sábado, 31 de março de 2012

Tatuagens que brilham no escuro

Ainda raro no Brasil, mas bastante popular no exterior, estão as tatuagens que brilham no escuro (UV Tattoos). Tais tatuagens são produzidas com uma tinta especial que reage quando exposta à luz negra, criando um efeito para muitos impressionante.
As empresas que fabricam, garantem que a substância utilizada não causam nenhum dano à saúde. Como sempre vale pesquisar muito antes de fazer uma dessas.

Fotos de Tatuagens que brilham no escuro

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Artigo por: Daniel Kaiser

Fonte: Mais Tatuagem

O preconceito é pecado

Em pesquisa recente, o Brasil foi apontado como um dos países com maior número de cristãos do mundo. Esse aumento da procura por igrejas evangélicas não é à toa, a cada dia que passa surgem novas igrejas cada vez mais modernas, atraindo jovens e pessoas que antes jamais imaginaram pisar em um templo. Estão sendo abolidos as normas e dogmas que afastavam os jovens por medo de serem privados do que gostam. Um novo estilo de igreja surgiu com doutrinas menos rígidas e aceitando as pessoas como são, sendo possível acontecer uma identificação com os membros da igreja seja através do estilo, da música e também das tatuagens.
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Existem templos com estúdio de tatuagem, pista de skate, octógono de MMA, shows de rock, rap, reggae entre outros, tudo para que essa identificação aconteça.
Mas nem sempre foi assim.
“Não façam cortes em seus corpos por causa dos mortos, nem marcas em si mesmos. Eu sou o
Senhor.” (Levítico 19- 28.)
É esse versículo bíblico que foi usado para classificar como pecado o uso de tatuagens. Muitas igrejas tradicionais ainda seguem essa interpretação e condenam qualquer modificação corporal. Porém, nas igrejas ‘modernas’ essa interpretação do versículo isolado não é mais utilizada, pois faz parte de um capítulo em que Deus ordena tais coisas para um povo específico e não para o mundo. Fora a condenação de marcas no corpo, Deus também ordena a esse povo que não coma carne, entre outras coisas. A nova igreja condena o julgar pela aparência justificando que Deus olha para o coração.
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Com isso, o quadro de fiéis das igrejas mudou radicalmente. Uma vez que um tatuado pode entrar e assistir a um culto sem olhares tortos ou julgamentos precipitados, ele se sente aceito sendo quem ele é, passando a frequentar cada vez mais e falando para os amigos. Mesmo com toda tecnologia, o boca-a-boca ainda é o meio de comunicação mais eficiente.
Conseguintemente, também aumentou o número de tatuagens com tema religioso pois, além de adornar o corpo, a tatuagem serve para expressar algum ideal de vida, marcar momentos e homenagear. Os amantes da tatuagem procuram símbolos, frases, desenhos que de alguma forma fazem parte da sua vida e dizem algo sobre ela, e muitos expressam sua fé através de suas tatuagens. Alguns tatuadores se especializaram no tema e estúdios segmentados abriram uma nova aba para o mercado das modificações.
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Estas mudanças são importantes para todos os tatuados. A cada dia que passa, lutamos para a tatuagem ser vista como arte e não como condenação, seja na rua, na família, no emprego, e também na religião que escolhemos seguir. Ser preconceituoso é que é pecado e nossa sociedade vem caminhado, mesmo que lentamente, para este entendimento.
tatoo biblia O preconceito é pecado 
Fonte: maistatuagem

sexta-feira, 30 de março de 2012

Morre Michael Peterson, lenda do surf australiano - 1952 > 2012

 
Michael Peterson foi três vezes campeão do Bells Beach Easter Surf Classic [hoje Rip Curl Pro Bells]. Venceu a primeira etapa do Circuito Mundial de Surf Profissional e foi um dos maiores surfistas da Austrália. Após um ataque cardíaco, MP faleceu pela manhã em sua casa na Gold Coast, aos 59 anos. 

MP dominou a cena do surf australiano durante a década de 1970. Entre 72 e 77 venceu basicamente todas as competições na Austrália com um surf inovador e agressivo. Wayne “Rabbit”, Peter Townedn, Mark Richards... Todos os seus contemporâneos o respeitavam, assim como Fanning ou Slater que chegou a dizer a ele: “Hei, você é melhor que eu”. "Ninguém seria mais corajoso, extremo ou ficaria mais tempo dentro dos tubos de Kirra que Michael Peterson”, afirmou Nick Carroll no livro “The Next Wave”, comentando as performances de MP em tubos de mais de 10 segundos. Sua vida, extraordinária e conturbada, foi registrada na biografia de Sean Doherty, “MP, A Vida de Michael Peterson” e ainda inspirou o romance “The Life”, de Malcolm Knox.
DNAustrália
Boa parte do estilo agressivo do surf australiano tem a ver com esse “Cooly Kid Original”, mas não só quem o assistia ao vivo foi influenciado. Ele é a síntese do icônico Morning of the Earth, filme de surf de 1971. Era o piloto de testes perfeito para as, muitas vezes inovadoras, pranchas shapeadas por ele e o irmão Tom Peterson. Fazia e desfazia dentro e fora do mar. Em 1977 as ondas estavam perfeitas e tubulares em Burleigh Heads. Era a primeira competição com baterias homem x homem da história. Diante de 20.000 pessoas, MP bateu todo mundo, incluindo Wayne Bartholomew, futuro campeão mundial. Na final superou Mark Richards [tetracampeão mundial de 79 a 82] para vencer o Stubbies Classic, 1ª etapa do Tour Mundial. Foi sua última competição. Ele não gostava da mídia, da fama ou daquele monte de gente na praia.
Super Star até nos problemas
Até 1983 só foi visto ocasionalmente até virar novamente manchete. MP era um esquizofrênico não diagnosticado, que misturou seu status de celebridade ao mundo de drogas pesadas, carros velozes e isolamento. Tudo isso acabou culminando numa perseguição de carros cinematográfica, de Collangata até Brisbane [160km distante]. Foram necessários 35 viaturas da polícia e o fechamento de uma ponte para detê-lo. Disse ao delegado que havia escapado dos aliens. MP passou um período na prisão e em hospitais psiquiátricos. Mais tarde encontrou a paz, vivendo com sua mãe Joan Watts em Tweed Heads Sul, onde participava de alguns eventos de surf.
Mesmo sofrendo de diabetes, com a saúde debilitada pelos remédios que tomava por conta da esquizofrenia, sua morte foi um choque para a comunidade. "Diante de tudo que a família Peterson tinha sofrido e sobreviveu, você tinha a sensação de que ele estaria aqui para sempre", declarou o amigo Doherty ao Jornal The Sydney Morning Herald ontem.
 "Quando ele estava no mar, não havia mais nada. Sua vida foi na água. Ele podia falar com a água, sabia de cada onda que vinha e qual pegar. Nada mais importava quando ele estava na água", declarou a Sra. Watts, que esteve com o filho durante os bons e maus momentos.
Embora ele não tenha surfado por mais de 20 anos, Peterson disse em uma entrevista que ainda sonhava com surf, inclusive com Bells Beach e Wink Pop. "Eu não me importava com o frio, era bom na época do inverno". Na próxima segunda-feira [03/Abr] abre-se a janela de espera para a 51ª edição do evento em Bells. Creio que MP estará debruçado nela, assistindo as direitas serem surfadas de uma maneira que ele ajudou definir.
 FLASHBACK: MICHAEL PETERSON:
Fonte: ESPN

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