quarta-feira, 30 de maio de 2012

No Doubt leva empresa Activision aos tribunais

Banda não está feliz com o jogo que a empresa criou.
No Doubt
A empresa “Activision”, fabricante de jogos, e o grupo No Doubt deverão se encontrar nos tribunais ainda este ano. Segundo a banda, um dos games da desenvolvedora usa características dos membros do grupo de maneira equivocada.
O No Doubt começou o processo contra os criadores do jogo em 2009. Aos olhos do quarteto, a “Activision” fez um game que permite aos jogadores a possibilidade de descaracterizar avatares individuais dos integrantes de maneira irreal. A denúncia original declarou que estas manipulações incluem a possibilidade de fazer com que Gwen cante com uma voz masculina e seus colegas do sexo masculino com vozes femininas.
De acorco com o E! News, a juíza Ramona See, do “Tribunal Superior de Los Angeles”, negou a petição da “Activision” de arquivar o caso e ambas as partes terão de enfrentar no tribunal.

Fonte: RockWay

Gravadora comemora o sucesso do novo álbum de Marilyn Manson

 
A gravadora Cooking Vinyl está comemorando o sucesso internacional de BORN VILLAIN (2012), primeiro e novo álbum da banda Marilyn Manson  após sua saída da Universal Records. Ele foi lançado pelo próprio selo do cantor, o HELL ETC.
O álbum alcançou a #5 posição na Alemanha, além de estrear na #10 posição na parada de músicas dos EUA e superou a lista de lançamentos Hard Rock Álbuns e Independentes da Billboard, alcançando as #1 posições.
O álbum foi bem recebido também na Europa, onde alcançou fortes posições na Áustria (#4), França (#6) e Suíça (#2). No Reino Unido o álbum conseguiu estrear na #14 posição.
Como parte do projeto, Johnny Deep fez uma parceria com Manson para uma cover da música “You’re So Vain” de Carly Simon’s.
Martin Goldschmidt, Fundador e MD do grupo Cooking Vinyl disse: "Estou muito satisfeito com este disco. É um grande começo para a campanha de Manson e um grande marco para a Cooking Vinyl com o nosso primeiro álbum Top 10 nos EUA."

Fonte: RockWay -

CPM22 e Garotos Podres tocam no festival Araraquara Rock 2012

Evento, que terá dois palcos, acontece de 12 a 15 de julho em Araraquara.

Banda CPM22 toca no último dia do evento (Foto: Divulgação)

Programação inclui ainda cinema, exposições, workshops e intervenções.

 

A produção do Araraquara Rock 2012 divulgou o nome das bandas confirmadas para participar do evento, que ocorre entre os dias 13 e 15 de julho, no Teatro de Arena, em Araraquara (SP).
Os grupo Eletrofan e Tokyo Savannah tocam na sexta-feira (13). No sábado (14), será a vez de Dead Or Alive, Shadowside e Viper. Garotos Podres e CPM22 encerram o festival no domingo (15).
Além dos shows, a progração da 11ª edição do evento conta com atividades como cinema, exposições, workshops e intervenções artísticas. A abertura do Araraquara Rock será no dia 12 (quinta-feira), no Sesc Araraquara, com a banda Plebe Rude. A entrada é gratuita.
                                                             Dois palcos
Em 2012, o Araraquara Rock contará com dois palcos: o Arena e o Garagem. Os prazos para as inscrições vão até o dia 23 e 31 de maio, respectivamente.
O Palco Garagem resgata a ideia de valorizar o cenário rock’n roll local. Apenas bandas da cidade que começaram a investir em um material autoral, mas ainda não tiveram a oportunidade de gravá-lo, poderão se apresentar.
As apresentações serão feitas nas tardes de sábado e domingo, dias 14 e 15 de julho.
Podem se inscrever somente bandas de Araraquara que tenham, no mínimo, três músicas autorais. As fichas devem ser preenchidas diretamente na sede do Museu da Imagem e do Som (MIS). Serão selecionadas dez bandas para participar do festival.
Já o Palco Arena, receberá bandas de qualquer parte do Brasil e do mundo, que trabalhem com material autoral. As inscrições serão realizadas apenas pelo site do Toque no Brasil. Serão selecionadas 15 bandas, por meio de notas atribuídas pelos jurados.
Os escolhidos serão divididos em três grupos por estilos musicais. O dia 13 de julho será destinado aos estilos: blues, rock clássico, pop rock, indie, folk, ska e instrumental. O hard rock, heavy metal, thrash metal, metal melódico, speed metal ficam para o dia 14, enquanto no dia 15 haverá punk, grunge, hardcore, new metal, grindcore, metal extremo.
GAROTOS PODRES:
Fonte: G1

terça-feira, 29 de maio de 2012

Edu Falaschi diz que saiu do Angra para preservar a voz

“Agora eu posso trabalhar sem pressão, sem comparação com algo de onze anos atrás”, afirma o cantor, referindo-se ao vocalista André Matos 

Edu Falaschi 

Após mais de dez anos comandando os vocais do Angra, o cantor Edu Falaschi anunciou a saída da banda na última semana, em comunicado publicado no seu site oficial. O motivo da decisão não estava claro, mas Falaschi explica à Rolling Stone Brasil que resolveu deixar os integrantes para poupar a voz e se dedicar exclusivamente ao grupo Almah.
Em setembro do ano passado, ele já havia admitido problemas na voz ao explicar uma criticada apresentação no Rock in Rio. Recuperado após tratamento, Falaschi agora quer manter-se saudável limitando-se a cantar aquilo que está naturalmente ao seu alcance. “O Angra exigia muito de mim e não gostaria de manchar aquilo que construímos durante tanto tempo e do que eu me orgulho muito”, afirma. “Agora eu posso trabalhar sem pressão, sem comparação com algo de 11 anos atrás, mas que os fãs ainda lembram”, diz, referindo-se ao vocalista anterior do Angra, André Matos.
“Eu tive que pensar em mim e assumir que o Almah é aquilo que hoje me dá mais possibilidade de continuar cantando bem, porque lá as notas estão ao meu alcance. Eu não tenho que cantar músicas muito agudas como aquelas dos tempos do André”, explica Falaschi, que afirma já ter diversos planos para o futuro do Almah. “Estamos fazendo shows em todo o mundo, vamos gravar o DVD da nossa turnê atual e já tenho 18 músicas prontas para um próximo álbum.” A agenda cheia do que era até então projeto paralelo foi outra motivação para sua saída. “O Kiko [Loureiro, guitarrista do Angra] me disse certa vez que o Almah estava ‘canibalizando’ o Angra.”
Por outro lado, a separação teve um lado negativo para o Almah: o baixista Felipe Andreoli, que também tocava nas duas bandas, ficará exclusivamente com o Angra, porque “uma hora as agendas vão bater”, segundo conta Falaschi. Isso se a banda, com a saída do cantor, decidir continuar tocando, já que ainda não há notícias sobre um novo vocalista. Já o baixo que vai acompanhar os próximos projetos de Falaschi ainda não tem dono. “Estamos estudando, porque não quero tomar nenhuma decisão precipitada”, ele afirma.
Caso o Angra, uma das mais bem sucedidas bandas brasileiras de metal, continue em atividade, Falaschi não nega a possibilidade de voltarem a trabalhar juntos: “Ainda tenho coisas marcadas com o [guitarrista] Rafael Bittencourt e nada impede que façamos daqui um tempo algum show ou algo assim”.

 Fonte: Rolling Stones Brasil

Arnaldo Antunes: 30 anos de carreira e convite para tocar com os Titãs

Gravado num cenário que lembra um carrossel de parque de diversões, o novo DVD de Arnaldo Antunes, “Acustico MTV”, acaba de chegar às lojas.

O lançamento repassa os 30 anos de carreira do músico com canções de diversas fases: desde a época dos Titãs, passando pelos Tribalistas e chegando à carreira solo.

Pouco antes de iniciar a turnê de divulgação de “Acustico MTV”, Arnaldo Antunes conversou com o Território da Música sobre a escolha do repertório do DVD acústico e sobre o trânsito entre a música e a poesia. O músico contou ainda que os Titãs o convidaram para alguns shows comemorativos da banda e que ele já aceitou o convite.

Por que comemorar 30 anos de carreira com um lançamento de um show acústico e não plugado?

Arnaldo Antunes:
Isso foi uma coincidência, não pensei em fazer o acústico para comemorar os 30 anos. O convite da MTV rolou no ano passado, eu estava lá fazendo o Grêmio Recreativo [um programa da emissora], e tinha essa proximidade. Eu já tinha vontade de fazer o acústico, mas não tinha tido oportunidade. Foi super legal, a gente gravou em dezembro do ano passado, fizemos todo o projeto pra que fosse lançado agora.
 
 Ele acaba homenageando seus 30 anos, já que repassa toda sua carreira...

AA:
É, foi uma coincidência, mas uma coincidência feliz! O acústico acaba sendo uma oportunidade de ter um repertório que seja uma síntese da minha carreira, mas relida em uma nova instrumentação.

Como foi escolher o repertório? Com três décadas de carreira há muitas canções a escolher e, obviamente, muita coisa precisa ficar de fora...

AA:
Sem dúvida! É, foi difícil porque tem muitas músicas. Eu queria que houvesse uma representatividade não só da minha carreira, mas eu queria que tivesse tanto coisas conhecidas como coisas menos conhecidas. Eu queria que o DVD tivesse um equilíbrio de coisas mais leves e outras mais pesadas.

Tem canções que é fácil ver a adaptação para o formato acústico, por serem canções mais serenas como “Debaixo D’Agua”, por exemplo, ou “Até o Fim”. E tem outras que são rocks pesados, como “Fora de Si” ou “Música para Ouvir”, que eu tinha curiosidade de ver como iam funcionar no formato acústico.

Vários pensamentos foram norteando esse processo. Demorou meses. Fomos escolhendo, depurando, tirando uma música, pondo outra. Chegou um momento que eu comecei a pedir opiniões dos músicos da banda, então todo mundo acabou dando sugestões. Algumas coisas a gente acabou decidindo somente durante os ensaios, vendo quais arranjos davam certo.

Alguma canção que você queria colocar no álbum acabou ficando de fora?

AA:
Teve várias! Inicialmente eu pensei em um monte de músicas, sabendo, claro, que tinha um limite e que algumas coisas inevitavelmente teriam que cair. Músicas que eu acho importantes e representativas da minha carreira, como “Alegria”, por exemplo, ou “Nem Tudo” ficaram de fora... Dos Tribalistas eu queria que tivesse uma canção e fiquei em dúvida entre “Carnavália” e “Passe em Casa”. Quando a gente fez os arranjos, a gente acabou optando por “Passe em Casa”. Mas os impasses foram muitos.

Todas as músicas precisaram de um novo arranjo, não é?

AA:
Pois é, a gente optou pelo que funcionou melhor, pela releitura que deixava a música mais interessante.

Você escolheu também canções que compôs, mas que nunca havia gravado. Como foi colocar sua voz nelas?

AA:
Foi uma oportunidade de eu cantar coisas que eu nunca tinha gravado. Eu já tinha desejo de cantar anteriormente, mas não tinha rolado ainda. E algumas eu pensei na hora de escolher o repertório mesmo. Como “Alma”, por exemplo, que foi um grande sucesso na voz da Zélia [Duncan]. Não é uma canção que eu tinha intenção de cantar, mas a oportunidade do acústico criou esse desejo.

E como foi colocar sua voz nessa canção? Ela ficou bem marcante na voz da Zélia Duncan...

AA:
Foi um desafio porque é uma música bem conhecida. Mas eu tive o desejo de fazer a minha leitura e foi muito natural porque tem o meu ‘feeling’ da música. Foi gostoso de fazer. É uma versão a mais, não há problema com o fato dela já ter sido gravada e ter sido sucesso na voz de outra pessoa.

E “De mais Ninguém” é uma canção que eu já tinha o desejo de gravar há anos. A Marisa [Monte] gravou, mas a canção tinha na primeira pessoa um personagem masculino. E o Nelson Gonçalves chegou a gravar essa música, no último disco, antes de falecer. E eu queria fazer a minha versão. Foi uma oportunidade bacana.

Foto: Fernando Laszlo/Site oficial Arnaldo Antunes

E como foi escolher canções da fase dos Titãs?

AA:
Foi difícil. Eram muitas opções. Pensamos em “Televisão”... “Hereditário” é uma música que eu sou autor, mas não participei da gravação, pois foi no disco em que eu estava saindo da banda, o “Titanomaquia”. Cheguei a compor coisas para o repertório, mas como saí da banda, não participei das gravações. E “Hereditário” é uma música que eu adoro. Adoro a canção, a letra. Tinha o desejo que cantar faz tempo e aproveitei a ocasião.

“Comida” e “O que” eu já cantava nos Titãs. Quis fazer uma versão e elas entraram no repertório em função da felicidade que foi o arranjo meio ska. Não faria sentido fazer uma versão repetindo aquela coisa funkeada que elas têm no original. Eu queria que tivesse informações novas, até porque elas foram sucesso nas gravações originais. E surgiu a ideia de fazer um medley juntando as duas. Ficou bem legal.

Mas eu pensei em “Televisão”, em “Já”, que é uma música pouco conhecida, que diz “Você já tentou varrer a areia da praia?”... Ah, pensei em várias canções!

Por falar em “O que”, os remanescentes do Titãs tocaram na Virada Cultural, no início do mês, o álbum “Cabeça Dinossauro” (1986) na íntegra. Você chegou a ver a apresentação?

AA:
Não vi! Adoraria ter visto esse show. Eles fizeram também num SESC... Mas eu tinha show na mesma data, não consegui ver. Mas falei com o Paulo Miklos depois do show e ele falou que foi um grande barato. Falei com o Branco [Mello] também. Eles falaram que foi uma curtição, foi muito bom, com um público muito quente. É um disco muito importante na carreira da banda.

Você pensou em se reunir a eles para algum projeto desse tipo - tocar um clássico na íntegra ou simplesmente reviver bons momentos?

AA
: Os Titãs vão fazer shows comemorativos e me convidaram para fazer umas participações, no segundo semestre, acho que em três shows. E eu topei. Se rolar a gente vai estar junto.

Já há alguma data confirmada para suas participações?

AA:
Ainda não. Mas de minha parte eu já dei o Ok. É só marcar.

Ainda falando de “O que”, para falar de poesia, a letra tem esse jeitão de poesia moderna. Ao longo da sua carreira você se dedicou à poesia, além de escrever letras para canções. O Arnaldo poeta e o Arnaldo compositor convivem bem? Trabalham juntos em harmonia?

AA:
Em geral eu faço um pouco de cada coisa. Elas se alternam. Mas numa mesma época posso trabalhar num poema e criar uma canção. Acho que existe um trânsito natural entre as duas linguagens por conta das duas utilizarem a palavra. A canção, a poesia escrita ou a poesia visual têm esse território da palavra que faz com que essas criações coincidam, ou que haja um trânsito de uma coisa para a outra. Às vezes eu faço um poema e ele acaba sendo musicado depois, por mim ou por outra pessoa. Ou uma letra de canção acaba virando um poema visual. Então, apesar de serem linguagens diferentes, há esse trânsito.

Só fico exclusivo em uma coisa quando, por exemplo, estou finalizando um disco, ou gravando no estúdio: aí só penso naquilo. Ou quando estou finalizando a produção de um livro, selecionando os poemas, fazendo a produção gráfica... Aí fico com a cabeça muito alugada por essas coisas. Mas em geral, quando estou viajando e fazendo shows, estou compondo, escrevendo... As coisas acontecem ao mesmo tempo.

Falando em viajar e turnês, como estão os preparativos para a nova turnê? (a entrevista foi realizada dias antes de o músico iniciar a turnê do disco acústico)

AA:
Estamos ensaiando, desde o começo da semana passada, todos os dias. O show estreia nessa quarta-feira [estreou dia 16/05/2012], em Piracicaba e já temos uma agenda cheia.

E a expectativa?

AA:
É grande! Estamos vendo detalhes do cenário, do figurino.

Vocês irão manter um cenário parecido com o que vemos no DVD?

AA:
Será uma adaptação do cenário do DVD. Sem a característica do palco circular, claro. Vai ter a cúpula de luzes, os cavalos, o palco branco, a gente vestido de branco. E a ideia é fazer um semicírculo no palco.

O formato do palco e os cavalos, no DVD, lembram um carrossel. Qual o significado disso?

AA:
A ideia de ser circular foi minha, para recriar o espírito de cumplicidade que temos nos ensaios. Aquela coisa de tocar todo mundo se olhando. Por isso tive o desejo de fazer um palco redondo e com o público à nossa volta. Mas com isso a gente iria ficar, inevitavelmente, de costas para uma parte do público. Então tive a ideia de ele ser giratório.

Convidei o Marcelo Sommer para fazer cenário, direção de arte e figurino. E ele teve a ideia do carrossel, com essa cúpula de luzes e os cavalos. Então ficou essa coisa bem lúdica, que lembra caixinha de música.

E quais os planos para o futuro? Já está pensando em músicas novas? Planos para um livro?

AA:
Ainda está muito cedo para músicas novas. A gente acabou de lançar o acústico e agora a preocupação é fazer um show legal. Estou empenhado em levar esse projeto para a estrada... Esse ano eu devo me revezar entre o show do acústico e o show da Curva da Cintura, que é o projeto que eu gravei com o Edgar [Scandurra, guitarrista] e o Toumani [Diabaté, músico africano].

Quanto a livros, de poesias não há planos, mas eu estou me programando para lançar no segundo semestre um novo volume de ensaios. Eu lancei em 2000 um livro de textos, sobre o trabalho de outras pessoas, que se chamava “Ensaios de 40 escritos”. Agora estou compilando uma produção posterior que vou chamar de “Outros 40 escritos”. Deve sair no segundo semestre uma reedição do “Ensaios de 40 escritos” e o novo volume.
 Arnaldo Antunes - Judiaria
 Fonte: Territorio da Musica

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Disco do Iron Maiden é eleito o melhor em 60 anos

Grupo supera Beatles, Pink Floyd e Queen em votação

ironthenumber

O álbum “The Number Of The Beast”, do Iron Maiden, lançado em 1982, foi escolhido o melhor disco britânico dos últimos 60 anos. A enquete, promovida para comemorar o aniversário de 60 anos da rede varejista HMV, teve mais de 30 mil votos, e o disco do Maiden ficou com 9,2% do total apurado. “The Number Of The Beast” superou álbuns de bandas como Beatles (que colocou quatro álbuns nas primeiras colocações), Pink Floyd e Queen. Veja a lista com os 10 primeiros colocados: 

 1- Iron Maiden -The Number Of The Beast - 9,18%
2- Depeche Mode - Violator - 6,30%
3- The Beatles - Sergeant Pepper’s Lonely Hearts Club Band - 5,69%
4- The Beatles - Abbey Road - 5,67%
5- Pink Floyd - The Dark Side Of The Moon - 5,23%
6- The Beatles - Revolver - 4,01%
7- Queen - A Night At The Opera - 3,98%
8- Oasis - (What’s The Story) Morning Glory? - 3,91%
9- Adele - 21 - 3,07%
10- The Beatles - White Album - 2,60%

CURTA UM VIDEO DO IRON MAIDEN DE 1985:

Fonte: rockemgeral / Globo

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Slipknot: membros visitam túmulo de Paul Gray

 

O vocalista Corey Taylor e outros membros do SLIPKNOT visitaram o túmulo do falecido baixista da banda, Paul Gray, na noite de ontem quando se completaram dois anos de sua morte.
"Nós passamos um tempo juntos e contamos umas boas histórias", disse Taylor ao Revolver. "Deu uma sensação boa fazer isso. foi a primeira vez que pudemos ficar juntos e conversar sobre ele sem cairmos aos pedaços. Foi bom. Nós rimos das velhas recordações. Significou alguma coisa. Definitivamente significou alguma coisa."
Gray faleceu em maio de 2010 por uma overdose accidental de remédios, deixando a esposa, Brenna, e a filha, October, que nasceu no mês de agosto que se seguiu.
SLIPKNOT fez seu primeiro show desde a morte de Paul Gray em 21 de junho de 2011 no Columbiahalle em Berlim, Alemanha. O macacão vermelho, a máscara e o baixo de Gray ficaram no fundo do palco enquanto seus colegas de banda se apresentavam. O resto dos membros do grupo vestiram macacões vermelhos e versões mais antigas de suas máscaras, que são a marca registrada do SLIPKNOT, em tributo ao falecido colega de banda.
Donnie Steele tocou baixo, que foi guitarrista numa formação inicial do grupo. Entretanto, Steele ficou escondido do público.
"Muito embora o Paul não esteja conosco, todos estão certos, ele não iria querer que nós deixássemos de ser quem somos", disse Taylor ao Revolver. "Nós fizemos o primeiro festival Mayhem [Rockstar Energy Drink, em 2008], e agora estamos voltando e vamos fazer de novo [no fim do ano] apesar de ser em circunstâncias diferentes. Mas eu acho que vai ser ótimo. Além disso, eu vou ter minha família comigo, então vai ser como umas férias de verão, só que com mais máscaras".

Fonte: whiplash

sábado, 26 de maio de 2012

Linkin Park lança nova faixa e primeiro clipe de próximo álbum

Banda divulgou "Lies Greed Misery", segunda canção de Living Things, que será lançado em junho 


Linkin Park 

O Linkin Park divulgou mais uma faixa de seu quinto álbum, Living Things, que será lançado no dia 25 de junho. “Lies Greed Misery” é a segunda canção divulgada, uma vez que “Burn it Down” estava já estava à disposição dos fãs para ser ouvida gratuitamente (as duas podem ser ouvidas abaixo).
Ao mesmo tempo, a banda divulgou em seu site oficial o clipe de “Burn it Down”, o primeiro deste novo álbum.
O último álbum lançado pelo grupo norte-americano foi A Thousand Suns, de 2010. Integrantes da banda afirmaram recentemente que o novo trabalho trará mais da sonoridade original da banda.
 Fonte: Rollig Stones Brasil / You Tube

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Foo Fighters: em inauguração de estádio do Grêmio?

 

Após uma recusa do AC/DC, o time de futebol Grêmio foram atrás do FOO FIGHTERS e ao que tudo indica a trupe de Dave Grohl e companhia deve mesmo voltar ao país no final do ano. Jornalistas locais dão a notícia como certa e hoje à tarde, no programa Pretinho Básico, da Rádio Atlântida, o fato foi praticamente confirmado. Segundo os jornalistas do programa, a banda faria um show completo.
Ainda segundo boatos, o FOO FIGHTERS aproveitaria a viagem para a América do Sul e faria uma mini-turnê por Brasil e Argentina, com datas a definir.


Agradecimento: Mateus de Bem

Epica: produtora Top Link confirma show em São Paulo

 
O grupo holandês Epica  está de volta ao Brasil para apresentação da turnê "Requiem For The Indifferent" em suporte ao seu último álbum de estúdio e para alegria de seus milhares de fãs brasileiros.
A primeira cidade confirmada para receber a vocalista meio soprano Simone Simons e os outros cinco integrantes que formam a banda - fundada pelo guitarrista Mark Jansen em 2002, é São Paulo e a apresentação será na Via Funchal no dia 28 de setembro revelou a Top Link em seu twitter oficial, ressaltando que outras informações sobre o início das vendas, valores de ingressos e afins serão divulgadas em breve.
O Epica é uma banda cujo som é classificado como metal sinfônico. Em outras palavras: um "crossover" formado por heavy metal, com vocal por vezes gutural, além de momentos sinfônicos. Em determinadas músicas, o som lembra um Evanescence em início de carreira, mas com ritmo mais acelerado.
Segundo a produtora responsável por essa turnê outras datas no Brasil serão divulgadas em breve.
 Fonte: whiplash.net

Rafael Bittencourt emite nota sobre a saída de Edu Falaschi do Angra

 
Com o anúncio, ontem, da saída de Edu Falaschi do Angra, os fãs esperavam um comunicado da banda. Ontem, Felipe Andreoli se pronunciou. Hoje foi o guitarrista Rafael Bittencourt quem publicou um comunicado oficial falando sobre a saída de Falaschi. Confira a nota na íntegra:

Ontem Edu Falaschi anunciou sua saída da banda Angra. Obviamente, eu sinto um turbilhão de emoções e pensamentos neste momento e temo ser mal interpretado com minhas palavras.

A primeira coisa que me vem à cabeça são as plêiades da nossa galáxia, a estrela Alcione, Planeta Nibiru, anjos e demônios e todas as coisas que, na minha opinião, dão sentido à existência do Angra. Mas tentarei ser mais racional.


O Edu sacrificou sua posição de maneira digna e respeitosa para que a banda pudesse sair da estagnação que se encontrava. Foi uma grande perda para o grupo, porém inevitável.


Ele é um cara que eu admiro e respeito muito pelo brilho e talento excepcionais e que merece o melhor para sua vida e carreira. Certamente é insubstituível em vários aspectos, a começar pelas excelentes composições e carisma.


Me sinto honrado por ter tido a oportunidade de trabalhar com este músico de altíssimo nível e pessoa fascinante por todos estes anos, aprendendo e compartilhando. Porém, chegamos num impasse aonde uma grande transformação fez-se necessária. Alguém haveria de sair para que pudéssemos nos renovar e, quem sabe, percorrer mais duas décadas de trabalhos.


Ele saiu, mas não morreu. Está passando por uma série de transformações pessoais com a força e coragem que o ajudarão a voltar à posição de destaque na cena Heavy-metal internacional em breve.


No momento não temos planos de turnês ou álbuns e ainda é muito cedo para falarmos de um novo vocalista. O fato é que agora refletiremos sobre as várias possibilidades de caminhos a serem seguidos e, na sua devida hora, rumaremos ao que nos parecer melhor. A civilização está se transformando de maneira muito acelerada e temos que pensar cada vez mais de maneira coletiva.


Tenho certeza de que todos teremos a vitória que merecemos.

Rafael Bittencourt
CURTA O SOM DO ANGRA:
Fonte: Territorio da Musica

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Biografia do Rage Against the Machine será lançado no Brasil

 


















Em junho será lançado o a biografia “Guerreiros do Palco”, que conta a história do Rage Against The Machine, escrito por Paul Stenning, que já escreveu livros de outros nomes como Metallica, AC/DC, Iron Maiden e Guns N''Roses.


Veja abaixo o release de imprensa:


Quando o Rage Against The Machine lançou seu disco de estreia em 1992, a banda não apenas mudou a cara da música da época ao misturar de forma única rock, punk e rap, mas também tornou-se uma das principais vozes do mundo contra as injustiças da sociedade e as imposições do sistema.


Ao lançar seus discos por uma grande gravadora, a banda poderia ter caído em contradição, mas ao invés disso utilizou as próprias estruturas das grandes corporações para criticá-las e alterá-las a partir de dentro, com músicas pesadas e letras de protesto poéticas que ecoaram por todo o globo através da performance única de seu frontman, Zack De La Rocha.


Guerreiros do Palco não é apenas um livro sobre uma grande banda de rock and roll, mas também uma verdadeira aula sobre os contextos históricos, as causas sociais, a brutalidade da polícia e todos os movimentos que se desenvolveram até a união de Tom Morello, um guitarrista formado em Harvard, e De La Rocha, um ativista político com raízes no hardcore.


Através dessa obra, Paul Stenning conta como a banda surgiu, lançou quatro discos de estúdio, vendeu milhões de álbuns e se separou em 2000. Dessa separação surgiu o Audioslave, com o vocalista do Soundgarden, Chris Cornell, e vieram mais três discos de estúdio, até o retorno do Rage a todo vapor em 2007.


Que a banda foi fundamental para os anos 90 e 2000 você já sabia, mas talvez não saiba que o pai de Tom Morello foi um revolucionário Queniano, que sua mãe fundou uma organização para proteger a música contra a censura do Governo dos Estados Unidos e que em um grande festival de 1993 os membros da banda se recusaram a tocar e ficaram 15 minutos pelados em cima do palco para protestar contra o PMRC, comitê responsável pelo famoso selo “PARENTAL ADVISORY” em CDs.


No livro Guerreiros do Palco, a ser lançado pela Edições Ideal e com tradução de Tony Aiex, tudo isso e muito mais é contado através de 16 capítulos e detalhes que mostram como há muito mais do que se imagina por trás desses verdadeiros guerreiros de Los Angeles.
Fonte: Universo do Rock / You Tube

50 Cent e Wiz Khalifa trabalhando juntos?

 50 Cent
50 Cent acenou positivamente para uma parceria com o rapper Wiz Khalifa. Durante uma entrevista para a MTV, o líder da G-Unit falou sobre um tuite onde Khalifa diz: Tenho uma música, quero colocar o @50Cent nela.

Enquanto eu estava no hospital, vi que o Wiz Khalifa mandou um tuite dizendo que tinha um material e que seria legal se eu estivesse na música com ele, disse 50.
 
Então eu respondi dizendo: 'Vamos trabalhar. Estou me sentindo bem, manda pra mim'. Fique ligado para ver o que vai acontecer, porque isso vai rolar, prometeu.

                    Em notícia relacionada, 50 Cent lançará será lançada na mixtape The Lost Tape

Fonte: Central do Rap

Copa Brasil Universitário de Surf

Programação recheada de atrações
A Copa Brasil de Surf Universitário 2012 rola neste final de semana na praia do Futuro, Fortaleza (CE).

Programada para acontecer no auditório Auzir Barreto da Universidade Federal do Ceará, a abertura do evento acontece nesta sexta-feira e inclui palestras com Manoel Tobias, atleta campeão mundial de Futsal, e B Negão, rapper e ex-vocalista do Planet Hemp.

Logo depois das palestras, a galera se encontra na casa noturna Buoni Amici's Sport Bar para a festa de abertura.

A balada começa às 21 horas e conta com shows de B Negão, Pedro Selector, além da apresentação de alguns Djs de renome.

O campeonato reúne atletas de 14 estados e as categorias em disputa são Open Masculino Universitário, Open Feminino Universitário, Free Surf Universitário, Master Degree e Open Estudantil.

A premiação é muito boa e oferece um carro zero para o campeão da Open Masculino e uma moto zerada para cada campeão das categorias Open Feminino, Free Surf e Master Degree.

O campeão da categoria Open Estudantil fatura uma passagem aérea para Fernando de Noronha (PE).

As inscrições encontram-se abertas e as vagas são limitadas.

Clique aqui para fazer a inscrição.

A Copa Brasil de Surf Universitário 2012 conta com patrocínio da Coca-Cola e Heineken. Apoio: Ministério do Esporte através da Lei do Incentivo do Esporte, Prefeitura Municipal de Fortaleza através da Secretaria de Esporte e Lazer, Governo do Estado do Ceará através da Secretaria do Esporte, Rádio Mix, Federação Cearense de Surf (FCS), Confederação Brasileira de Surf (CBS), Confederação Brasileira do Desporto Universitário (CBDU), Federação Universitária Cearense de Esportes (FUCE) e Associação Cearense de Surf Universitário (ACESU). Divulgação: Site Waves. Realização: Associação Brasileira de Surf Universitário (ABRASU) e Classic Promoções.

terça-feira, 22 de maio de 2012

Axl Rose cai no palco em show na Inglaterra


Axl Rose, que havia se acidentado e rompido um tendão na perna semana passada ao cair de cima de uma mesa, sofreu uma nova queda ao deixar o palco na apresentação do Guns N’ Roses no último domingo, 20 de maio, em Liverpool, Inglaterra.                             Confira um vídeo do momento da queda, filmado por um fã:
Fonte: Terra / You Tube

Rolling Stones agradecem aos 10 milhões de fãs do Facebook em vídeo

 
Os Rolling Stones, que completam 50 anos de carreira esse ano, gravaram um vídeo em agradecimento aos dez milhões de fãs que “curtem” sua página oficial do Facebook.

"Olá, queremos agradecer a todos por tornarem possível esse número incrível. Continuem checando a página", diz o vocalista Mick Jagger enquanto segura uma folha com "10 milhões!" escrito, acompanhado de Keith Richards, Ronnie Wood e Charlie Watts.

Recentemente, o guitarrista Ron Wood revelou que a banda pode entrar em uma turnê comemorativa no final deste ano, mas que ainda não existem planos de gravar músicas novas.          
Assista ao vídeo abaixo para não ficar em     branco e seja assim  nossa homenagem a eles:

Fontes: Territorio da Musica / fottus e You Tube

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Jeff Loomis: Plains of Oblivion

 
"Plains of Oblivion" é o segundo álbum solo de Jeff Loomis, guitarrista conhecido pelo seu excelente trabalho no Nevermore, o que inclui riffs graves e distorcidos (muito graves e muito distorcidos, diga-se).

O trabalho segue na mesma linha do ‘debut’ “Zero Order Phase” (2008). Isso significa bases bem trabalhadas e cheias de andamentos quebrados, bumbo duplo de bateria e solos bastante técnicos, mas sempre tentando fugir do óbvio. A bateria ficou a cargo de Dirk Verbeuren (Soilwork) e o baixo é responsabilidade de Shane Lentz.


Uma das diferenças desse álbum em relação ao anterior é a participação da vocalista Christine Rhoades em duas faixas, que tem um timbre belo e angelical, e a de Ihsahn (Emperor) com seu vocal demoníaco em “Surrender”.


As poucas faixas cantadas até que são interessantes, mas não se destacam. Quem ouve um álbum de Loomis está interessado mesmo no instrumental, que continua arrasador. Especialmente porque, dessa vez, ele convidou outros guitarristas para parcerias.


Desse modo, temos aqui Attila Vörös, que já tocou com ele no Nevermore, o veterano Tony MacAlpine e os ex-Megadeth Marty Friedman e Chris Poland. A participação do gênio Friedman não é por acaso, pois Loomis já declarou ser um grande fã do Cacophony e dos trabalhos solos do guitarrista (e, obviamente, de Jason Becker). De fato, algumas de suas composições como “Sibylline Origins” escancaram essa influência com os solos dobrados e velozes.


“Plains of Oblivion” é um álbum pesado e que resgata um pouco a época mágica da Shrapnel Records (ainda que nem todo o repertório seja instrumental). São poucos elementos do disco que fogem do Metal e, como o enfoque é a guitarra, é preciso estar bastante acostumado com todo esse universo para apreciar a obra. 
PLAYLIST:
01. Mercurial
02. The Ultimatum
03. Escape Velocity
04. Tragedy and Harmony
05. Requiem for the Living
06. Continuum Drift
07. Surrender
08. Chosen Time
09. Rapture
10. Sibylline Origin
Fonte: Territorio da Musica


Black Sabbath inicia turnê de reunião com show ‘intimista’

Grupo tocou clássicos neste sábado, em Birmingham, na primeira apresentação em sete anos; Tommy Clufetos substitui Bill Ward na bateria. Foto: Divulgação/twitter

blacksabbathbirmingham

Aconteceu em Birmingham, na Inglaterra, o primeiro show do Black Sabbath desde que o grupo anunciou a reunião da formação original, em novembro do ano passado. No show, agendado para funcionar como aquecimento para o Download Festival, o grupo tocou 18 clássicos, em cerca de uma hora e meia. Aproximadamente 3800 pessoas, que esgotaram os ingressos em 10 minutos, lotaram o local. Foi a primeira apresentação do Black Sabbath em sete anos.

Conforme noticiado antes, o baterista Tommy Clufetos, da banda solo de Ozzy Osbourne, substitui Bill Ward, que não chegou a um acordo com demais integrantes - além de Ozzy, Tony Iommi e Geezer Butler (leia aqui).
Agora, além dos show do Download, na Inglaterra, no dia 6 de junho, o Black Sabbath toca em agosto, no Lollapalooza, em Chicago, nos Estados Unidos. As demais datas marcadas na Europa serão preenchidas pelo projeto “Ozzy & Friends”, por causa do tratamento de Tony Iommi, que luta contra um câncer. O show tem a participação de Ozzy Osbourne, do baixista Geezer Butler, de Slash e Zakk Wylde, entre outros. Já as gravações do álbum de inéditas, o primeiro em 33 anos, não foram interrompidas.
Abaixo, o set list completo do show:
1- Into The Void
2- Under The Sun
3- Snowblind
4- War Pigs
5- Wheels Of Confusion
6- Electric Funeral
7- Black Sabbath
8- The Wizard
9- Behind The Wall Of Sleep
10- N.I.B.
11- Fairies Wear Boots
12- Tomorrow’s Dream
13- Sweet Leaf
14- Symptom Of The Universe
15- Solo de bateria
16- Iron Man
17- Dirty Women
18- Children Of the Grave
Bis
19- Paranoid
A reunião da formação orignal do Black Sabbath foi anunciada em novembro do ano passado, mas Bill Ward reclamou, em fevereiro desse ano, que precisava de “acordo justo” para participar, e que não poderia continuar “a menos que um contrato ‘assinável’ fosse redigido” (leia matéria aqui). Antes, em janeiro, Tony Iommi foi diagnosticado com um câncer.
 Black Sabbath - Birmingham 2012

 Fonte: Rockemgeral

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Maroon 5 volta ao Brasil em agosto


            Segundo a colunista Mônica Bergamo, do jornal A Folha de São Paulo, o grupo Maroon 5 estará de volta ao Brasil em agosto com a turnê "Hands All Over Tour" nos dias 25 e 26 no Rio de Janeiro e em São Paulo, com a abertura da banda, Keane. A turnê continua pelas cidades de Curitiba, Recife, Belo Horizonte e Fortaleza.
 Maroon 5 esteve no Brasil em outubro do ano passado, como atração do Rock in Rio.      
CURTA OS CARA NO ROCK IN RIO 2012:
Fonte: universodorock

Limp Bizkit revela detalhes do novo CD da banda

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O novo álbum de estúdio do Limp Bizkit (grupo conhecido por hits como Behind Blue Eyes e My Way) será chamado Stampede Of The Disco Elephants. O anúncio foi feito pelo próprio vocalista da banda, Fred Durst, para a revista eletrônica Kerrang.com.
"Este disco tem alguma coisa que o torna universalmente aceito. Nós temos muitas músicas escritas, mas parece que as que selecionamos para o álbum são aquelas que as garotas podem gostar da mesma forma que os garotos mais roqueiros gostarão", disse o músico.
Durst, que não quis comentar sobre os boatos de que havia pedido para o baterista John Otto e o DJ Lethal saírem da banda, revelou ainda que, depois que deixaram a Interscope, muitas gravadoras mostraram interesse em representar o grupo.
"Mais ou menos um ano atrás, nós percebemos que precisávamos deixar a Interscope, que parecia estar perdida. Depois disso, apareceram pessoas muito interessantes querendo trabalhar com o Limp Bizkit, mas tivemos a impressão de que elas estavam com a mentalidade errada. O diálogo só foi diferente quando conheci o pessoal da Cash", finalizou o cantor, citando o recente contrato fechado com o selo Cash Money.
                                                      POR ENQUANTO CUTA "Behind Blue Eyes ": 
                                                                                        Fonte: Central Rock

terça-feira, 15 de maio de 2012

Tempo implacável: os rockstars também envelhecem parte 2

Originalmente publicado no blog Page Not Found.
Mick Jagger. caras e bocas
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Michael Stipe, a cara do REM
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Keith Richards, maracujando bonito
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Bruce Springsteen. Reparou que ele era meio Che Guevara?
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Debbie Harry, vocalista do Blondie. Ainda sexy?
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Patti Smith ficou parecida com Ozzy Osbourne
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Por falar em Ozzy Osbourne...
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Steven Tyler, vocalista do Aerosmith e pai da Liv
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Iggy Pop, o homem-lagartixa
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Bob Dylan e seu bigode à la Zé Botininho
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David Lee Roth, o eterno vocalista esquisitão do Van Halen
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Ron Wood pelo menos não mexeu no nariz
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Axl Rose, com jeitão de vocalista do Motörhead
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Robert Plant, curtindo uma "stairway to heaven"
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David Bowie. Olha, Bowie tem que agradecer ao tempo...
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Rod Stewart, também maracujando: "Do ya think I'm sexy?"
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Tom Petty continua sem sal
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Steve Perry, vocalista do Journey. Ficou com a cara do Kiko, né?
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Sting abandonado pela cabeleira
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David Coverdale, estrela do Deep Purple e do Whitesnake, com cabelo bem tratado
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Neil Young com cara de vilão de filme B
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Bono Vox com cara de bolacha irlandesa
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Slash, ainda muito chapado...
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Gene Simmons, o linguarudo do Kiss
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Sinead O'Connor, do sucesso-chiclete "Nothing compares to you"
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Matérias relacionadas à matéria acima:
Tempo implacável: os rockstars também envelhecem parte 1

Fonte: whiplash

Jay-Z apoia o casamento homossexual

"O que as pessoas fazem em suas casas é problema delas e você tem o direito de escolher quem quer amar", disse o rapper 

Jay-Z

Jay-Z revelou durante entrevista para a CNN nesta segunda-feira, 14, que é a favor de casamento homossexual.
Quando questionado sobre o que havia achado da recente declaração do presidente Obama apoiando a união civil de pessoas do mesmo sexo, o astro do hip-hop disse: “Eu sempre pensei nisso como algo que impede o país de avançar. O que as pessoas fazem em suas casas é problema delas e você tem o direito de escolher quem quer amar. Não é diferente de discriminação contra negros. É simplesmente discriminação”.
Jay-Z não se preocupa com uma possível perda de votos de Obama devido à declaração. “Acho que é a coisa certa a se fazer. Não se trata de votos, mas de pessoas. É a coisa certa a se fazer como um ser humano.”
Jay-Z é um dos muitos músicos que expressaram apoio ao anúncio do presidente Obama. “Soa como o futuro e não o passado”, escreveu Lady Gaga no Twitter; “Honestamente, é questão de tempo”, afirmou Alicia Keys na rede social.
Em entrevista recente para a Rolling Stone EUA, Jay também afirmou que gostaria de contar com o presidente Obama fazendo a famosa cover de Al Green no festival Made in America, do qual o rapper é organizador e headliner. “Ele vai estar ocupado ajudando o mundo e provavelmente não vai ter tempo”, disse Jay-Z, “mas com certeza eu vou convidá-lo”.
 Fonte: Rolling Stones Brasil

segunda-feira, 14 de maio de 2012

B.B. King retornará ao Brasil em turnê

O ícone do blues faz cinco shows no país em setembro e outubro 

B.B. King

A equipe de B.B. King anunciou na página oficial do músico no Facebook que ele retornará ao Brasil para uma nova turnê.
Aos 86 anos, o cantor e guitarrista, ícone do blues, fará cinco shows no país. O primeiro acontecerá em 29 de setembro, no Rio de Janeiro (Vivo Rio). No dia 2 de outubro, ele se apresentará no Teatro Guaira, em Curitiba. Depois seguirá para São Paulo, onde tem três datas marcadas: 5, 6 e 7 de outubro, na Via Funchal (dias 5 e 6) e no Boubon Street Music Club (dia 7).
B. B. King esteve no Brasil pela última vez em março de 2010. Saiba mais como foi um dos shows de São Paulo abaixo:

O bluesman já chegou a anunciar sua aposentadoria. Depois, falou que iria fazer alguns shows de despedida. Finalmente disse que iria continuar tocando até onde desse. Aos 84 anos, naturalmente B.B. King não tem o vigor de décadas passadas - o músico teve problemas de saúde e agora toca o tempo todo sentado. E nas quase duas horas em que fica no palco, metade do tempo passa falando ou abre espaço para seus músicos interferirem. Foi assim na noite de sábado,20, na Via Funchal, em São Paulo.
O cantor e guitarrista já tinha tocado no mesmo local um dia antes, também com a casa lotada. A B.B. King Band, pequena big band do músico, abriu os trabalhos com duas canções instrumentais: "Manhattan Blues" e "Two I Shoot Blues". Quando King apareceu, foi longamente ovacionado e passou a conversar com a plateia. Sempre simpático, brincou muito e falou de sua alegria em estar no Brasil. "Foram três anos longe, pareceu uma eternidade", disse. Quase 15 minutos depois, ele finalmente cantou "When I Sing The Blues".
A interpretação apaixonada para a balada "I Need You So" (de Ivory Joe Hunter) arrancou muitos aplausos. King fala muito durante toda a performance, mas de uma forma um tanto cansada. Faz isso para poupar a vocal na hora de cantar. Ele ainda interpreta de forma poderosa. King e sua banda mostraram que são uma verdadeira enciclopédia da música negra norte-americana, passando pelo blues urbano, o jump blues, jazz e gospel. Mas acima de tudo King é um showman magnético, cujo charme pessoal está pau a pau com suas imensas qualidades como músico. Brincou o tempo inteiro com as mulheres da plateia, dizendo não gostar de rap porque o estilo denigre as qualidades femininas. E dedicou o standard country "You Are My Sunshine" às garotas presentes no local.
Depois, enalteceu os homens, dedicando aos rapazes "Rock Me". O show já estava chegando ao fim quando ele apresentou duas canções que até hoje são suas marcas registradas: "Key To Highway" e "The Thrill Is Gone". Já prestes a acabar com tudo, reforçou que sente muita saudade do Brasil e se a saúde permitir, volta ao país. Falou que Lucille (o apelido que ele dá a sua guitarra), estava chorando porque era hora de ir embora. Emendou então com o doo wop "Guess Who", um agradecimento aos fãs.
King então disse que iria tocar a ultima. Lembrou do furacão Katrina, que há alguns anos arrasou com a cidade de Nova Orleans, o berço do jazz. O bluesman entoou de forma animada "When The Saints Go Marching In", prestando um tributo, como ele mesmo disse, aos inúmeros talentos que surgiram em Nova Orleans. A plateia cantou junto e ficou de pé, mas quando o MC chegou para levar King embora, o jeito foi tomar o caminho de casa.
 B. B.  King em São Paulo

 Fontes: Uol, Rolling Stones Brasil e You Tube

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Overkill: The Electric Age

A moda muda, o tempo passa e o Overkill chega a seu décimo sexto disco com a mesma pegada pesada, guitarras cadenciadas e os vocais agudinhos de Bobby "Blitz" Ellsworth. E dizer isso de "The Electric Age" é fazer um elogio à banda.

O Thrash Metal típico apresentado pela banda soa datado, é obvio. Mas também soa contemporâneo, devido, especialmente, à ótima produção do disco. Há um limite tênue entre ter estilo e 'fazer mais do mesmo' e o Overkill, de alguma forma, encontrou seu lugar de destaque na cena Thrash Metal, se equilibrando nessa linha imaginária.

Juntos desde a formação da banda, no início da década de 1980, o vocalista Bobby Ellsworth e o baixista D.D. Verni viram o Thrash Metal ascender, descender, tropicar e renascer. E alheios a qualquer dificuldade - não que não as tenham enfrentado, que fique claro - mantiveram a personalidade e a agressividade que o gênero necessita para se manter vivo. Não foi a intenção, mas o envolvimento da banda com sua música é como diz a letra de "Electric Rattlesnake": "I love you / More Than you can take / Make no mistake / I'm an Electric Rattlesnake" (Eu te amo / Mais do que você pode aguentar / Sem erro / Eu sou uma cascavel elétrica" - em tradução livre).

                                         Confira o videoclipe de "Electric Rattlesnake":
Fonte: Territorio da Musica

Britney Spears assina com The X Factor

A revista Us Weekly confirma que a estrela do pop será jurada no reality show 

Britney Spears

Britney Spears assinou contrato para integrar o programa de TV The X Factor, no qual será uma das juradas a partir da próxima temporada. A informação foi confirmada pela revista Us Weekly.
As negociações entre a cantora e os produtores estavam ocorrendo há pelo menos dois meses. Em abril, foi noticiado que ela passaria a integrar o programa por US$ 16 milhões, apesar de nada ter sido assinado à época. Também não foi confirmado se esse foi realmente o valor acertado.
Britney irá substituir Paula Abdul em The X Factor. Paula, junto à vocalista das Pussycat Dolls Nicole Scherzinger, foi demitida do programa depois da primeira temporada, parcialmente porque o juiz principal e produtor Simon Cowell acreditava que a competição precisava de estrelas maiores em seu corpo de jurados.
Nem a Fox, nem os representantes de The X Factor responderam aos pedidos de entrevista a respeito da contratação. 
Curta parte de The X Factor: 

Fonte: Rolling Stones Brasil

terça-feira, 8 de maio de 2012

Nelly Furtado anda sobre pernas de pau em novo clipe; assista a "Big Hoops"

Nelly Furtado em cena do clipe Big Hoops (Bigger the Better) (2012) 
 Nelly Furtado em cena do clipe "Big Hoops (Bigger the Better)" (2012)
A cantora Nelly Furtado lançou nesta terça-feira (8) o clipe da música "Big Hoops (Bigger the Better)", do seu novo CD, "The Spirit Indestructible". No vídeo, a cantora anda sobre pernas de pau .
Quase 6 anos desde seu último disco de estúdio em inglês, Nelly Furtado lançará seu novo CD em junho.
No álbum, a cantora trabalhou com artistas como Rodney Jerkins, Bob Rock, DJ Tiesto e John Shanks.
Assista ao clipe abaixo:
 NELLY FURTADO - BIG HOOPS
 Fonte: UOL /You Tube
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