmente às 16h30, com a banda Cauterization, de Presidente Prudente (interior de São Paulo), que toca um brutal death metal. O trio, que conta com uma vocalista, foi uma grata surpresa. Apesar da casa ainda vazia, chamou a atenção dos que estavam presentes e mostrou que tem muita capacidade para festivais de música extrema.


Às 17h20 foi a vez da primeira banda gringa entrar no palco. Os noruegueses do Keep of Kalessin vêm conquistando pouco a pouco um grande espaço internacionalmente. Com uma simpatia notória e com bastante técnica musical, algumas músicas já conhecidas como "Kolossus", "Judgement" e "Dragon Iconography" foram apresentadas, juntamente com trabalhos de seu último disco, "Reptilian" de 2011.


Apesar da competência inquestionável da banda, o som que eles apresentam ainda parece um pouco confuso, ora passando pela escola mais antiga de black/death metal, ora passeando pelas composições melódicas. Falta um pouco de foco na banda como um todo, mas da forma como vêm crescendo, talvez esse seja um novo mercado a ser explorado.


Por volta das 18h00, a casa já estava bem cheia e era a hora do black metal cru do Gorgoroth subir ao palco. Já bem conhecida pelo público brasileiro, a banda atualmente vem fazendo parte de diversas polêmicas e mudanças. Com o vocalista Hoest (originalmente do Taake) e com o brasileiro Fabio Zperandio na guitarra (ex- Ophiolatry), a banda trouxe um "mais do mesmo", com corpse paint, black metal extremo, caretas dos músicos e performance típica do estilo. Porém, é uma fórmula que funciona muito bem ao vivo e nos prende a atenção.


Com a banda divulgando o último trabalho, "Under The Sign Of Hell 2011" (que é uma regravação de um álbum homônimo de 1997), dessa vez os brasileiros puderam conferir músicas como "Bergtrollets", "Prayer", "Forces of Satan", "Krig", "Prophetens" e "Unchain", no show mais longo da noite, com aproximadamente 1h20 de duração.


Pontualmente às 20h00 era grande a expectativa das pessoas presentes para conferir a revelação do festival: os americanos do Autopsy, que fariam sua primeira turnê pelo Brasil. Uma lenda do death metal mundial, a banda formada em 1987 conta com três músicos fundadores: Chris Reifert (bateria e vocal), Eric Cutler (guitarra e vocal e Danny Coralles (guitarra). O baixista que os acompanha é o Joe Allen.


Obviamente que a posição de destaque do grupo se deve a Chris, pois tocar bateria e cantar ao mesmo tempo não deve ser uma tarefa nada fácil, mas ele a desempenha com maestria. O público se mostrou empolgado durante todo o show, com rodas e "moshpit" sempre acontecendo.


Iniciando o show com "Charred remains", o público logo mostrou que o Autopsy era o que realmente estava aguardando. Apesar do show curto (com cerca de uma hora de duração), várias músicas conhecidas foram tocadas, como "Severed survival", "Embalmed", "Voices", "Slaughterday", "Seeds of Doomed" e ao final do show, o público pôde quase que literalmente se matar, com "Ridden with disease", "Twisted Mass of Burnt Decay" e "Critical madness", fechando muito bem o evento.
Charred remains:
 
Fonte: Territorio da musica


segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Nightwish confirma três shows no Brasil

 
 
A produtora Dynamo Brazilie orgulhosamente anuncia uma das performances mais aguardadas dos últimos tempos. O Nightwish, um dos grupos mais famosos no atual cenário do heavy metal mundial, está de volta após quatro anos. Os finlandeses se apresentam em Porto Alegre (09/12 - Opinião), Rio de Janeiro (10/12 - Circo Voador) e São Paulo (12/12 - Credicard Hall). Mais informações sobre venda de ingressos para os shows nas três capitais serão divulgados em breve.

 Nightwish
Com o prestigio de ter seu novo álbum "Imaginaerum" conquistando disco triplo de platina na Finlândia, disco de ouro na Polônia, Suíça, Eslováquia e Alemanha, e estreando nos EUA, na 27° posição do Top 200 da Billboard, Anette Olzon (vocal), Tuomas Holopainen (teclados), Emppu Vuorinen (guitarra), Marco Hietala (baixo/vocal) e Jukka Nevalainen (bateria) certamente estão vivendo o momento mais importante na carreira do Nightwish.

Apesar da saída de Tarja Turunen, antiga frontwoman, o quinteto continua com sua reputação intacta e sendo headliner dos principais festivais da Europa, além de agendar uma nova longa excursão pela América Latina. México, Porto Rico, Peru, Costa Rica, Brasil e Argentina são destinos certos da turnê pelo Continente.

Tratando-se de novos projetos, o Nightwish lança mundialmente, no próximo dia 10 de novembro, o longa-metragem “Imaginaerum”. Além da première, o público poderá conferir a performance da banda. O evento acontecerá no Arena, em Helsinki. O filme foi inteiramente rodado em Montreal (CAN), dirigido por Stobe Harju e produzido por Markus Selin. É o trabalho mais ambicioso de Tuomas Holopainen, com base no álbum homônimo da banda finlandesa. Para assistir ao trailer oficial, acesse www.youtube.com/watch?v=U84fhOqqRBY

O videoclipe de "StoryHartwall time", primeiro single deste novo trabalho, está disponível em www.youtube.com/watch?v=5g8ykQLYnX0

                              Fonte: The Ultimate Music - PR, Management & Consultancy

site oficial de Gene Simmons confirma datas no Brasil


O site oficial de GENE SIMMONS estampa hoje em sua homepage, três datas da tour conjunta do KISS com o MOTLEY CRUE no Brasil, em Porto Alegre (Fiergs, 14 de novembro), Rio de Janeiro (HSBC Arena, 16 de novembro) e São Paulo (Anhembi, 17 de novembro).
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CURTA O SOM DO KISS:
Fonte: whiplash.net

terça-feira, 4 de setembro de 2012

W.A.S.P.: sabotagem na tour com o Motörhead de 1997

W.A.S.P. "30 Anos de trovão" é o nome da série de quinze textos que Blackie Lawless está publicando no "Official W.A.S.P. Nation Website" para comemorar o vindouro trigésimo aniversário de seu grupo, a se realizar em setembro de 2012. Todo mês o guitarrista, vocalista, produtor e lider do W.A.S.P. escreve um episódio contando o caminho que sua banda fez até se tornar umas das mais importantes do mundo do Heavy Metal. No Brasil, W.A.S.P. "30 Years of Thunder" é traduzido EXCLUSIVAMENTE por Willba Dissidente.

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Estava no Arizona no começo de 1995 inspecionando uma propriedade que eu iria comprar. Ela pegou fogo três dias antes finalizarmos o negócio. Então... "California, aqui vou eu"!!! Havia acabado de terminar (o disco) "Still Not Black Enough" e tive muito trabalho o finalizando. Eu sofria da sindrome "PCI". Significa sindrome "Pós- Crimson Idol" (ver edição anterior). É algo comum de acontecer com artistas quando eles fazem um trabalho muito bom. Eles começam a pensar que não há como igualar ou ir além daquele ponto. Acontece o tempo todo. Eu conheci caras que, não obstante terem discos em primeiro lugar na parada, passam a sofrer do mesmo bloqueio mental achando que eles nunca vão alcançar de novo aquele sucesso. Antes de começar "Still Not Black Enough" eu descobri que NÃO tinha mais vontade de encostar numa guitarra. Por seis meses eu passava por elas e elas pareciam cascavéis para mim. Simplesmente não tocaria nelas. Quando eu pensei que compraria uma casa no Arizona, isso voltou. Por ter desenvolvido um problema nas costas, um dia fui consultar um médico quiroprático. Ele me acertou, nós conversamos alguns minutos e ele me perguntou o que eu fazia da vida. Isso tem acontecido por toda minha vida. As pessoas olham para mim e percebem que eu não sou banqueiro, então, invariavelmente, elas começam a questionar quem ou O QUE eu sou. Eu falei para o médico o que eu era, ele perguntou como iam as coisas e eu lhe disse que estava com bloqueio de escritor. Acontece que este médico também havia estudado psicologia. Ele me questionou um pouco mais sobre o chamado "bloqueio criativo". Quanto mais falava disso mais eu começava a entender.
Eu não tinha "bloqueio criativo". Eu tinha "bloqueio do medo"!! Isso ocorre com alguns caras quando após terem muito sucesso com um disco, eles ficam com medo que nunca vão repetir ou superar esse êxito (temor este que beira a paranóia). Falamos por volta de uma hora. Alguns minutos depois de sair do consultório dele eu estava dirigindo e me peguei 'tocando bateria' no voltante do carro enquanto ouvia rádio. Isso era algo que eu não fazia há anos!!
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Perceba, voltei a ver graça na música quando eu descobri que não sofria de bloqueio criativo e que eu não odiava minha guitarra. Eu morria de medo nunca igualar o que eu havia feito no "Crimson Idol". Para resumir, era medo de falhar. É por isso que tem gente demora uma eternidade para fazer discos. Subconscientemente, elas pensam que se você não compor não tem como você falhar. O verdadeiro problema é, deixar de fazer algo por causa disso é a maior de todas as derrotas. Quando finalmente eu encarei essa idéia, eu me libertei. Me considero muito afortunado ter tido essa revelação. Alguns artistas nunca perceberão isso.
Enquanto eu estava no Arizona eu fui a um barzinho ver um show do SLASH. No dia seguinte eu estava dirigindo ouvindo rádio e o DJ disse: "Na noite passada eu fui ver o SLASH". "O show foi ótimo e havia algumas celebridades presentes". Ele continuou: "Rob HALFORD e Blackie Lawless estavam lá". Num tom muito esnobe de voz, ele soltou: "Ei Blackie, o que você está fazendo agora?" Era como se dissesse: foi você ou sua carreira que morreu!!
Eu sentado lá senti como se alguém tivesse me chutado no estômago. Isso era 1995 e o grunge era 'a bola da vez'. Um mês antes eu tinha ido assistir o IRON MAIDEN em Los Angeles e eles tocaram para 1.500 pessoas na platéia. Haviamos descido a esse ponto. O grunge ficou tão grande na época que muitos de nós (das bandas de metal) pensaram que talvez estivesse tudo acabado pra gente. Em retrocesso, não tivesse o W.A.S.P. gravado o "The Headless Children" quando o disco foi gravado e nós poderíamos ter sumido como qualquer outra banda que morreu nos anos oitenta.
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                             Voltando, eu estava sentado no carro, louco, nervoso e fora de mim!!!
Peguei o telefone e liguei para meu assistente... "chame o Holmes... estou voltando essa noite pra casa"!!!
Eu já havia considerado, por alguns meses, sobre ligar para o Chris e ver se ele estava interessado em, de novo, fazer alguma coisa. Eu soube que ele havia divorciado da Lita (Ford, ex- RUNNAWAYS e artista solo).
Passados alguns dias nós nos encontramos pela primeira vez em quase seis anos. Ficamos quase duas semanas só conversando e tentando nos conhecer de novo. Coisa demais havia acontecido nesses seis anos e nós dois mudamos como pessoa. Um mês se passou e nós pensamos que poderia dar certo outra vez. Agora estávamos em agosto de 1995 e ainda não havia começado a 'onda de reuniões planejadas de bandas'. Eu sabia que o KISS estava especulando sobre o tema, mas até então o ACE FREHLEY me disse que NÃO tinha planos de reunião. Depois que nós começamos a compor juntos outra vez, eu lí o MARILYN MANSON dizendo em entrevista que por causa do sucesso DELE que Chris e eu nos reunimos. Honestamente, quando Chris e eu recomeçamos a trabalhar juntos, eu NEM TINHA IDÉIA de quem era Marilyn Manson!!
Foi então que nossa dupla começou a elaboração do que eventualmente se tornaria "Kill, Fuck, Die - KFD" (Mate, Foda, Morra; MFM, em português). Levou, mais ou menos, um ano para montarmos o disco e quando estávamos por terminar começamos a pensar seriamente em remontar a banda. Para a bateria eu tinha Stet (Howland) da turnê do "Crimson Idol" e nós precisávamos de um baixista. Chris disse que conhecia um cara bom para o serviço. Era o Mike Duda!! Ele era jovem e arrogante... exatamente o que precisávamos!!! De bônus, ele tocava com uma presença infernal! O show que nós montamos era monstruoso e NÃO indicado aos fracos de coração!
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Rod (Smallwood, empresário do W.A.S.P. e do IRON MAIDEN, ver edições anteriores), ainda não tinha assistido ao show e eu lembro dele chegando para nos ver em Nottingham. Na noite seguinte ele quis sair para jantar com a gente. Chegamos no restaurante e ele disse "cês sabem, a abertura do show foi ótima. Vocês começaram com o material antigo e pelos primeiros 30 minutos, foi fantástico"!! Ele prosseguiu: "mas então, em algum lugar depois daqueles primeiros 30 minutos, as luzes diminuiram e o show ficou muito dark... e então ele mudou para um clima MUITO PESADO"!!!!
Eu gargalhei e discordei dele. Ele me disse: "vocês não precisam de toda aquela encenação... as músicas são tudo que vocês precisam... aquelas músicas são fortes o suficiente para funcionarem por sí só"!!
Nó continuamos e terminamos a tour na Europa. Eu levei muito tempo para perceber que Rod estava certo!! Desde então, nossos shows são feitos em torno da música. O visual e a teatralidade são construídos ao redor da música... não ao contrário!!!
Uma coisa que eu gostaria de esclarecer foi a parte estadunidense dessa turnê, que nós fizemos com o MOTÖRHEAD. Muito foi escrito do desentendimento que ocorreu entre Lemmy e eu. Havia muita tensão entre nós durante toda essa fase da tour e num dado momento eu entrei numa discussão acalorada com ele. Eu já conhecia o Lemmy havia muito tempo e os problemas que nós estávamos tendo não faziam sentido. Nós costumávamos sair juntos para os Night Clubs, então os acontecimentos da turnê que causaram problemas eram estranhos; para se dizer o mínimo. Poucos meses após acabar minha turnê eu encontrei com ele durante a filmagem de um especial para o VH1. Nós conversamos um pouco e discutimos que diabo havia acontecido. Acabamos descobrindo: alguém do agendamento de shows havia me dito uma coisa, e Lemmy disse que outro cara o contou o oposto do que eu havia ouvido a respeito de como a turnê deveria ocorrer. Isso fez uma tour que deveria ter sido recheada de diversões ser preenchida com tensão totalmente desnecessária. O que aconteceu é que esse pessoal que cuidou do agendamento usou tanto a Lemmy quanto eu para conseguir o que eles queriam. Depois que terminamos nosso assunto eu fiquei MUITO emputecido com esses caras. Eu sei, eu FUI MANIPULADO!!! Nós nos abraçamos e ele me ligou no dia seguinte. Eu sou feliz por o chamar de amigo. Quisera eu voltar no tempo e desfazer tudo o que ocorreu naquela tour!!! Como nota de rodapé, nossas bandas estavam tocando há alguns meses (em 2012) num festival na Romênia. Estava, sem sombra de dúvida, muito CALOR naquele dia!!! Eu entrei no camarim do MOTÖRHEAD após o W.A.S.P. sair do palco e disse, "Lemmy, o que quer que você faça, tenha certeza de estar COMPLETAMENTE hidratado antes de subir no palco ou você vai desmaiar"!! Ele levantou um copo cheio de Coca-cola com Jack Daniels e disse: "pretendo estar tão COMPLETAMENTE hidratado lá fora ... tanto quanto OS MUITOS cubos de gelo nesse copo me permitirem"!!!! Tudo o que eu pude fazer foi segurar minha cabeça e começar a gargalhar... esse é o Lemmy que eu conheço e amo!!!
Junto com o Chris fizemos mais alguns poucos discos mas, sinceramente, eu não sentia que ele e eu éramos capazes de capturar a mágica que tivemos juntos no começo da carreira. Veio 2000 com Darrel Roberts completando o time por mais alguns anos. Para aquele momento, Roberts fez um bom trabalho. Agora era hora de começar de novo.
Em 2006 o W.A.S.P se tornou a unidade que é hoje. Bem-vindo de volta Doug Blair (ele fez a tour do Crimson Idol)!!! Bem-vindo Mike Dupke (bateria)!!! E Duda... ele é quem está há tempo nessa banda, exceto por mim... 17 anos!!!! Agora era chegada a hora de concebermos o "DOMINATOR"!!!!
Mais mês que vêm,
B. L.
Nota: Quem quiser ter uma idéia do que Rod Smallwood queria dizer pode conferir no vídeo abaixo uma filmagem da turnê do W.A.S.P. de 1997 (no Rainbow Club de Milão, na Itália).
AGORA CURTAM W.A.S.P. (SLEEPING):


Fonte: Whiplash
                                                               Edição: Gabriel Hammer

Alanis Morissette: Havoc And Bright Lights

  • A cantora canadense Alanis Morissette durante sua apresentação neste domingo em São Paulo, onde fez o primeiro dos oito shows de sua nova turnê pelo Brasil.
 

Alanis Morissette está de volta com um álbum novo em muitos níveis. “Havoc And Bright Lightes” (“Destruição e luzes brilhantes”, em tradução livre) é o nome desse novo disco, que chega após quatro anos de silêncio da cantora.

Novo álbum e nova Alanis, pelo o que podemos ouvir em suas letras, mais doces e felizes que nunca. Todos nós sabemos que nunca haverá outro “Jagged Little Pill”, o genial disco que fez Alanis se tornar conhecida por absolutamente todo mundo. Mas ainda assim ter essa confirmação álbum após álbum é difícil.


É ótimo que Alanis esteja feliz com sua nova vida de mulher casada e fascinada por ser a mãe do pequeno Ever, e não entendam mal: "Havoc" é um bom disco. Mas para os que se apaixonaram pelo som daquela Alanis de 1995 vem sendo necessário um trabalho de adaptação. Todos os álbuns seguintes são muito bons e, apesar de sempre virem com um ‘single’ num mesmo estilo pop/rock, vinham também com surpresas interessantes.


“Havoc And Bright Lights” é o oitavo disco da Alanis e foi produzido por Guy Sigsworth - que produziu o antecessor “Flavors of Entanglement” - e Joe Chiccarelli.


Abre com o ‘single’ “Guardian”, que tem uma letra bonita - é sobre ser o anjo da guarda e a protetora de seu filho. É uma boa faixa, talvez a melhor do álbum, mas musicalmente é um baita de um clichê, algo que infelizmente se repete por algumas vezes no trabalho. Temos uma pitadinha de espírito de “destruição” na faixa “Woman Down”, uma espécie de hino feminista, meio forçada e fora de contexto, com batidas eletrônicas que contribuem para destoar de tudo.


“Celebrity” é uma música com arranjo muito bom, mas a letra é boba. Podia ser tão diferente, mas é isso que temos para hoje. “Win And Win” também é uma das intrigantes: começa com percussão e violão, depois vira um pop muito incomum para padrão Alanis. Acredite, digo isso tudo com peso no coração, mas não poderia fazer diferente.


Felizmente o disco tem seus bons momentos como “Receive”, que soa como Alanis, “Numb”, “Lens” e a linda balada “Til You” são algumas que se destacam. A pergunta é: devemos nos preparar para uma nova Alanis, assim como ela foi da dance music (lembra de “Too Hot”?), para o “Jagged Little Pill”?

                                                          Ouça  “Guardian” abaixo:
 
Fonte: Territorio da Musica
                                                                         Foto: G1

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Evanescence cancela alguns shows na América do Sul


                                      

A Dreams Espectáculos, empresa anunciou a chegada do Evanescence em La Paz, Bolívia, acaba de anunciar o cancelamento do show em vários países da América do Sul! "A Dreams Espectáculos informa que a agência internacional de turnê encarregada das apresentações do Evanescence a nível mundial, anunciou a inesperada e irremediável exclusão dos shows pela América do Sul na Bolívia, Venezuela, Equador e outros 10 países em outros confins do planeta", foi parte da publicação que foi veiculada na página do Facebook da empresa.
A Dreams Espectáculos disse que, entre as principais razões dos cancelamentos, estão problemas de logística e acessibilidade por transportes terrestres de um país a outro. Disseram ainda que a própria assessoria do Evanescence anunciou que "mover por terra todos os equipamentos é um problema sério, e é muito custoso na América Latina, o que aumenta o tempo entre um show e outro". Também se argumenta que o aumento das datas na turnê nos Estados Unidos e Reino Unido, antes não planejadas, acabaram por ocasionar a diminuição de datas nessa parte do globo (América Latina).
Os empresários da banda garantiram, contudo, que deixam aberta "a possibilidade e promessa de que a Bolívia esteja no caminho de um 'segundo round' da turnê, que será programado depois que terminarem os shows nos Estados Unidos e Reino Unido"
Os empresários da banda não se manifestaram sobre cancelamentos no Brasil então, até segunda ordem, os shows por aqui ainda estão de pé!

Fonte: evanescense.com.br

Novo álbum do Queens Of The Stone Age é elogiado por vocalista do Eagles of Death Metal

 
 
Jesse Hughes, vocalista da banda Eagles of Death Metal, elogiou o novo trabalho do Queens Of The Stone Age, segundo informou  o site da NME. Ele disse ter acesso privilegiado ao material que já foi produzido. Hughes faz parte do projeto paralelo de Josh Homme, o Eagles of Death Metal, banda que o vocalista do QOTSA toca bateria.

"As coisas que ouvi do novo álbum do Queens são muito boas", afirmou Jesse. "É o tipo de música que faz John Holmes (ator pornô famoso nos EUA) ter um pênis maior mesmo estando morto, o que é bem legal.", completou brincando.

O Queens Of The Stone Age trabalha no sexto CD da carreira. Recentemente, foi divulgado no perfil do Facebook que a banda estaria "gravando". Informações mais detalhadas do trabalho ainda não foram divulgadas.
Vejam os caras no Rock In Rio :
 
 
Fonte: Cidade Web Rock

Jay-Z participa de show do Pearl Jam

Rapper cantou a música "99 Problems" com o grupo de Seattle; assista 

 Pearl Jam 


Em show no último domingo, 2, o Pearl Jam chamou Jay-Z para uma participação especial. Juntos, eles cantaram o single do rapper "99 Problems", hit do disco The Black Album (2003). A informação é do site da revista NME.
O grupo de Seatle foi a atração principal da segunda noite do Made in America Festival, na Filadélfia (Estados Unidos), cuja curadoria é assinada pelo próprio Jay-Z. O rapper, aliás, foi o headliner do primeiro dia, ao lado de Skrillex, Calvin Harris e Passion Pit (os três com passagens recentes pelo Brasil).
No domingo, tocaram The Hives, Odd Future, Drake e foi, então, a vez da trupe de Eddie Vedder. O repertório sempre mutante, como de praxe nas apresentações do grupo, teve 25 músicas, incluindo covers do The Clash (“Know Your Rights”), The Who (“Love, Reign O’er Me”) e Neil Young (“Keep On Rockin' In The Free World”),
Assista abaixo ao vídeo que mostra Pearl Jam e Jay-Z juntos no palco: 
Fonte: Rolling Stones Brasil


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