segunda-feira, 30 de abril de 2012

NOVIDADES NA LOJA ANTRO

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sábado, 28 de abril de 2012

Finalizando novo álbum, Strike fala da participação de Rodolfo Abrantes: ‘Comprometimento com a mensagem’

Em entrevista, banda falou sobre sua nova fase, as parcerias no novo trabalho e o primeiro single, ‘Fluxo Perfeito’

Em entrevista, banda falou sobre sua nova fase, as parcerias no novo trabalho e o primeiro single, ‘Fluxo Perfeito’

O Strike está comprometido com a música. A banda andou sumida, envolvida com a produção de seu terceiro álbum de estúdio, mas o vocalista Marcelo Mancini deu uma parada na “correria boa” - como ele mesmo definiu - para falar sobre o “Nova Aurora”. O álbum marca uma nova fase na carreira do Strike, mais madura e mais suingada que antes, e ainda conta com algumas participações.

Uma delas é com o ex-Raimundos, Rodolfo Abrantes, afastado da cena rock desde a sua conversão à religião evangélica. Além disso, Mancini revelou que o álbum terá uma participação surpresa, com “um cara da soul music, bem fodão”.

Com influências que vão do rock ao soul, o álbum acabou de ser gravado, deve ser lançado no final de maio e terá 11 músicas: “Hoje é o número ideal: mais cansa e menos falta. E nós somos meio supersticiosos também... é uma bobeira! (Risos) Uma hora a gente aprende e faz um CD com 12”, explica sobre o número de sorte.
                                                     Confira a entrevista completa:

Em um vídeo divulgado recentemente, vocês se referem ao álbum como “Disco 3”, mas também já falaram que seu nome seria “Proliferando a Desobediência”. Afinal, como vai se chamar esse novo trabalho e como vocês chegaram ao nome final dele?
Na verdade, o disco surgiu de “Proliferando a Desobediência”. Nós fizemos uma música que tinha esse nome, mas na caminhada, o disco foi tomando uma atmosfera tão diferente desse contexto que o nome acabou ficando perdido dentro da ideia. As conotações musicais e as letras foram tomando outro curso e nós achamos que “Nova Aurora” seria um título mais adequado, porque se tratava de uma nova fase, uma nova era. E aos 40 do segundo tempo, nós tivemos a oportunidade de fazer uma parceria com o Rodolfo Abrantes e “Nova Aurora” foi música que ele cantou com a gente. Achamos que a música ficou muito forte, ela tem uma letra profunda e uma mensagem muito séria.

Como aconteceu essa parceria com o Rodolfo Abrantes? Como rolou o convite para ele participar do disco?

Eu sou fã de longa data de todos os trabalhos dele. Infelizmente, quando o Strike veio para o cenário, ele já tinha saído do Raimundos então eu não tive a oportunidade de conhecê-lo pessoalmente. Mas sempre fui fã, acompanhava a trajetória dele, pesquisava sobre o que ele estava fazendo. Eu gosto muito da maneira como ele se posiciona, acho que ele tem um carisma fantástico e é um cara sensacional.  Quando fizemos essa música, que tem uma letra forte, fala de vida, de fé, de batalha, eu comecei a ter vontade de chamar pessoas que me influenciaram para participar desse disco. Vendo vídeos do Rodolfo na internet, eu tive o insight de entrar em contato com ele. O Regis, que é um amigo em comum, fez a ponte e ele se mostrou muito aberto a ouvir. O filho dele conhecia a banda, curtia o som, então ele foi muito receptivo. E nós tivemos a sensação de que a música tinha a ver com ele. Ele se amarrou, eu dei liberdade para ele mexer na letra, ele escreveu comigo e para mim foi uma honra escrever uma música com um cara de quem eu sou fã.

A nossa parceria para mim é um sinal de comprometimento com a mensagem. Eu acho que a música brasileira está passando por uma série de mudanças e eu acho que a gente quer ser parte relevante nisso. Estamos preocupados com o que vamos falar daqui para frente, porque eu acho montamos a banda sem saber a proporção que as músicas iam tomar. Falamos do nosso cotidiano e da nossa realidade, mas, com o passar do tempo, nós amadurecemos sentimos essa responsabilidade com a mensagem. Esse disco acabou ficando um disco muito profundo. As músicas que falam de amor, vida, carreira são profundas, elas tomaram fórmulas bem fortes. Eu acho que o Rodolfo veio pra endossar e falar: “rapaziada, o compromisso musical é maior que tudo”.

O fato de ele ter se convertido deixou muita gente incomodada. Como os fãs do Strike lidaram com a participação dele no álbum? E como vocês, como banda, estão lidando com críticas?
Nossos fãs receberam da melhor maneira porque eles sabem que o Rodolfo influenciou a nossa música. O público que acompanha o Rodolfo no seguimento evangélico também recebeu super bem, porque ele está levando uma mensagem espiritual para o mundo. Ele tem que ter a liberdade de propagar aquilo que ele pensa em todos os meios. Eu acho que ele não pode ficar se regulando. Não sei se os fãs antigos dos Raimundos não gostaram. Eu não recebi nenhuma mensagem desse tipo, não sei o que rola nas redes sociais, mas até mim não chegou nada. Mas eu respeito, acho que os fãs do Raimundos se sentem órfãos porque ele saiu da banda e têm aquele apego com a banda que eles curtiram tanto. Acho que é normal. O importante é que quem ganha é a música porque é um encontro de gerações. Acho que os fãs dos Raimundos que curtem ou curtiram o Rodolfo têm que pensar que ele está feliz no que ele faz, é um cara muito lúcido, muito ciente da responsabilidade dele como músico, como cidadão.

Você acha que a música está descompromissada e que as pessoas não estão se importando com o que cantam por aí?
Eu acho que sim. A internet, esse entretenimento virtual, veio de forma avassaladora. As pessoas não têm mais tempo de digerir uma música. Elas consomem, devoram e já jogam fora. Ficou tudo muito rápido. Então, as pessoas do meio musical estão preocupadas com o instantâneo e não se a música vai durar tanto tempo. De repente, elas não estão tendo tempo de se preocupar, porque está tudo tão rotativo e tem trilhares de bandas aparecendo ao mesmo tempo no mercado. É tudo muito competitivo. Por isso, a preocupação com a mensagem atualmente anda meio escassa. Acho que nem no rock... Eu vejo um conteúdo bacana no rap nacional.

Eu acho que é questão de amadurecimento, cada um tem a sua hora de querer falar de outros assuntos e o melhor da música é ser verdadeiro com a sua essência, com a sua mensagem, com o seu momento. Todo mundo pode falar de tudo, é tudo livre, não tenho preconceito contra nada. Mas eu quero ter na nossa música esse compromisso de levar uma mensagem boa, de forma otimista.

Que outras participações rolaram no álbum?

Trouxemos o Projota, que para mim é um dos pontos altos do rap dessa nova geração. E, nessa música com o Projota, nós estamos fechando a última participação de peso. Em breve vamos poder anunciar. Foge muito do nosso segmento, porque ele é um cara da soul music, bem fodão. E vai ter também a participação do DJ Negro Rico, que fez as squash do disco, e do [Rodrigo] Koala do Hateen, que escreveu uma música comigo. A parte melódica do refrão eu fiz e acabou que ele fez o rap. Era pra ter sido o contrário, mas acabou que a parceria surgiu de uma forma diferente. O Lampião cantou em uma faixa chamada “Fora da Lei”. Ele é o maior reggaeman do Brasil, tem uma voz de negão jamaicano, mas é braquelo! Na real, foi muito legal porque nesse disco eu consegui juntar as pessoas que eu admiro, envolvê-las no trabalho de uma forma muito saudável.

No vídeo sobre o making-of do álbum, vocês falam que houve uma mudança de som, saindo um pouco do punk rock que o Strike fazia, em busca da essência da banda. Vocês encontraram essa essência? Como aconteceu essa transição?
O punk rock permanece vivo, acho que o Strike nunca vai deixar de ser uma banda de punk rock. A nossa essência, a cara do Strike, que é aquela cara despojada, que remete à rua, que traz a onda dos esportes radicais, permanece intacta no disco. Só que estávamos em busca de uma sonoridade diferente e que fugisse daquilo que já tínhamos feito. Chega um momento que as fórmulas se esgotam. Nós buscamos novas fórmulas, novas maneiras de escrever, de compor, linhas melódicas diferentes. Nós temos uma cozinha – baixo e batera - que tem um swing e com as fórmulas do punk rock nós não conseguíamos fazer com que isso sobressaísse. Ficando mais aberto aos grooves do som, as linhas de baixo e batera conseguiram dar essa cara mais suingue. Eu acho que é legal ter isso no rock também, o rock não pode ser tão duro, ele tem que ser solto. Acho que esse é um disco solto, que vai bater na pista e a galera vai curtir.

E a produção do Tadeu Patolla foi fundamental, porque foi a primeira vez que nós trabalhamos com um produtor que acompanhou as músicas nascendo no violão, participou de todos os ensaios, acompanhou todo o processo de criação, fez arranjos, compôs com a gente. O Tadeu produziu várias bandas do rock nacional que são demais também e ele é um cara super do suingue, é um dos maiores guitarristas de funk do Brasil. Então, tudo isso deu esse somatório.

O Strike cresceu, virou adulto?
Acho que nunca pode deixar de ser aquele espírito jovem, mas a gente sente que pintaram sinais de amadurecimento, mas foram naturais, não foi uma fórmula que a gente teve que ir atrás. É uma banda diferente de seis anos atrás.

O primeiro single do disco 3 é “Fluxo Perfeito”. Mais lenta, letra romântica... como foi feita a escolha dessa canção?
Sentimos que no disco que tem várias músicas com possibilidade de virar single, estamos até meio confusos no que lançar. É um problema bom! Mas decidimos que “Fluxo Perfeito” virasse single porque ela tem um pouco do que já fizemos no passado e, ao mesmo tempo, tem harmonia e letra diferentes do que já fizemos. É uma música que talvez sintetize bem a nossa mudança, sem deixar de ser aquilo que a gente é. E eu estava devendo fazer uma música exaltando as qualidades da mulherada. Em algumas canções, criticamos muito, então eu acho que estava na hora de mostrar o quanto as mulheres são importantes. Rolou uma cobrança interna, temos um público feminino grande, as garotas se identificaram com essa música, porque fala da mulher que é fiel, companheira. Acho que ficou legal.

Em uma palavra, o que o “Disco 3” tem que o “Hiperativo” e o “Desvio de Conduta” não têm?
Suingue.

Fonte: Multshow

sexta-feira, 27 de abril de 2012

GRUPO MAFIA NEGREIRA SE APRESENTA NO ESTAÇÃO JOVEM

 
Neste sábado (28), o Estação Jovem recebe o projeto Fibra, um evento que une diferentes ideias e sonoridades, abrangendo não somente as pessoas ligadas ao movimento Hip Hop, mas também a outros estilos musicais. Promovido pela Secretaria Municipal de Cultura (Secult) da Prefeitura de São Caetano do Sul e pela Coordenadoria Municipal da Juventude, o projeto vai receber o Grupo Máfia Negreira, Grupo 3 Pilares, Fernando Policeno e Segredo, Grupo Dragões de Komodo, Nocivo Shomon, entre outros grandes nomes.

O evento, gratuito e livre, vai acontecer das 12h às 18h. O Fibra consiste na atuação dos grupos de rap do ABC e
São Paulo ligados diretamente ao mundo do hip hop. O Hip Hop é uma forma de expressão cultural que desde a década de 1980 ganha e amplia espaços no Brasil. A maioria dos grupos de Hip Hop, comprometidos com a transformação social, tem dado ênfase para ações práticas, estimulando que seus integrantes se organizem nas periferias, repassem informações construtivas aos moradores e as pessoas frequentadoras dos espaços onde atuam, incentivando o pleno exercício da cidadania.

Formado por quatro elementos - o rap (música), o break (dança), o dj (maestro) e a grafite (arte) - ao chegar ao Brasil foi influenciado pela cultura local e adquiriu novas formas de manifestação ganhando cada vez mais militantes e mais espaço. Sua popularidade se deve ao fato de ser um movimento enraizado nas experiências de jovens e pessoas que vivem nas periferias das grandes cidades, além de ser muito organizado.


Reconhecendo o papel transformador dessa expressão, o Fibra se identifica com a grande musicalidade exercida no ABC paulista e tenta englobar diferentes ideias e sonoridades das composições. O Estação Jovem fica na Rua Serafim Constantino, s/ nº - Centro (Piso superior do módulo II do Terminal Rodoviário Nicolau Delic). Mais informações na Comjuv, pelo telefone 4226-5518 e pelo portal www.saocaetanodosul.sp.gov.br/comjuv.
 MAFIA NEGREIRO A SAGA CONTINUA EM BREVE:

                                                      Fontes: Reporter Diario / You Tube

Borknagar: Urd

 
Já se passaram mais de 15 anos desde que o Borknagar surgiu com sua mistura um tanto quanto curiosa de black Metal com progressivo e toques de folk. “Urd” é mais um capítulo na história desses noruegueses, que contrataram o brasileiro Marcelo Vasco para fazer a interessante capa.

O vocalista Vintersorg rouba a cena com seu jeito todo performático e o baterista David Kinkade se despede com esse disco para assumir as baquetas do Soulfly. Por outro lado, o baixista ICS Vortex está de volta ao ‘line up’.

O repertório começa com a rápida “Epochalypse”, que coloca na mesa todos os elementos que fizeram a fama do Borknagar. Os riffs de guitarra simples são acompanhados de teclados e de uma bateria veloz. Tudo isso faz fundo para linhas de voz lisérgicas com intervenções guturais pontuais. Ainda na mesma música temos dedilhados e passagens mais trabalhadas e outras arrastadas.

A partir daí, “Urd” traz apenas variações da união de todos esses elementos, criando uma atmosfera já conhecida na cena metálica. Quem não é fã do grupo pode achar tudo um pouco repetitivo e, para esses, ter apenas um disco do Borknagar basta. Mas o fato é que o grupo tem muita consistência e coerência. Eles fazem sutis variações dentro da proposta que os guia desde os primórdios, mas sem nunca abandoná-la.

Ainda que não sofra de megalomania, a banda se preocupa em passar certa grandiosidade em seus temas. A longa “Winter Eclipse” é um bom exemplo disso. Outros destaques são “The Beauty of Dead Cities”, “Frostrite” e a suave viagem instrumental “The Plains of Memories”. Existe ainda uma edição especial de “Urd” com o já conhecido cover que os noruegueses fizeram de “My Friend of Misery”, para um álbum em tributo ao Metallica.

01. Epochalypse
02. Roots
03. The Beauty of Dead Cities
04. The Earthling
05. The Plains of Memories
06. Mount Regency
07. Frostrite
08. The Winter Eclipse
09. In a Deeper World
Ouça  Borknager - Epochalypse:
Fonte: Territorio da Musica / You Tube
 

Bob Dylan receberá Medalha Presidencial da Liberdade

O compositor será homenageado por sua influência na cultura norte-americana 

Bob Dylan

Será dada a Bob Dylan a Medalha Presidencial da Liberdade, de acordo com o jornal The New York Times. O compositor receberá a maior honra que um civil pode ganhar nos Estados Unidos. A medalha também será outorgada ao autor Toni Morrison, à ex-Secretária de Estado Madeleine Albright, ao astronauta John Glenn e ao ex-Juiz Associado da Suprema Corte John Paul Stevens.
Dylan foi elogiado como um dos "mais influentes músicos norte-americanos do século 20" em um comunicado sobre a homenagem prestada pela Casa Branca.
A Casa Branca também reconheceu Dylan como alguém com "uma influência considerável no movimento dos direitos civis na década de 60 e teve impacto significativo na cultura norte-americana ao longo das últimas cinco décadas".
Dylan já tinha sido honrado em 2009 com a Medalha Nacional das Artes. 
 Bob Dylan - Blowing in the Wind
 Fonte Rolling Stones Brasil / You Tube

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Rihanna recordista em vendas digitais de todos os tempos


A cantora Rihanna vendeu mais de 47 milhões de faixas até o fim de 2011 e chegou ao topo da lista dos artistas com as maiores vendas digitais de todos os tempos de acordo com Nielsen SoundScan. Esse total a colocou à frente de estrelas como Eminem, Lil Wayne, Beyoncé e Kanye West.

Os Black Eyed Peas ficam com o segundo lugar na lista de vendas digitais no geral, mas a honra da faixa mais vendida de todos os tempos pertence a eles, com 7,688,000 milhões de vendas de "I Gotta Feeling". Já a artista com o álbum mais vendido digitalmente foi Adele, com "21".

Confira abaixo os 10 artistas com as maiores vendas digitais de todos os tempos:

1. Rihanna - 47,571,000
2. Black Eyed Peas - 42,405,000
3. Eminem - 42,290,000
4. Lady Gaga - 42,078,000
5. Taylor Swift - 41,821,000
6. Katy Perry - 37,620,00
7. Lil Wayne - 36,788,000
8. Beyoncé - 30,439,000
9. Kanye West - 30,242,000
10. Britney Spears - 28,665,000

Em notícia relacionada neste semana, o fotógrafo Bryan Derballa, do site Lovebryan , afirmou que o clipe do single 'We Found Love' de Rihanna é um plágio do trabalho da fotógrafa Sandy Kim.

Segundo o fotógrafo, o vídeo de Rihanna se apropria do tema e da estética do trabalho de Sandy Kim. "Sandy não é a única pessoa a fotografar travesseiros e quartos bagunçados, mas no geral há uma grande influência", afirma Bryan Derballa em seu site.

Veja algumas comparações fotográficas no site do Bryan Derballa 'clicando aqui'

Esta não é a primeira vez que um clipe de Rihanna é acusado de copiar conceitos de fotógrafos consagrados. A cantora foi processada pelo fotógrafo David LaChapelle por conta do conceito geral do clipe de 'S&M', muito parecido com as fotos de LaChapelle.

No vídeo de 'Only Girl (In The World)', ela foi acusada de 'se inspirar demais' nas fotos de Ryan McGinley . Em 'You Da One', a cantora também sofreu críticas porque muitas cenas eram iguais às imagens do fotógrafo de moda Sølve Sundsbø.

 Rihanna - Only Girl (In The World

                                               Fonte: hiphopnoticias

Damon Albarn desmente fim do Blur e do Gorillaz

O cantor diz que as falas dele não estavam corretas na entrevista ao jornal The Guardian

Damon Albarn 

Damon Albarn esclareceu em uma entrevista ao Metro britânico que suas bandas Blur e Gorillaz não chegaram ao fim, apesar das aspas atribuídas a ele publicadas no jornal The Guardian, recentemente, que indicavan que ele tinha encerrado os dois grupos.
"Isso saiu de um artigo que foi um ponto de vista interessante tirado de uma longa conversa”, diz Albarn, destacando que ele não tem certeza do que será do Blur depois que a banda tocar no enorme show de encerramento dos Jogos Olímpicos no Hyde Park de Londres, em agosto. "Alguns dias me sinto de uma forma e em outros me sinto de outra. Se você não vê algo como uma carreira, mas como uma parte importante da sua vida, você não sabe como vai se sentir a respeito daquilo.
Queremos mostrar uma performance ótima, mas nada foi dito entre nós a respeito de isso ser o começo ou o fim.”

O futuro do Gorillaz já é um pouco mais ambíguo, de acordo com Albarn. "Quando Jamie [Hewlett] e eu nos entendermos de novo, tenho certeza que faremos outro disco”, ele falou, acrescentando que não espera que seja muito difícil voltar para a mesma página. "A gente passou por muita coisa juntos para que isso seja uma questão tão grande de se superar", comentou Albarn. "A gente brigou da forma como amigos brigam, às vezes. Não sou a única pessoa a brigar com um amigo e depois fazer as pazes – todo mundo faz isso."
GORILAZ:
 Fontes: Rolling Stones / You Tube

 

terça-feira, 24 de abril de 2012

Metal Open Air: o público foi o verdadeiro show do festival Fonte: Metal Open Air: o público foi o verdadeiro show do festival


  • Última banda a se apresentar no Metal Open Air antes de seu cancelamento, Korzus toca em São Luís neste sábado (21)
O desastre que nós todos testemunhamos durante o fim de semana por pouco não se tornou numa tragédia. O festival Metal Open Air, programado para os dias 20, 21 e 22 de abril no Parque da Independência em São Luiz (MA), foi inegavelmente um fiasco, gerando revolta nas redes sociais e destaque nos principais veículos nacionais, bem como na mídia internacional.
Não há dúvidas do estrago causado pelas produtoras Lamparina Filmes & Produções e Negri Concerts. E enquanto acusações surgem de todos os lados, são apenas o começo de uma longa jornada a ser enfrentada na justiça por todos os fãs de heavy metal que se deslocaram dos mais diversos cantos do país para o evento.
E são esses mesmos bangers e metaleiros quem deram o mais impressionante show do Metal Open Air: um show de civilidade, educação e, principalmente, paciência. O que ficou mais do que provado durante o evento é que poucas multidões são tão esclarecidas e aptas socialmente quanto os fãs de metal.
Usemos esse episódio pelo menos para finalmente exorcizar o fantasma estereotípico do ‘metalêro’ agressivo, grosseiro, estranho, anti-social, sujo e desleixado. O que vimos nas diversas etapas do fracasso do festival foram pessoas honestas reivindicando direitos básicos de segurança, higiene e o cumprimento das diversas promessas feitas pela produção do Metal Open Air ao vender os ingressos. Além disso, aqueles fãs se mostraram conscientes o suficiente para não promover nenhum tipo de quebra-quebra ou violência generalizada - tão prováveis em qualquer situação de frustração em massa e abuso como aquela. Vejam o exemplo do Woodstock ‘99.
Parabéns ao público pelas sucessivas provas de bom senso.
Diversos veículos divulgaram notícias sobre o descaso no evento. Entre eles o mais importante telejornal do país, o Jornal Nacional, mostrando a indignação legítima e pacífica dos presentes. Apesar do desrespeito da organização, fomos finalmente tratados de forma neutra e sem preconceitos pela mídia, um direito tão caro aos fãs do estilo no país. Levantem as canecas e celebremos: estamos livres!
Podemos parar de nos tratar com aquele fatalismo de “incompreendidos” e "vilanizados" pela mídia. Se era mesmo isso que faltava, já fomos aceitos; humanizados. E também temos direito a um festival decente, que honre seus compromissos com fãs, artistas e funcionários.
Levantem e mordam? Nem tanto.
Mas repensemos nossos papéis.
A grande verdade é que a lambança do M:O:A gerou um grande sentimento de união por todo o país. O público da internet ficou profundamente sensibilizado com as condições de amigos, irmãos, filhos, pais e cônjuges que foram ao evento. Mesmo os que não conheciam ninguém no local ficaram intrigados com as notícias. Alguns veículos da mídia trabalharam por horas seguidas em busca de informações, prontamente propagadas por aqueles mesmos fãs na internet. Todos nós, público e profissionais, se indignaram coletivamente com o tratamento dispensado aos artistas e aos campistas. Artistas tocaram por pura consideração ao público. E, principalmente, o público presente no evento, como já citado, deu um show de união e respeito.
                E agora, o que se faz com esse sentimento?

Que a sensação geral de ser desrespeitado se reverta em novas posturas em prol da nossa música. Que se dê uma volta por cima. Não acredito em “salvar o metal”, nem nos discursos desse naipe. Mas acredito em uma cena que seja auto suficiente, que seja constantemente alimentada pela relação público-artistas-produtoras. O discurso de que o metal morreu não tem sentido, porque a cena simplesmente sobrevive, alheia a nós todos. Mas não custa nada que injetemos nela doses de dignidade e tentemos criar relações muito mais saudáveis para todos os envolvidos, não é?
Produtores: entendam que a tolerância acabou. Façam eventos de qualidade e o público frequentará. Ofereçam condições e cumpram compromissos com as bandas. Usem o Metal Open Air como parâmetro para tudo que vocês PENSAREM em fazer daqui pra frente.
Bandas: vejam mais uma vez o público DO CARALHO que vocês têm. Produzam com qualidade que serão prestigiados. Essa galera só exige respeito para respeitar de volta. E todos eles trabalham duro para ganhar o dinheiro que gastam COM VOCÊS. Parabéns para o Hangar (e de alguma forma à Shadowside) pela clareza e coragem de serem os primeiros a tratar e explicar com antecedência o que estava acontecendo (arautos de todo o trauma que viria a seguir). Parabéns às bandas que, mesmo diante de todas as adversidades, conseguiram tocar e amenizar um pouco a situação crítica dos bangers que estavam no festival. E parabéns também às bandas que foram fiéis aos próprios princípios e não aceitaram menosprezar seus TRABALHOS (vejam bem, são empregos) em benefício de produtores inescrupulosos.
Público: Continuem assim. Vocês foram o show do Metal Open Air. Vocês são a prova de que, mesmo diante do caos, o metal no Brasil VIVE e SOBREVIVE A TUDO. Mas, apesar da atitude irrepreensível de todos, saiam disso com consciência do que nossas bandas passam na estrada para tocar para vocês. Se o M:O:A foi um extremo, é também um grande resumo de todas as pequenas falcatruas e jogadas de má fé com as quais nossos artistas são obrigados a lidar para viver de música de forma honesta no país.
Deixo, por fim, uma sugestão pessoal (correndo o risco de pedradas): que aceitemos finalmente ser Metaleiros! Se ferreiros trabalham com ferro; se guerreiros vivem a guerra; se mineiros nasceram em Minas (!!); os METALEIROS carregam o metal com essa honra e entrega que vimos. É uma vocação.
Enquanto associarmos o termo aos personagens burros e esdrúxulos que viraram clichê, o termo será associado aos burros e esdrúxulos do clichê. É hora de deixar de lado esse preconceito e reinventar o significado de ser metaleiro. Usemos esse episódio como um novo começo. Até a Rede Globo já deu a deixa...
Enfim. Que a partir de hoje metaleiro e headbanger sejam sinônimos e tenham a mesma importância. Até porque, amigos, nada mais justo com o metal nacional que denominar pelo menos os fãs com um termo em português.
(Esse texto talvez ganhe uma sequência, avaliando mais profundamente a conduta dos profissionais e artistas durante o desastre M:O:A.)

Fonte: Metal Open Air

Enslaved - Soulfly

Criado em 1997, o Soulfly de Max Cavalera é notoriamente uma continuação do que foi feito no álbum que contém sua última participação no Sepultura, “Roots”, divisor de águas, e que continham diversas influências, sendo as mais evidentes as da cultura da música brasileira e africanas, além da tribalização dos instrumentos de percussão, que não é exclusividade somente dessas culturas.


A banda, principalmente no seu primeiro disco, auto-intitulado, fez isso muito bem, e somada às várias participações de músicos de diversos estilos, acabaram compondo o que seria a parsonalidade da banda. Porém, a partir de 2005, com o advento da criação e lançamento de “Dark Ages”, as coisas começaram a mudar. O Soulfly começa a se aproximar do que o Sepultura fazia nas épocas de “Beneath the Remains” e “Arise”, propondo gradualmente uma retomada ao Thrash Metal que consagrou a banda. Anteriormente era complicado até mesmo classificar a banda em algum estilo que não fosse o New Metal.
Ao ouvir “Enslaved” a primeira impressão que se tem é que o ciclo de transformação da banda finalmente se completou. Primeiro porque depois de tantas trocas de formação, Max achou em Mark Rizzo (Guitarrista), membro desde 2004 seu alicerce. E é fato que a entrada de Rizzo melhorou muito o som da banda. Completando, recrutou Tony Campos, baixista/vocalista do Asesino e do Static X e para a bateria, um ex-Borknagar, o excelente David Kinkade. Outra característica que Max abandonou são as letras com frases soltas, o que fazia os fãs pensarem que Max estava entrando em uma descendente como compositor, já que ele faz uso disso a um certo tempo, tanto no Soulfly quanto no Cavalera Conspiracy. Esse álbum trouxe à banda uma nova lufada de ar fresco, com músicas muito técnicas incorporadas a letras bem construídas, ainda baseadas nos temas mais abordados por Max: maniqueísmo, personagens contraditórios, guerras, política.
O quarteto insere em “Enslaved” elementos que não se tinha na musicalidade da banda. “Resistance”, a faixa de introdução soa como Soulfly antigo, até o momento que entra os blast beats de Kinkade. Um cartão de visitas perfeito, um soco no estômago. A música seguinte é “World Scum”, música de trabalho do álbum com um trabalho fantástico da cozinha da banda, é o primeiro grande destaque. Os backing vocals de Tony Campos junto com o bate-estaca de Kinkade, enriquecem a música, com uma levada quase death/Black. Outro destaque da música é a participação do vocalista do Cattle Decapitation, Travis Ryan.
“Intervention” é bem similar às coisas que a banda fazia antes, parece uma sobra de algum disco anterior, é bem parecida com as coisas do “Dark Ages”, mas tem uma pegada de uma das principais influências de Max, o metal arrastado do Celtic Frost. “Gladiator”, é um Thrash bem “old School”, com um riff matador, outro bom destaque.
Outras músicas que pode-se destacar facilmente são: “Legions”, e sua similaridade com a fase mais “mineira” do Sepultura (Schizophrenia e Beneath), “Redemption of man by God”, um petardo violento onde Max divide os vocais com Dez Farfara, do Coal Chamber e Devildriver, “Treachery”, com um riff rápido e agressivo, “Plata O Plomo”, música cantada em português e espanhol, respectivamente por Max e Tony, que lembra as composições antigas do Soulfly, e “Revengeance”, uma reunião dos Cavalera, já que Ritchie (enteado de Max) divide vocais, Zyon (filho mais velho) toca bateria nessa música, e Igor (filho mais novo) canta e toca guitarra, e mostram bem que o futuro da família Cavalera na música pesada está devidamente garantido. A música tem um riff forte e poderoso.
A grande realidade é que o Soulfly lançou um disco à altura dos principais lançados pelo Sepultura em seu período, obiviamente o melhor da sua banda atual, e facilmente já pode ser indicado a um dos melhores do ano de 2012. Disco feito na medida certa. Quem tinha dúvidas se Max ainda tinha gás disponível, tai a resposta, em alto e bom som.
"Resistance" — 1:53
"World Scum" (com Travis Ryan de Cattle Decapitation) — 5:19
"Intervention" — 3:55
"Gladiator" — 4:58
"Legions" — 4:18
"American Steel" — 4:14
"Redemption of Man by God" (com Dez Fafara de Coal Chamber e DevilDriver) — 5:15
"Treachery" — 5:49
"Plata O Plomo" — 4:52
"Chains" — 7:18
"Revengeance" (com Richie Cavalera, Zyon e Igor Cavalera) — 5:42
OUÇA AQUI SOUFLAY:
Fonte: whiplash

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